Lukas, aos seus 24 anos, era uma figura de contrastes. Com seus quase 1,90m de altura, a magreza acentuada tornava-o ainda mais esguio. A pele, de um branco quase translúcido, contrastava drasticamente com a explosão de seus cabelos ruivos cor de fogo, que caíam levemente sobre a testa. Ele chegava à igreja com a disposição de quem tinha muito o que fazer, mas com a mente já saturada pelo fervor e a confusão que o esperavam.
O Santuário Caótico
A igreja, na verdade, era mais que um simples templo; era uma catedral antiga e imponente. O pé-direito era vasto, os arcos de pedra projetavam sombras longas sobre o piso de mármore desgastado. No entanto, o salão paroquial adjacente, onde Lukas se dirigia, era um universo de caos alegre.
O ambiente era amplo, com o eco das vozes infantis amplificado pelas paredes nuas. O ar cheirava a poeira antiga e suor infantil. Dezenas de crianças corriam e gritavam, transformando o local em um playground: algumas subiam e desciam sem parar em um inflável colorido (o "pula-pula" gigante), enquanto outras formavam rodinhas desordenadas.
Lukas adentrou a área, seus olhos azuis esquadrinhando a bagunça. Sua missão era dupla: primeiro, auxiliar no cuidado das crianças e, só depois, encarar a gigantesca tarefa de limpar e organizar o salão.
Larissa e o Jogo da Sedução Velada
Ele se moveu em direção ao grupo principal, onde a energia era mais concentrada. Foi ali que a viu.
Larissa, aos 28 anos, era uma presença que preenchia o espaço. Não era apenas a sua estatura; era a forma como ela se movia, exalando confiança e calor. Ela tinha uma estrutura gordinha, macia e deliciosamente curvilínea. O tecido do seu vestido justo não escondia a opulência: a bunda era farta e redonda, moldada pela força da gravidade e pela vida, e os seios eram grandes e generosos, quase transbordando no decote quadrado da blusa. Seus cabelos eram cachos densos e escuros, que balançavam a cada risada, e o sorriso era largo e convidativo. Ela estava sentada, coordenando o caótico, mas divertido, jogo da dança das cadeiras.
Ao ver Lukas parado, ela abriu um sorriso que o fez sentir um calor inesperado. Ele deu um passo, sem perceber que estava se movendo para a órbita dela.
Maria: A Tensão Inesperada
Antes que pudesse falar com Larissa, um lampejo de energia irrompeu ao lado dele. Maria, a personificação da surpresa, apareceu de repente.
Maria era menor que Lukas e Larissa, uma baixinha intensa cuja presença era impossível ignorar. Sua pele morena brilhava sob as luzes, e o cabelo cacheado e volumoso criava uma aura selvagem ao redor de seu rosto determinado. Ela vestia um shortinho de lycra de cintura alta que parecia prestes a ceder à pressão das suas curvas: a bunda era durinha e grossa, tão firme que o tecido parecia ser engolido entre as nádegas. A camisa, curta e sem mangas, mal cobria a base de seus seios em crescimento, deixando a barriga definida à mostra.
Ela se aproximou com uma atitude de quem dava ordens e sorriu com a intensidade de um desafio.
"Ei, o gigante ruivo! Não fique parado aí só olhando. Isso aqui é o jogo das cadeiras, não um museu," ela disse, apontando para a fila de cadeiras que esperava pelos participantes. "Vamos, entre no meio. Aceita o convite?"
Lukas, pego de surpresa pela audácia e pela proximidade daquela energia crua e feminina, não conseguiu dizer não.
"Aceito," ele respondeu, sentindo o ambiente ficar eletricamente carregado entre ele, Larissa (que observava com um sorriso matreiro) e a desafiadora Maria.O jogo da dança das cadeiras recomeçou, mas agora havia uma tensão palpável flutuando no salão. A música pop infantil, antes inocente, parecia um countdown para algo muito mais interessante.
Lukas e Maria estavam no centro da disputa. Ele era a altura desengonçada e ela, a agilidade feroz. A cada pausa abrupta da melodia, eles se lançavam em direção às cadeiras restantes, competindo com uma seriedade que beirava a rivalidade infantil, mas carregada de uma eletricidade adulta. Larissa observava, divertida, da beirada.
O Movimento Inesperado
A música parou de novo. Havia apenas uma cadeira para dois.
Lukas, impulsionado pela altura, tentou um passo largo, mas Maria, com uma rapidez de felina, girou. Em vez de se sentar na cadeira, ela executou um movimento perfeito e instintivo para a direita, deslizando com a fluidez de uma dançarina.
Lukas conseguiu sentar-se na madeira fria, vitorioso por um segundo, mas a vitória foi interrompida. Maria não caiu no chão; ela aterrissou, com um baque surdo e quente, diretamente no colo dele.
O impacto foi um choque de tecidos e temperaturas. O shortinho de lycra, quente da movimentação, estava agora prensado contra a calça jeans de Lukas. Ele sentiu o peso firme e macio de sua bunda durinha acomodando-se em suas coxas.
A Provocação Sensual
Maria não se moveu imediatamente para sair. Em vez disso, ela se ajeitou.
Com um sorriso atrevido nos lábios e os olhos fixos nos dele, ela começou a rebolar sutilmente. Não era um movimento de dança, mas uma pressão calculada. Ela movia-se para frente e para trás, para os lados, em pequenos arcos. A massa densa e musculosa de suas nádegas friccionava-se propositalmente contra a virilha de Lukas.
O toque intenso e concentrado trouxe uma resposta imediata de Lukas, que ele tentou disfarçar puxando o ar com dificuldade. O volume grosso que se formava sob o jeans não passou despercebido por Maria.
Ela sentiu, sorriu abertamente e intensificou o rebolado. Aquele era um jogo dela, e ele estava preso.
Lukas soltou uma gargalhada nervosa e rouca, tentando transformar o constrangimento em brincadeira. Ele segurou os ombros dela, fingindo querer afastá-la.
"Ei, trapaceira! Eu ganhei a cadeira! Você perdeu, Maria," ele disse, mas o tom brincalhão não disfarçava o rubor em suas bochechas brancas.
Maria jogou a cabeça para trás, os cachos negros balançando, e o ar quente do seu riso atingiu o pescoço dele.
"Perder? Eu acho que acabei de ganhar o melhor assento da casa, ruivo," ela provocou, esfregando-se mais uma vez de forma lenta e enfática. "Não quero sair. E você? Quer que eu saia?"
Ela o olhava com uma intensidade flertante e descarada. Era um desafio aberto, uma promessa silenciosa no meio do salão cheio de crianças. Lukas sentiu o coração acelerar, dividido entre o ambiente da igreja e o calor que subia de suas coxas.
A resposta física de Lukas foi impossível de ignorar. A pressão da coxa de Maria, combinada com seu rebolado intencional, solidificou a ereção de Lukas, tornando-a enorme e inflexível sob o tecido fino da calça.
Maria sentiu o endurecer abrupto. O contato se tornou mais denso, e ela não conseguiu evitar. Uma respiração profunda e rouca escapou de seus lábios entreabertos, não um grito, mas um gemido baixo, gutural e prolongado, que vibrou contra a virilha de Lukas.
Era o som de um prazer surdo, de um corpo que reconhece e acolhe a urgência. O som era abafado pela música e pelo burburinho das crianças, mas era intensamente íntimo para os dois.
Lukas cambaleou, o rosto agora não apenas vermelho, mas pálido de nervosismo e excitação.
"Maria, eu... eu preciso sair. Você... você ganhou, mas precisa sair," ele gaguejou, a voz falhando em um tom rouco. Ele tentou empurrá-la de leve pelos ombros.
Maria soltou uma gargalhada breve e safada, um "Hah!" agudo e contente. Ela se afastou, mas fez o movimento em câmera lenta. A bunda durinha e quente deslizou lentamente, mantendo a fricção por mais um segundo delicioso, antes que ela se levantasse, deslizando por ele.
"Ah, eu estou ótima, ruivo," ela disse, piscando um olho. "Mas se você precisa sair... quem sou eu para segurar um homem tão animado quanto você?"
Ao ficar de pé, ela lançou um olhar rápido para baixo. Seus olhos se arregalaram em um flash de reconhecimento malicioso. A enorme protuberância sob o zíper de Lukas era inegável.
Maria não resistiu. Ela sorriu, lambeu o canto da boca com a ponta da língua e sussurrou, apenas para ele ouvir:
"Uau. Que pecado, hein? Guardar isso tudo para a missa."
Lukas sentiu o sangue ferver de vergonha e desejo. Ele se levantou da cadeira de forma rápida e desajeitada, dando um passo para trás. Ele precisava de ar, de escuridão, de tempo para que a ereção diminuísse. Sem pensar, ele se virou e caminhou rapidamente para o canto mais sombrio do salão paroquial, em direção a um estreito corredor lateral que levava aos depósitos de limpeza e ao que parecia ser um beco de serviço interno.
Era um refúgio improvisado, um lugar para se esconder.
Ele mal tinha se enfiado na sombra úmida do corredor quando ouviu o som de passos leves e apressados atrás de si. Ele não precisava olhar para saber quem era.
Maria.
"Achei que estivesse me convidando para um lugar mais reservado, Lukas," a voz dela era um sussurro quente e brincalhão na penumbra.Lukas encostou-se à parede fria do beco de serviço. O cheiro de cera de chão e desinfetante se misturava ao calor que emanava de seu corpo. Quando Maria se aproximou, a pouca luz que vinha do salão principal mal alcançava o local, mas era o suficiente para revelar o brilho nos seus olhos e o suor fino na testa dela, reflexo da dança intensa.
Ela parou a centímetros dele, tão perto que Lukas podia sentir o calor de sua pele. Maria deu um pequeno giro lento, quase uma exibição. Os músculos de suas pernas e glúteos ficaram totalmente tensos.
O shortinho de lycra, já pressionado, estava ligeiramente escuro na parte de trás, onde a intensidade da dança e a excitação haviam deixado a pele morena e lisinha dela com uma fina camada de umidade e suor. Era uma visão crua de excitação.
Ela se virou novamente, e a atitude brincalhona sumiu, substituída por uma seriedade intensa e faminta.
"Não se esconda, Lukas," ela sussurrou, a voz rouca e carregada de urgência. "Eu te vi ontem, quando você estava arrumando as cadeiras. E hoje, quando chegou. Desde o momento que seus olhos encontraram os meus, eu soube."
Maria inclinou o corpo para a frente, diminuindo a distância final. Ela colocou as mãos nas laterais do pescoço dele, os dedos curtos e firmes tocando a pele branca.
"Eu te quero. E eu sei que você me quer," ela afirmou, sem espaço para dúvidas.
A Explosão de Desejo
Lukas não teve tempo para responder. A tensão acumulada explodiu no momento em que Maria o puxou.
O beijo foi violento e imediato, uma descarga elétrica de desejo reprimido. Não havia ternura; havia fome.
Maria pressionou a boca na dele, e Lukas respondeu com uma urgência que ele não sabia que possuía. O beijo era quente, a temperatura subindo instantaneamente, e o gemido dele foi absorvido pela boca dela.
As línguas se encontraram em uma dança frenética e molhada, explorando, engolindo e buscando. O sabor era de saliva, desejo e o resquício de algum doce que Maria havia dado às crianças.
Lukas, liberado pela agressividade dela, finalmente usou as mãos. Ele agarrou a cintura grossa e macia de Maria, apertando-a com força, puxando-a para que a virilha dela batesse contra a sua ereção pulsante.
Em um movimento desesperado, suas mãos deslizaram para baixo, envolvendo completamente a bunda firme e volumosa dela. Ele apertou a carne com uma força possessiva, sentindo a solidez dos músculos sob o fino tecido do shortinho. Ele a virou ligeiramente e, com um som seco e alto, ele deu um tapa firme e estalado na nádega direita dela.
Maria soltou um arfar abafado na boca dele, um som de pura rendição e excitação.
O beijo se tornou mais fundo, mais sujo, uma troca de respirações ofegantes e sussurros roucos, ali, na sombra do corredor da igreja.O beijo intenso foi subitamente interrompido por Maria. Ela se afastou o suficiente para ofegar por ar, mas manteve as mãos no peito de Lukas, sentindo o ritmo acelerado de seu coração.
"Aqui não," ela conseguiu sussurrar, o peito arfando.
No entanto, a urgência era tanta que ela não se moveu mais que um passo para trás. Em um movimento rápido e surpreendente, Maria se ajoelhou. O shortinho, já apertado, subiu ligeiramente, expondo mais de suas coxas grossas e a curva de sua bunda.
Seus olhos não desgrudaram dos de Lukas. Ela desceu a cabeça, encarando o volume inflexível em sua calça. A excitação em seu olhar era palpável.
Profundidade e Fome
Com uma destreza que parecia nascida da ansiedade, ela abriu o zíper da calça de Lukas e libertou sua ereção.
Ele era enorme e duro, quente contra o ar frio do beco. Maria o segurou com as duas mãos por um instante, sentindo a textura macia e a rigidez pesada.
Então, ela o tomou.
A boca dela envolveu-o imediatamente, com uma avidez que beirava o desespero. Não houve hesitação; ela o recebeu com profundidade total. Lukas arqueou as costas contra a parede fria.
Maria estava ansiosa, faminta. Ela sugava o corpo dele, fazendo movimentos rápidos e intensos. Seus lábios úmidos subiam e desciam sem pressa, engolindo e tirando com um som úmido e concentrado que ecoava no silêncio do beco.
Ela não quebrou o contato visual. Olhando profundamente nos olhos dele, ela intensificava a sucção, com a ponta da língua lambendo e provocando a pele sensível enquanto o engolia de novo. Seu cabelo cacheado caía em volta de seu rosto concentrado, e Lukas só conseguia ver o brilho de seus olhos de desejo. Ela parecia estar adorando-o, oferecendo-se completamente ao ato.
O ruído molhado de sua boca faminta era o único som, uma trilha sonora perversa para a urgência daquele momento.
A Exposição Final
Quando Lukas estava à beira de ceder, a boca de Maria recuou. Ela o limpou rapidamente com a língua antes de soltar e sorrir, os lábios brilhantes.
Ela se levantou com um movimento fluido, sem nunca tirar os olhos dos dele.
Então, em um gesto de audácia e convite explícito, ela se virou. O shortinho apertado estava quase na altura de suas nádegas.
Ela puxou a lycra para baixo o suficiente para que a totalidade de sua bunda morena, redonda e firme ficasse exposta. A pele, lisa e quente, parecia brilhar na penumbra. Ela arqueou as costas ligeiramente, mostrando a "raba" de forma completa e orgulhosa.
E então, para finalizar o convite, ela se inclinou para a frente, curvando-se sobre a parede do beco, e, com os dedos, abriu as nádegas, expondo a entrada úmida e contraída de sua intimidade.
Seus olhos brilhavam por cima do ombro, enquanto ela sussurrava o seu próximo desejo.
"Agora, é a sua vez, ruivo. Eu quero sentir isso profundamente."
O convite de Maria era irresistível, uma ordem silenciosa que Lukas estava pronto para obedecer. A visão daquela entrada úmida e desprotegida na penumbra, combinada com a súbita liberação de sua urgência, destruiu qualquer resquício de hesitação.
Ele se aproximou por trás, as mãos grandes e quentes pousando imediatamente nas laterais da cintura larga dela. A pele de Maria estava incrivelmente quente sob seus dedos.
Lukas a puxou para trás, encaixando-a perfeitamente contra seu quadril. Ele não demorou na preliminar; o momento exigia velocidade.
Com uma determinação silenciosa, ele alinhou a ponta dura e pulsante de sua ereção contra a abertura úmida. Ele a segurou com firmeza, e então empurrou com força de uma vez só.
Maria soltou um grito abafado e agudo, a voz presa na parede que ela agarrava. O corpo de Lukas penetrou o dela profundamente, preenchendo-a por completo. O tecido do shortinho amassado e a pele de sua bunda serviam de apoio para seu quadril, enquanto ele sentia a deliciosa e apertada resistência dela.
Lukas parou por um segundo, os músculos tensos, sentindo a profundidade máxima do contato.
Ele começou a se mover. O ritmo era inicialmente lento e pesado, focado na sensação de posse. Ele recuava apenas o suficiente para deslizar de novo, enterrando-se em Maria com o peso de seu corpo alto.
Cada estocada era um gemido compartilhado, dela preso no ar e dele, rouco, próximo ao pescoço. Ele segurava a cintura dela, sentindo-se o controlador daquele ritmo viciante.
Ele a beijou no pescoço e ombro, sentindo o cheiro de suor, excitação e produto de limpeza misturados.
O ritmo logo se acelerou, impulsionado pela urgência de meses, talvez anos, de desejo reprimido. Lukas começou a estocar com violência controlada, batendo seu quadril contra as nádegas firmes dela com sons úmidos e fortes que ressoavam no beco.
Ele usou as mãos para intensificar a pressão. Ele deu tapas firmes nas nádegas dela, cada estalo fazendo o corpo de Maria tremer e suas pernas se dobrarem em resposta ao prazer e à dor.
"Você é minha," ele ofegava, a voz irreconhecível, enquanto a atingia em ângulos diferentes, buscando a reação mais intensa.
Ele a segurava pela cintura, o corpo de Maria deslizando sobre o dele. A penetração era agora frenética e desesperada. Ele sentiu a urgência crescendo em seu próprio corpo, a pressão subindo, e soube que estava perto.
Ele cravou os dedos na cintura dela para se firmar, puxando-a para que ela recebesse suas últimas e mais profundas estocadas.
Com um grito rouco e potente, Lukas atingiu seu clímax, jorrando todo o seu fervor em Maria, curvada contra a parede fria do beco, no coração silencioso da igreja. Ela gritou junto com ele, o corpo inteiro tremendo em espasmos de puro prazer enquanto ele enterrava seu rosto no pescoço dela.O silêncio que se seguiu ao clímax foi quebrado apenas pela respiração pesada de ambos. Lukas permaneceu enterrado em Maria por um momento, as testas encostadas, os corpos unidos pelo suor e pela exaustão.
Ele foi o primeiro a se afastar, soltando-a lentamente. Maria se virou, os olhos escuros brilhando com uma satisfação selvagem, um sorriso triunfante e exausto curvando seus lábios.
Eles se ajeitaram apressadamente. Maria puxou o shortinho para baixo e Lukas fechou o zíper, sentindo a calça jeans grudar em sua pele quente. Eles estavam desgrenhados e levemente úmidos, com o cabelo bagunçado e as roupas amassadas, mas o olhar que trocavam era um segredo compartilhado, uma cumplicidade intensa.
"Precisamos de ar," Maria sussurrou, a voz ainda rouca. "E eles não podem desconfiar."Em passos rápidos e coordenação silenciosa, eles deixaram o beco de serviço, voltando para a penumbra do corredor.
Maria parou na entrada do salão principal e inspecionou o visual de Lukas com um olhar rápido e crítico, passando a mão pelos seus cabelos ruivos para tentar ajeitar o volume indomável.
"Você tem um ar de quem acabou de correr uma maratona," ela brincou, mas havia carinho na provocação. "Respire fundo, ruivo. E tente disfarçar essa... felicidade."
Lukas apenas riu, um riso baixo e genuíno que liberava a tensão restante. Ele retribuiu o gesto, ajeitando a camisa curta de Maria e tocando a ponta de seu nariz.Eles reentraram no salão principal, misturando-se à confusão alegre com o maior ar de normalidade possível.
O burburinho infantil e a música alta de repente pareciam abafados para eles. Maria imediatamente pegou uma garrafa de água e bebeu ansiosamente, reidratando-se após o esforço. Lukas caminhou em direção a Larissa, que estava sentada organizando as cadeiras restantes.
Larissa levantou a cabeça. Seu olhar passou de Maria para Lukas, e ela notou o cabelo dele mais desgrenhado do que antes e o sorriso ligeiramente tenso nos lábios de Maria.
Ela sorriu de lado, um sorriso que parecia saber de tudo, mas não dizia nada.
"Vocês demoraram para encontrar aquela cadeira extra," Larissa comentou, a voz suave e cheia de insinuação. "Achei que tivessem desistido do jogo."
CONTINUA (SE QUISEREM)
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