O Segredo da Cidade Pequena



Como mencionei no primeiro conto, eu estudava fora da minha cidade, então, de vez em quando, nos finais de semana, eu ia passar o fim de semana na casa da minha mãe, na minha cidade natal.

Eu costumava sair aos sábados à noite pela cidade. A cidade era pequena, então não tinha muito o que fazer, mas, às vezes, eu só ia até a praça para encontrar alguns amigos, ou seja, um lazer simples. Eu tinha uns 16 anos na época, e a cidade era bem tranquila, sabe? Aquele clima de cidade do interior, onde quase todo mundo se conhece.

Em uma dessas saídas, encontrei um conhecido em um bar perto da praça. Ele estava sozinho, tomando uma cerveja. Esse conhecido, na época, devia ter uns 10 anos a mais do que eu, e, então, ele me convidou para acompanhá-lo. Eu não trabalhava e não tinha dinheiro para pagar nada, mas ele não se importava. Queria apenas companhia. Fiquei bebendo com ele até tarde da noite, até que ficamos um pouco bêbados e resolvemos ir embora.

Ele morava no bairro depois do meu, então o caminho era o mesmo, e fomos andando a pé. Para ele chegar no bairro dele, precisava passar pelo meu, mas antes de chegar no meu bairro, havia um terreno grande e vazio que cortava caminho. Precisávamos passar pelo mato, e, naquela época, ainda não tinha nada ali, era só matagal. Hoje, nem existe mais esse terreno; virou um loteamento e já está cheio de casas.

No caminho, antes de chegar ao terreno que mencionei, enquanto voltávamos para casa, o assunto surgiu, não me lembro bem como, já que faz tempo e estávamos bêbados. Acho que a conversa foi para algo mais picante, e por algum motivo, acabamos naquele terreno no meio do mato. Só me lembro de termos entrado na mata e começarmos a nos tocar. Ele tirou o pau para fora e me fez mamar sua pica.

Talvez por já ter experimentado antes, e com a ajuda da bebida, senti vontade de provar de novo. Pelo jeito, ele também gostava. Lembro-me de ter ido com tudo na vara dele; ela ficou bem dura, e do nada, comecei a fazer um belo boquete naquele pau suculento e ereto na minha frente.

Ele estava em pé e eu, ajoelhado, chupei por um tempo que não sei precisar. Ele começou a pegar na minha bunda por cima da roupa, até que enfiou a mão na minha cueca e passou-a por dentro, apertando. Eu continuava a chupar o pau dele enquanto ele pegava na minha bunda. Então, ele me pediu para levantar, me virou de costas, abaixou minhas calças e, agora de joelhos, começou a chupar minha bunda. Ele a abria com as mãos até conseguir acessar meu cuzinho e dar umas lambidas deliciosas. Eu estava curtindo muito a sensação.

Depois de chupar meu cuzinho por um tempinho, lembro que ele se levantou e disse que não estava mais aguentando de tesão, que minha bunda era uma delícia e que ele estava doido para meter a piroca no meu cuzinho. Ele propôs irmos até a casa dele para ficarmos mais à vontade, pois seria mais tranquilo e sem riscos do que ficar ali no mato, e que lá ele me comeria gostoso na cama.

Fiquei meio receoso de alguém nos ver, afinal, como disse, é cidade pequena e todo mundo se conhece. Ele disse que o pai dele estaria dormindo e que teríamos que fazer tudo quietinho, mas que o pai não veria nem escutaria, até porque ele era cachaceiro, bebia pinga e já estava dormindo de bêbado por ser madrugada. Mesmo assim, me fiz de difícil, disse que já estava bom e que eu iria embora. No fundo, acho que eu estava louco de vontade também, mas era inseguro, sei lá. Até que ele disse que, depois dele, eu também poderia comer ele se quisesse, que seria uma troca. Feito isso, aceitei na hora, porque eu também tinha vontade de meter, mas, naquele momento, eu estava mais passivo mesmo. Enfim, daí fomos para a casa dele.

Ao chegarmos, fomos direto para o quarto. Ele me agarrou e começou a me encoxar mesmo com a roupa. Eu sentia o pau duro atrás de mim, cutucando minha bunda, e ele perguntou se eu estava gostando. Respondi que sim. Ele então me disse que eu ia gostar ainda mais quando o pau dele estivesse enterrado todinho dentro do meu cu, e eu concordei, bem submisso, deixando-o no comando.

Ele me colocou de quatro na cama e disse que continuaria de onde parou. Começou a chupar meu cuzinho novamente, mas não por muito tempo dessa vez. Quando parou, perguntou se eu queria mamar mais um pouco antes de ele me comer. É claro que eu quis. Comecei a mamar a rola dele enquanto ele enfiava o dedo no meu cuzinho.

Eu não sei se era tesão ou a bebida, mas não senti incômodo nenhum, foi gostoso. Logo ele me virou e começou a enfiar a pica no meu cuzinho. Entrou fácil, sem dificuldade. Lembro que ele me comeu bastante. Fiquei de quatro, ele abria minha bunda e metia o pau. Ele também sentou e eu o cavalguei, e também fiquei em posição de "frango assado" com ele segurando minhas pernas e me comendo. Lembro que não fizemos barulho; ele me comia com calma, sem brutalidade.

Ficamos nessa por vários minutos até que, na posição de "frango assado", resolvi pegar no meu pau. Foi só encostar e eu gozei. Nossa, esporrei tudo na minha barriga! Que delícia foi uma sensação na hora que nem sei explicar o que senti. Enquanto eu gozava e o leite saía em jatos, meu cu piscava, contraindo e apertando o pau dele, que estava socado lá dentro. Acho que ele não aguentou o tesão, seja disso ou de me ver gozar em cima de mim, e acabou gozando também lá dentro. Lembro que senti o pau pulsando por dentro e uma sensação de esquentar, que no caso era o leite dele escorrendo no fundo do meu cu. Nossa, fiquei lambuzado com minha porra e com o cu cheio da porra dele. Eu tinha acabado de ser fodido.

Feito isso, ele pegou uma toalha para eu me limpar. Ainda esperei a porra dele sair de dentro. Daí eu lembrei que ele disse que eu ia comer, então pedi a ele. Mas ele disse que eu não ia aguentar, e eu queria tentar, mas meu pau não queria ficar duro. Eu já tinha gozado e já estava amanhecendo. Daí ele disse para eu ir embora porque senão ia amanhecer e ter gente na rua, e iriam nos ver. Então eu peguei e fui embora.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Segredo da Cidade Pequena

Codigo do conto:
240556

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
19/08/2025

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