Vanessa: a mulher que me ensinou a ser um homem na cama (4ª parte)



Por volta das 20h30 daquele domingo, fui para a casa de Vanessa. Entrei, e a gente ficou conversando na sala sobre o jogo do Brasil que tinha rolado mais cedo. Mas os olhares se encontraram de um jeito que não dava pra fingir, e logo ela me puxou pro corredor, as mãos firmes me guiando até a cama. Foi mais uma noite de sexo.
Namoramos bastante, desci por ela, os lábios roçando o pescoço até chegar aos seios, chupando os mamilos que já estavam duros, ela gemeu. Continuei descendo, beijei e lambi suas coxas até perto da virilha, toquei suavemente em sua boceta e depois passei a chupá-la exatamente como na noite anterior. Futuramente, detalharei outras transas nossas, mas como essa foi basicamente um replay do que ocorrera no sábado, ficaria repetitivo, porém tenho que dizer que novamente foi uma maratona de sexo e fiquei ainda mais doido pelo cheiro e pelo gosto da bocetona grande de Vanessa.
Consegui fazê-la gozar novamente, chupando-a, e na 3ª foda, com suas dicas sobre me posicionar no papai e mamãe, sendo guiado pelos quadris para ficar um pouco mais para cima dela, e depois de 4, ela me explicando sobre o jeito para ter uma pegada mais firme, quase a fiz gozar. Vanessa brincou no final:
-Achei que seriam precisas muitas aulas, mas você tá se saindo um aluno muito bom.
Vanessa se virou de lado, apoiando a cabeça na mão e me olhando com uma expressão séria que não combinava com o sorriso que ainda tinha nos lábios.
-Play, preciso te contar uma coisa. Você sabe que o Lair é quem me banca, me deu essa casa e tudo que tem aqui... então, ele vem me visitar nas segundas, quartas e de vez em quando nas sextas, nesses dias não poderemos nos ver.
Eu já sabia de tudo, exatamente por isso, nesses dias, Vanessa dizia para eu não vir na parte da tarde, mesmo se tivesse dado um perdido no meu pai e não ido trabalhar. O velho vinha por volta das 14h e ficava até umas 18h. Não podia ficar à noite ou vir, pois como citei antes, sua família descobrira seu caso com ela, por isso ele a trouxe para a Vila Antonieta e passou a vir só às tardes, devia de dar alguma desculpa para a família.
Já que ela tinha entrado no tema, decidi saber mais:
-Quantos anos ele tem?
-74
-Poooooota que pariu! Esse velho ainda consegue dar no couro?
Vanessa sorriu e respirou fundo:
-Pra ser bem sincera com você, o Lair não tem pique para mais nada. O pinto dele, no máximo, fica um minuto duro na hora que enfia, ele mexe umas poucas vezes devagar e logo sai de mim com ele molinho, molinho. Aí vira uma longa novela. Eu toco punhetinha pra ele, chupo, lambo, faço de tudo, e depois de um tempão, tipo, uns 15 minutos, fica duro de novo. Ele tenta enfiar, mas logo tchunnnnnn, a pica tomba, murcha na hora. Quando a gente se conheceu no final de 81, ele ainda aguentava dar uma, sofria, mas conseguia, claro que eu não gozava, mas depois foi só piorando e faz tempo que é assim, ele tenta, tenta, tenta, me comer, o pauzinho murcha, ai fico lá tentando ajudar, chego a ficar com o braço doendo de tanto alisar aquela pelanquinha mole. E de uns tempos pra cá tá mais difícil ainda, às vezes ele vai embora chateado porque não conseguiu. Mas quando goza, mesmo sem enfiar em mim, se sente um rei, todo orgulhoso, como se tivesse feito o serviço completo.
Cabe aqui um esclarecimento, nos anos 80, não existiam remédios para impotência tão eficazes como os que surgiram depois dos anos 2000.
-E te chupar? Pelo menos isso ele faz?
-Imagina! O Lair é um tremendo babaca, uma vez falei isso pra ele e sabe o que me respondeu “Quem faz isso é cachorrinho de madame! O papel do homem é saber usar seu falo”. Só que no caso dele, ele não nem usar a língua e nem o pau.
Fiquei quieto, processando as palavras dela, sentindo um misto de ciúme e de asco pelo velho, mas também um alívio estranho de saber que as visitas dele não eram o que eu imaginava.
-Por que você continua com ele então?
-Não é fácil arrumar um homem que me banque, Play. Cara para transar tem aos montes, mas um que me dê uma vida legal, nada de luxo, uma casinha assim, uns passeios, uma viagem de vez em quando à praia, isso parece fácil, mas é difícil para caramba. Queria ter uma grana e montar meu salão de cabelereira, aí adeus Lair.
-Como vocês se conheceram?
-Foi no finalzinho de 81. Um safado sedutor, desses que falam bonito pra enganar, me fez vir do Rio para cá. dizendo que podia arrumar uma vaga como atriz nos filmes de pornochanchada que faziam na Boca do Lixo ( para quem não sabem pornochanchadas não eram filmes de sexo explícito, tinham apenas muita nudez, com mulheres lindas como Aldine Müller, Matilde Mastrangi, Helena Ramos e outras que enchiam os cinemas nos anos 70 e parte dos 80. Muitos desses filmes eram gravados ali no centro de São Paulo, naquela zona meio suja e barulhenta chamada Boca do Lixo, e outros, mais caprichados, em praias ou no campo). Ele jurou que com minha beleza, eu seria uma atriz. Cheguei aqui toda empolgada, mas era tudo mentira, o que ele queria mesmo era me convencer a fazer programas. Claro que não topei, não era pra mim, sem um tostão no bolso acabei aceitando trabalhar numa casa de família, tipo doméstica mesmo.
Ela fez uma pausa, os olhos perdidos por um segundo, como se revivesse o cansaço daquela época. "
-Foi lá que o Lair apareceu um dia. Ele era amigo do dono da casa, veio fazer uma visita, e ficou gamado por mim na hora. Não parava de me olhar. Passou a me ligar depois, oferecendo de tudo — dinheiro, presentes, dizendo que alugaria um lugar pra eu morar e bancaria tudo. Depois de uns meses trabalhando como escrava, limpando, cozinhando e ainda levando bronca da minha patroa que era um porre, decidi aceitar. Ele me arrumou um apê pequeno, mas bem arrumadinho, e começou a me visitar sempre. Só que os filhos dele e a mulher descobriram, e deu um rolo danado. O Lair esperou a poeira baixar, e aí comprou essa casa pra mim. Por isso eu não posso largar ele, Play. Entendeu?
-Além de te bancar e ser brocha, sei que ele é meio mandão e o que mais?
-Além de possessivo, percebi que ele conta muita vantagem. Diz que conhece um monte de gente famosa, que bem lá atrás, acho que nos anos 40, escreveu muitas radionovelas de sucesso, que era o melhor e mais criativo da época, mas que outro cara lhe passou a perna e roubou uma ideia sua. Affffffff, pra mim é tudo lorota. Ele até trabalhou em rádio, mas aposto que era num cargo qualquer, nada importante, e por isso acabou arrumando um emprego público pra sustentar a família. Eu finjo que acredito, sabe? Pra não criar caso.
Ela bufou, balançando a cabeça como se tentasse espantar a memória.
-Quando ele me visitava à noite no apartamento, eu tava vendo novela, e ele começava a gargantear. Dizia que escreveria melhor, que tal cena era ridícula, que o diálogo era uma porcaria, não sei mais o quê. Ai, que saco! Ficava lá, falando alto, se achando o rei do texto e não percebia que ao invés de passar a imagem de culto e importante, passava a de frustrado e carente.
Após a conversa em que soube mais sobre o velho Lair. Entendi que nos dias que o velho vinha, eu não teria sexo com Vanessa, mas havia outra surpresa, apesar de eu já desconfiar, agora, ela decidiu me contar:
-Tem mais uma coisa para te falar... -Disse hesitante, me olhando como que temendo minha reação.
- Olha, Play, não vou mentir, eu tenho vontade de trepar todo dia, me toco sozinha no banho, na cama...e se fosse depender do Lair, morreria na seca. Por isso eu tenho um cara que vejo uma vez por semana. Não vou negar, esse é muito bom de cama, tem 35 anos, mas nosso negócio é só sexo, sem envolvimento. Então nas terças não dá pra gente se ver."
Fui tomado por um ciúme louco ao ouvir aquilo. Entretanto, não tinha cabimento exigir exclusividade, ainda mais sendo um garoto de 18 anos que tava começando a aprender trepar com ela. Seria ridículo criar uma cena por causa disso. Engoli seco e murmurei um "tudo bem", tentando esconder o desconforto. Ela percebeu, claro, e logo tratou de me animar, se aproximando com um sorriso.
-Quintas, sábados e domingos, podemos transar à vontade, e às vezes até nas sextas, já que nem sempre o Lair vem nesse dia." Passou a mão no meu peito, me puxando pra um beijo rápido, e aquilo aliviou um pouco o peso que eu sentia.

Naquela semana, acabamos transando de quinta a domingo direto. O velho não apareceu na sexta porque tinha um jogo do Brasil, e a família dele estranharia se ele saísse. Foram trepadas épicas, cinco num dia! Cinco! Claro que algumas foram espaçadas ao longo do dia
No sábado, algo incrível ocorreu. Na TV passava um sonolento Polônia x Portugal, mas nós estávamos interessados em foder era a 3ª. Fiquei em pé ao lado da cama, o pau duro pulsando, enquanto Vanessa se posicionou de quatro, as mãos e joelhos afundando no colchão. A bunda dela, redonda e firme, estava empinada pra mim, os quadris largos tremendo levemente de expectativa; Agarrei o pau com a mão direita, guiando a cabeça inchada até a entrada da boceta dela. Deslizei a glande pelos pequenos lábios protuberantes, esfregando devagar, e ela gemeu baixo:
-Vai, Play, me come logo.
Empurrei pra dentro, e passei a estocar de maneira cadenciada. Tava conseguindo segurar mais pra gozar, as muitas trepadas desde quinta me davam um controle que eu não tinha antes, somado ao meu preparo físico e à pegada que estava aprendendo.
Depois de uns bons minutos assim, o ritmo acelerou, e eu segurei os quadris largos dela com as duas mãos, os dedos cravando na pele suada, puxando ela contra mim com cada estocada. O pau entrava e saía furioso, ela começou a gemer mais alto:
-Puta que pariu, Play, como você tá metendo gostoso! Vou gozar nesse pauzão, vou gozar... vou gozar... soca fundo!
Os gritos dela me incendiaram. Passei a estocar alucinadamente. Ela olhou para trás com uma expressão de desejo e espanto, como se quisesse ter certeza de que era eu mesmo que estava ali lhe fodendo como um garanhão, depois se virou como uma potranca se ajeitando para que eu a fodesse melhor.
De repente, ela explodiu num gozo escandaloso.
-AAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
O corpo inteiro convulsionou, a boceta apertando meu pau pulsando em ondas. Não aguentei mais, senti meu gozo chegando e urrei com todas as minhas forças, jogando um mar de porra quente dentro dela.
Ficamos deitados por uns três minutos, ofegantes, o quarto cheirando a sexo e suor. Então, ela se virou, ainda tremendo, e me abraçou com força:
- Puta que pariu, Play! O que foi isso? Seu moleque safado! A minha boceta tá pulsando forte! Acho que vou ter que pedir arrego, tô quebrada! (gargalhando).
A safadeza era incessante e no domingo à noite, tive mais uma surpresa deliciosa de minha adorável professora. Estávamos na segunda trepada, dessa vez no sofá. Vanessa já tinha gozado antes, eu a chupei bastante e depois a penetrei, sentindo a boceta quente pulsar ao redor do meu pau, gozamos juntos. Agora, na segunda rodada, ela me olhou com um brilho travesso nos olhos.
-Play, vou te deixar você colocar na minha bunda como presente por estar indo tão bem.
Fiquei louco de excitação, pois nunca tinha comido um cu.
Ela se levantou nua e foi até a cozinha. Voltou com um bom pedaço de manteiga na mão, rindo baixo.
-O certo é usar vaselina ou um creme, mas como não tenho, vai na manteiga. Porque eu não sou doida de levar um pauzão grosso assim a seco ou só com cuspe. - explicou,
Primeiro, ela besuntou meu pau, as mãos quentes espalhando a manteiga escorregadia pela glande inchada, descendo pelo comprimento, esfregando cada veia pulsante até eu sentir um arrepio subindo pela espinha. Depois, virou de costas, inclinando o corpo e abrindo as nádegas com uma mão, expondo o cuzinho apertado. Passou a manteiga ali também, os dedos deslizando devagar, untando a entrada rosada, esfregando com cuidado pra lubrificar tudo, eu ajudei e fiquei doido ao ver meu dedo deslizar para dentro do cu dela. Até que chegou o momento de socar meu pau.
-Vai devagar, Play, coloca aos poucos e sempre para se eu mandar.
Me aproximei, o pau escorregadio na mão, e encostei a cabeça na entrada. Empurrei devagar, sentindo a resistência inicial, o cu era grandinho, mas apertado cedendo milímetro por milímetro.
Depois de uns minutos, ela disse:
-Enfia mais um pouco -   
E eu entrei mais, o pau sendo engolido pelo calor apertado do cu dela. Levou um tempo bom, parando e reiniciando, até que finalmente consegui enfiar quase tudo, a base do pau pressionando a carne macia das nádegas. Que delícia! Comecei a me mexer, socando cadenciado, o pau deslizando no cuzinho lubrificado,.
Depois de um tempo, passei a socar forte, os quadris batendo contra a bunda dela, o som da pele se chocando ecoando sala. Me esforcei pra não gozar, porque sentir meu pau dentro daquele cu era uma sensação maravilhosa — quente, apertado, pulsando ao redor de mim. Vanessa virou a cabeça, me olhando com um sorriso malicioso, provavelmente rindo da cara de louco que eu devia estar fazendo, os olhos arregalados, a boca entreaberta.
Na TV, a Dinamarca massacrava o Uruguai com um 6 a 1 e no sofá eu detonava o cuzinho dela, socando sem parar. Depois de um tempo bom, não aguentei mais, creio que saí de mim de tão louco que fiquei, sentindo o prazer final chegando, falei algo enrolado e gozei tão forte que até babei literalmente, a porra jorrando dentro do cu dela, escorrendo pelas laterais enquanto eu tremia e berrava.
Aquele mês de junho foi inesquecível. Fodia Vanessa 3 ou 4 dias na semana. O Brasil acabou sendo eliminado num sábado à tarde nos pênaltis para a França, mas poucas horas depois eu nem me lembrava, pois já estava recebendo uma deliciosa cavalgada de minha professora.
Durante esse mês, os boatos na rua começaram a crescer como fogo em palha seca. Pessoas me viam saindo da casa dela altas horas. A vizinha da diretia, espalhou que ouvia gritos de Vanessa, quando eu estava lá. As amigas ou conhecidas da minha mãe, que me viram crescer ali no bairro, ficavam chocadas ao terem quase 100% de certeza de que eu tinha um caso com Vanessa. Elas cochichavam entre si, os olhos arregalados, como se ela e eu estivéssemos cometendo o maior dos pecados. Já os homens me apertavam com perguntas, amigos queriam saber cada detalhe, e até os amigos do meu pai faziam piadas maliciosas, dando risadinhas e cutucando meu ombro me cumprimentando. Eu sempre negava, balançando a cabeça e dizendo que era tudo invenção.
Quando saía de minha casa, dava uma baita volta pra não ir direto pra dela. Subia um quarteirão ou descia outro, voltava por um caminho torto, ia pelo sentido contrário, tudo pra despistar os olhos curiosos. Mas muitos já tinham sacado o esquema. Meu pai, com seu jeito bonachão mas firme, esbravejava em casa, a voz ecoando pela sala:
-A vila toda falando, isso vai chegar no ouvido daquele velho, filho! Sei que a mulata é um peixão, mas arruma uma solteira. A filha do dentista, por exemplo, você não tinha ido numa festa com ela? Então, menina linda, ou escolhe outra, mas não se envolve com mulher comprometida!
Eu tentava me defender, repetindo com cada vez menos firmeza: "Não tô saindo com ela, o povo fala demais," mas estava claro pra todo mundo, inclusive pra mim, que a mentira não colava mais.
Fazer Vanessa gozar seja chupando-a ou fodendo-a estava se tornando normal para mim, verdade que o fato da mulata ser extremamente fogosa ajudava, mas eu tinha meus méritos e estava sempre buscando aprender mais, aperfeiçoar o que estava legal e não fazer o que não era bom para ela. Não sei exatamente quando foi, mas fato é que num dado momento, era impossível transar com ela e a mesma não gozar em meu pau. Eu a chupava toda, inclusive seu cuzinho que estava sempre bem asseado para nossas transas.
A essa altura, eu já era tratado com muitos dengos por ela, nos beijávamos bastante na sala. Seguíamos vendo os filmes, inclusive passamos a alugar os pornô. Vanessa ria de algumas posições forçadas e dos gemidos falsos, mas uma ou outra coisa nos agradava e decidíamos imitar.
Após três meses que estávamos transando, Vanessa me surpreendeu e disse:
-Play, eu terminei meu caso com aquele cara das terças.
Dei um pulo surpreso na cama:
-Terminou?
Ela sorriu e desviou o olhar:
-É, pensei melhor e vi que se é para ter só sexo, por que preciso dele, se agora tenho você que tá mandando tão bem quanto ele?
Eu sorri orgulhoso, mas logo depois, Vanessa me disse algo que me deixou encucado:
-Vamos combinar uma coisa para nenhum dos dois ficar chateados. O que nós temos aqui é uma delícia, mas não somos namorados, por isso, se você quiser sair com outra ou eu com outro, não pode ter estresse e se uma hora você começar a gostar de uma gatinha e quiser ficar só com ela, tudo bem.
Não entendi nada. Primeiro Vanessa me diz que terminou com o cara que era bom de cama, porque eu estou satisfazendo-a, mas agora vem com esse papo de ficar com outro.
-Bom, eu não quero sair com mais ninguém, Vanessa. Até porque onde vou arrumar uma mulher linda e gostosa como você? – Disse na minha sinceridade de jovem.
Ela sorriu e disse:
-Ah! Play! Você se tornou um comedor selvagem que me deixa arreada, mas ainda segue sendo um fofo. É claro que já, já, você vai querer uma coisinha nova para variar e não tem problema.
Eu insisti que não queria outra, mas Vanessa apenas sorriu sem acreditar. Na verdade, além do puta tesão que sentia por aquela mulher, estava apaixonado, sim, as fodas eram maravilhosas, mas eu gostava de beijá-la, de estar com ela, não pensava na diferença de idade, só pensava naquele momento.
Eu estava vivendo uma época de ouro em minha vida, muita gente só percebe um momento feliz depois que ele passa, mas não foi o meu caso, eu era e feliz e sabia. Até que num começo de tarde, estou saindo de casa para ir para o mercado, quando dou de frente com Lair. Com um jeito de quem se acha superior, ele falou:
-Para aí, ô moleque! Quero falar com você.
A merda estava feita. Muita confusão iria começar.
Continua


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vanessa: a mulher que me ensinou a ser um homem na cama (4ª parte)

Codigo do conto:
241107

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/08/2025

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