Respondi que conseguiria, mas fiquei com um super frio na barriga, afinal tinha 4 anos que não encontrava meu pai e sequer conversávamos, o que ele gostaria de conversar? Fiquei super ansiosa, no dia seguinte já fui trabalhar de calcinha fio dental e como antes de encontrar meu pai eu ia pra academia, escolhi malhar ir com meu shortinhos verde que é curtinho e marca bem minha bundinha e uma blusinha mais curta, afinal, queria que meu pai visse que eu estava bem gostosinha. Quando cheguei no lugar que meu pai marcou, achei estranho, pois era uma praça bem deserta, cheguei um pouco antes dele e estava aguardando, até que sinto alguém me abraçar por trás, reconheci o cheiro e toque do meu pai, que já fungou no meu pescoço.
O meu pai está com com 54 anos tem 192, é magro com aquela barriguinha saliente, todo liso e tem uma rola imensa, mas fina. Ele estava vestindo uma calça dessas esportivas que é larguinha, mas fina e marca a rola, uma regata e boné.
Pai: Que saudade que o pai estava de você
Falava isso enquanto me encoxava e eu sentia suas mãos na minha cintura passando pelas minhas coxas, e eu sentia sua barba raspada no meu pescoço, fui me virando pra olhar ele de frente, ainda abraçados, assim que fiquei totalmente de frente, suas mãos vieram imediatamente na minha bunda.
Eu: saudades também pai, senti muito sua falta.
Pai: Nem me fala, eu estava com muita saudade, mas te vendo e sentindo você agora eu estou me dando conta do quanto você é uma delicia e me fez falta
Nesse momento eu sentia a rola do meu pai muito dura indo da minha virilha até minha barriga, e ele me abraçava forte e apertava a minha bunda de um jeito.
Eu: seu safado, você tem que se controlar porque estamos num lugar publico, apesar de longe.
Pai: sim, vamos entrar ali no meu carro.
Entramos no carro e meu pai ja deitou todo meu banco e veio pra cima de mim me beijar, eu retribui, sentia falta de ser amada pelo meu pai, o beijo estava bom, ele foi tirar a camiseta dele e eu falei
Eu: Pai, você vai querer fazer algo aqui mesmo no carro? Você não queria conversar?
Pai: essa praça é praticamente deserta, tem nada perto, eu não queria fazer aqui, mas não to aguentando, vamos rapidinho aqui e depois vamos pra outro lugar.
Eu: e o que o senhor queria conversar?
Pai: você quer mesmo saber?
Eu: quero
Nesse momento meu pai tirou toda a roupa dele, tirou toda a minha roupa, quando me viu de calcinha, quase pirou, sentou, mandou eu sentar no seu colo, e a gente desajeitado no carro, conseguimos encontrar uma posição onde seu pau estava todo no meio da minha bunda, meu pai comigo no colo abriu seu celular, e começou a mostrar a conversa dele com o tio jaca, onde tinha varias fotos minhas montadinha e videos do meu tio me comendo
Pai: Era isso que eu queria conversar contigo, está vendo? Recebi do seu tio, vamos ver esse video.
Meu pai me fez assistir o video inteiro do meu tio me comendo, e enqquanto assistiamos o video, sentia seu pau melando e comecei a rebolar em sua rola
Pai: Olha isso, imagina um pai vendo isso?
Eu: Pai, eu não sabia que o tio jaca tava gravando
Pai: e eu não sabia que voce estava tão gostosa, eu preciso te comer minha pretinha, eu quero te engravidar
Quando meu pai falou isso, não aguentei, virei de frente pra ele, seu pau estava duro feito pedra todo babando, taquei um beijo na sua boca, e enquanto o beijava, ele ja puxou minha calcinha de lado e foi encaixando a cabeça da sua rola toda melada no meu cuzinho, que como estava suadinho e com creme que sempre passo foi deslizando aquela cabeçona, meu pai agarrado na minha cintura foi levantando, me obrigando a engolir sua rola com meu cuzinho, nesse momento estava vendo estrelas, mas logo que acostumei, comecei a rebolar enquanto beijava e meu pai urrava enquanto eu cavalgava
Pai: Caralho pretinha, que delicia, paizão quer te engravidar, voce tem que ser só minha
Eu: ain pai, eu tava com muita saudade de sentir o senhor,quero te dar meu melhor
Pai: voce ta dando muito bem minha pretinha o pai ta segurando pra nao gozar ... ain caralho
quando ouvi isso, comecei a quicar e rebolar bem forte, gemendo alto sem pudor e meu pai tambem gemia e xingava
Pai: que pretinha safada, vagabunda, isso sente a rola do papai
nisso senti meu pai segurando minha cintura e enterrando sua rola e soltando uns jatos fortes, segui mastigando sua rola com meu cuzinho, não deixando vazar nada, agarrado nele, nós pingando suor, ficamos sentindo aquele frenesi pós sexo, eu pensando que estava de volta no colo do homem que me colocou no mundo e ele dentro de mim, depois de anos sem falar com ele, e ali eu vi que queria voltar ser dele e servir ele