A Mão do meu amigo uma MILF perfeita e oral de primeira, parte 2



O cheiro dela e do sexo ainda estavam por toda a minha sala, um lembrete vívido da tempestade que havia acabado de passar. Tentei me concentrar no Mestrado, mas a Química de Adriana era mais forte do que qualquer fórmula.

Lá pelas 20h, eu não aguentei. A promessa de "falar depois" era uma tortura. Levantei, vesti uma camiseta e uma calça de moletom, e bati na sua porta, a 402.

Ela abriu em segundos. Eu mal tive tempo de respirar.

**Adriana estava deslumbrante**. E, pelo jeito que abriu a porta, **eu soube que ela estava me esperando**. Ela vestia um **baby doll** de seda curto, preto, que parecia ter sido feito para emoldurar seu corpo cheio. Os seios, sem sutiã, eram ainda mais proeminentes. **Cheirosa**, os cabelos acobreados soltos e úmidos, ela estava **descalça**, com os pés macios que eu havia tocado no sofá.

A imagem dela era um convite silencioso, mas a expressão em seu rosto era de seriedade.

**ADRIANA:** — Entra, Denis. Estava esperando você vir. Eu precisava conversar.

Entrei em seu apartamento pela primeira vez. O lugar era elegante, exatamente o que eu esperaria de uma decoradora. Ela fechou a porta rapidamente, como se o segredo estivesse pendurado no ar.

**ADRIANA:** — Senta. (Ela apontou para um sofá limpo e impecável). **Isso não pode mais acontecer.**

Eu me sentei. Ela permaneceu de pé à minha frente, os braços cruzados na altura do peito, numa tentativa de se proteger que o *baby doll* tornava inútil.

**DENIS:** — Por que não, Dri? Foi a coisa mais real que senti em anos. Você sentiu o mesmo.

**ADRIANA:** — Sentir é uma coisa, viver é outra! Denis, escuta. Você é o vizinho da frente. O melhor amigo do meu filho. Você viu o meu marido. Eu tenho uma vida, eu tenho uma reputação. Eu tenho um casamento, por mais... desgastado que seja.

**DENIS:** — Eu sei da sua vida. E eu não estou pedindo para você largar nada. Estou pedindo para sermos honestos sobre o que aconteceu. Você não estava se sentindo culpada há uma hora. Você estava me mamando até a última gota.

O meu tom, mais agressivo e direto, a atingiu. Ela apertou os lábios e fechou os olhos por um segundo, engolindo a verdade crua.

**ADRIANA:** — Não seja cruel, Denis. Sim, foi uma loucura. A melhor loucura que já fiz. Mas a realidade voltou quando entrei aqui e vi o vazio.

**ADRIANA:** — Imagine, por um segundo, se ele, se o **meu marido, descobrisse**? Ele me enlouqueceria. Ele faria da minha vida um inferno, me humilharia publicamente no condomínio. Minha vida seria desmantelada. Ele é ciumento, Denis. E eu estaria em uma posição indefensável.

**ADRIANA:** — E o **Léo, o meu filho**? Ele te adora. Você é um herói para ele, o vizinho legal, o cara focado. Se ele soubesse que eu... que eu fiz isso com o amigo dele, ele jamais me perdoaria. Ele te olharia com nojo. Eu não posso destruir a relação de vocês por causa de... de uma química de cinco minutos de desespero. Eu sou a mãe dele, Denis. Não posso ser essa mulher na frente dele.

Ela parecia sincera. A culpa e o medo eram reais.

**DENIS:** — Tudo bem, Adriana. Eu entendo o risco. O Léo é um ótimo garoto, e o último que eu quero é magoá-lo. Eu sou homem o suficiente para aceitar as consequências.

Eu me levantei, ficando a poucos centímetros dela. O cheiro dela era uma tortura.

**DENIS:** — Se é o fim, que seja. Mas não me peça para fingir que não aconteceu nada. Eu só peço uma coisa, então.

**ADRIANA:** — O quê?

**DENIS:** — Se vamos fechar esse livro, podemos pelo menos nos despedir de forma adequada, **apenas nos despedir, então**? Um beijo. Um beijo de despedida.

Eu me aproximei, a mão deslizando suavemente por sua bochecha. O toque era de um carinho quase inocente, mas o olhar era de promessa. Ela estava em conflito, os lábios entreabertos, o corpo implorando pelo contato.

Eu vi a luta em seus olhos, e sabia que era hora de usar o golpe final: o desapego.

Eu recuei um passo, virando-me completamente para a porta.

**DENIS:** — Tudo bem. Respeito seu medo. Tchau, Dri. **Vou sentir sua falta para sempre.**

Não cheguei à maçaneta.

**Ela então me puxou**. A mão dela agarrou meu braço com uma força que desmentia a fragilidade do *baby doll*. Ela me girou para encarar ela. Seus olhos não tinham mais medo, mas sim uma fome urgente.

**ADRIANA:** — **Muleque, safado!** Você sabe que me quer, e sabe que **eu estou desesperada para gozar novamente!**

De repente, ela soltou meu braço, **e ajoelhou na minha frente**.

Naquele instante, a dinâmica mudou. Eu sabia que **agora eu sabia quem mandava: era eu.**

Ela não perdeu tempo. Com rapidez e destreza que contradiziam sua timidez anterior, **ela tirou meu pau com rapidez** da calça de moletom que eu ainda usava. Minha ereção saltou para fora, imediatamente recebida por suas mãos e boca.

Ela **começou a chupar, brincando com ele, sem pressa**. Eu não conseguia mais ficar de pé. Meu corpo tremia. Eu me deixei cair no sofá que ela havia acabado de limpar, e **ela ficou entre minhas pernas, se perdeu** na tarefa.

Eu estava afundado no sofá de Adriana, meu corpo esticado, entregue à maestria daquela boca.

**Ela chupava lentamente**, parecia que **estava matando a saudade de algo que há muito não fazia**. Ela **brincava, me alisava**, subindo e descendo pelo meu eixo.

Eu a agarrei pelos cabelos ruivos, puxando-a suavemente para mim. Eu a **xingava baixinho com ternura**, palavras de posse e desejo: **"Nossa que putinha gostosa, minha rainha safada, caralho que boca gulosa, isso brinca com tudo meu bem, ele é seu." Dri sugava lambia minhas bolas subia novamente**.

Eu senti o prazer aumentar perigosamente.

**DENIS:** — Dri, eu não vou... não vou conseguir...

Meu aviso foi o catalisador final para ela.

Adriana parou a sucção abruptamente. Com um movimento rápido, **ela então subiu**, montando em meu colo antes de deslizar para o lado.

**ADRIANA:** — (Com a respiração ofegante). **Me come de quatro!**

**Caralho eu não aguentei de tanto tesão**, eu **queria saborear essa mulher**. Ela se virou, **empinando o rabinho de joelhos no sofá**, o *baby doll* caindo para a cintura.

Eu a agarrei pela cintura, puxando-a para mim, e **eu**...

Eu agarrei sua cintura e **tirei toda sua roupa**, a deixei nua sobre o sofá. Com as mãos na cintura dela, **comecei a meter devagar**, sentindo o encaixe apertado.

**ADRIANA:** — Ahnnn...

Eu **apertava sua cintura** com firmeza. Ela virou a cabeça para trás, seus olhos fixos nos meus.

**ADRIANA:** — Bate na bundinha da sua vagabunda...

Eu não hesitei. Minha mão soltou sua cintura e **bateu na bundinha da sua vagabunda**.

**PLACK!**

**ADRIANA:** — Aiii! É assim, Denis!

Eu puxei a cintura dela de volta, intensificando o ritmo e voltando a gemer as palavras que ela queria ouvir, aplicando **tapas** rítmicos.

**DENIS:** — Isso, sua vagabunda! **Minha** vagabunda! Você não consegue ficar sem mim, não é? Ninguém te come como eu, porra!

O sexo era bruto, animal, uma liberação violenta de tudo o que estava proibido e escondido.

O ritmo se tornou uma marreta. Eu não controlava mais a força. Eu a agarrei com força em seus **cabelos acobreados** e **puxei-os para trás**, forçando sua cabeça a erguer-se e apliquei **tapas na bundinha dela**.

Eu estava a centímetros do meu limite, e sabia que ela estava voltando para o dele.

O corpo dela começou a tremer. **Quando percebi, ela estava caindo com o rosto no sofá e gemendo mais e mais**. Sua **buceta contraindo meu cacete**. Percebi que **ela gozava**, mas eu **continuava metendo**.

**DENIS:** — Vai, Dri! Goza para mim!

Eu puxei seus cabelos uma última vez, e apliquei uma sequência rápida de tapas na bunda, marcando a pele dela. Eu urrei.

Com uma estocada final e profunda, **eu gozei**. **Gozei dentro da buceta dela**, liberando-me por completo, sentindo o esperma quente jorrar em seu interior, misturado ao calor do seu segundo orgasmo.

Eu desabei sobre ela, pesado, o corpo trêmulo. O sofá absorveu o impacto de nossos corpos exaustos.

Eu me recuperei lentamente, saí de dentro dela com um som úmido, e a puxei para junto de mim.

**Ficamos deitados**, nus, cobertos apenas pela bagunça do *baby doll* e as almofadas do sofá. Não falamos nada.

O tempo passou sem que percebêssemos. A única luz vinha do reflexo pálido do poste na janela.

O cansaço, somado à satisfação profunda e à segurança momentânea de estarmos sozinhos, nos venceu.

**Quando percebemos que já era quase meia noite**, eu a apertei, e ela se aninhou mais fundo, a perna dela jogada sobre a minha. **E apagamos agarradinhos, feito marido e mulher.**

Foto 1 do Conto erotico: A Mão do meu amigo uma MILF perfeita e oral de primeira, parte 2

Foto 2 do Conto erotico: A Mão do meu amigo uma MILF perfeita e oral de primeira, parte 2

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Comentários


foto perfil usuario gatabisolteira

gatabisolteira Comentou em 28/11/2025

Muito bom e excitante.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Mão do meu amigo uma MILF perfeita e oral de primeira, parte 2

Codigo do conto:
248130

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/11/2025

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