A ideia de me vingar surgiu como uma chama. E para isso, precisei da ajuda de Rubens, um homem mais maduro, com a pele escura e um corpo que me fazia perder o fôlego. Rubens era a personificação da ousadia, e seu membro, espesso e longo, era capaz de me levar ao limite.
A primeira faísca da minha vingança foi a provocação. Contei a Thiago, com detalhes, sobre a noite que passei com Henrique, como ele me satisfizera, como eu me entregara àquele prazer. A curiosidade brilhou nos olhos de Thiago, e eu soube que estava no caminho certo.
Então, a encenação começou. Liguei para Thiago, com a voz mais doce que consegui, e o convidei para ir à minha casa naquela noite. Patrícia, fiel às suas aulas, estaria na faculdade, e teríamos algumas horas para nós. Ele aceitou sem hesitar.
Às 20 horas, Thiago chegou, pontual como sempre. Deixei a porta entreaberta, e ele não demorou a ouvir os gemidos que ecoavam do meu quarto. Quando ele chegou à porta, a cena o paralisou. Rubens, com seu corpo escuro e musculoso, estava dentro de mim, em um ritmo selvagem e intenso. Eu estava de quatro, com o rosto virado para a porta, e meus olhos encontraram os de Thiago.
"Oi, meu amor", eu disse, a voz rouca e sensual.
Thiago, ainda imóvel, perguntou o que estava acontecendo. Apenas gemi em resposta, sentindo as estocadas de Rubens me levarem ao ápice. Perguntei a Thiago se ele queria assistir ou ir embora. Rubens me dava tapas na bunda, e a cada golpe, a excitação aumentava.
"Senta ali na cadeira que eu coloquei pra você, amor. Você só pode assistir hoje", Rubens disse, a voz rouca e dominante.
Thiago, chocado, ficou de pau duro por cima da calça. Rubens me chamava de safada, dizia que nunca tinha comido uma mulher tão gostosa. A humilhação, a excitação, tudo se misturava em uma explosão de sensações.
Rubens me virou de lado na cama, e eu vi Thiago abrir o zíper da calça, começando a se masturbar. Aquele dia, eu me superei. O homem que eu amava estava ali, assistindo outro homem me dominar, me levar ao êxtase. Rubens metia com a força que sempre demonstrou e me mudava de posição em poucos minutos. Eu obedecia e me deliciava com aquilo.
Rubens me penetrou de frente, e eu envolvi minhas pernas em suas costas, prendendo-o em mim. Ele não demorou muito, e gozou dentro de mim, o calor do seu esperma escorrendo pelas minhas pernas. Me finalizando na frente de Thiago.
Como combinado, Rubens se vestiu e foi embora, me deixando a sós com Thiago, que ainda não havia gozado. Mandei ele parar de se masturbar e vir para a cama. Ele me comeu com uma fúria que eu nunca tinha visto, enquanto eu ainda estava coberta pelo esperma de Rubens.
"Você é uma vadia", ele disse, a voz rouca. "Mas é a minha vadia."
Eu me senti uma vadia, sim, mas valeu a pena. Nunca me senti tão desejada, nunca senti tanto prazer. A vingança, a humilhação, o desejo, tudo se misturou em uma noite inesquecível. E no final, eu sabia que tinha o poder, o controle. Mesmo sabendo que Thiago não me amava, talvez nunca tenha amado, mas senti que tinha algum domínio sobre ele
