Já tinha uns 6 meses que eu estava caminhando e eu sempre via um homem que cruzava meu caminho, eu não o conhecia pessoalmente apenas de rosto mesmo e sempre o cumprimentava quando passava por ele e ele sempre retribuía, sempre fui educado e acenava para as pessoas na rua, principalmente em ruas mais desertas. Um belo dia estava caminhando e o vi de novo, só que dessa vez percebi que ele veio pelo mesmo caminho que eu, o cumprimentei e continuei andando e tentava perceber se ele iria mudar de rota, mas não mudou até que eu dei uma parada e fingi que não tinha percebido ele ali e deixei ele se aproximar, fiz cara de surpreso e puxei conversa, lembro de ter falado algo do tipo:
- "Nossa, nem te vi aí atrás. Você geralmente faz outro caminho não é?"
Aí ele concordou comigo e disse que resolveu mudar um pouco, para sentir novos ares. Ficamos ali um pouco e ele me perguntou se eu já estava acabando minha caminhada e eu disse que ainda não, estava apenas começando e então ele se convida para ir comigo, eu aceitei normalmente pois não vi mal algum naquilo.
Fomos conversando normalmente, coisas do dia a dia e assuntos do cotidiano, afinal não o conhecia nem sabia seu nome, então nos apresentamos e ele disse que seu nome era Alberto, ele devia ter uns 45 anos eu acho, não me lembro de ter perguntado a idade. Ele era uma pessoa bem aberta que falava bastante e não tinha muito filtro no que falava então eu apenas escutava o que ele conversava e ia concordando, numa dessas ele olha pra mim e fala algo do tipo:
- "Sempre te vejo andando por aqui sozinho, você não namora? Não tem ninguém para sair?"
Eu respondi que não tinha, pois morava sozinho e minha família era de outra cidade. Aí ele disse assim:
- "Poxa, deve ser muito ruim ficar sozinho. Eu também não tenho ninguém, faz muita falta."
Concordei com ele e aí ele foi tentando ser mais engraçado e dizia mais ou menos assim:
- "Bom, ficar sozinho tem seu lado bom, ninguém pra ficar no pé ou brigando e discutindo à toa. Mas também não tem ninguém pra dar uma aliviada de vez em quando rsrs."
Dei risada e não falei nada, aí ele me perguntou:
- "Mas e você, como faz? Deve ter muitas mulheres querendo dar pra você ou até alguns caras te paquerando, não?" E eu respondi:
- "Bom... Mulheres nem tanto, mas alguns caras já tentaram sim rsrs"
Aí ele do nada pergunta se um cara mais velho desse em cima de mim, o que eu faria. Eu respondi que depende de quem fosse, mas tudo era possível. Aí ele olhou bem nos meus olhos e disse:
- "O que você acha de ir lá em casa depois dessa caminhada? A gente pode comer alguma coisa, talvez beber um pouco. Você está livre?"
Eu olhei pra ele e hesitei um pouco e não respondi, então ele me pediu desculpas achou que tinha sido muito direto comigo falar daquele jeito. Mas eu falei pra ele que não era esse o problema, mas que eu tinha pensado em outra coisa ao invés de ir na casa dele, mas não sabia como iria falar. Então ele disse:
- "Pode falar, sou todo ouvidos.
Então eu fiz a proposta pra ele de ir na casa abandonada, ela estava apenas uns 3 quarteirões pra frente. Ele ficou meio apreensivo, mas decidiu ir até a casa para ver. No caminho não conversamos mais nada até chegar na casa. Então ele olhou em volta, viu que não tinha ninguém, pulou a grade e me chamou para entrar, meu coração começou a disparar nunca imaginava que iria fazer aquilo, fiquei com muito medo mas pulei e entrei no quintal da casa e fomos mais para os fundos ver se não tinha ninguém e também para não deixar que ninguém visse nós dois lá. As portas estavam todas trancadas, mas ele pegou um pedaço de madeira e forçou na porta dos fundos e abriu. Nós entramos na casa e não tinha ninguém, estava tudo empoeirado apenas, aí ele fechou a porta e colocou a madeira para travar de dentro pra fora, aí disse:
- "Agora ninguém vai incomodar a gente, onde você vai querer hein?"
Eu olhei em volta e tinha um quarto grande, que ainda até tinha uns móveis antigos e falei que podíamos ir nesse quarto, entramos no quarto e não tinha muita luz mas dava pra enxergar tranquilamente, só era meio escuro pois não tinha lâmpada e as paredes eram azuis. Quando entramos no quarto ele foi abaixando a calça e tirou o pau pra fora, o pau dele latejava muito e era daqueles compridos e torto pra baixo, aí ele me disse:
- "Olha o que eu tenho pra você aqui, sua safada... Aqui você é minha cadelinha, não tem pra onde fugir" E me mandou tirar toda a roupa bem devagar na frente dele, eu estava com calça de moletom e camiseta então foi bem fácil de tirar, comecei pela camiseta aí fui abaixando a calça de costas e ele só ficava falando:
- "Isso, que delícia... Tira tudo"
Eu já estava só de cueca, então fui abaixando bem devagar até encostar minha mão no chão pra ele ver bem meu cuzinho, aí ele disse:
- "Agora vira, deixa eu ver essa rola de putinha, vai" Me virei e ele viu que meu pau estava bem duro também
- "Humm safada, você gosta de rola mesmo né? Vou te dar o que você tá querendo, vem cá vem..."
Me aproximei dele e ele me abaixou e foi me colocando pra chupar ele, eu fiquei de joelhos e comecei a mamar o pau dele que era difícil entrar na boca porque era muito torto pra baixo, mas fui dando meu melhor e mamei bem gostoso, sentia pulsar na minha língua enquanto ele forçava minha cabeça contra o pau dele. Aí ele me levantou e disse pra eu deitar no chão e exibir meu corpo pra ele, fazendo algumas posições.
Eu fui indo pro chão e fiquei de 4 e olhava pra ele, empinava a bunda e ficava fazendo cara de safada, aí deitei de ladinho passando a mão pela bunda e nas coxas e ele só punhetando o pau enquanto me via provocar ele enquanto me exibia, percebia que ele estava com muito tesão, até que eu me levantei e fui pra sala que era mais iluminado por causa da janela, puxei ele pra me
acompanhar e me deitei no chão de costas e abri as pernas e falei:
- "É todo seu..."
Ele não aguentou e veio pra cima de mim e já quis ir metendo, mas meu cuzinho estava muito apertado naquele dia e o pau dele era torto, como não tínhamos nenhum lubrificante ele cuspiu e foi tentando meter aos poucos, até que uma hora entrou o pau inteiro. Aí foi só alegria rsrs, o pau não era muito grosso então eu aguentei tranquilo ele socando em mim, meu pau já estava babando e quando ele percebeu começou a me punhetar enquanto metia, até que eu gozei na minha barriga, saiu um monte de porra, chegou a fazer uma poça no meu umbigo rsrs, e ele não parava de meter, aí me colocou de 4 e foi socando mais, quando percebi ele tirar o pau nem deu tempo e já senti a porra quente dele nas minhas costas, lambuzou toda minhas costas de porra, mas foi muito gostoso porque quando levantei a porra dele ficou escorrendo pela minha bunda até as pernas, me sentia a putinha submissa dele e como não tinha água pra lavar ele me mandou me vestir daquele jeito mesmo, eu coloquei a roupa e fomos embora, cada um pro seu lado. Depois me encontrei com ele mais algumas vezes naquela casa mesmo, acabou virando nosso point e algumas vezes eu até fui na casa dele, mas não era a mesma coisa rsrs.