Trisal Feliz em família.



Os nomes a seguir são fictícios. Caso, verídico. Me chamo César, estou no meu segundo casamento, a quinze anos. Nosso relacionamento sempre foi pra lá de bom. Mas por incrível que pareça, melhorou ainda mais. Minha esposa atual, Débora, quando a conheci, estava já separada do seu primeiro casamento a oito anos. Tem uma filha, Viviane, hoje já com seus trinta e poucos anos. Quando conheci Débora, Viviane tinha por volta de 18 anos. Uma fedelha, que por sinal, não se dava muito bem comigo. Muito infantil ainda e me via como um estorvo na casa. Porém, às vezes eu percebia que Vivi, ela gosta de ser chamada assim, me olhava de um jeito digamos, diferente. O tempo passou, Vivi já namorava um rapaz. Por fim, acabaram se casando e o tempo passou. Foram morar juntos e eu continuei meu relacionamento normalmente com Débora. Todavia, após uns dez anos aproximadamente, o casamento da minha enteada foi por água abaixo e ela acabou retornando para nossa casa. Agora já uma mulher formada. Linda, cabelos negros, corpo sinuoso e olhar penetrante. A partir daí, começamos a desenvolver uma grande amizade. Passei a me posicionar como um pai atencioso para com a Vivi. Como trabalho em casa e Vivi também, Débora do lar, passamos a nos relacionar muito bem, realmente como uma família. Com o tempo, novamente notei aquele olhar misterioso da Vivi enquanto conversávamos, sobre muitos assuntos. Até que em uma noite quente, estávamos nós três bebericando umas cervejinhas na varanda. O papo corria solto, sem percebermos, surgiu o assunto sobre relacionamento íntimo. Eu e Débora sempre nos demos muito bem em todos os aspectos. No sexo nem se fale. Débora se transformava em uma fera no cio. Vivi foi se soltando, contando detalhes íntimos da rotina com o ex-marido. Ele não dava a devida atenção a ela, principalmente sexo. Ela ficou um pouquinho acanhada ao dizer isso. Porém, demos toda a atenção e ela foi se soltando mais. Nessa altura da conversa, Vivi falava e sempre me olhava diretamente, aquele olhar. Débora apenas ouvia e me observava atentamente, um sorriso desenhado no rosto. Vivi chegou até a dar detalhes bem íntimos do que ela gostava na cama. Involuntariamente, meu pau já estava trincando. Eu estava com uma bermuda bem larga e a “barraca” ficou bem perceptível. Notei que Débora percebeu o volume. Fiquei meio sem jeito. Débora apenas deu um sorrisinho sacana. Enfim, terminamos o papo e fomos para nosso quarto. Vivi foi para o quarto dela. Por volta de duas da manhã, acordei e vi que Débora estava olhando o celular. Perguntei se estava tudo bem. Ela disse sim e me pediu pra buscar um copo d`água. Fui buscar a água e ao passar pela sala, Vivi estava no sofá mexendo em seu notebook, de camisola bem pequenininha. Perguntei se estava tudo bem. Ela sorriu e disse que estava adiantando um trabalho pra segunda-feira, mas estava com dificuldade com fórmulas no Excel. Fui até a cozinha e ao voltar, Vivi perguntou se eu não poderia ajudá-la. Como entendo bem de fórmulas, respondi: - Claro, já volto. Dei a água para Débora e disse que Vivi havia me pedido ajuda. Débora me disse: -Vá lá meu amor! Ajude sim! Voltei até a sala e me sentei ao lado de Vivi. Comecei a dar as dicas sobre as formulas, mas notei que ela mal olhava para no Note. Num certo momento, já passados uns vinte minutos, Vivi colocou a mão em minha coxa e disse, com um olhar carinhoso: - Como é bom poder contar com você! Ela alisou a minha coxa e deu um leve apertão. Gelei, mas instantaneamente, meu pau ficou duro. Sou bem favorecido em tamanho. Como estava de cueca curta, meu pau saiu pela beirada da cueca. Tentei me ajeitar pra esconder, totalmente envergonhado. Todavia, pra minha deliciosa surpresa, Vivi levou a mão até meu cacete e sem o menor pudor começou a alisar. Eu disse: - Vivi, não podemos fazer isso, sua mãe... Ela me interrompeu com um beijo na boca e disse baixinho em meu ouvido: “-Não se preocupe! Ela se ajoelhou, tirou meu pau pra fora e começo a lamber do saco até a cabeça. Fiquei sem reação. Mamou com força a glande, minhas pernas tremiam. Ela fez uma pausa e veio me falar ao ouvido: -Não acredito que minha mãe aguente esse cacete inteiro. É tão grande! Eu quero!!! Eu disse: -Não podemos fazer barulho. Vivi respondeu, já tirando a calcinha: -Vou gemer baixinho em seu ouvido...! Me recostei no sofá, com a vara em riste. Ela deu uma boa babada na glande e ficou em pé, em cima do sofá. Pude ver sua xota depiladinha. Meu Deus. Ela se agachou, direcionou minha pica na porta da xota e foi encaixando bem devagarinho. Quando chegou na metade do cacete, ela levantou, deixando o cacete bem na portinha da xana. Falou ao meu ouvido: -É muito grande, vou ficar de quatro. Mas coloque bem devagarinho. Quero sentir essas bolas na porta da minha xana. Eu já estava quase tendo um infarto, mas não pensei duas vezes. Me posicionei em pé e ela ficou de quatro ajoelhada no sofá. Não resisti àquela visão e comecei a lamber a xana e enfiar a língua no cuzinho. Cada vez mais ela arrebitava a bunda pra cima. Meu cacete doía e pulsava. Coloquei na porta do cuzinho, mas ela sussurrou: -Hoje não! Se não vou urrar de tesão. Adoro anal. Mas com um pau desse tamanho, preciso me preparar melhor. Sendo assim, pensei, chega de perder tempo. Mirei o cacete na xana e fui colocando bem devagarinho. Vivi tremia e rebolava mansamente. A safadinha aguentou o pau inteiro, até as bolas. Puxei ela pelos cabelos negros e sussurrei ao seu ouvido:
-Sua mãe adora assim de quatro, bem forte... Quando falei isso, senti sua xana esmagando meu pau. Vivi ficou toda arrepiada. Estava gozando no meu pau. Seus fluídos escorreram pelas minhas bolas. Tirei o pau bem devagarinho e comecei a bombar, ela deu um gemido um pouco alto. Eu estava cego, pronto pra inundar aquela xana deliciosa. De repente, meu coração quase parou. Débora estava em pé, bem na porta do corredor, nos observando. Fiquei sem reação. Vivi não percebeu nada. Tirei o cacete sem saber o que fazer. Olhando pra Débora. Pra minha surpresa, ela deu um sorrisinho, mandou um beijo e foi para o quarto. Pensei: -E agora? O que eu faço?? Vivi vendo que eu tinha parado, se virou e questionou: -O que houve? Porquê você parou?? Respondi: -Me desculpe Vivi, mas não posso continuar. Ela ficou assim, meio sem entender. Coloquei o cacete pra dentro short, já estava mole. Disse a ela: -Amanhã conversamos. Sem mais, fui para o quarto. Débora estava deitada. Estava acordada. Me deitei sem saber o que falar. Vocês não vão acreditar!!! Débora virou pra mim, com aquele sorrisinho maroto e disse ao meu ouvido: -Espere aqui. Se levantou e saiu do quarto. Eu estava já esperando o pior, com um milhão de pensamentos na cabeça. Esses minutos de espera pareceram uma eternidade... Ouvi passos e quando olho pra porta, as duas entraram no quarto. Débora veio até mim e disse: -Vamos terminar o que começaram! Me deu um beijo bem quente. Senti uma mão em meu cacete. Era Vivi. -Mas o que é isso Débora? Perguntei. Ela me falou sorrindo e arranhando meu peito: -Você sabe que não posso mais engravidar, mas sempre quis ter um filho/a seu. A Vivi sempre teve atração por você. Você é que nunca percebeu. Então, nós conversamos e chegamos a um comum acordo. Claro meu amor, se você não quiser ser nosso marido, eu vou entender. Nem preciso falar né? Meu cacete já estava igual uma tora. Vivi nem prestou atenção à conversa, ficou mamando o tempo todo. Débora se virou e disse a sua filha: -Fique de quatro minha linda! Agora você vai finalmente ver do que o cacete do César é capaz!!!
Misericórdia!!! Eu não acreditava no que estava acontecendo! Vivi ficou de quatro com o bumbum bem arrebitado. Débora me olhou e disse: -Venha meu amor, é toda sua minha filha. Vou ajudar vocês. Quero que você derrame todo seu leitinho bem fundo. Nos dê um bebê bem lindo! Débora direcionou meu pau na entrada da xana de Vivi. Fui colocando devagar enquanto Débora me beijava e massageava minhas bolas. Enterrei o cacete todo. Vivi arfava e gemia, agora sem receio de fazer barulho. Débora continuava massageando minhas bolas, me beijava e falava ao meu ouvido: -Fode! Fode! Meu garanhão gostoso! Não pude mais aguentar e quase urrando gritei: -Vou gozaaarrr!!! Com o cacete bem lá no fundo da xana de Vivi, derramei toda minha porra, com Débora massageando meu saco e falando: -Goze, goze até a última gota dentro dela. Queremos um bebê lindo!!! Eu tremendo, todo suado, ofegante disse: -Amo você e a partir de agora, amo vocês duas! Vivi se juntou a nós, ainda recobrando as forças. Nos beijamos deliciosamente! Foi quando Débora me disse: -Já estava tudo planejado e que bom que deu certo. Agora, é a minha vez! Assim, começamos outra gostosa brincadeira! Hoje, após sete meses, se aproxima o momento do nascimento do nosso filho/a. Não quisemos saber o sexo. Estamos muito felizes e já fazendo planos pra nossa família exótica. Obrigado por ler a história toda. Futuramente, contarei mais. Um abraço a todos!

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Comentários


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vidanacabana- Comentou em 25/08/2025

Sortudo pra caralho

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amaduro Comentou em 25/08/2025

Tem como não ser feliz assim?..rsrs




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico coroa-feliz

Nome do conto:
Trisal Feliz em família.

Codigo do conto:
240835

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
24/08/2025

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6

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