Naquela roça esquecida pelo tempo, onde o canto do galo marcava as horas e o cheiro de terra molhada entrava pela janela, moravam Zé e Jaque.Casados há anos, mas longe de qualquer rotina mornal —ali,o amor vinha misturado com desejo bruto,daqueles que nascem no corpo antes de chegar à cabeça. Jaque acordava cedo,vestido simples colado ao corpo,sem sutiã, só pra provocar. Zé percebia na hora.O jeito que ela se abaixava pra tirar leite da vaca não era inocente — nunca foi.O suor escorrendo entre os seios, o olhar por cima do ombro… aquilo era convite. — Hoje você tá pedindo,mulher — ele murmurou, chegando por trás, mãos grossas segurando firme a cintura dela. Ela riu baixo. — E você acha que eu visto isso por quê? Nem deu tempo de terminar. Zé puxou Jaque pra dentro do celeiro,o cheiro de feno misturado com tesão no ar. Beijos quentes,língua sem pressa, mão explorando tudo o que já conhecia,mas nunca se cansava.Jaque gemia baixo,safada, gostando de ser tomada ali mesmo,no meio da roça,onde qualquer um podia ouvir. Ela se virou, encostou as costas na madeira áspera e abriu as pernas sem cerimônia. — Vai… me pega como se eu fosse tua desde sempre — sussurrou. E ele pegou.Forte,sem delicadeza,do jeito que os dois gostavam.O barulho do corpo batendo,os gemidos abafados pelo vento do campo, a urgência de quem se deseja de verdade.Ali não tinha romantização — era fogo,era carne,era putaria bem vivida. Quando terminaram, ofegantes, Jaque mordeu o lábio e sorriu. — Mais tarde tem de novo… na cozinha. Zé só respondeu com um tapão na bunda dela. — Roça pode até ser simples… mas aqui a gente faz bonito kkkkk
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