A todos que já leram meus contos anteriores, sabem que Marcos passou a ser meu contatinho fixo, o cara que topava dar umas trepadas no sigilo. Tivemos algumas fodas nessa situação, mas as que narrei nos contos anteriores foram as melhores e que sempre me deixam com tesão. No entanto, depois que demos a última trepada, Marcos me informou que ficaria fora do estado, já que iria visitar a família fora de SP por alguns meses. Obviamente aquilo me deixou chateado, afinal ele era a única pessoa que sabia do meu segredo e que topava mantê-lo apenas entre nós dois.
Alguns dias após sua partida, tentei me satisfazer improvisando alguns consolos, mas não era a mesma coisa. Quando você já deu o cu, dificilmente você irá querer outra coisa a não ser uma rola te devorando.
Foi em umas dessas brincadeiras que eu pensei em buscar na internet alguém que estivesse afim de meter sem compromisso, o que foi mais fácil do que eu pensava. Nunca havia utilizando qualquer tipo de chat, mas hoje é possível encontrar vários e filtrá-los por interesses. Nessas buscas, encontrei uma sala vinculada com a região próxima a minha cidade (mas não muito) na qual era possível conversar em grupo ou chamar alguém no privado. Lá as pessoas se identificavam com um nick e depois "_atv" para ativo ou "_psv" para passivo (meu caso).
Recebi algumas mensagens para fazer call de alguns caras que estavam afim de bater uma, mas não era esse o meu foco ali até que aproximadamente depois de uma hora recebi uma mensagem de um usuário denominado "b23_atv". Começamos a nos falar e a pessoa do outro lado se identificou como Marcelo e falou que buscava um passivo para uma trepada sem compromisso, que era exatamente o que eu queria. Apesar de tímido, consegui manter bem a conversa e fomos aos poucos esquentando. Marcelo me falou que era negro e seu pau tinha 23CM. Confesso que não acreditei até ele enviar a foto daquele monstro, agora só me restava saber se aquela foto era verdadeira ou não.
Nossa conversa fluiu bem e cada um deixou claro o que gostava de fazer na cama. Ele me contou que gostava de ser 100% ativo e dominador e que se eu topasse um sexo mais forte, eu teria que chamá-lo de "DON" ou "MESTRE". Eu como bom passivo que sou, aceitei na hora, mas falei que não gostava de bdsm ou qualquer tipo de agressão pesada. Marcelo morava em Campinas (aprox. 150 km de onde moro) e falou que eu poderia ir na casa dele passar o final de semana, contudo eu não topei pois disse que tinha receio de ir na casa de alguém que não conhecia e ele compreendeu, então combinamos de ir num motel, mas antes nos encontrar em algum lugar público por segurança. Ele me falou que já tinha feito isso outras vezes, então entendia meu receio.
Chegado o sábado, peguei a estrada com muita ansiedade e por volta das 18h me encontrei com Marcelo no shopping próximo à rodovia. Nos encontramos na praça de alimentação e conversamos sobre assuntos aleatórios, tais como a viagem curta que eu tive que fazer e etc. Quem via de fora da situação, imaginava que se tratavam de dois amigos, mas aquilo era só fachada pra duas pessoas que estavam doidas pra foder. Partimos para o motel, indo eu no meu carro e ele logo atrás de moto.
Cheguei na frente e peguei uma suíte com hidro e sauna, pois queria fugir um pouco do convencional, afinal nas outras vezes que fui em motel, era suíte simples.
Marcelo era negro, tinha por volta de 1.78m e era bem corpulento, além de ter uma barriga levemente grande. Ele não tinha corpo atlético, porém tudo aquilo pra mim não importava. O que eu realmente queria saber é se ele tinha aquela rola no meio das pernas que eu havia visto por foto.
Enquanto eu trancava a porta do motel, Marcelo me agarrou por trás, me encoxando com força enquanto com um braço travava meus dois braços e com a outra mão apertava meu pau pela calça. Aquilo foi totalmente inesperado e eu amoleci na hora nos braços dele. Enquanto ele roçava em mim, ele lambia meu ouvido e me xingava, falando que eu seria sua puta, que iria me comer e arrombar meu rabinho. Eu como boa vadia que sou, dei umas reboladas e implorei para ele não judiar de mim. Falei bem manhosa no ouvido dele que não era putinha (não vou negar que quase gozei só dele ficar mexendo no meu pau enquanto se esfregava na minha bunda).
Antes de me soltar, Marcelo disse no meu ouvido;
- Agora vamos ali na poltrona, quero ver se você é uma putinha mesmo ou se foi só conversa fiada quando a gente se conheceu.
Marcelo parou de costas na poltrona, prestes a se sentar, porém antes disso ele mandou eu me ajoelhar na sua frente. Ali eu já sabia o que iria acontecer. Eu já sabia que daqui alguns segundos, eu iria enfiar o seu caralho na minha boca, agora só restava saber se ele era do tamanho que eu imaginava. Sem muita cerimônia, ele tirou o seu cinto e baixou a calça. Seu pau tava meia bomba, mas só pela cueca já dava para ver que era enorme.
- Vai sua cadela, agora tira minha cueca mas não encoste nele, você só vai fazer algo assim que eu mandar, entendeu?
- Sim, Marcelo, quer dizer, mestre
- Muito bem, assim que eu gosto. Se errar de novo, vou te castigar, certo?
- Entendi, mestre
Eu não acreditava no que eu via, seu pau era enorme, muito maior do que o do Marcos, que era o qual eu já havia trepado. Não vou negar que fiquei com bastante receio e pensei em desistir de tudo aquilo. Parecia humanamente impossível ser passivo para um cara igual a ele, mas ao invés de desistir, eu resolvi ir fundo e ver no que tudo aquilo iria dar.
Marcelo se sentou na poltrona, agora sem sua calça e cueca. Seu pau era colossal, ainda meia bomba ja era bastante grosso. Eu salivava de vontade de enfia-lo na boca, mas ele não me deixou tocar. Meu cuzinho piscava dentro da roupa enquanto eu encarava aquele mastro que repousava sobre seu saco que também era imenso. Enquanto admirava, escutei:
- Vem, minha cadela, vem dar uma mamada no meu saco primeiro, se for bom, deixo você chupar minha rola.
- Sim DOM!
Me aproximei entre suas pernas e levantei o seu pau com minha mão, que obviamente era muito menor que o cacete dele, mas o suficiente para deixar suas bolas à mostra. Que vontade que deu de abocanhar aquela cabeçona, ainda adormecida, porém não era a hora, então resolvi me comportar e fazer o que meu macho me mandou. Comecei a lamber seu saco bem gostoso, que tinha um sabor levemente salgado. Suas bolas eram enormes, pareciam duas ameixas bem maduras. Nunca havia me sentido tão submissa daquela forma ajoelhada mamando o saco de outro cara, enquanto ele ficava sentado me olhando.
Eu lambia, depois sugava uma bola de cada vez. Em certos momentos eu dava algumas lambidas na base do pau, enquanto olhava na cara do Marcelo, que só apreciava a cena e segurava na minha cabeça, apertando contra suas bolas e as vezes me deixando sem ar. Ele disse que gostava de um boquete bem babão, então caprichei na saliva e deixei aquelas bolas ensopadas de tanta saliva. Babava um monte, e depois limpava elas novamente. Depois dessa chupada bem gostosa, Marcelo deixou eu chupar seu pinto, que eu lambi do começo até a cabeça.
Seu cacete era enorme e extremamente maciço. Tentei enfiar inteiro na minha boca, mas entrava pouco menos da metade. Nessas tentativas, dei algumas engasgada que acabaram deixando o pau dele extremamente lambuzado de cuspe. Eu estava delirando enquanto mamava aquele monstro que sempre soltava sua baba salgada na minha boca. Como era gostoso ser domado daquele jeito. Eu sabia que aquilo era só um aquecimento, então caprichei na chupada e comecei a fazer uma punheta parafuso com o que não cabia dentro da minha boca, já que estava muito duro. Meu mestre apenas delirava, as vezes me xingava, outra hora tirava o pau da minha boca e batia com aquela cabeçona roxa na minha cara que nesse momento já estava toda melada. Quem já se ajoelhou na frente de um macho para dar uma mamada sabe que essa sensação é indescritível.
Após passar alguns minutos nessa mamada gostosa, Marcelo mandou eu me levantar e ficar pelado, assim como ele. Obedeci prontamente. Ao se levantar, ele me pegou no colo sem muito esforço e me levou para a sauna, como se um leão levasse sua presa para o abate. Eu não aguentava de tanto tesão enquanto era carregado por ele, me sentia uma verdadeira puta. Ao entrarmos na sauna, Marcelo me colocou ajoelhado em cima de um banco de azulejo que tinha dentro da sauna e fechou a porta.
O calor ali dentro era muito forte, eu mal havia entrado e já estava começando a suar. Marcelo, retornou até mim e segurando minha nuca, me forçou a baixar a cabeça no banco também, então acabei ficando de quatro com o cu empinado pra cima. Essa foi a deixa para ele cair de língua no meu rabo. Não tenho palavras para descrever o quanto aquilo era gostoso. Sentia meu cuzinho invadido por aquela língua enquanto ele abria meu rabo para me deixar ainda mais à mostra. A cada linguada, eu sentia ela cada vez mais funda dentro de mim e para deixar Marcelo ainda mais assanhado, eu as vezes davas algumas piscadas com o meu cuzinho e olhava para trás para ver aquele pauzudo devorando minha bunda. Eis que Marcelo fala:
- Vem puta, deita de ladinho aqui que agora você vai saber o que é dar para um macho de verdade
Ele me ajeitou de lado, deixando meu cuzinho na mesma direção do pau dele, que agora estava duríssimo e apontado para cima. Sua rola era tão maciça que dava para ver até as veias que saíam da base e ia até a metade. Meu macho me perguntou se queria botar camisinha, mas o tesão era tão alto que falei que não.
Após lambuzar de lubrificante o seu cacete e meu rabo que já estava todo babado, ele se posicionou atrás de mim, abrindo metade da minha bunda com uma mão e com a outra pincelando a porta do meu cuzinho. Aquilo me deixava louco de tesão, minhas pernas até tremiam de tanto tesão e ansiedade que aquela situação me causava. Essa sensação baixou quando Marcelo, de forma lenta enfiou a cabeçona do seu pinto dentro de mim. Nessa enfiada, soltamos juntos um gemido de tesão, pois apesar do seu pau ser gigante, meu cuzinho conseguiu dar conta, porém falei:
- Fica um pouquinho com ele aí dentro, meu mestre. Deixa eu acostumar um pouquinho, senão você me machuca.
- Só vou deixar porque você mamou meu cacete igual uma vadia, mas não vai se acostumando.
Aos poucos ele foi enfiando o cacete a dentro, cm por cm. Meu cu piscava sem parar, enquanto sentia minhas pregas dilatando. Seu pau era muito grande e mesmo eu não sendo virgem, aquilo lá era fora do normal. A sauna estava completamente abafada e nós dois encharcados de suor da cabeça aos pés, além disso subia no ar também um cheiro forte de sexo, cheiro de pinto babado, saliva e cu sendo fodido.
Aquela era uma foda genuína, sem muito protocolo. Marcelo, agora bombava seu cacete num ritmo médio dentro de mim, na medida eu apenas revirava os olhos e gemia feito uma cadela. A cada estocada dele, meu corpo deslizava um pouco em cima do banco, porém ele sempre puxava meu corpo para perto e continuava a meter. A sensação que eu tinha era de ser uma gazela, enquanto tinha um leão me caçando e me devorando.
Nessa hora não tinha mais diálogo, eu sequer conseguia falar alguma coisa, apenas gemer e sentir aquele monstro me abrindo por dentro. As vezes ele tirava tudo e depois enfiava de uma vez, em outras deixava metade para fora e punhetava essa parte que não estava dentro. Bem que ele falou que já estava acostumado a fazer aquilo. Meu cu ja havia acostumado com o seu pau e provavelmente já estava todo arrombado, porém eu só conseguia pensar no quanto aquilo era gostoso. Eu mordia os lábios e olhava por cima, enquanto via aquele macho metendo com vigor dentro de mim, pingando suor sobre minha bunda.
De forma repentina, ele tirou o cacete de dentro de mim e senti meu cuzinho oco e fervendo. Sem muito diálogo, Marcelo falou:
- Vem gata, vem dar uma cavalgada agora. Quero ver se você sabe sentar mesmo...
- Claro, dom
Marcelo se sentou no chão de azulejo apoiando as costas no banco e deu uma leve inclinada no quadril, deixando seu pau perfeito para sentar. Agachei de cócoras e de frente com ele e ajeitei seu pau na porta do meu cuzinho que entrou sem muito esforço. Agora a gente metia de frente um para o outro, enquanto eu descia e subia naquele pinto. Enquanto eu apoiava as mãos sobre o banco, ele segurava minha duas bandas e empurrava até o talo. Nossos corpos trocavam fluídos por todos os lados, seja pelo cacete e meu cuzinho, como também do nossos peitos e barrigas esfregando um no outro.
Eu não suportava tudo aquilo. Era um nível de tesão que nunca havia experimentado. De forma irracional comecei a beijar Marcelo num ritmo frenético, enquanto sentia sua rola acabando comigo. O calor do ambiente era algo fora do comum e em certo momento, meu macho falou:
- Quer que eu goze, putinha?
- Por favor, mestre, Me enche de porra
- Então fala que você e minha puta...
- Eu sou sua puta!
- Fala que é minha cadelinha...
- Sou sua cadelinha, sua escrava. Me come, vai, por favor! Me arromba!!
E através de uma gemida intensa, Marcelo jorrou sua porra dentro de mim. Eu só conseguia sentir seus jatos quentes me acertarem lá no fundo, enquanto seu cacete se contraía dentro de mim. Passei uma mão por trás e comecei a massagear seu saco enquanto piscava meu cuzinho laceado por aquele pau gigantesco. Minhas pernas estavam bambas de tanto que sentei e quiquei no seu pinto. Aos poucos fui tirando seu pau de dentro, que agora estava meia bomba, e de forma repentina ele saltou para fora, parecendo uma rolha, fazendo com que toda a porra que estava dentro de mim jorrasse sobre sua perna e o chão da sauna.
Deitei minha cabeça no seu colo e fique com o rosto na altura do seu pau, que agora estava mole. O cheiro de suor, saliva, porra e cu tomava contava daquele ambiente, porém ficamos ali deitado/sentado recompondo as forças e decidindo o que faríamos.
Meu rosto repousava no colo de Marcelo, quase perto do seu pau que agora estava mole e todo lambuzado de porra, lubrificante e cuspe que havia saído de dentro do meu cuzinho. O vapor da sauna só intensificava o cheiro da putaria que tinha rolado ali. Enquanto eu permanecia deitado, só podia sentir meu cu fervendo e piscando, calculando o estrago que aquela rola tinha feito em mim.
Passado o êxtase da trepada, o local começou a ficar sufocante, então foi aí que sugeri a Marcelo tomarmos uma ducha e tirar aquela "nhaca" do corpo. E assim fomos em direção ao box que ficava do lado da hidro, mas primeiro pegamos um vinho no frigobar e tomamos uma taça antes de entrar no chuveiro. Nesse meio tempo, jogamos conversa fora e ele elogiou a minha sentada e de como eu tinha me saído bem com um dotado como ele. Fiquei um pouco tímido, pois não tinha o hábito de comentar sobre o sexo em si, apenas fazê-lo rsrs.
Apesar de estarmos descansando, eu não havia gozado, então ainda estava com tesão pra caralho. Enquanto a gente se banhava, minha atenção se alternava entre conversar com Marcelo e encarar aquele pau que adormecia sobre o seu saco negro imenso. Minha boca salivava só de pensar em mama-lo de novo. Salivei mais ainda quando Marcelo, no meio da ducha, começou a dar uma mijada farta dentro do box sem qualquer tipo de pudor e sem se preocupar se respingava em mim. Minha vontade era cair de boca naquele pau, porém esse tipo de fetiche era algo que eu não sabia se ele gostava, então só podia apreciar aquela cena à medida que minha excitação aumentava
Me sentia como uma cadela no cio e minha vontade de ser devorado por aquele macho estava longe de terminar. Não sabia dizer se o que mais queria era meter de novo ou engasgar com aquele cacete dentro da minha boca.
Parece meio clichê, mas como não sou bobo, deixei cair propositalmente o sabonete dentro do box e ao invés de agachar para pegar, fiquei de costas, empinei a bunda e abaixei bem devagar para pega-lo, deixando meu rabinho completamente aberto na sua frente. Marcelo entendeu o recado e sem hesitar, agachou-se atrás e meteu a língua dentro de mim. Minhas pernas amoleceram enquanto ele abria minha bunda no meio com as duas mãos e devorava meu cu. Quando senti sua língua dentro de mim eu lembrei que até então só havia lavado meu corpo artificialmente, então provavelmente ele acabou lambendo a própria porra que estava dentro de mim. Como ele não parou, tampouco reclamou, me entreguei ao prazer e relaxei meu rabo para ele ir cada vez mais fundo.
- Isso, chupa meu cuzinho, deixa ele bem babado porque a gente tem muita coisa pra fazer ainda negão...
Eu delirava. Por mim, poderia ficar ali a noite toda sendo devorado por ele. Meu cu, que ainda sofria com o estrago da última trepada, piscava sem parar e meu saco já até doía de tanto tesão acumulado. Olhei por baixo e vi que o pau dele já estava meia bomba, isso queria dizer que só faltava uma ajudinha para ficar duro de novo.
Com muito custo, tirei minha bunda babada do seu rosto e falei que estava afim de dar uma relaxada na banheira de hidromassagem, mas Marcelo ainda dentro do box me encoxou por trás, encaixou seu pau ainda meia-bomba no vão da minha bunda e entre leves mordidas, lambidas e beijos na minha nunca e orelha, disse:
- A putinha quer dar na hidro agora, é?
- Sim, meu macho...
- Então pede com jeitinho
- Por favor, me fode na banheira...
- Quero ver você implorar!
- Por favor Dom, vem me comer na banheira vem, castiga essa putinha e diz que vai arrombar com meu cuzinho, por favor.
Enquanto a gente se esfregava, senti seu pau ficar duro como pedra no vão da minha perna. Conseguia sentir a cabeça enorme da sua pica roçando no meu saco e antes que eu pudesse sair do box para irmos até a banheira, Marcelo falou:
- Eu vou te foder na banheira, mas cadela de verdade só anda de quatro, então já sabe como eu quero que você vá até lá, certo?
- Não precisa dizer duas vezes. Faço tudo o que você mandar, dom.
E lá estava eu, sábado à noite em um Motel em Campinas caminhando de quatro, pelado, para um cara estranho que basicamente me usava como um brinquedo sexual e corrompia toda minha masculinidade. Eu adorava estar ali e não sentia um pingo de remorso em fazer tudo aquilo. Para alguns parecia uma cena humilhante (e de fato era), mas para mim só me dava ainda mais tesão. Tratei de andar de quatro sempre empinando ao máximo minha bunda e olhando por cima do ombro para ver a reação de Marcelo, o qual me devorava com os olhos. Aproveitava e dava um checada no seu pau que parecia um pendulo maciço entre suas pernas.
Marcelo tomou à frente e colocou uma toalha estendida na escada do deck da banheira e sentou sobre ela, abrindo bem as pernas e deixando seu caralho completamente livre na minha direção. Enquanto ele esperava com os braços repousados nos degraus, terminei minha caminhada de quatro bem no meio de suas pernas, pronto para agarrar aquele cacete e me deliciar. Porém foi nesse momento que ele me repreendeu:
- Quem deixou você encostar as mãos? Puta mama com a boca e não com os dedos.
Obediente que sou, apoiei minhas duas mãos no chão e me abaixando, consegui abocanhar a cabeça roxa e carnuda daquele monstro. Era muito difícil chupá-lo pois não cabia muito bem, mas à medida que foi ficando duro dentro da minha boca, tornou-se mais fácil de chupar. As vezes eu tirava a mão do chão e apoiava sobre seus joelhos ou sobre suas coxas enquanto sentia seus gemidos e xingos acima de mim. No meio da mamada, Marcelo envolveu suas mãos atrás da minha cabeça e começou a fazer um movimento pra frente e para trás bem devagar e eu só acompanhava com o pescoço e o seu pau dentro da minha boca. O ritmo aumentou e logo ele estava fodendo quase minha garganta na mesma velocidade que havia me comido momentos antes.
Eu engasgava com aquele pau. Cada cutucada era um tranco barulhento de engasgo com saliva. Meus olhos até lacrimejavam de tão forte que estava. Eu fazia questão de fazer bem alto porque aquilo deixava ele ainda mais excitado. Aos poucos minha baba pingava sobre o deck e também escorria sobre suas bolas. Num curto lapso de tempo, ele tirou seu pau da minha boca e mandou eu lamber seu saco. Novamente eu estava ali lustrando aquele sacão com a minha própria língua. Acho que fiquei hipnotizado com aquelas bolas. Não tinha ideia de como era gostoso chupar aquilo, ainda mais quando elas são grandes e enchem a boca. Chupei de todas as formas possíveis, as vezes lambia o saco todo, as vezes a costura ou enchia a boca com uma bola e esticava para trás. Seu pau gigantesco só ficava balançando de um lado para o outro.
Interrompi a mamada, mas com o pau do lado da minha bochecha falei que queria ser comido. Pedia por favor enquanto beijava aquele pau de lado que estava todo lubrificado com minha saliva.
- Pedindo desse jeito toda manhosa, vou te dar o que merece. Venha aqui...
Marcelo me colocou de joelhos sobre o degrau do deck e mandou eu abaixar a cabeça no degrau de cima e abrir bem a bunda com minhas duas mãos. Agora eu estava com o cuzinho arreganhado, pronto pra ser fodido novamente.
Após duas cuspidas, senti ele pincelando a cabeça do seu pau na portinha do meu rabo. Ele pincelava entre meu cuzinho, depois esfregava até o meu saco e depois batia com a cabeçona da pica no vão da minha bunda de novo. Ficamos um pouco nessa brincadeira gostosa até que senti ele forçar a ponta para dentro. Meu cu já estava se acostumando, então recebeu sem muito esforço, porém a sensação de prazer foi intensa novamente. Soltamos um gemido longo, além de eu sentir Marcelo me segurando firme pela cintura. Seu pau estava 1/3 dentro de mim e eu sentia aquele mastro latejando nas paredes do meu cu.
- Bota esse pinto inteiro dentro de mim, quero sentir ele lá no fundo...
- Vou socar até o talo em você, sua puta!
E assim nossa foda começou a ter um novo ritmo. Marcelo me segurava pela cintura e me fodida de quatro enquanto eu arreganhava ainda mais minha bunda. Eu sentia seu cacete me tocar cada vez mais fundo enquanto meu pau escorria baba de tesão.
Marcelo subiu um degrau do deck da banheira e agora metia de cima pra baixo, descendo seu cacete até o talo. Eu podia sentir o tranco do seu púbis batendo na minha bunda e a medida que seu pau se enterrava dentro de mim, suas bolas batiam feito um badalo no meu saco, que era muito menor que o dele.
- Isso, mete!! Soca esse pau em mim!! Acaba com o cuzinho da sua puta!!
Meu macho me castigava, a cada marretada que ele dava eu sentia meu cu ficar cada vez mais largo. Nessa altura ele não falava mais nada apenas gemia de forma ofegante e enterrava aquele cacete de quase 23cm buraco a dentro. Eu achava que havia sido fodido até ter conhecido Marcelo. Tudo o que havia feito antes não chegava aos pés de como ele estava acabando comigo. Ser uma puta passiva para aquele macho era um privilégio e eu iria aproveitar até o último segundo.
- Isso dom, acaba comigo, só não vai gozar ainda
- hahaha Estou bem longe de gozar. Tem muita pica aqui para você ainda, safada.
Depois de algumas estocadas bem forte que até arriavam minhas pernas, Marcelo tirou o pinto de dentro de mim devagar, deixando meu cuzinho completamente arreganhado para o alto. Era possível sentir o oco que ele havia deixado. Uma sensação de vazio, mas que ao mesmo tempo latejava de tanto atrito que havia rolado. Eu podia sentir minha parte de trás inchada. Meu anelzinho pulsava e a sensação que eu tinha era que quase viraria no avesso.
- Se você visse como ficou aqui atrás, nunca mais iria querer dar pra mim hahaha
- Pode fazer o que você quiser, meu cuzinho é todo seu...
(Senti uma cuspida volumosa bem no meio do cu)
- Vem, puta. Vem aqui porque tem muita pica pra você ainda!
Seguindo suas ordens, deitei de bruços no chão e Marcelo se posicionou logo atrás, encaixando seu pau no meu rego. Eu rebolava como podia, enquanto ele roçava o corpo da sua pica, desde a cabeça até o saco. As vezes sentia suas bolas roçarem bem nas pregas do meu cuzinho que já estavam todas laceadas. Seu pau ainda estava duro feito pedra, porém deslizava muito fácil nessa brincadeira safada, afinal o que mais havia ali era saliva e fluídos que tinha saído de dentro de mim.
Enquanto eu rebolava no seu cacete, meu pau esfregava no piso do chão que era bem liso e também estava extremamente melado de cuspe e suor. Ficamos nessa esfregação, até que meu macho desceu um pouco o quadril e numa velocidade média socou toda a rola em uma só enfiada dentro da minha bunda. Como Marcelo era gordinho, senti seu corpo pesado recair sobre mim, me deixando completamente preso sob seu domínio. Deitado sobre meu corpo, ele socava seu pauzão sem dó enquanto alternava entre lamber e falar sacanagem no meu ouvido.
- É assim que você gosta, cadela? Desse jeito?
(ploc ploc ploc ploc)
- Assim mesmo, meu macho. Gosto que você meta sem dó
- Depois de hoje, nunca mais você vai esquecer do meu cacete...
- Mete, vai, mete, mete. Soca tudo em mim
- Vou te fazer gozar de tanta pica no cu
- Por favooooor
E assim Marcelo seguia acabando comigo. Minhas pernas se retorciam e os dedos dos pés se fechavam. Enquanto eu mordia a toalha que estava ao lado do meu rosto, eu sentia cada vez mais meu macho marretar o pau dentro de mim. Eu urrava de tesão a cada estocada que ele dava. Nosso cheiro de sexo exalava pelo quarto à medida que o calor ficava cada vez mais intenso. Meu coração acelerava.
Marcelo diminuiu o ritmo da penetração e aos poucos levantou o corpo sobre o meu, ficando ajoelhado comigo entre suas pernas e com metade do pau dentro da minha bunda.
- Vem puta, bora dar uma cavalgada aqui pro negao. Quero ver essa bundona trabalhar um pouco...
Dito isso, ele se deitou no piso, fez um travesseiro com duas toalhas de banho e ficou me olhando agachar ao seu lado, dar umas 5 chupadas bem bem babadas e depois espalhar a saliva com as mãos
- Está prontinho, bem babado para deslizar facinho dentro de mim haha
- Vem, to doido pra ter ver cavalgar
- Calma negao, tem muito cu pra você ainda
Pedi para ele fechar um pouco as pernas e agachei de costas para seu rosto. Ainda de cócoras, pincelei seu pinto na portinha do meu ânus e deslizei bem devagar até a base. Gememos juntos naquele instante. Nessa posição, com as mãos no meu próprio joelho comecei a quicar, para cima e para baixo. Subia até ficar só com a cabeçona dentro e depois descia, as vezes descia devagar, as vezes descia extremamente rápido. O fato era que eu podia me sentir completamente preenchido e meu macho cada vez mais duro.
Apesar da posição ser gostosa, quem já deu assim sabe que as pernas cansam rápido, então ainda com o pau atolado dentro, ajoelhei me e continuei na cavalgada invertida, agora empinando a bunda e balançando com força. O atrito era surreal, a fricção dentro do meu cu me deixava cada vez mais excitado. Estava adorando meter naquela posição, mesmo estando com os joelhos doloridos, até que Marcelo me segura pela cintura e começa a socar com força e avisa que vai gozar.
Fiquei com as costas ereta, empinei a bunda o máximo que pude e falei:
- Isso, vai, mete, mete, mete até gozar!!
- Tô gozando, tô gozando, isso!!! Ahhhh!!
Após anunciar o orgasmo, senti a jatada no fundo do meu cuzinho. Na segunda ejaculada, aproveitei o clímax e comecei bater uma punheta violenta. Senti uma terceira jatada dentro de mim e na quarta gozei junto.
Eu sentia seu pauzão contrair dentro de mim. Seu saco contraía junto à medida que sua porra era descarregada dentro do meu rabo. Minha vontade era que a segunda gozada da noite fosse na minha boca, pois estava morrendo de vontade de tomar um leitinho de rola, porém acho que ficará para uma próxima.
Nossa noite de sexo acabou aí. Aproveitamos a hidro do motel apenas para nos banhar e terminar de tomar a garrafa de vinho. Eu estava exausto e como havia gozado, o tesão passou completamente. Aproveitei a ocasião para conhecer um pouco mais Marcelo e ele falou que volta e meia participava de suruba e que se eu quisesse, poderia me convidar para alguma dessas. Falei que topava, mas antes tinha vontade de fazer um menage para ver como era, já que um swing com muitas pessoas ainda era algo muito diferente pra mim.
Marcelo falou que trataria do assunto e que logo logo me ajudaria com esse "problema" rsrsrs
O que posso antecipar é que participei de um menage com ele e foi surreal, porém isso ficará para um outro conto.




Realmente o nosso primeiro negro nunca esquecemos, pois eles sabem como marcar o seu território em nosso cuzinho.
Delícia, uma pica preta dura grande, grossa, cabeçuda, socando forte, fundo, rápido no cuzinho guloso já arregaçado e gozando muita porra quentinha é surreal, tudo de bom de ótimo ...
Encarar desafios que envolvem um prazer tão intenso sempre será inesquecível. Machos negros tem esse dom. Delicioso conto.
Delícia
Uma delícia de relato!! Certamente, depois do primeiro vieram muitos mais!!
Que delícia de conto. Adorei. Aguentar um desse calibre não é pra qualquer um rsrsrs. Votado.
muiro bom! adoro rola negra também, leia meus constos.bjs
Isso é coragem