Já tava ficando tarde, a chuva não parava, e eu doido pra ir embora. Meu ajudante, André, já tinha deixado tudo limpo e organizado — pincéis e rolo de pintura lavados. Só faltava a chuva dar uma trégua. Mas nada... só aumentava. Eu já começava a aceitar a ideia de ter que dormir no apartamento vazio. Ainda bem que tinha um colchão no quarto, água e luz. — É, Mauro, essa chuva não vai passar não — disse André. — Vamos ter que ficar por aqui mesmo. Já são mais de oito da noite e nada de estiar — respondi, indo em direção ao quarto com apenas um colchão jogado no chão. Peguei alguns papelões encostados no canto, arrumei e forrei com jornal. — Vou deitar por aqui mesmo. Você dorme no colchão — falei. — Não, sô! Claro que não. A gente deita junto, cada um pra um lado — sugeriu André. — Que isso, Andrezim... Aí é perigoso. Não tem medo de eu comer seu cu de madrugada? — provoquei, rindo. — Sai fora, mano! Eu lá tenho cara de quem gosta de vara? — respondeu ele sério. André era novo, tinha uns vinte e poucos anos. Moleque bom. Depois de ajeitar tudo, peguei minha mochila e avisei que ia tomar um banho. A porta do banheiro não tinha tranca, então só encostei. Tirei a roupa e entrei debaixo do chuveiro. Depois de um dia pesado, tudo o que eu queria era sentir a água quente batendo nas costas. O banho tava tão gostoso que minha mente começou a viajar. Lembrei da novinha safada que peguei no fim de semana. A putinha ficou me provocando, esfregando meu pau no cuzinho dela, mas não deixou eu comer. Eu tentei mudar o foco, mas meu pau foi ficando cada vez mais duro. Dei uma olhada rápida pra porta — meio aberta —, fechei os olhos e comecei a bater uma. — Porra... que tesão — resmungava enquanto a mão deslizava no pau. Tava quase gozando quando olhei pro lado e vi: André me espiava pela fresta da porta. Fiquei sem graça, mas foda-se... se tá olhando é porque gosta, pensei. Continuei ensaboando meu corpo peludo, batendo uma de vez em quando, olhando pra porta. Andrezim continuava me observando — e agora também batia uma. Nunca tinha comido outro cara, mas a curiosidade acendeu forte. Virei de frente pra porta, encurvando o corpo pra frente, e fui levantando o olhar lentamente até ver o moleque. Ele, meio sem saber o que fazer, recuou... mas logo voltou pro posto. — Pô... chega aí. Vem tomar um banho. A água tá uma delícia — chamei. Enfiei o rosto debaixo do chuveiro e continuei me lavando. Foi quando senti uma mão segurando meu pau. Segui de olhos fechados, deixando André, bem de leve, começar a me punhetar debaixo d'água. Senti a mão de André deslizando com cuidado na minha vara, cada vez mais confiante. A água quente caía nas nossas costas, enquanto ele esfregava sabonete na minha pele e depois no meu pau, deixando tudo ainda mais escorregadio. — Porra, Mauro... tu é gostoso demais — murmurava ele, lambendo os lábios. Eu tava tranquilo, um quarentão com corpo atlético, bem cuidado. Barba por fazer, bigode — minha marca registrada. A mulherada curtia, e, pelo visto, os viado também. — Gostou da minha vara, Andrezim? — perguntei, provocando. — Mauro... Quem é que resiste a um macho gostoso igual você? — respondeu ele, já se abaixando, pronto pra colocar minha rola na boca. Fiquei apreensivo. Nunca tinha deixado outro cara mamar meu pau. — Vai com calma aí, peão... — tentei falar, mas nem terminei. André já tava me chupando. Eu pirei. Esse foi, sem dúvida, o melhor boquete da minha vida. Meu pau não era dos maiores, mas era grosso, e ele parecia adorar — ficou ali uns quinze minutos, mamando sem parar. Fechei o chuveiro. Esperei alguns segundos, mas ele não soltava meu pau. Saí caminhando em direção à mochila pra pegar a toalha, e ele seguia pendurado na minha vara. — Chega, peão... já mamou o suficiente. — Por favor, só mais um pouquinho... — implorava ele, olhando pra cima, com aqueles olhos safados. Joguei a toalha sobre os ombros e fiquei em pé, pelado, enquanto ele continuava mamando. Eu controlava o gozo — caso contrário, já teria esporrado na boca dele. Deixei por mais alguns minutos, curtindo aquela boca quente, até puxar meu pau com firmeza. — Chega, já deu agora — falei, caminhando pra trás e vestindo meu short vermelho. Ele não contestou. Seguiu pro chuveiro, ensaboando o corpo. E eu fiquei ali, observando. Aquela bundinha redonda, cheia de espuma, parecia me provocar. Entrei no jogo. Me aproximei e comecei a passar a mão na bunda dele. Subia e descia no rego, passando o dedo bem na portinha. — Porra... Que mão grande... Que dedo grosso... — gemia ele baixinho. Meu pau latejava. O tesão tava explodindo. Eu ia fuder esse moleque a noite toda. Tirei o pau pela perna do short, já apontando pra ele. — Vem cá... Mama mais um pouco, putinho — ordenei. Em um pulo, ele caiu de boca no meu pau. Enquanto mamava com vontade, eu deslizava o dedo pelo cuzinho dele. — Porra... Que delícia de pau... — resmungava ele, chupando forte. — Você gosta do piruzão do tio, né, putinho? — perguntei, com a voz rouca de tesão. Puxei ele pra fora do chuveiro. Nos enxugamos rápido. Tirei meu short, deitei no colchão, fechei os olhos... e André, de quatro, continuou me chupando, engolindo tudo sem frescura. Enquanto André mamava minha vara com fome, ele começou a esfregar o cu no meu pau. Os pelinhos crescendo no rego faziam uma cosquinha gostosa demais. — Porra... Que moleque safado é você. Se tu tivesse uma bucetinha, eu te comia todo dia — elogiei, sentindo o tesão subir. — Pra quê buceta, se eu tenho um cuzinho gostoso? — respondeu ele, olhando pra trás, com aquele sorriso safado, e sentando na minha rola. Me vi no céu. O cuzinho dele era apertado, quente e macio. André socava a bunda no meu pau com vontade, cada bombada mais gostosa que a anterior. E o moleque era tão puto que, do nada, puxou meu pé e começou a chupar enquanto sentava na minha vara. — Porra... Que pezão de macho gostoso... Vai, tio, come meu cuzinho, vai! — pedia ele, rebolando, se empalando. Meu pé sempre foi uma parte que eu cuidei. Já tinha recebido elogios de mulherada, mas nunca imaginei que alguém fosse chupar daquele jeito. Eu tava entregue. Era minha primeira vez com um homem, e eu queria aproveitar até a última gota. Virei o moleque de quatro e continuei metendo. Fiquei uns vinte minutos socando sem parar, enquanto ele gemia baixinho, safado. — Vem cá, seu safado... Fode meu cu aqui — disse ele, se posicionando com uma perna levantada em frente à janela. Sem perder tempo, cuspi na cabeça do pau e meti tudo pra dentro. — Ai, ai... Calma aí, tio... Senão tu regaça meu cuzinho demais... — sussurrou ele, a voz carregada de tesão. Eu metia curtinho, olhando pra baixo, hipnotizado, vendo minha vara entrando e saindo daquele rabo delicioso. Ao mesmo tempo, lembrava da novinha que eu tinha pegado no final de semana, comparando. — Só faltou uma calcinha pra você vestir pro seu macho — murmurei, socando fundo. — Pô, véi... Vou lembrar de trazer uma calcinha fio dental bem safada só pra você me fuder com ela — respondeu ele, rindo e gemendo. Já fazia um bom tempo que eu tava metendo. Notei que o cu dele já tava meio inchado, rosado. Eu não queria machucar, até porque, no fundo, já pensava num segundo round. — Vem cá... Quero gozar com você sentando em mim — pedi, voltando pro colchão. — Porra, tio... Que piruzão safado você tem. Me amarrei nele. A partir de hoje, vai ter que me dar varada todo dia — disse ele, rindo enquanto ajeitava a posição. Deitei, mãos atrás da cabeça, e fiquei assistindo: André segurou minha vara, se ajeitou e sentou nela de costas pra mim. Aquela visão era coisa de outro mundo. O cuzinho inchado engolia minha vara inteira. Deitado, eu só observava aquele rabo inchado engolindo minha vara toda, sem dó. André cavalgava como se tivesse nascido pra aquilo — cada sentada era mais gostosa que a outra. — Vai, carai... Mostra que tu gosta desse piruzinho safado! Soca o cu nele, pede leite! — murmurei, gemendo baixinho. — Você não tava querendo meu cuzinho? Então toma ele pra você... Enche ele de leite! — gemeu André, sentando ainda mais rápido. Meu corpo inteiro formigava. A sensação era absurda. O rabo dele apertava minha vara com tanta facilidade, tão gostoso, que eu mal consegui avisar: — Puta que pariu... Vou gozar! Várias esguichadas de porra jorraram dentro do cuzinho dele, enquanto ele seguia sentando sem parar. — Porra, que delícia... Continua... — pedi, todo mole de prazer. Segurei a base do meu pau pra mantê-lo duro, e André fazia movimentos mais lentos, quase forçando a porra a escorrer. Ele sentava, deixava a porra escorrer no pau, e sentava de novo, gemendo: — Que pica deliciosa... Que macho gostoso... Tô com o cuzinho todo desgraçado... — repetia ele, se esfregando todo. Eu fiquei deitado, assistindo aquele rabo sujo de porra rebolando em cima de mim. André virou de quatro, exibindo o cu todo gozado pro meu lado, e começou a mamar meu pau sujo de porra: — Hum... Que porra gostosa... Agora eu entendo porque a mulherada fica doida com você. Tu mete gostoso demais. Vou nem gozar agora... Quero que você me arrombe enquanto aguentar. — Não pede isso, moleque... Senão tu vai sair daqui sem cu! — respondi, rindo, enfiando dois dedos de uma vez no cu todo aberto dele. Naquela noite, comi ele mais três vezes. Quando a gente finalmente parou, ele dormiu deitado no meu braço, passando a mão pelo meu peito peludo. Fiquei ali, olhando pro teto, pensando: "Será que vale a pena largar essa mulherada e comer só esse putinho?" Não sabia a resposta... Mas uma coisa era certa: Andrezim tinha virado meu ajudante favorito.
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