Lá pelas 20h, eu não aguentei. A promessa de "falar depois" era uma tortura. Levantei, vesti uma camiseta e uma calça de moletom, e bati na sua porta, a 402.
Ela abriu em segundos. Eu mal tive tempo de respirar.
**Adriana estava deslumbrante**. E, pelo jeito que abriu a porta, **eu soube que ela estava me esperando**. Ela vestia um **baby doll** de seda curto, preto, que parecia ter sido feito para emoldurar seu corpo cheio. Os seios, sem sutiã, eram ainda mais proeminentes. **Cheirosa**, os cabelos acobreados soltos e úmidos, ela estava **descalça**, com os pés macios que eu havia tocado no sofá.
A imagem dela era um convite silencioso, mas a expressão em seu rosto era de seriedade.
**ADRIANA:** — Entra, Denis. Estava esperando você vir. Eu precisava conversar.
Entrei em seu apartamento pela primeira vez. O lugar era elegante, exatamente o que eu esperaria de uma decoradora. Ela fechou a porta rapidamente, como se o segredo estivesse pendurado no ar.
**ADRIANA:** — Senta. (Ela apontou para um sofá limpo e impecável). **Isso não pode mais acontecer.**
Eu me sentei. Ela permaneceu de pé à minha frente, os braços cruzados na altura do peito, numa tentativa de se proteger que o *baby doll* tornava inútil.
**DENIS:** — Por que não, Dri? Foi a coisa mais real que senti em anos. Você sentiu o mesmo.
**ADRIANA:** — Sentir é uma coisa, viver é outra! Denis, escuta. Você é o vizinho da frente. O melhor amigo do meu filho. Você viu o meu marido. Eu tenho uma vida, eu tenho uma reputação. Eu tenho um casamento, por mais... desgastado que seja.
**DENIS:** — Eu sei da sua vida. E eu não estou pedindo para você largar nada. Estou pedindo para sermos honestos sobre o que aconteceu. Você não estava se sentindo culpada há uma hora. Você estava me mamando até a última gota.
O meu tom, mais agressivo e direto, a atingiu. Ela apertou os lábios e fechou os olhos por um segundo, engolindo a verdade crua.
**ADRIANA:** — Não seja cruel, Denis. Sim, foi uma loucura. A melhor loucura que já fiz. Mas a realidade voltou quando entrei aqui e vi o vazio.
**ADRIANA:** — Imagine, por um segundo, se ele, se o **meu marido, descobrisse**? Ele me enlouqueceria. Ele faria da minha vida um inferno, me humilharia publicamente no condomínio. Minha vida seria desmantelada. Ele é ciumento, Denis. E eu estaria em uma posição indefensável.
**ADRIANA:** — E o **Léo, o meu filho**? Ele te adora. Você é um herói para ele, o vizinho legal, o cara focado. Se ele soubesse que eu... que eu fiz isso com o amigo dele, ele jamais me perdoaria. Ele te olharia com nojo. Eu não posso destruir a relação de vocês por causa de... de uma química de cinco minutos de desespero. Eu sou a mãe dele, Denis. Não posso ser essa mulher na frente dele.
Ela parecia sincera. A culpa e o medo eram reais.
**DENIS:** — Tudo bem, Adriana. Eu entendo o risco. O Léo é um ótimo garoto, e o último que eu quero é magoá-lo. Eu sou homem o suficiente para aceitar as consequências.
Eu me levantei, ficando a poucos centímetros dela. O cheiro dela era uma tortura.
**DENIS:** — Se é o fim, que seja. Mas não me peça para fingir que não aconteceu nada. Eu só peço uma coisa, então.
**ADRIANA:** — O quê?
**DENIS:** — Se vamos fechar esse livro, podemos pelo menos nos despedir de forma adequada, **apenas nos despedir, então**? Um beijo. Um beijo de despedida.
Eu me aproximei, a mão deslizando suavemente por sua bochecha. O toque era de um carinho quase inocente, mas o olhar era de promessa. Ela estava em conflito, os lábios entreabertos, o corpo implorando pelo contato.
Eu vi a luta em seus olhos, e sabia que era hora de usar o golpe final: o desapego.
Eu recuei um passo, virando-me completamente para a porta.
**DENIS:** — Tudo bem. Respeito seu medo. Tchau, Dri. **Vou sentir sua falta para sempre.**
Não cheguei à maçaneta.
**Ela então me puxou**. A mão dela agarrou meu braço com uma força que desmentia a fragilidade do *baby doll*. Ela me girou para encarar ela. Seus olhos não tinham mais medo, mas sim uma fome urgente.
**ADRIANA:** — **Muleque, safado!** Você sabe que me quer, e sabe que **eu estou desesperada para gozar novamente!**
De repente, ela soltou meu braço, **e ajoelhou na minha frente**.
Naquele instante, a dinâmica mudou. Eu sabia que **agora eu sabia quem mandava: era eu.**
Ela não perdeu tempo. Com rapidez e destreza que contradiziam sua timidez anterior, **ela tirou meu pau com rapidez** da calça de moletom que eu ainda usava. Minha ereção saltou para fora, imediatamente recebida por suas mãos e boca.
Ela **começou a chupar, brincando com ele, sem pressa**. Eu não conseguia mais ficar de pé. Meu corpo tremia. Eu me deixei cair no sofá que ela havia acabado de limpar, e **ela ficou entre minhas pernas, se perdeu** na tarefa.
Eu estava afundado no sofá de Adriana, meu corpo esticado, entregue à maestria daquela boca.
**Ela chupava lentamente**, parecia que **estava matando a saudade de algo que há muito não fazia**. Ela **brincava, me alisava**, subindo e descendo pelo meu eixo.
Eu a agarrei pelos cabelos ruivos, puxando-a suavemente para mim. Eu a **xingava baixinho com ternura**, palavras de posse e desejo: **"Nossa que putinha gostosa, minha rainha safada, caralho que boca gulosa, isso brinca com tudo meu bem, ele é seu." Dri sugava lambia minhas bolas subia novamente**.
Eu senti o prazer aumentar perigosamente.
**DENIS:** — Dri, eu não vou... não vou conseguir...
Meu aviso foi o catalisador final para ela.
Adriana parou a sucção abruptamente. Com um movimento rápido, **ela então subiu**, montando em meu colo antes de deslizar para o lado.
**ADRIANA:** — (Com a respiração ofegante). **Me come de quatro!**
**Caralho eu não aguentei de tanto tesão**, eu **queria saborear essa mulher**. Ela se virou, **empinando o rabinho de joelhos no sofá**, o *baby doll* caindo para a cintura.
Eu a agarrei pela cintura, puxando-a para mim, e **eu**...
Eu agarrei sua cintura e **tirei toda sua roupa**, a deixei nua sobre o sofá. Com as mãos na cintura dela, **comecei a meter devagar**, sentindo o encaixe apertado.
**ADRIANA:** — Ahnnn...
Eu **apertava sua cintura** com firmeza. Ela virou a cabeça para trás, seus olhos fixos nos meus.
**ADRIANA:** — Bate na bundinha da sua vagabunda...
Eu não hesitei. Minha mão soltou sua cintura e **bateu na bundinha da sua vagabunda**.
**PLACK!**
**ADRIANA:** — Aiii! É assim, Denis!
Eu puxei a cintura dela de volta, intensificando o ritmo e voltando a gemer as palavras que ela queria ouvir, aplicando **tapas** rítmicos.
**DENIS:** — Isso, sua vagabunda! **Minha** vagabunda! Você não consegue ficar sem mim, não é? Ninguém te come como eu, porra!
O sexo era bruto, animal, uma liberação violenta de tudo o que estava proibido e escondido.
O ritmo se tornou uma marreta. Eu não controlava mais a força. Eu a agarrei com força em seus **cabelos acobreados** e **puxei-os para trás**, forçando sua cabeça a erguer-se e apliquei **tapas na bundinha dela**.
Eu estava a centímetros do meu limite, e sabia que ela estava voltando para o dele.
O corpo dela começou a tremer. **Quando percebi, ela estava caindo com o rosto no sofá e gemendo mais e mais**. Sua **buceta contraindo meu cacete**. Percebi que **ela gozava**, mas eu **continuava metendo**.
**DENIS:** — Vai, Dri! Goza para mim!
Eu puxei seus cabelos uma última vez, e apliquei uma sequência rápida de tapas na bunda, marcando a pele dela. Eu urrei.
Com uma estocada final e profunda, **eu gozei**. **Gozei dentro da buceta dela**, liberando-me por completo, sentindo o esperma quente jorrar em seu interior, misturado ao calor do seu segundo orgasmo.
Eu desabei sobre ela, pesado, o corpo trêmulo. O sofá absorveu o impacto de nossos corpos exaustos.
Eu me recuperei lentamente, saí de dentro dela com um som úmido, e a puxei para junto de mim.
**Ficamos deitados**, nus, cobertos apenas pela bagunça do *baby doll* e as almofadas do sofá. Não falamos nada.
O tempo passou sem que percebêssemos. A única luz vinha do reflexo pálido do poste na janela.
O cansaço, somado à satisfação profunda e à segurança momentânea de estarmos sozinhos, nos venceu.
**Quando percebemos que já era quase meia noite**, eu a apertei, e ela se aninhou mais fundo, a perna dela jogada sobre a minha. **E apagamos agarradinhos, feito marido e mulher.**



Muito bom e excitante.