Uma mesa em especial chamou minha atenção, quatro mulheres, duas loiras e duas morenas todas lindas, na faixa de 20 e poucos anos , bebiam dinks e conversavam animadamente.
Tive a sorte de conseguir uma mesa próximo a elas. Assim que sente percebi que uma loirinha, de rostinho angelical, tinha o olho azul e sua beleza me chamou a minha atenção.
Ela notou meu interesse por ela, olhares furtivos trocados entre desconhecidos.
Ela — loira, olho azul e penetrante, corpo mignon, mas de curvas perfeitas. Pequena e delicada, mas com uma presença que tomava todo o ambiente. Com um short e uma blusa que era generosa, aquela mulher prendeu meu olhar. As pernas cruzadas, desenhando silhuetas tentadoras, a blusinha leve que realçava os seios firmes e a cintura fina. Era como se o bar tivesse parado para exibir apenas aquela cena.
O jogo começou no olhar. Depois no sorriso insinuante.
Pedi um whisky com água de coco e energético e fiquei controlando aquela beldade. Vi quando ela olhou pra mim e comentou algo com a amiga, que impedia olho pra mim e as duas riram ao mesmo tempo. Era a senha que eu estava esperando, vi que ela estava tomando um aperol e estava terminando, chamei o garçom e pedi pra servi um rodada de drink para as quatro meninas.
Assim, que o garçom serviu, vi que elas ficaram surpresas e perguntaram quem era, o garçom apontou pra mim e as quatro olharam ao mesmo tempo. A loirinha olhou, sorriu, e agradeceu. Quando ela cruzou o olhar cmg novamente sinalizei pra ela vim até mim. Ela comentou algo com a amiga em seguida. Se levantou e veio em direção a minha mesa.
Quando se aproximou, o seu perfume suave
me envolveu. Senti o toque da sua pele macia, ao cumprimentar lá com um beijo no rosto,
Naquele momento senti meu corpo aquecer. Ela ela linda e encantadora e sua proximidade despertou em em mim um tesão inexplicável.
Ela se apresentou, Emilly , 22 anos, veio do Pará e estava em Goiânia a pouco mais de um ano, para estudar e trabalhar e morava com a amiga que estava ao lado dela na mesa.
A conversa fluiu e não demorou muito para me juntar a elas na mesa onde elas estavam. Existia uma cumprida de entre eu e Emilly.
Mesmo já sentindo muito tesão, eu queria prolongar aquele momento de interação, me fazia muito bem, a vibe daquelas meninas, foi então que resolvi convida las para ir à boate Azzure, dizendo que elas seriam minhas convidadas naquela noite e que nada gastariam. Toparam na hora e ficaram muito animadas.
Paguei a conta e seguimos para a boate, duas meninas foram no carro delas e Emilly e amiga dela, Kayane, vieram comigo no carro. Era próximo, ela entrou no carro, sentou no banco dianteiro e naquele momento trocamos o primeiro beijo e meu pau subiu na hora de tesão.
Chegando na Azzure peguei um camarote e pedi combo para deixar as meninas a vontade para se divertir. Como era bom estar ali na presença dela, aquelas beldades com suas belezas, energia me contagiava. A medida que bebiam elas se soltavam, dançavam e ficavam mais ousadas.
Logo uma das amigas da Emilly, a Layane, estava beijando a amiga dela, Kayane e o clima esquentou.
Ficamos na boate até, as três da manhã, quando perguntei para Emilly se elas queria sair dali para continuar a festa em um motel, uma das amigas disse que não, porque iria ficar com um amigo na boate, mas Layane e Kayane toparam.
No carro, a tensão explodiu. Emilly colocou sua mão na minha coxa, apertando devagar, enquanto seus olhos diziam tudo o que ainda viria. Cada semáforo era um teste de paciência.
Fomos para o Emoções motel, escolhemos a suite Imperial, com duas suítes,
Piscina, hidromassagem, pole dance e muito espaço.
Música alta, funk, bebida e as meninas se soltaram ainda mais em danças sensuais. Estava frio e por isso não entraram na piscina mas não demorou para Layane e Karine que dançavam funk começarem a se pegar e ficaram nuas
Para entrar na hidromassagem.
Resolvermos deixar elas a vontade e fui para a suite superior com Emilly,
O beijo veio urgente, profundo. Nossas mãos já não sabiam esperar. Segurei sua cintura fina, sentindo a pele macia sob o tecido. Ela se encostou contra a parede, arqueando o corpo pequeno e delicado contra o meu, gemendo baixo só com o toque das minhas mãos explorando suas curvas.
Aos poucos, as roupas foram caindo. Primeiro os ombros nus, depois os seios firmes revelados, tão convidativos que não resisti em beijá-los e mordiscar devagar, sentindo a respiração dela acelerar. Seu ventre liso, a cintura desenhada, os quadris pequenos mas redondos, feitos para o encaixe perfeito.
Na cama, a cena se tornou um ritual de prazer. Comecei explorando-a com calma, deslizando meus lábios pela pele clara, até fazê-la tremer com minha língua percorrendo todo seu corpo, o biquinhos dos seios, descendo por sua barriga, até chegar em sua bucetinha linda, que estava meladinha de tesão, toquei em seu ponto mais sensível. Seus gemidos abafados enchiam o quarto, misturados à música suave que vinha do aparelho de som. O gosto dela era intenso, viciante.
Chupei aquela buceta e sentia ela tremer de tesão, se contorcendo, gemendo, quase gritando. Ela me puxou pelos cabelos, me beijou e falou me come agora. Eu não atendi seu pedido, desci a boca novamente pra sua bucetinha e continue passando a língua no seu clítoris, ela arqueou o corpo e começou a gozar tremendo o corpo todo. Que delícia sentir a temperatura da buceta dela esquentar na minha língua. Ela gozou gostoso, senti seu coração acelerar, seu corpo contrair e um gemido de prazer que achei que iria desmaiar.
Ela ficou sensível, dei um tempo pra ela se recuperar mas ela vendo que meu pau estava estourando de tesão, pegou ele e levou a sua boca, começando a chupar e me olhar com aqueles olhos azuis. Isso foi me levando a loucura. Sabendo que não resistiria aquela boquinha por muito tempo, fiz ela subir e encaixar a cabeça do meu pau na entradinha da sua bucetinha.
Ela encaixou o pau e começou a descer, meu pau começou a penetrei pela primeira vez, senti a buceta dela quente, que delícia, virei o corpo e coloquei ela por baixo e enfie tudo na bucetinha dela, ela me recebeu arqueando o corpo, as unhas cravando em minhas costas. A cada movimento, a intensidade crescia. Mudei de posição, dominando, conduzindo, enquanto ela me puxava com força pelas pernas, pedindo mais. Seus olhos claros me encaravam entre gemidos, misturando inocência e luxúria.
Cavalguei seu corpo em todas as direções — ora devagar, saboreando cada reação, ora forte, sentindo o corpo dela tremer em espasmos de prazer. As pernas delicadas se enrolavam em mim, me prendendo, me desafiando.
E no auge, quando já parecia que havíamos alcançado todos os limites, ela me provocou mais uma vez, entregando-se sem reservas. Eu a tomei por completo, até que ambos, exaustos e incendiados, desabamos juntos na cama.
O silêncio depois foi cúmplice. Ela, deitada sobre mim, desenhava círculos preguiçosos no meu peito com a ponta dos dedos. O mesmo sorriso do Bahrem reapareceu em seus lábios. Enigmático. Sedutor. Um sorriso que dizia, sem precisar de palavras: essa noite vai se repetir.