Nasce o Corno, o Corno Nasce 4



Aquilo mexeu comigo a rola estava dura de novo. Olhei para ele, meio que pedindo me ajoelhei e comecei a mama-lo, demorou uns 40 minutos e gozou na minha boca, era a segunda vez que o mamava naquele dia. Ele me disse se prepare que amanha seus galhos nascem, ri meio sem jeito, ele falou aproveite que é última noite com a Fabi. Cheguei a Fabi já estava deitada, me aproximei dela, ela se mexeu, então a abracei. Ela voltou a se mexer, então se virou para mim, então a beijei ela, ela se mostrou receptiva, acabamos nos beijando, beijando, então também chupei a bucetinha dela, imaginando que no dia seguinte seria de outro macho. Dormimos abraçados e acordamos no dia seguinte já eram cerca de 11 horas.
Quando fomos a cozinha o Paulo, tinha deixado o café preparado, Tinha comprado flores para Fabi, bolos, frios, paes e biscoitos. O procurei com os olhos e não o encontrei, fiquei tenso de imaginar que ele, tinha deixado flores para a Fabi, olhei novamente a Fabi estava lendo um bilhete, vi que ela sorria.
Perguntei amor o que está escrito, ela sorriu e falou vamos para o quarto, fomos tomar um banho. E mandou que eu também me trocasse.
Então tomei um banho, quando voltei, tinha um paletó, gravata e sapatos, para que eu vestisse. Ela a Fabi entrou para o banho enquanto me trocava, tomou um banho demorado, saiu toda linda, cheirosa, aqueles peitinhos pequenos que já sentia saudades de beijar, uma bucetinha linda com os cabelinhos ruivinhos, todos aparadinhos.
Ela então me mandou ir para outra sala, enquanto se arrumava, disse que me ligava. Quando pronta. Fui para a sala, fiquei mexendo no celular, vendo besteira. Depois de cerca de 40 minutos ela liga, fui para o quarto. A Fabi, estava vestida com um veu de noivinha branco, sapatos de salto alto branco e uma lingerie linda toda branca. Perguntei o que é isto amor, ela falou Vitinho, você me entregar ao Paulo como uma noivinha. Falou vamos. Me deu o braço e saímos.
O Paulo estava em pé ao lado de uma mesa, como se fosse um altar, também de terno e gravata, a Fabi falou Vitinho agora me leve como um pai leva a filha para o casamento. Tentei contra argumentar, mas não teve jeito, Levei a Fabi até o Paulo, dei um abraço no Paulo, e um beijo na face da Fabi, o Paulo a pegou pelas mãos e a beijou na face.
O Paulo então falou, tem um discurso escrito, Vitor leia para nossa união, de novo quis questionar mas me mandaram calar a boca e ler.
Estava escrito, Eu Vitor Godoy, na qualidade de celebrante desta união, com o casal aqui presente. Paulo é por sua livre e expontanea vontade que quer se unir a Fabiana, Ele disse sim. Paulo promete preencher a Fabiana, com todo o gosto e prazer. Ele disse, sim. Paulo promete usa-la de todas as formas possíveis. Ele disse sim. Promete não deixar falta ROLA para a Fabiana. Ele disse sim.
Fabiana, De veu, grinalda, lingerie, salto alto, um tesão ali vestidinha, Fabiana é por sua livre e expontanea vontade que se uni ao Paulo. Ela disse sim. Fabiana promete estar sempre pronta para aliviar o tesão e as necessidades do Paulo. Ela disse sim. Fabiana naqueles dias, promete estar pronta para o Paulo se aliviar, pela saída trazeira ou pela boca. Ela de novo disse sim. Fabiana promete nunca deixar a bucetinha, cuzinho e boquinha impedida para o Paulo usar quando quiser. Ela sim
Eu Vitor, aqui como CORNO celebrante, declaro ser livre expontanea vontade, estar liberando a Fabiana, para a alegria e prazer do Paulo, prometo não me intrometer na relação do casal, então o casal pode se beijar.
O Paulo então, pela primeira vez a beijou na minha frente, um misto de tesão e ciúmes, Ele então a encaminhou para o fundo da sala, onde tinha um sofá enorme. Eles pararam o Paulo, falou algo a Fabi tirou o paletó dele, a calça, e nossa dava para ver aquele instrumento de 20 cm, que tinha me deliciado por algum tempo agora sabia que seria usado pela minha esposinha. Ele ali parado a Fabi ainda de lingerie e salto alto, veu e grinalda, se ajoelhou e começou a chupa-lo, nossa que inveja, ela chupava, mamava queria por que queria mais.
Ele então a abraçou, beijou aos poucos tirou o veu a grinalda, enquanto a beijava, foi tirando o sutiens dela, aquele peitinhos pequenos de biquinhos tipo peirinha, ele a sugava e beijava aquele pequenos peitinhos,      
Ele a jogou no sofá, e com a boca foi tirando a calcinha da Fabi, Eu ali para vendo toda aquela cena. Beijou, chupou, lambeu a bucetinha da Fabi, ela ali disponível gritando e gemendo na língua daquele homem. Ele então a virou num 69 que durou uns 10 minutos, então ela falou Paulo, Paulo, me faça sua, Paulo me faça sua. Eu ali parado com minha rolinha na mão.
Ele de novo a beijou, e aos poucos foi encaixando aquela ROLA de 20 cm da bucetinha da minha Fabizinha, ela gemia, gritava pedia e pedia Paulo mete, mete mete Paulo. Demoraram quase 1 hora a Fabi gozou unas 3 vezes quando o Paulo acelerou a inundou de porra.
Então me chamaram e falaram, CORNINHO diga que agora a união esta selada.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico vitor-godoy

Nome do conto:
Nasce o Corno, o Corno Nasce 4

Codigo do conto:
240429

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
18/08/2025

Quant.de Votos:
2

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