Atrás do muro a minha esposa deu a buceta



Por muito tempo, senti que vivi preso em uma gaiola invisível. No fundo do poço, eu me sentia sufocado, escondendo meus desejos por medo do julgamento, do preconceito e rejeição. Enfim, eu me masturbava pensando na minha esposa Amélia mamando rolas! Pensei em maneiras de contar todos os meus desejo para ela.
Mas como falar tal coisa? E pior, revelar que procuro ví­deos de gozadas na boca de mulheres cuja semelhança visual bate com a dela? Como eu deveria revelar que após o nosso casamento minha vontade aumentou?

Então, certa noite, Amélia mamava o meu pau e então lhe contei sobre minha vontade! A princípio, houve um silêncio pesado, como se o mundo tivesse parado. Subitamente meu pau deu contrações e as bochechas de Amélia encheram de leite de gala.

– César, é sério mesmo quer você quer isso? – disse Amélia com rosto de assustada!

Essa era a hora de eu sair do fundo do poço. Então deixarei que Amélia se apresente.
– Olá, Sou Amélia Wollowitz e possui um doutorado na área farmacêutica. Bom, como você leram, o meu marido deu uma forte gozada no momento que falou sobre os meus lábios carnudos mereciam mamar muitas rolas. Leitores, eu não sou tão tola, pois neste bendito momento eu fiz à inevitável pergunta.
– César, é pra eu passar batom leitinho de gala na rua e de beijar?

A resposta foi incrivelmente direta. No entanto, achei que César não me amava mais, No entanto, César manteve o carinho comigo e então entendi que ele propunha cumplicidades e dane-se o mundo. Além disso a proposta não incluía ele fode outra buceta.
Portanto, após compreender que devo dar bastante a buceta que o macho da casa é manso eu concordei em ter a buceta fodida e voltar para casa com boca pintada com batons leitinhos de galas variados.

Então, após meses planejado o meu marido bolou um plano mandando nossos dois filhos para casa dos pais dele e no ato seguinte fizemos uma ligação telefônica para um atraente amigo meu vir em casa sob a alegação de tomar cervejas e que meu marido viajaria.
No dia marcado, o Álvaro, meu amigo, encontrou César em casa. Eu apenas disse que a tal viagem havia sido adiada e então ficamos bebendo cervejas e rolou alguns flertes sem a presença do meu marido, pois fazia parte do plano.

A noite fui tomar banho e esfreguei meu grelo com força até gozar. Ao sair do banho o César pediu para Álvaro comprar cigarros no supermercado, pois somente lá tinha a marca do cigarro que César fuma. Então vestir uma minissaia, botas de couro e uma minúscula calcinha.
Eu estava passando batom quando César tentou colocar o pau na minha boca. Mas aleguei que precisava sair para dar a ele a noite de corninho manso mais feliz do mundo.

Entendam que os fetiches cerebrais do meu marido e de muitos homens constam serem tratados como parceiros\ machos mansos de forma sexy entre quatro paredes, ou seja, serem dominados por nós mulheres.

De volta ao texto, sair de carro e pequei Álvaro no caminho. Eu falei que o César havia dormido e eu não queria ficar num sábado a noite em casa.
Bem, o fato é que paramos em uma boate e horas fiquei meio “bacana” de álcool e revelo que tinha vontade de foder numa rola que não fosse do meu marido e se fôssemos pra uma rua perto de casa poderíamos ter uma “conversinha particular”.

O combinado com meu marido era levar Álvaro para uma rua atrás de casa por ter várias indústrias e poucas casas de moradores, então eu estacionaria atrás de casa e meu marido pela janela de vidros espelhados poderia ver.

Assim que estacionei o carro trocamos beijos. Mas eu não estava lá só pra namorar, então rapidamente desafivelei o cinto dele. Quando puxei a cueca apareceu um pau grande e grosso curvado para o lado, isso era sorte, pois eu treparia gostoso na vara.
Saímos do carro e fomos para uma árvore de mangueiras que ficava mais próximo da janela de casa. Agora sim meu papel de putinha na teoria passaria a prática como a mais nova putinha casada diplomada na arte da vagabundagem vip.

Esse momento era importante, então agi rápido.
Olhei em direção a janela e agachei-me e lambi a cabeça e passei a mamar bem rápido com o rosto virado em direção a janela. Álvaro segurou e alisou meu rosto e disse:
- Esfrega o pau nos seios e depois passe nos bicos do seios e pratique espanhola e volte a chupar!
Depois de minutos alternando as ordens eu recebo o prêmio das putas preenchendo lados das bochechas. Enfim, fui diplomada com potentes jatos de porra em meus cabelos, testa e cara quando afasto os lábios.

Então olhei em direção ao marido mandante escondido na janela espelhada e limpei os espermas com as palmas das mãos ajeitei a blusa e sutiã, portanto, a minha primeira oculta aula de mãe\ casada putinha foi concluí­da com louvores.
Fomos nos sentar no capô do carro e partimos pra beijos e amassos e quando o membro ficou novamente rí­gido o Álvaro me deitou de barriga no capô e levantou minha saia plissada e puxou a calcinha.

Foi espetacular senti meus umedecidos lábios vaginais se esticando e separando envolta do invasor aprofundando-se em minhas carnes rosadas, me fazendo olhar em direção aonde o marido mandante estava escondido enquanto liberava sensuais gemidos da minha semiaberta boca.
Fui segurar pela cintura e ficamos fodendo com força no capô do carro do meu marido e, de vez e quando, e insistentemente eu olhava na direção a janela para ele ver a mãe dos filhos dele fodendo gostosamente a bucetinha sem pelos
.
Quando o orgasmo chegou, foi como uma explosão que me atravessou inteira. Meu corpo tremer, os músculos se contraíam e ainda houve mais auges chegando com sucessivos múltiplos orgasmos enquanto rebolo os quadris.
A sintonia entre nossos corpos se tocavam no vai e vem com Álvaro bombando o viril pênis e então gritei, sem medo, que buceta de mulher fogosa merece levar muitas bombadas e gozadas para ser recheadas com leitinhos pastosos
.
Álvaro acelerou as bombadas como se tentasse acompanhar meus esplêndidos gozos e então percebi que as bebidas alcoólicas atrapalhavam suas gozadas e eu queria voltar para casa para dar a buceta pro meu marido por me conceder uma noite inesquecível de corninho manso.
Então usei as mãos para abri minhas nádegas e pedir para ele concluir o serviço no rabinho, pois nenhum homem viril mesmo embebido resiste em abrir um apertado cuzinho de mulher bonita e casada.
Além disso, a excitação eram tantas que olhei em direção à janela de casa sabendo que meu marido a tudo assistia.
Mas nem tudo é flores, pois mesmo o pau grosso estando lubrificado eu senti dores agudas. Então Dei as famosas apertadas com as delineadas pregas, mas Álvaro então forçou o pau a entrar mais um pouco e foi indo até se alojar nas profundezas de minha média bunda.

Pudor eu não tinha mais, afinal, eu estava dando o cu para um dos meus amigos. Então usei um bom repertório.
– Álvaro, a sensação é boa do seu pauzão alargando meu cuzinho nessa rua deserta – digo discretamente olhando na direção da janela. Então Álvaro diz:
– Teu marido tem sorte de meter num traseiro gostoso desse.
– Então aproveita que o meu marido não sabe que estou dando o rabo – Falei novamente olhando na direção da janela.

Eu sabia que meu marido podia me ouvir e me ver esperneando enquanto eu levava pau na argolinha do rabinho. E, com não doía muito, era hora do show pro marido mandante ver eu rebolando com o pau enfiado dentro da bundinha.
Eu só parava para contrair as pregas e apertar o pau dele e depois metia mais. Então falei as palavras finais para meu Álvaro ouvir e secretamente para o mais novo marido corninho manso do bairro escutar.

- Fode minha bunda que em casa masturbarei o corninho para ele não ralhar comigo por chegar tarde, talvez eu chupe o pau dele se ele quiser comer a bundinha. Dessa forma, jamais desconfiará que eu cheguei com o cuzinho arrombado e entupido de porra.

E foi nesse teor de palavras chulas que me transformei de esposa do lar em biscateira de rua. A diplomação “Cuzinho do Cuzinho Arrombado” veio com leite de espermas enchendo meu rabinho.
Então me afastei e recoloquei a calcinha. Bem, de qualquer forma, não havia mais nada a fazer ali na rua. Então levei Álvaro na parada de ônibus e lembrei a Álvaro que nem ninguém poderia ficar sabendo
.
E agora sim nos despedimos de vez. E, se antes eu saia de casa como esposa fiel, agora voltei ao lar como putinha de rua. Com porra nos cabelos, a boca com resí­duos de espermas, com leite na boceta e o ânus dolorido a arrombado e bem fodido.
Agora vem a parte do medo por não saber se ele gostou ou não. Então vamos aos fatos:

Encontrei meu marido nu e o interessante foi ele perguntar se gostei da aventura. Eu nem tive tempo de responder, pois ele me virou de costa e levantou minha saia e abaixou minha calcinha e olhou meu cuzinho. A frase que ele disse ficou marcada em minha mente

– Amélia, era pra você chupa e chegar em casa com a buceta cheio de gala como eu queria e você ficou tão assanhada que ofereceu o lindo buraquinho do cuzinho pra ele? Agora tá arrombado.
Agora sim foi minha vez de responder.

- Amor! Não fique brabo, você não queria uma putinha? Então eu dei o cu pro cara.

Meu marido abaixou o short e olha o cacetão durão. Ufa ufa, ele gostou mesmo mesmo mesmo de ser corno. Portanto, nossa excelente vida sexual melhorou de muito muito muitão. Afinal, a excitação do meu marido é ouvir eu contar que dei pra outro.

Agora entrego o texto ao meu amado César

Leitores, naquele instante que Amélia chegou em casa, tudo ao meu redor parecia desabar, pois fiquei perdido, sem saber se iria afundaria no fundo do poço da dor e do silêncio por ter supostamente jogado fora nosso casamento.
Evidente que tudo por causa dos meus excitantes fetiches de marido corninho manso. Mas, à medida que me aproximei do corpo de Amélia e verifiquei seus fodidos orifícios, mais forte latejava meu endurecido pau.

Então, decidi que, independentemente o nosso amor era mais forte e apesar dos ciúmes, eu gostei de vê-la se aprontado e no fim voltou pra casa após mamar rola, foder a buceta e terminou tomando leitinho pastoso na bundinha.
Portanto leitores, o processo da confiança entre nós cresceu e construímos uma nova dinâmica, onde o amor e a liberdade caminharam lado a lado. Hoje, posso dizer que vivo uma vida mais leve com Amélia me chamando de corninho em meios as nossas fodas, pois esse é meu verdadeiro eu.

Fundo do poço no meu caso e ligar pra sociedade hipócrita, pois somos um casal e quero mais é que ela dê muito a buceta e pronto.

Foto 1 do Conto erotico: Atrás do muro a minha esposa deu a buceta

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Comentários


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artemis10 Comentou em 13/08/2025

Quevdelicia de conto! Continue publicando... Votadissimo.

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skarlate Comentou em 11/08/2025

Excelente.

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casalmineiro01 Comentou em 09/08/2025

Nossa, que delícia. Excitação do início ao fim. Bastante detalhes que contribuíram para esse belíssimo conto. Também gosto de desejar isso. Parabéns.

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titoprocura Comentou em 08/08/2025

Se tá tudo combinado e se tá todo mundo feliz, não pode ter drama. O negócio é gozar e ser feliz sem se preocupar com a opinião dos outros. Abraços querida!

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amominhaesposa Comentou em 08/08/2025

Sem dúvidas é algo muito gostoso ver o seu amor se satisfazendo... ainda mais quando sabe que vai melhorar a vida sexual depois de tudo

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pietrosemlimites Comentou em 08/08/2025

Delícia da porra, gozei pra caralho

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edu27rj Comentou em 06/08/2025

Dlc de conto e linda esposa

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lozo Comentou em 05/08/2025

Que conto maravilhoso, delicioso, gostoso demais de ler e muito bem contado. Quando o desejo, a compreensão e a cumplicidade existe entre o casal, é tudo de bom e as coisas fluem normalmente, sem traumas, sem stress, só tesão e muito prazer. votado e aprovado

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hxxx Comentou em 05/08/2025

É essa a palavra cúmplices. Eu me melei todo lendo.Por favor não para.....bjs

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mumuk770 Comentou em 05/08/2025

Conto gostoso...

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jdsafado Comentou em 05/08/2025

Que delicia

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casadocarente159 Comentou em 04/08/2025

Que delícia de conto... Cumplicidade entre casais é tudo de bom... Votado!!!

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mauricio50tao Comentou em 03/08/2025

Que cumplicidade maravilhosa! Tenho sempre dito que um relacionamento assim, soma prazer, soma amor, soma admiração... enfim, une o casal de uma forma duradoura, proporcionando-lhes segurança emocional. Todos os casais deveriam provar essas aventuras que solidificam o casamento.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Atrás do muro a minha esposa deu a buceta

Codigo do conto:
239434

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
03/08/2025

Quant.de Votos:
41

Quant.de Fotos:
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