Essa rotina, porém, era frequentemente invadida, de maneira silenciosa, pela vizinha que ocupava o apartamento à minha frente: **Adriana**.
Aos 44 anos, Adriana era uma obra-prima madura. Possuía um corpo cheio, volumoso e seios grandes. Seus cabelos ruivos/acobreados pareciam capturar a luz, e o sorriso dela era a arma mais letal que eu já tinha visto. No condomínio, todos os pescoços viravam. A família dela era o contraponto: o marido, visivelmente mais velho, aparentando uns 60, era gordo e transmitia uma impressão de total desleixo. Já o filho, Léo, de 20 anos, era um cara legal, meu parceiro no elevador e no hall. Com Adriana, a interação era protocolar.
Um feriadão me tirou da rotina. Fui correr na avenida. Eu estava descaradamente "secando" uma "deusa" à minha frente, quando ela virou e me disse "Bom dia, vizinho". Era Adriana. Eu fiquei sem graça e pedi desculpas, atrapalhado. Na volta, ela estava sentada, tremendo. Um cara a havia assediado na rua. Ofereci-me para acompanhá-la e, antes, paramos em uma sorveteria, onde compramos duas casquinhas de creme.
Caminhamos e conversamos pela primeira vez. Ela se revelou Adriana, decoradora de interiores, e eu, Denis, Mestre em Química. Ela elogiou minha dedicação, mas notou que eu parecia estar esperando algo mais. No portão, ela me agradeceu, mas nossa despedida foi rápida e constrangedora.
No dia seguinte, em meu horário de almoço, a campainha tocou. Era ela, linda em um vestido verde-musgo de alças que realçava seus ombros e aqueles seios durinhos. Ela trazia uma travessa de salada e panquecas, em agradecimento.
**ADRIANA:** — Desculpe interromper seu almoço, Denis. Eu preparei umas panquecas e uma salada especial. Em agradecimento por ter me livrado daquele susto ontem.
**DENIS:** — Oras, Adriana, não foi nada. Eu já disse.
**ADRIANA:** — Faço questão. Sinceridade por sinceridade, eu precisava fazer algo.
**DENIS:** — Então tá. Entra. Mas olha, Adriana, eu como pouco e você trouxe muita comida. Vamos, me acompanha.
**ADRIANA:** — Ah, não, melhor não. Eu já almocei e... bem, eu preciso voltar.
**DENIS:** — Que besteira. Vamos, chame seu filho, o Léo. Ele adora panquecas.
**ADRIANA:** — Ele não está. Viajou com o pai. Pegaram estrada logo cedo.
**DENIS:** — Mais um motivo. Tenho um excelente vinho. Um *carménère* chileno que merece um acompanhamento assim. Por favor, um brinde à vizinhança.
Ela acabou aceitando. Sentamos e bebemos. O vinho fez seu efeito. Ela ficou vermelha, e a conversa se tornou um flerte perigoso.
**ADRIANA:** — Você tem um olhar... que revela que a rotina não é tudo que existe aí dentro.
**DENIS:** — E o que esse olhar revela, Adriana?
**ADRIANA:** — Revela que você é um homem que está esperando o momento certo para misturar os elementos. Você é um químico, certo? Sabe que a paciência é fundamental para a reação perfeita. Eu acho que o catalisador já está aqui, Denis. Uma travessa de panquecas, uma garrafa de vinho... e a certeza de que não seremos interrompidos.
Eu me inclinei sobre a mesa, e nossos lábios se encontraram. Foi um beijo faminto. Imediatamente meu pau ficou duro. Quando toquei sua pele senti ela se arrepiando. Nossas bocas se enroscavam, então me levantei e puxei ela. Quando meu cacete tocou sua pele ela me empurrou gemendo e falou:
**ADRIANA:** — Para! Sou casada! E mãe do seu amigo!
**DENIS:** — Mas o desejo nos prende, Dri.
**ADRIANA:** — Para, Denis!
Então insisti, e mais uma vez nossos corpos colaram. Fui andando e a empurrando em direção ao sofá. Quando ela caiu, eu comecei a apertar suas pernas lindas e torneadas, toquei seus pés macios, e minha outra mão foi subindo por sua coxa. Minha boca já estava lambendo seus seios por cima do vestido, ela gemendo.
Desci. Minha boca chegou até a sua bucetinha. **Mordi por cima da calcinha** e **comecei a chupar e lamber**. Ela gemendo e apertando minha cabeça como se há muito não soubesse o que era ser chupada.
Chupei, mordi, lambi. Ela gemendo. Fui descendo até alcançar seu cuzinho. Nessa hora a mulher revirou. Aquele cuzinho lisinho e apertadinho. Tentei fuder com a língua, mas ela trancou.
Então voltei para a buceta, **enfiando minha cara lá dentro**. Senti suas mãos unhando minhas costas com força, quase me arranhando e gemendo, e inundou minha boca. Ela gritou e prendeu o ar. Suas pernas trancaram meu corpo com força. Ela gozou de perder as forças.
Ficamos ali deitados.
**ADRIANA:** — Nossa, que loucura eu fiz, Denis.
**DENIS:** — Nada, meu bem. Foi maravilhoso.
Tirei minha roupa. Ela viu meu cacete grossinho e cabeçudo, mas estava tímida, como se não soubesse o que fazer. Então fui deitando sobre ela, beijando seus seios, sugando, quase que mamando, até ela gemer novamente. Sem ela perceber meu pau já estava dentro dela. Nossa, ela gemeu muito: "Ai! Está sensível!".
**DENIS:** — Quer parar?
**ADRIANA:** — Não! Mete, por favor!
Comecei a rebolar devagar, cadenciando, enquanto nossas bocas se enroscavam.
Quando comecei a gemer mais alto, ela falou:
**ADRIANA:** — Por favor, não goza dentro de mim! Tem camisinha?
**DENIS:** — Eu não.
**ADRIANA:** — Goza na minha boca então.
Cara, eu surtei. Comecei a fuder com força, com violência, urrando, arfando: "Minha linda! Gostosa! Tesuda!". Ela então gemendo mais e mais: "Ahhhhh! Uiiiiiiiii! Ai meu Deus!".
Senti que ela gozava novamente e não resisti mais. Tirei o cacete rápido da buceta e subi para sua boquinha. A mulher agarrou e engoliu tudo. Enquanto eu gozava, ela chupava. Chegou a doer de tanta sede que ela estava. Eu me assustei como pode uma casada cavala dessas estar mamando feito bezerrinho. Só parou quando não tinha mais nada.
Então me mostrou a boquinha sem nada.
Ficamos ali deitados.
**ADRIANA:** — Nossa, que loucura eu fiz, Denis.
**DENIS:** — Nada, meu bem. Foi maravilhoso.
**ADRIANA:** — Eu preciso de um banho de purificação. E você também.
Ela se levantou. Pegou a travessa vazia e as roupas.
**ADRIANA:** — A gente fala depois, tá? Eu vou te dar um toque no hall quando tiver uma oportunidade. Sigilo absoluto, Denis. Por favor. Por nós.
**DENIS:** — Por nós — confirmei. Ela saiu.




