- Assim, né, neném. Gostosa do caralho - A pessoa - a qual eu não sabia o nome - aumentou a velocidade das estocadas e deu um tapa na minha bunda, certeza que ia ficar vermelha.
- Vai mais.... Aiiiinnn, porraaw~~~ - Tava perto de gozar, o ambiente era só mais um dos gatilhos para o meu orgasmo rápido. Com mais algumas estocadas, eu gozei. Gozei forte, me tremendo igual uma putinha.
- Gozou, foi, putinha? - Ele desacelera os movimentos, quase achei que ele ia parar, mas não - Mas eu ainda não, puta - Puxou rápido as minhas mãos para atrás das minhas costas e acelerou com tudo, socando cada vez mais rápido. E eu só sabia gemer alto, quase gritando.
Quando ele gozou, deixou toda a sua porra armazenada dentro de mim, nas quando tirou seu pau de dentro da minha bucetinha, a porra fez questão de sair para fora.
- Pronto, putinha - Outro tapa na minha bunda.
Me sentei no banco recuperando a minha respiração, enquanto o outro já vestia a sua calça, então fiz questão de vestir a minha calcinha e abaixar a minha mini saia que deixava a minha bunda quase toda para fora.
Antes do homem, que minutos atrás estava com seu pau atolado em mim, sair ele se vira em minha direção.
- Te vejo por ai qualquer dia, vadia - E me puxou para um beijo selvagem, mordendo e puxando os meus lábios.
- Tchauzinho - Digo assim que me separo. E ele sai com essa fala final.
Fico alguns minutos sentada e depois me levanto.
Tinha conseguido me mudar para a cidade do sexo muito antes dos meus 18, e só nesses míseros 2 dias na cidade, já tinha sido fudida com mais homens diferentes do que durante a minha vida. Não foi fácil eu com apenas 16 conseguir me mudar pra cá, mas depois de uma semana com o juiz e umas boas noites gemendo muito pra ele, eu consegui. E foi a melhor escolha que eu fiz.
Assim que comecei a andar para a saída do parça, vi uma mulher pagando um boquete para um homem sentado na grama e ela caindo de boca no pau dele. Isso era mais normal do que parecia por aqui, anormal seria se eles só estivessem conversando.
Enquanto andava até o ponto do ônibus - fazia questão de ir de ônibus para casa, mesmo a cidade sendo pequena - vi três homens deixando uma visitante arrombadinha, um pai educando o seu filho e batendo na cara dele com o seu pau e mais algumas pessoas sendo fodida ou se masturbando pela cidade.
Cheguei no ponto de ônibus e tinha um cara sentado e se masturbando, era um negrão do pau grande e grosso, tudo o que a minha bucetinha queria, já que logo que vi essa imagem, ela começou a ficar molhada.
- Não quer depositar essa porra na minha bucetinha não? - Perguntei já abrindo as minhas pernas por seu lado, exibindo a minha buceta toda gozada ainda.
- Acabou de ser fudida, foi? - Perguntou - Tá com essa buceta gostosa toda cheia de porra ainda - Ele se levantou e já me puxou pra posicionar o seu pau na minha entrada, sem empurrar pra dentro ainda.
- Me fizeram gozar igual puta agora pouco, me tremi todinha.
- Posso fazer a mesma coisa, putinha - Então empurrou aquela tora tudo de uma vez, sem piedade - Eu vou gozar sozinho, tá ouvindo, puta? - Ele deu um tapa na minha cara e eu sorri largo - Vou socar nessa buceta até eu gozar e você vai ficar com vontade - Ele socava forte e rápida demais dentro da minha buceta e eu só gemia - Mulher foi feita pra isso. Usa pra ser gozada dentro e largar - Eu só ficava cada vez com mais tesão toda vez que ele falava, queria gozar, gozar e muito mais não ia desobedecer quem estivesse me fudendo tão loucamente.
- Agora de joelhos, vadia - Cai de joelhos no mesmo estante - Abre a boquinha que eu vou fuder ela até gozar - Abri a boca e coloquei a língua pra fora, querendo até a última gotinha da sua porra.
Ele segurou firme a minha cabeça e socou de uma fez, fazendo a minha boquinha de buceta. Eu senti a minha respiração indo embora e as lágrimas surgirem nos meus olhos, mas eu só queria mais e ele sabia disso. Ele desacelerou os movimentos e tirou seu pau na minha boca e eu finalmente tive ar em meus pulmões.
- Isso, vadia. Expira agora, que depois eu só paro quando eu tiver gozado dentro da sua boquinha - Abri a minha boca novamente, colocando a língua pra fora. Só nesse gesto ele entendeu que eu queria mais do pau dele e abriu um sorriso largo.
E voltou a socar na minha boca, apertando forte o meu pescoço com uma mão e a outra segurando a minha cabeça para eu não me mexer.
- Caralho, cachorra - Falou com a voz rouca - Boquinha gostosa da porra. To quase deixando meu leite dela. Engole tudo, cadela - Aumentou a velocidade das estocadas e eu estava desesperada de tesão. Não tava respirando direito, tava com a garganta e o pescoço dolorido, sentindo dores na minha boca e as lágrimas caiam do meus olhos. Mas eu tava exatamente onde eu queria está, sendo usada por qualquer um.
Ele deu as últimas empurradas na minha boca e gozou dentro dela, senti o líquido quente escorrer pela minha garganta e eu prontamente engoli tudo que escorreu do seu pau pra minha boca.
- Isso, cadela, engole tudo - Ele faz um carinho na minha bochecha e enxuga uma das minhas lágrimas. Lambo o comprimento do pau dele até está sem mais nenhuma gotinha de porra - Você é uma deusa, putinha - Eu me levanto e fico de frente pra ele que me puxa para um beijo. Ele coloca as mãos por debaixo da minha sainha e aperta a minha bunda e dá um tapa assim que a gente se separa, fazendo eu dá um gemido.
- A gente se encontra por aí de novo - Falo assim que vejo o meu ônibus chegar, me largando dele.
- Com certeza, putinha - Ele tá um último tapa na minha bunda quando eu me viro para ir por ônibus.
Assim que entro percebo o quão cheio ele estava e a quantidade de gemidos e gente se pegando dentro dele.
Do jeitinho que eu gosto. Hoje que eu sou usada e abusada igual vadia.
Delícia gostosa puta safada
Putinha sfd
Tesão demais!