Sogro sádico.



Quando Seu Joel veio morar conosco, nós tínhamos apenas dois anos de casados. Dona Maria havia morrido após um ano tratando de um câncer e Márcio, meu marido, não queria de forma alguma que seu pai, Seu Joel, ficasse sozinho. Ele dizia “papai não sabe fazer nada, mamãe era tudo pra ele...”. Embora estivéssemos começando a planejar, não havíamos tido filho ainda, o apartamento é enorme com três quartos, e embora eu achasse que tiraria um pouco da minha privacidade, não relutei e o recebi na paz. Sou relativamente alta; com 1.75 m e 73K, sou morena clara, cabelos lisos pretos até os ombros, pernas lisas, amo meu rosto e meus olhos castanhos; meus seios, por achá-los pequenos demais, bicudos demais, talvez sejam a única coisa que não digo que amo demais em mim. Acho que aqui não cabe falsa modéstia, fora os seios, sou bonita e chamo atenção. Mas meu marido não fica pra trás não, viu? Tem exatamente a mesma idade que eu, 28 anos. Seu pai, Seu Joel, tinha exatamente o dobro das nossas idades, 56 anos, e fisicamente não se parecia muito com o filho não; embora fossem da mesma altura, 190 m, Seu Joel era meio desleixado, estava sempre com a barba por fazer, era careca, deixou a barriga crescer e tinha as feições rudes, ao contrário do belo e delicado rosto do filho.
Bom, como estou encarando isso meio que como um confessionário mesmo, vou tentar narrar o mais fielmente possível tudo que ocorreu na primeira vez, embora eu vá tentar desprezar ao máximo o que não interessa, pulando alguma coisas. Então, vamos começar pelo início. Eu tinha as manhãs livres, porque nessa época, na época desse início, eu fazia faculdade à tarde e tudo começou quando numa bela manhã eu retornava da sala para o meu quarto após me despedir do Márcio que saíra para trabalhar e ouvi um gemido abafado, quase inaudível saindo do quarto do Seu Joel e minha curiosidade me fez parar. Sorrateiramente consegui abrir facilmente a porta e vi Seu Joel sentado no meio da cama, parecendo nu, de costas para a porta, a perna direita dobrada pra cima da cama e a esquerda pra fora com o pé no chão. Seus nítidos movimentos com o braço direito enquanto olhava o notebook indicava obviamente que ele dava um jeito de se masturbar apesar da difícil posição. Algum site pornô, pensei rindo. E rindo já me preparava pra sair fechando de novo silenciosamente a porta quando ouvi um grito de mulher sair do notebook “não! Joel!para Joel!”; e logo em seguida sons do que parecia serem tapas e pequenos gritos e choros da mulher. Aquilo realmente me intrigou, mas um movimento dele me fez temer ser flagrada bisbilhotando e imediatamente saí. Mas aquilo não saiu da minha cabeça ... O que aquele velho estaria aprontando? Não era um site pornô, a mulher gritava o nome dele! Agora eu me sentia na obrigação de checar aquele notebook! E se ele estivesse cometendo ou cometido algum crime? Eu tinha que denunciar! Não demorou deu a hora que ele saía pra dar uma volta e corri pra checar o notebook. Aliviada, como eu previa pelo seu jeito desleixado, constatei que não havia senha. Seu aparelho era igual ao meu e como não havia muitos carregamentos, apenas dois vídeos, eu abri um deles. Logo de início aparecia Dona Maria, parecendo pelo menos uns 20 anos mais jovem, que quase gritava meio suplicante “Não, Joel, hoje não, Joel!”. Nitidamente ele tinha dificuldades para filmar; até que conseguiu posicionar e estabilizar o que deveria ser uma câmera em algum local. E aí aparece sorrindo e logo em seguida se afastando, mostrando-se inteiramente nu, ainda quase sem barriga e com seu enorme pinto, semelhante ao do filho, talvez um pouco maior, completamente duro. Um novo movimento na câmera até que Dona Maria aparece inteiramente nua de bruços na cama. Seu Joel usando a própria mão bate com força três vezes seguidas na bunda de Dona Maria à deixando instantaneamente vermelha, que grita e parece chorar enquanto Seu Joel solta uma pequena gargalhada transtornado de prazer. Uma nova mexida na câmera até aparecer o rosto choroso de Dona Maria, o que me fez concluir que a coisa não era mesmo consensual. Dona Maria não queria aquilo. Mas Seu Joel ignorando totalmente, bateu ali mesmo no rosto dela contra a cama com sua pesada mão direita, de novo por três vezes repetindo uma gargalhada abafada enquanto o choro de Dona Maria se intensificava assim como o prazer dele. E reposicionando a câmera Seu Joel mostrou-se se masturbando parecendo orgulhoso e cada vez mais repleto de prazer. De novo ele pega a câmera e mostra seu pé encostando no rosto de Dona Maria sobre a cama, forçando até fazê-la chupar seu dedão do pé direito. Imediatamente depois ele tira do foco do próprio pé e traz para o seu rosto. O prazer que ele mostrava em seu aspecto sádico era algo que eu nunca tinha visto e uma sensação completamente inédita de medo misturado a alguma coisa se dava em mim e meu estômago se contraiu. Estranha e surpreendentemente minha vagina também pareceu inesperadamente se contrair sem que eu entendesse o porquê, parecendo querer se proteger ao mesmo tempo em que senti uma gota, uma umidade nela, completamente inesperada, num estranho e diferente prazer... Aquilo estava me deixando molhada? Muito envergonhada, imediatamente fechei o notebook e corri dali assustada.

Frases tipo “Dona Maria não queria aquilo...”, “Dona Maria deve ter sofrido muito na mão desse homem, coitada...”, “Que espécie de homem pode ter tanto prazer com aquilo?”, passaram a martelar minha cabeça nos dias seguintes. Passei a evitá-lo o máximo que eu podia. E quando não podia evitá-lo não olhava nunca para o rosto dele. Eu que não entro nunca mais naquele quarto, dizia pra mim mesma. Devo contar para o Márcio? Minha vida com Márcio seguia normal. Mas lembro que nas frases que abordavam o prazer dele eu me lembrava do rosto dele, dos sorrisos sádicos, do olhar embriagado de um prazer animalesco, cruel, atemorizante, e uma sensação diferente de medo, fraqueza e prazer me faziam sentir algo estranho, que crescia sem eu perceber, algo completamente desconhecido, e eu constatava envergonhada que estava ficando molhada de novo e espantava imediatamente as lembranças. Algo em mim mais do que uma simples curiosidade me atraía e eu não sabia o que era... Acho que foi uns seis dias ou uma semana depois dessa primeira vez que vi o notebook dele, que eu ouvi o gemido abafado de novo. Parecia uma força maior... Sem perceber como, mas eu simplesmente encostei o ouvido na porta dessa vez, não à abrindo com medo de dessa vez abrir a porta e dar de cara com a cara dele me olhando. Diferente da outra vez que eu pensei que se ele me visse abrindo a porta eu perguntaria se estava tudo bem, e pronto. Mas o total silêncio me fez sair rapidamente dali. Porém nesse dia quando ele saiu de casa eu corri lá para o quarto dele, e com o coração estranhamente aos pulos abri aquele mesmo vídeo e fui mais pra frente. Eu dizia pra mim mesma que se tivesse outras mulheres eu tinha que descobrir pra falar com o Márcio e denunciar. E se ele fosse um psicopata? Provavelmente o câncer de dona Maria deve ter sido por desgosto... Será que ele já matou alguém? Abrindo finalmente o notebook e o vídeo vi então Dona Maria sentada na beira da cama com as faces vermelhas, meio inchadas e Seu Joel de pé esfregando o pau nos lábios semiabertos dela. Estarrecida vi que pendiam dois pregadores de roupa em cada bico dos seios dela e quase instintivamente pus as mãos sobre meus pequeninos seios sentindo os bicos endurecerem automaticamente. Pareciam duros como nunca, de até doer... Quando ele forçou a cabeça do pênis fazendo-a chupar, minha vagina se contraiu com força independente da minha vontade, parecendo ter vontade própria. Meu Deus! Por que eu ficava assim? Uma gota de saliva desceu pelo canto de minha boca entreaberta e eu engoli em seco limpando a saliva com o pulso da minha mão direita. Meu Deus! Ele está maltratando a mulher contra a vontade dela! Ele forçou mais e meteu na boca dela em algumas estocadas com força, brutalidade e eu mordi os lábios nervosamente. E quando ele tirou o pau, foi pra bater com a mão direita na face esquerda dela com força. Inconscientemente, sinceramente eu nem percebi, mas mesmo sentada eu nem reparei que eu tinha levantado o vestido e minha mão estava na altura da minha vagina sobre a calcinha e eu me toquei comprimindo levemente meu pequenino clitóris sobre a calcinha. O gemido que eu queria conter saiu num resmungo e aí eu pressionei minha vagina com mais força sem perceber o que estava fazendo. Mas aí foi que me dei conta do que estava fazendo e imediatamente me recompus muito envergonhada. Pensei em sair logo dali, mas não conseguia, parecia colada. Eu não conseguia levantar... Ansiosa, avancei mais no vídeo. De quatro na cama Dona Maria chorava muito enquanto Seu Joel por trás ostentava uma fina vara de madeira curva com a qual bateu com força no lado direito da bunda da Dona Maria instantaneamente deixando uma marca onde já parecia haver outras marcas. Dona Maria desesperada, tentava impedir jogando o braço pra trás com a palma da mão aberta tentando escorar uma nova possível varada. “Esse homem é mau...” pensei comigo mesma. Nisso Seu Joel olhou para a câmera e sorriu coberto de um prazer indefinível. Era como se olhasse pra mim... Uma estranha e inesperada fraqueza me amoleceu o corpo de medo misturado a um prazer relacionado ao sexo que eu nunca sentira antes, ele olhando para a câmera eu senti como se os seus olhos estivessem em mim. Pausei o vídeo e com um zum aproximei o rosto dele curiosa com as minhas reações. Senti meu corpo tremer por dentro e sem perceber estava de novo com a mão na vagina. Um barulho que eu não sei de onde vinha, me despertou daquele transe louco e eu corri de lá direto para o banheiro e danei a jogar água fria no rosto tentando espantar da mente o que acabara de ver. Muito envergonhada, cheia de sentimentos de culpa, confusa, eu não parava de me indagar sobre o que era aquilo comigo, meu Deus? Uma coisa nunca jamais pensada acordava em mim uma mulher que eu desconhecia... Como eu saberia?
E os dias se seguiam comigo evitando-o a todo custo. Mas passou a não mais haver uma vez que eu passasse na porta do seu quarto, sabendo que ele estava lá, que eu não tentasse ouvir alguma coisa. Mas não ouvia mais nada. Até que numa manhã que eu sabia que ele demoraria quando saísse, que pensei o que poderia haver no segundo vídeo que havia no notebook. Será que tem outra mulher? E usando a mesma desculpa para mim mesma de que iria denunciá-lo se fosse um psicopata, corri para o quarto dele, mas estranhamente, só aquela curiosidade e possibilidade já me deixou com uma certa excitação diferente. Sabe, era uma coisa completamente diferente aquelas sensações; uma fraqueza, um medo, um tremor; tudo contribuindo para um prazer que ia me viciando, me atraindo cada vez mais pra coisa, sem que eu me desse conta totalmente. E lembro bem, era apenas a terceira vez que eu entrava lá quando vi o segundo vídeo. Eu lembro de eu ter reparado nos meus dedos trêmulos abrindo o notebook e acessando o vídeo e pensado ”devo estar louca”. E quando o vídeo abriu, lá estava Dona Maria já em tempos mais recentes, sentada numa cadeira com os olhos espantados de temor, um pano branco enfiado na boca impedindo-a de falar, as mãos parecendo amarradas pra trás, e completamente nua com Seu Joel nu e de pau semiduro à sua frente. A barriga de Seu Joel já estava proeminente como agora, e Dona Maria bem mais acabada. Realmente o vídeo não era antigo como o outro. A visão de Seu Joel nu e excitado parecendo agora, me trouxe uma imediata perturbação maior e senti como se ele estivesse ali no quarto. Eu quase podia sentir o cheiro do pênis. A câmera parecia posicionada em lugar estável em um ângulo que os enquadrava por inteiro. E a imagem era mais nítida. Talvez não fosse mais a câmera, talvez fosse um celular. Ele caminhou sumindo de cena e quando voltou trazia duas presilhas na mão direita e seu pau parecendo mais ereto. Presilhas ou sei lá o que era aquilo. Uma espécie de pregador mais sofisticado. Dava pra ver nitidamente seu prazer ao pregar um em cada bico de seio de sua esposa completamente indiferente à dor que ela demonstrava sentir, senão, parecendo extasiado de prazer com a dor que causava à ela. Tanto que logo após ele pegou no pau já totalmente duro, parecendo deliciado com os gemidos de dor dela, se masturbando e olhando pra câmera com aquele olhar sádico. Fora de mim, esquecida de tudo, moral, vergonha, culpa, amor pelo Márcio, não consegui me conter e apertei os bicos dos meus seios e gemi livremente. Fiz um zum até seu pau, depois até seu rosto sádico onde pausei e enfiei um dedo em minha boca e chupei ao mesmo tempo que comprimi nervosamente uma perna na outra. Decidida, vi que não ia ter como, finalmente, não me tocar, e finalmente me permitiria me masturbar livremente com aquela coisa daquelas sensações inexplicáveis relacionadas ao pai do meu marido... Eu tinha que me masturbar. Fiquei de pé para tirar o vestido, deitei com as costas na cama e as pernas entreabertas para fora da cama e enfiei a mão por dentro da calcinha, minha buceta estava encharcada. Virei o o notebook pra mim pra ver o rosto dele em close na pausa enquanto me tocava, me apertava os seios, chupava os dedos, e me masturbei assim até explodir num gozo nunca antes experimentado. Que tesão diferente de tudo era aquele...
Não sei se estou pulando alguma coisa que eu possa não estar lembrando, mas a partir daí minhas reações diante da presença dele passaram a ser outras. Comecei a desejar o olhar dele sobre mim, comecei a querer vê-lo me desejando para depois me masturbar. Não! Eu não o estava seduzindo, eu não queria seduzi-lo. Eu até temia que ele percebesse alguma coisa e brigasse comigo, porque, afinal, eu era a mulher do filho dele. Mas minhas masturbações passaram a ser constantes, eu não conseguia me conter. Lembro que ele olhava, mas eu dava um jeito de nunca parecer proposital. Eu disfarçava, fingia não perceber que ele estava olhando. Foram diversas ocasiões que eu senti os olhos dele me comendo. Só pra citar uma, lembro que uma das raras noites que o Márcio ainda não havia chegado, acho que era uma quarta feira e ele assistia um jogo na televisão da sala, eu pus um minúsculo short de seda transparente com uma minúscula calcinha, camiseta branca sem sutiã e sentei na poltrona em frente ao sofá que ele estava. Eu levantava e virava de costas fingindo ajeitar alguma coisa na poltrona, inclinando levemente a bunda pra trás. Eu percebia ele se mexer inquieto no sofá e sentia o peso do seu olhar lembrando do seu rosto sádico no vídeo. Acabava eu tendo que correr para o meu quarto para ele não perceber que eu já tremia. E lá no quarto eu tinha que tampar a minha boca para abafar os gemidos das minhas masturbações. Até que aconteceu a fatídica manhã...
Naquela manhã finalmente ouvi novamente o gemido abafado dele se masturbando depois daquele tempo todo parando na porta sem nunca ouvir mais nada. Silenciosamente abri a porta e lá estava ele como nas vezes anteriores, sentado na cama nu, de costas para a porta, com uma perna dobrada em cima da cama e a outra, a esquerda, pra fora com o pé no chão e fazendo movimentos com o braço direito como eu o vi na primeira vez achando que ele via um site pornô. Minhas pernas bambearam. Eu não estava diante dos vídeos. Era ele ao vivo se deliciando com as lembranças que ele havia filmado. Lembrei da cara dele de prazer e pensei “será que ele está fazendo aquela cara agora?”. Eu estava de vestido e enfiei a mão por baixo e me toquei. Percebi que ele intensificava os movimentos do braço e voltava a gemer. Os sons dos gemidos dele pareciam estar tocando na minha buceta. Imediatamente minhas pernas pareceram querer se dobrar para me por de quatro, como se eu fosse uma cadela num cio incontrolável. Era tudo mais forte do que eu... Não tive mais como resistir a mim mesma, à paradoxal força daquela minha fraqueza... Tirei o vestido e adentrei ao quarto só de calcinha. Minha boca salivava, eu tinha que chupar aquele pau... Era incrível como eu tremia. Quando ele percebeu minha presença trêmula, eu já estava quase do lado dele e já conseguia ver seu pau duro sendo tocado por ele. A cabeça reluzia úmida. Eu não sabia o que ele faria ainda, mas eu sou uma mulher bonita e percebia que ele me olhava toda de cima a baixo entre surpreso e ao mesmo tempo deslumbrado, desejoso, sem parar de se tocar enquanto olhava pra mim; e eu não conseguia encará-lo só olhando para o seu pau sendo masturbado por ele e sentindo o peso dos seus olhos. Meu corpo tremeu rápido e involuntariamente todo, parecendo que a passagem de um vento muito forte por dentro balançava meu estômago, meus pulmões e meu coração ao mesmo tempo, com sensações completamente inéditas pra mim... Tonta, sem forças nenhuma, aos poucos fui me ajoelhando do lado daquela sua perna esquerda no chão. E ele percebendo minha intenção, para meu grande alívio demonstrou que não me recusaria, não me daria uma bronca, não me enxotaria como cheguei a recear, não me mandou embora. Enfim, ia mesmo comer a mulher do filho dele; na verdade se ajeitou colocando também sua perna direita no chão para que eu me aninhasse entre suas pernas para que eu o chupasse à vontade como ele percebeu que eu queria. E quando carinhosamente segurei com a mão direita tremendo e me inclinei para tocar suavemente a cabeça do pênis com meus lábios, levantei meus olhos e finalmente olhei seu rosto, ele olhou com aquela mesma cara sádica dos vídeos e eu tremi gemendo baixinho e abafado com seu pau já quase todo em minha boca. O carinho da sua mão direita em minha face esquerda e os gemidos de prazer que dava, me fez intuir que pudesse vir um tapa. Mas não veio. Então tirei o pau da boca e olhando pra ele suplicante consegui dizer com a voz embargada “bate, Seu Joel...”. E ele bateu forte inebriado de prazer. Meu choro foi instantâneo, assim como aquela gargalhada dele, mas minha boca, minha língua, minhas mãos, não deixavam seu pênis, seu saco, sua barriga, seus pentelhos... Eu chupava, lambia, alisava, gemia e chorava; ao mesmo tempo que deliciada com suas risadas e seu cego prazer de fazer sofrer. Eu queria pertencer a ele como uma cachorra deitada sobre suas sandálias...



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Comentários


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amaduro Comentou em 30/11/2025

Conto maravilhoso, delicioso, amo..votado com. Certeza ..

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vivianecd Comentou em 30/11/2025

Qdo a gente vê um macho alfa, dominador, não tem como não se entregar, é impossivel. Continua, to amando. Tambem sou submissa. Bijinhos




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Ficha do conto

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jaci

Nome do conto:
Sogro sádico.

Codigo do conto:
248219

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
30/11/2025

Quant.de Votos:
8

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