Entre machos é melhor



Quanto tempo, hein! HAHA
Passei um período mais tranquilo, mas decidi contar algo que rolou comigo esses dias, e que foi um tesão do caralho. Espero que gostem.
Semana passada eu recebi um convite para um aniversário. Não era tão distante, mas ainda assim em outra cidade. Foi foda. Churrasquinho, cerveja, conversa fora... Em determinado momento, depois que a bebida pesou, a galera começou a ir embora. Como eu também não morava próximo, e ainda estava de Uber, já comecei a me despedir da galera.
A dona da festa, uma amiga que já trabalhou comigo, ficou doida.
? Não, nada disso! Acabou de chegar, rapaz!
Tentei me justificar com a questão da bebida, distância, Uber, e ela rapidinho arrumou uma solução:
? O Maciel te leva, ele mora pertinho. Né não, Maciel?
Eu não fazia ideia de quem era Maciel. Um cara ali na casa dos quarenta, branco e com um cabelo curto, virou e acenou para mim com um polegar para cima.
? Levo, sim!
Parei para prestar um pouco atenção. Era um cara com um corpo um pouco mais cheinho, mas não gordo, e não muito alto. Falava pra caralho, principalmente putaria e umas histórias mirabolantes. Era a alma da confraternização.
Ele estava bebendo, também, mas não parecia ruim, só mais alegre. Eu não estava preocupado com questões de segurança (e deveria, não entrem no veículo de alguém que tá bebendo), mas comecei a só querer ir para casa, o horário estava começando a bater.
Para evitar qualquer cena, decidi que sairia de fininho. Fui pedindo o Uber e só ia dar uma mijada, que era o tempo que o carro chegava. Passei pelo banheiro que estava sendo usado por todos lá na festa e fui no que ficava nos fundos da casa, dessa forma eu só precisaria sair de lá direto para a rua e tudo certo.
Pedi o carro, entrei no banheiro e comecei a mijar. Aquela sensação de alívio quando a bexiga cheia de cerveja é aliviada. Fechei os olhos e fiquei ali com a mão na pica curtindo o momento, quando a porta se abre. Era o Maciel.
Como o vaso ficava paralelo com a porta, ele viu tudo, mas não esboçou nenhuma reação.
? Vish man, tava lotado lá no outro, né? Vou esperar aqui ? deu uma olhada na minha pica, o que não é nada anormal entre homens, e fechou a porta.
Não dei muita bola, terminei e saí do banheiro, mas não tinha mais ninguém por lá. Achei até melhor, assim eu sairia sem alarde. Abri a porta da frente e saí na rua deserta para esperar o carro, e lá estava: Maciel mijando numa árvore.
Parecia a mesma cena do banheiro, só que invertida. Ele me olhou e continuou da mesma forma, tranquilo, com o pau na mão.
? Bé isso aí, já tá indo, parceiro?
? Tô, cara. Vou sair aqui na moral, que é pra galera não ficar com raiva haha.
? E vai pegar um Uber até Fortaleza, cara? ? ele começou a balançar o pau, mas de um jeito muito estranho.
O cara fazia tudo isso me olhando nos olhos, sem mostrar nenhuma vergonha. Era como se fosse natural. Comecei a pegar pilha.
? Rapidinho eu tô em casa, já tá chegando ? não fiquei atrás e apertei meu pau, também.
Ele abriu um sorrisão.
? Conversa, man, Bora, eu te levo, também já tô de saída ? segurou o pau com o saco e tudo, me olhando, e guardou dentro da bermuda.
Não vou mentir que o tesão subiu na hora, esse ar de segredo, putaria entre machos, bebida. Peguei o celular e cancelei o Uber. Maciel não entrou mais na casa, só saiu descendo a rua e eu atrás dele. Entramos no carro e assim que eu sentei ele encheu a mão na minha coxa.
? E aí, cara. Sou o Maciel ? ele falou passando a mão no meu saco e dando uma apertada no meu pau por cima do short.
? Jefferson, parceiro.
Ele saiu, a mão ainda no meu pau sempre que podia. Conversamos um pouco sobre onde morávamos, alguns assuntos banais. Ele era divorciado, dois filhos, vivia no interior, mas passava algumas temporadas na capital, morávamos quase no mesmo bairro.
Entramos numa ruazinha, e ele ativou o portão pelo controle. Ele mal me deixou sair do carro, me encostou na porta e puxou meus shorts pra baixo. Minha pica saltou, dura e melada, um cheirão de macho.
Maciel já ajoelhou engolindo a piroca, sem cerimônia. Passava a mão no meu ovo, na pentelhada e babava meu pau todo. Tirou o pau pra fora e começou a se punhetar enquanto me mamava.
O filho da puta mamava bem demais. Tirei a camisa e fiquei ali segurando a cabeça dele enquanto ele engolia meu pau com gosto.
Ele soltou o pau e foi entrando na casa.
? Vem aqui, porra ? me chamou.
Maciel foi passando pelo corredor apressado, tirando a roupa. Entramos num quarto, e ele foi na direção de uma cômoda, nu. Pegou um tubo de lubrificante e já foi passando no rabo, deixando bem melado.
Fiquei vendo a cena hipnotizado, pica duraça.
Ele subiu a perna direita, colocou numa cadeira e apoiou uma mão na parede, olhando pra mim.
Fiquei doido. Puxei meus shorts para baixo e cheguei por trás, meu pau babado roçando naquele rego melado. Ele segurou meu pau empurrando no cu dele, olhando para trás. Me subiu um tesão maluco.
A cabeça entrou e eu o segurei pela cintura. Ele gemia fininho, igual puta, o que me dava mais vontade de socar o caralho de uma vez. Quando senti meus pentelhos roçando naquela bunda, comecei a movimentar devagar, ritmado.
? Tu gosta de comer um cu né, vagabundo? ? e gemia igual viadinho.
Dei um tapão naquele rabo e comecei a socar com mais força.
? Tá gostoso levar nesse cu?
O barulho de pele com pele era alto, além da choradeira do Maciel levando no cuzinho. Com poucos minutos eu já estava querendo gozar.
? Vou gozar!
? Goza, filho da puta ? ele olhava para trás, batendo punheta e jogando o rabo na minha piroca.
Segurei ele pela cintura com força e cravei a pica uma última vez, enchendo o cu dele de leite. O puto tirou o rabo e alguns dos jatos saíram na coxa, mas ele já foi baixando e lambendo minha piroca melada enquanto se punhetava. Foi só chupar a primeira que ele se esporrou todo no chão.
Passou um tempo deixando minha pica limpa, e foi ao banheiro tomar um banho. Fui logo após. Ainda tomamos algumas cervejas na sala, pelados, conversando sobre a vida. Logo meu caralho deu sinal de vida e o Maciel mais afim de levar pau. Na segunda passamos um tempão metendo até o cuzinho dele ficar largo. Dormimos pelo sofá mesmo, por poucas horas.
De manhã cedo apareceu um cara por lá para algum serviço, e eu fugi pro quarto enquanto o Maciel, com o cu ainda pingando leite, resolvia. Esperei eles passarem pra cozinha e fui embora a pé.
Trocamos contato, claro, e ficamos de marcar outra putaria antes dele voltar para o interior.

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Comentários


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ativocearense Comentou em 17/08/2025

O retorno do melhor! Espero ler mais

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engmen Comentou em 17/08/2025

Quando dar carona rende algo bem prazeroso. Gostoso conto.

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aildison Comentou em 16/08/2025

delícia

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albertoaoj Comentou em 16/08/2025

Muito bom quando rola assim ao natural. Uma troca de olhar que os dois sacam e partem pra putaria. Delícia!

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thorp Comentou em 16/08/2025

Delicia, fera!!




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Ficha do conto

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jeffince

Nome do conto:
Entre machos é melhor

Codigo do conto:
240293

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/08/2025

Quant.de Votos:
12

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