Nos embalos de sabado a noite

Eu sempre gostei de dançar… daqueles passos combinados, giros certinhos, sentindo a música no corpo. Depois de ter descansado do treino de boxe, despertei-me numa noite gostosa, clima bem típico de minha cidade; senti que deveria sair… estava a fim de dançar e estava com muita energia aquele dia!

Então indo para uma balada de flashback, anos 70, 80 e 90, foi lá que eu a vi.

Ela devia ter uns 37/40 anos. Gordinha, rosto lindo… cintura fina, quadril largo e um par de seios impossível de ignorar.

Ela dançava do outro lado da pista, uns quinze metros de distância. Quando fiz um giro mais aberto, parei exatamente de frente pra ela.

Foi ali que percebi: ela estava me olhando.

Sorriu.

Criei coragem, fiz um gesto chamando pra pista. Ela ficou tímida… e não veio.

Mas quando a música acabou, foi a vez dela. Me chamou com o olhar, mexendo de leve o rosto e o queixo, daquele jeito que não deixa dúvida.

Quando cheguei perto, ela falou:
— Oie… tudo bem? Eu tava te vendo dançar… você dança muito bem.

Sorri:
— Obrigado. Mas por que você não veio lá?

Ela respondeu quase num sussurro:
— Eu fiquei com vergonha… apesar de estar com muita vontade.

Olhei nos olhos dela e disse:
— Então na próxima você vai comigo. E… a propósito, qual é o seu nome?

— Fabi — respondeu, sorrindo.

Falei o meu nome em seguida e já emendei um convite pra tomarmos um drink.

Conversamos bastante… até que ela parou, olhou ao redor e comentou:
— Nossa… as mulheres aqui estão elegantérrimas. Pensei que você fosse chamar alguma delas pra dançar.

Respondi na hora:
— Mas eu chamei. Pena que ela não quis… disse que estava com vergonha.

Foi nesse instante que a Fabi abriu um sorriso lindo, daqueles que dizem tudo. Riu… brindamos.

Dançamos duas músicas seguidas. E conforme ela se mexia, eu ia admirando cada curva… sem disfarçar.

Ela percebeu.

Quando começou a tocar In My Eyes, do Stevie B, dançamos bem colados, no balanço lento da música.

Fabi se aproximou do meu ouvido e sussurrou, com a voz carregada de malícia:
— Adorei você me olhando… você gostou?

Respondi sem rodeio:
— Adoro essas suas curvas… combinam demais com o seu sorriso. E esse decote… tá impossível não olhar.

Ela entendeu na hora.
— Então você gosta de uma fofinha, né? Me pega logo… antes que…

Não deixei terminar. Beijei ela ali mesmo, no meio da pista.

No fim da música, até o DJ brincou no microfone:
— Aaaah… dei um empurrãozinho pro dançarino aí da pista! Essa é das antigas, mas ainda funciona, né?

Só fiz um joinha, sorrindo.

Fomos pra área externa tomar um ar… e mal chegamos já estávamos nos beijando de novo.

Eu disse pra ela, rindo:
— É igual à frase do McDonald’s… amo muito tudo isso.

Ela gargalhou. Não deu quinze minutos; já estávamos pagando a conta.

— Vamos sair daqui… — disse ela, meio sem jeito, mas excitada. — Eu não sou de fazer isso, mas me senti muito à vontade contigo… e com um tesão absurdo. Melhor a gente ir antes que você desista.

No caminho, ela perguntou no que eu estava pensando.

— No seu corpo… em beijar ele inteiro… chupar… mil coisas.

Foi quando ela pegou minha mão e colocou em um dos seios.

O bico estava duro. O peito era pesado, encheu minha mão na hora.

Por sorte, ela estava hospedada num hotel perto da balada. Em minutos, chegamos.

No elevador, ela segurou meu pau e sussurrou:
— Ahh, garoto… eu gosto assim.

No quarto, pegamos algo pra beber. Entre goles e beijos cada vez mais quentes, fomos tirando a roupa.

Desci devagar… comecei a chupar aqueles seios lindos.

Era um território vasto… delicioso.

Continuei descendo… abri suas pernas, mordi a parte interna das coxas. Os gemidos já escapavam sem controle.

Lembrei que tinha uma bala de canela no bolso. Coloquei na boca e comecei a chupar sua boceta, que já estava toda enxarcada.

Ela começou a gemer mais alto:
— O que você tá fazendo? Tá diferente…

Passei a sugar o clitóris com vontade. Ela ficou ofegante:
— Não… desse jeito eu vou gozar… espera…

Não esperei.

De repente, ela gritou:
— AAAAAI, CARALHO… TESÃO DA POOORRAAA!

— TÔ GO-ZAN-DOOO… TÔ GO-ZAN-DOOO!

Peguei meu drink, dei um gole, e vi ela largada na cama, tentando entender o que tinha acabado de acontecer.

— Garoto… que loucura foi essa… achei que meu peito fosse explodir de tesão.

Sorri:
— É só o começo… a noite é longa.

Quando ela se virou, ficou de bruços. Aquela bunda enorme apareceu inteira pra mim.

— Onde você tá? — ela perguntou.

Apareci atrás dela de repente. Segurei o cabelo, fazendo um rabo de cavalo:
— Eu te avisei que amo muito tudo isso… quero te pegar desse jeito, sua gostosa.

— Nossa… eu fico mole assim… se você soubesse o quanto eu adoro…

Bati meu pau em sua boceta totalmente molhada. Como um imã, meu pau foi atraído e entrou praticamente sozinho.

— Seu delicioso… vou te pedir uma coisa…
— ACABA COMIGO. Mostra pra essa gordinha o seu poder!

Segurei firme no cabelo, a outra mão na cintura, e encaixei com força naquele rabo lindo.

Dei tapas… a carne tremia inteira.

Ela enfiou o rosto entre os travesseiros, mordendo, gemendo:
— ISSO… acaba comigo…

— Meu Deus… vou gozar de novo…

A voz foi sumindo… e senti a boceta latejando por dentro.

Quando saí, as coxas tremiam.
— Garoto… você quer me matar… olha isso… não consigo parar de tremer…

Aquela noite ainda transamos mais uma vez.

De manhã, ela me acordou com beijos, me montou com calma e fez questão de me fazer gozar do jeito dela.

Gozou duas vezes mais.

Quando olhei no relógio, suspirei.

— Pena que eu tenho que ir…

Ela riu, com o corpo ainda nu, cabelos bagunçados, sentada na beira da cama:
— Eu também… mas antes disso, me promete uma coisa?

— O quê?

— Que não vai achar que eu sou "assim com todo mundo".

— Fabi, olha pra mim...
— Ontem à noite foi uma das experiências mais intensas da minha vida. E você foi… foda, delicia de mulher!

Ela sorriu, aliviada.

— Ainda bem...

Enquanto eu me vestia, ela se aproximou e disse no meu ouvido:

— Ah… e mais uma coisa.

— Fala.

— Eu tô com uma ideia... meio ousada.
— Tenho vontade de ir numa casa de swing, mas com alguém que eu confie.
— E depois de ontem, eu quero você comigo.

Ela me olhou firme, mordendo o lábio, esperando minha reação.

Eu não hesitei.

— Só falar quando ...

Ela sorriu, mordeu meu queixo e respondeu:
— Vai ser em breve. E você nem imagina o que eu tô planejando…

Bem, pessoal..ai é outro conto...

Foto 1 do Conto erotico: Nos embalos de sabado a noite


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Ficha do conto

Foto Perfil ashkelon
ashkelon

Nome do conto:
Nos embalos de sabado a noite

Codigo do conto:
250412

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
28/12/2025

Quant.de Votos:
2

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1