Meu vizinho me fodendo no dia do meu casamento dentro da igreja
As borboletas no estômago eram mais como mamutes selvagens chutando minhas entranhas. Naquele momento, enquanto Bia ajustava o decote do meu vestido de noiva – um tomara que caia de seda pura que cobria apenas o essencial, deixando minhas pernas magrinhas e o resto da minha sanidade à mostra –, a única coisa que eu queria era desaparecer. Casar. Eu, Francine, loirinha, magrinha, sempre a patricinha certinha, estava a minutos de dizer "sim" para o coitado do Ricardo. "Fran, amiga, relaxa! Você está linda! Perfeita!", Bia cantarolava, ajeitando um fio de cabelo rebelde que teimava em cair sobre meu ombro. Ela sorria, radiante, sem a menor ideia do inferno que se passava na minha cabeça. Eu tentei sorrir de volta, mas senti meu lábio tremer. “Estou nervosa, Bia. É o grande dia, sabe? Tudo tem que ser… perfeito.” A palavra "perfeito" soou oca, um eco zombeteiro em meio ao turbilhão de pensamentos que me invadiam. Perfeito. Engraçado. A última vez que usei essa palavra foi para descrever o quão imperfeito era o que eu sentia depois que ele me foder no beco, atrás da van dele. A van suja, as paredes metálicas frias contra minhas costas enquanto ele me segurava pelos quadris, me empurrando com uma força brutal, um animal no cio. Aquele desgraçado. Meu vizinho. “Não casa com o otário, Francine. Você nasceu pra isso, pra ser minha puta particular. Minha cadela no cio.” As palavras dele, a respiração quente no meu ouvido, a forma como ele me tratava como um pedaço de carne, me invadiam com uma clareza assustadora. Eu o odiava. Odiava a forma como ele me olhava, o sorriso malicioso, a certeza de que ele sabia que eu era dele, pelo menos por alguns minutos. Odiava a forma como ele me fazia gozar como uma verdadeira vadia, gritando, implorando por mais. E odiava ainda mais o fato de que, no fim das contas, eu sempre voltava. "Fran? Você está pálida", Bia me tirou do transe, a mão fria no meu braço. "Tem certeza que está bem? Quer um copo d'água? Ou talvez algo mais forte?" "Água, por favor", eu quase sussurrei, tentando recompor minha expressão. Eu não podia deixar Bia ver. Ela era minha melhor amiga, mas jamais entenderia. Ninguém entenderia a bagunça que eu era. A repulsa e a atração, a vergonha e o prazer que aquele cara despertava em mim. Bia me estudou por um momento, os olhos apertados. "Ok. Vou buscar. Você está tremendo. Enquanto isso, tenta respirar fundo e pensar no Ricardo. Ele te ama muito." Pensei no Erick. O coitado. Gentil, previsível, seguro. Exatamente o que eu deveria querer. Mas o que eu queria… Ah, o que eu queria era uma força bruta que me tomasse, que me fizesse esquecer o mundo, que me fodesse até a exaustão. E essa força bruta não era o Ricardo. Era o vizinho. Aquele animal... Bia saiu, fechando a porta suavemente atrás de si. O silêncio da sala, que antes me sufocava com a pressão do casamento, agora se enchia com a voz rouca dele. “Sua bucetinha é minha, Francine. Pra ser socada, pra gozar até não conseguir mais andar. Pra sentir meu pau batendo na sua garganta.” Meu corpo reagiu antes mesmo da minha mente. Um arrepio. Um calor familiar, perigoso, começou a se espalhar por entre minhas pernas. Eu me odiava por isso. Odiava a forma como meu corpo traía minha mente, minha vontade, meu futuro. Eu estava prestes a me sentar na cadeira e tentar acalmar meus nervos quando ouvi uma batida na porta. Uma batida suave, quase sussurrante. "Deve ser a Bia com a água", pensei, aliviada por ter algo para me distrair. "Pode entrar!" A porta se abriu devagar. Eu estava de costas, ajeitando a saia curta do meu vestido de noiva enquanto me virava. Um sorriso forçado nos lábios, pronta para agradecer a Bia. E então, eu o vi. Meu coração saltou para a garganta, engasgando-me com puro pavor e uma onda instantânea de excitação proibida. Não era Bia. Não era o garçom. Era ele. O vizinho. Aquele desgraçado tinha a audácia de aparecer aqui, no meu casamento. Na minha sala de noiva! Ele estava encostado no batente da porta, os braços cruzados sobre o peito, um sorriso lento e predador se espalhando pelos lábios. Seus olhos, de um tom indefinido que eu associava a problemas, percorriam meu corpo, do meu cabelo loiro desgrenhado ao decote do vestido, parando na minha boca entreaberta. "Ora, ora. A noiva mais está bem gostosa. Que visão deliciosa!", ele disse, a voz rouca e baixa, como de gato. Cada palavra era uma faca afiada na minha pele. "O que você está fazendo aqui? Saia daqui agora!", eu sussurei, tentando manter minha voz baixa para que ninguém lá fora ouvisse. Minhas mãos cerradas em punhos, as unhas cravando na palma da mão. A irritação era palpável, mas, oh, a atração também. O cheiro dele, amadeirado e masculino, já estava preenchendo o ar, sufocando-me. Ele não se moveu, apenas deu um passo para dentro, fechando a porta com um chute leve do calcanhar. O som seco me fez estremecer. Ele estava me encurralando. "Sair? E perder a chance de te dar meu presente de casamento, Francine? Um último adeus, você sabe. Ou talvez... um recomeço?" Ele se aproximou mais um passo, os olhos fixos nos meus, rindo sem fazer barulho. "Você está linda, sabia? Esse vestido... quase me faz querer rasgá-lo agora mesmo." Cada palavra era uma afronta, uma vulgaridade que me fazia ferver de raiva, mas também... eu sentia meu baixo-ventre pulsar. A vadia em mim estava despertando, e eu a odiava. "Você não vai tocar em mim! Eu vou casar! Eu amo o Erick!", eu gritei, mas a voz saiu mais fraca do que eu queria. Eu estava recuando, o corpo tenso, as costas batendo contra a parede fria. Sem saída. Ele estava a centímetros de mim agora, sua sombra cobrindo meu corpo. A mão dele subiu lentamente para meu rosto, o polegar segurando meu queixo. Meus olhos se arregalaram. "Ama o Erick?", ele sussurrou, a voz carregada de escárnio. "Aquele otario? Você ama é o jeito que eu te fodo, Francine. "Ama o Erick?", mas seu eu te faço gritar meu nome, implorar por mais, sentir cada centímetro da minha rola. "Ama o Erick?" mas sou eu que te faz gritar por prazer. "Ama o Erick?" mas deixa eu gozar na sua cara... que ironia" Antes que eu pudesse sequer formular uma resposta, antes que eu pudesse protestar ou xingá-lo, ele calou minha boca. Sua boca se chocou contra a minha com uma urgência brutal, um beijo faminto e possessivo que me dominou por completo. Sua língua invadiu minha boca, procurando a minha, lutando por dominância. Eu tentei resistir, minhas mãos contra o peito dele, mas ele era uma rocha. Ele segurou minha nuca com uma mão, como se fosse uma coleia... a minha coleira e a outra mão apertou minha cintura, me puxando para ele com uma força que me deixou sem ar. Meu corpo, apesar da minha mente, reagiu. Um gemido fraco escapou da minha garganta quando ele aprofundou o beijo, e sua mão escorregou para a curva da minha bunda, apertando-a com possessão. Era uma luta, exatamente como eu esperava. Uma luta contra mim mesma, contra a vergonha, contra a atração inegável que ele exalava. A cada segundo, a batalha parecia perdida. Minhas pernas fraquejaram, e eu me agarrei aos ombros dele para não cair. Ele separou o beijo, os lábios vermelhos e inchados, ofegante. Seus olhos, em chamas, desceram para o meu decote. "Linda. Uma noiva putinha. Minha puta de noiva", ele rosnou, e sem aviso, me ergueu, minhas pernas finas envolvendo sua cintura por puro instinto. "Não! Me solta!", eu implorei, minha voz embargada. Mas ele já estava me carregando para a pequena penteadeira, me sentando pesadamente sobre ela, minhas pernas abertas ao redor da sua cintura. A saia do meu vestido subiu na coxa, revelandominha calcinha de renda branca. Ele não esperou. Seus lábios desceram para o meu pescoço, mordiscando, chupando, deixando marcas. "Você me odeia, não é? Odeia como eu te fodo? Odeia como eu te faço gozar como uma cachorra no cio?" Ele desceu, os dentes roçando a pele sensível do meu peito, e eu gemi, uma mistura de raiva e excitação. "Eu te odeio! Te odeio, seu desgraçado!", eu disse, minha voz soando falsa até para mim. Eu estava lutando, minhas mãos empurrando seus ombros, mas ele era pesado, forte. Eu sentia a ereção dele pulsando contra a minha bucetinha... Eu ja estava molhada e latejante. "Odeia? Então por que você está molhada pra mim, Francine? Por que sua buceta está implorando para sentir meu pau?", ele sussurrou, a voz gutural, os olhos fixos na minha calcinha. Ele esticou a mão, e com um único movimento rápido, me rasgou. A renda delicada se desfez, expondo minha buceta rosada e inchada. Um arrepio me percorreu. Eu sentia a brisa fria nos lábios da minha vagina, e a vergonha se misturava com uma onda de calor que me fez ofegar. "Não... Por favor...", eu implorei, mas sabia que era inútil. Ele me segurou pelos quadris, seus dedos afundando em mim... ja dentro da minha buceta. "Você está prontinha pra mim. Vou te foder, Francine... E você vai gozar até sua alma sair do corpo." E então, ele me penetrou. Lentamente no início, a cabeça do seu pau roçando minha entrada, me fazendo suspirar. Minhas costas se arquearam quando ele me esticou, me enchendo com sua dureza. Era grande, era completo, era exatamente como eu me lembrava. Uma dor familiar se misturou com alívio e prazer. "Ah...!", eu gritei, minha voz abafada. Ele começou a se mover, estocadas lentas e profundas que me forçavam a me agarrar a ele, minhas pernas apertando sua cintura. Eu queria que ele gozasse rápido, que ele me deixasse em paz, que ele sumisse da minha vida. Mas meu corpo tinha outros planos. "É isso. Sente meu pau, cadela. Sente como ele te fode", ele ofegou, a cada estocada, ele empurrava mais fundo, forçando-me a gemer. Eu tentava segurar, tentava não ceder, mas ele era implacável. Ele sabia exatamente onde me tocar, onde me preencher, como me levar ao limite. "Eu te odeio... seu filho da puta...", eu falei entre dentes, os olhos fechados, a cabeça balançando. Minhas pernas apertavam-no com mais força. "Eu sei. E eu adoro te foder assim. Com raiva. Com ódio. Te foder até você gritar. Gritar por mais", ele disse, e acelerou as estocadas, pegando um ritmo mais forte, mais selvagem. Minha buceta estava ardendo, latejando, sentindo cada centímetro dele. Eu estava prestes a explodir. Meus quadris se levantavam involuntariamente para encontrá-lo. Eu podia sentir o nó na minha garganta, a tensão se acumulando em todo o meu corpo. Mas eu não podia gozar. Não podia. BUM! BUM! BUM! Uma batida forte na porta me fez saltar. Minhas pernas endureceram. Meu corpo inteiro congelou no clímax. "Francine? Meu amor? Está tudo bem aí? Posso entrar?" Era a voz do Erick. Meu noivo. O pânico puro me atingiu. Meus olhos se arregalaram, e eu tentei empurrar meu vizinho. "Ele está aqui! Para! Para com isso!", eu sussurrei, desesperada, mas ele apenas sorriu, um sorriso malicioso, e me segurou mais forte. "Ora, ora. O noivo. Que coincidência", ele disse, a voz cheia de deboche. E então, ele me fodeu ainda mais forte. Uma pancada profunda que me fez soltar um gemido agudo, quase um grito. "Francine? Você está bem? Ouvi um barulho!", Ricardo insistiu, a voz preocupada. Eu tentava recuperar o fôlego, meu rosto vermelho de vergonha e prazer. "Es... estou bem, amor! Só... só deixei cair uma coisa no chão! Um... perfume! Já já eu desço!" Eu tentei manter minha voz calma, mas ela estava ofegante, trêmula. E o desgraçado? Ele riu, uma risada rouca e baixa, e me fodeu mais forte ainda. O som dos nossos corpos se chocando ecoava na pequena sala. Ele queria que Ricardo ouvisse. Ele queria me foder na frente do meu noivo. A humilhação era insuportável, mas o prazer... oh, o prazer era um demônio que me possuía. "Você está tão apertada. Ele te deixa assim? Ou sou eu que te fodo como deve ser?", ele perguntou, sujo, enquanto eu lutava para manter a boca fechada. Minhas costas se arquearam, meus músculos se contraíram. Eu não podia mais segurar. "Fran? Tem certeza? Você está demorando", a voz de Ricardo estava mais perto da porta. "T... tenho, amor! Só estou terminando de... de... de me arrumar! Não quero que você me veja assi... antes da hora!", eu gritei, forçando um riso. Minha coluna se curvou em um arco perfeito quando a primeira onda veio. Uma contração forte, incontrolável, que me fez gemer alto, uma mistura de dor e puro êxtase. Ele me fodendo, forte, e o gemido escapou de novo, alto demais. Eu tentei abafá-lo com a mão. Eu estava gozando, de novo. A segunda vez... com meu noivo perto. "ANNNNNHHHHH!", eu gritei, minha voz sumindo em um suspiro final, meu corpo tremendo incontrolavelmente contra o dele. As pernas bambas, a mente em branco. "O que foi isso, Fran?!", Ricardo soou alarmado. "N... nada amor! É... é o vestido, amor! Ele está um pouco apertado! Estou quase pronta! Juro!", eu implorei, lutando para controlar a respiração. Meu rosto estava enterrado no ombro dele, e minhas mãos arranhavam suas costas. Um silêncio tenso. Eu podia sentir o olhar dele através da porta. Era tortura. "Tudo bem, meu amor. Estarei na igreja te esperando. Eu te amo", ele disse, a voz hesitante. Então, eu ouvi os passos se afastando. Ele se foi. Eu estava destruída. Meu corpo tremia, molhado de suor e prazer, minha buceta latejando com o resquício dos meus dois orgasmos selvagens. Eu havia gozado, mais uma vez, como uma puta, nas mãos de um homem que eu odiava, enquanto meu noivo batia na porta. A vergonha me inundou, mas o prazer ainda fazia meu corpo vibrar. Ele me olhou, os olhos brilhando. "Caralho, Francine. Olhe para você. Molhada, vermelha, gozando como uma cadela. E ainda vai casar com o otário." Ele começou a se mover de novo, mais suavemente agora, mas ainda fundo. Ele estava perto. Eu podia sentir a pulsação em seu próprio pau. "Eu te odeio... te odeio...", eu sussurrei, minha voz quebrada, enquanto ele continuava a se mover dentro de mim. "Eu sei... é por isso que é tão gostoso", ele murmurou, e então, parou. Ele me segurou pelos quadris e me olhou intensamente nos olhos. "Onde eu gozo, cadelinha? Escolhe. Não pode sujar o vestido, não é? Vai querer passar a lua de mel com a minha porra na bucetinha? Onde você quer minha porra, Francine?" Meu sangue gelou. Eu estava quase pronta. O vestido estava ali. Eu não podia estar suja. Eu não podia ter a buceta cheia de porra dele na minha lua de mel com o Erick. Era a humilhação final. Ele estava me fazendo escolher a forma da minha desgraça. Meus olhos varreram a sala, desesperados. Não havia para onde fugir. Meu rosto se contorceu em desgosto, mas também em uma relutância familiar que ele conhecia bem. "N-não... Por favor...", eu implorei, minha voz embargada. Ele não esperou. "Já escolhi por você, puta." Ele me ergueu um pouco para me olhar bem nos olhos, e eu senti a pressão contra o meu baixo-ventre. Ele ia gozar dentro de mim. "Não! Não na buceta! Não, por favor!", eu gritei, em pânico. Se meu vestido ficasse sujo... se Erick sentisse o cheiro dele... se minha buceta estivesse cheia... Aquilo seria humilhante para mim... para Erick. Ele sorriu, uma crueldade gelada em seus olhos. "Ah, não na buceta? Medo de sujar a 'propriedade' do seu noivo? Pois bem. Eu quero que você sinta cada gota." Ele puxou seu pau para fora da minha buceta, e eu senti um vazio gelado. Mas não durou. Ele me segurou firme e apontou para o meu peito. "Aqui. Deixa o Erick ver sua noiva suja de porra." Um arrepio me percorreu. Meu peito nu, exposto. Eu tentei me debater, mas era tarde demais. Ele apertou meu corpo contra o seu, e com um gemido gutural, uma explosão quente e espessa atingiu meu peito, escorrendo pelos meus peitinhos, manchando o tecido do meu vestido de noiva. Era dele. Era porra dele. Escorrendo pelo meu corpo, sujando-me para o meu casamento. Eu comecei a chorar, um choro de raiva, vergonha e, para minha mais profunda repulsa, um resquício de prazer proibido. Ele se afastou, ofegante, mas com um sorriso vitorioso no rosto. Ele me olhou de cima a baixo, seus olhos cheios de triunfo. "Agora você está pronta para ele. Suja. Minha. Não se esqueça disso, Francine." Ele ajustou as calças, sem pressa, e se dirigiu à porta. Abriu-a lentamente, lançando-me um último olhar que prometia mais inferno. "Até a próxima, noivinha." E então, ele saiu. A porta se fechou. Eu estava sozinha, novamente, mas agora, meu corpo estava manchado, minha alma, ainda mais. Eu estava sentada na penteadeira, nua da cintura para baixo, meu peito coberto com a porra dele, as lágrimas escorrendo pelo meu rosto. Ainda em choque, tentando processar o que tinha acontecido, a porta se abriu novamente. Era Bia. Ela entrou, um copo d’água na mão, e seus olhos varreram a cena. Primeiro, ela viu o vizinho saindo do corredor. Então, ela me viu. Nua da cintura para baixo, o vestido torto, meu rosto vermelho e inchado, e a mancha branca e pegajosa no meu peito. Bia parou, o copo quase caindo de suas mãos. Ela olhou para mim, depois para a porta por onde ele tinha acabado de sair. Um sorriso lento e malicioso, quase sarcástico, se formou em seus lábios. "Pelo visto... o perfume era bem forte, não é, Francine? E veio em spray." Ela fez uma pausa, os olhos fixos na mancha. "Ou será que o 'algo mais forte' que eu ofereci chegou antes?" Dei um soluço, mas não consegui responder. Eu apenas a encarei, a vergonha me consumindo por inteiro. Bia sabia. Ela não podia saber exatamente o que, mas ela sabia, e aquilo me esmagou. Minha amiga, no dia do meu casamento. Minha vida estava arruinada. E eu, Francine, loirinha, magrinha, a noiva suja, estava prestes a casar com o otário, para quem eu prometera amor eterno, com o cheiro da porra de outro homem em meu corpo.
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