Meu nome é Marcos, sou um cara tranquilo, tenho 1,72 de altura, por volta de 70kg, corpo normal, no que se diz respeito a minha aparencia sempre fui normal, vou narrar um evento que ocorreu no dia 24/12, esse pra mim foi o maior presente de natal que recebi. Fui para a casa da parentes passar o natal, como minha familia é um tanto numerosa sempre ocorre de faltar alguma coisa e termos que ir comprar, o processo em questão é que acabou a cerveja e como eu fui o que menos bebeu coube a minha ir procurar mais, depois de rodar quase toda a cidade encontrei uma loja de conveniencia em um posto mais afastado da cidade ainda aberto, cheguei no local e estacionei o carro e desci, ao ir em direção ao posto comprar cerveja vi um caminhoneiro descendo do caminhão, ele era um dos poucos que estavam lá, ao descer sem camisa senti uma porrada de tesão no meu corpo, aquele homem era meu sonho, devia ter 1,80 parecia ter uns 100kgs, todo peludo, tinha uma barba grossa, estilo paizão e usava uma bermuda de tectel branca e o ponto que me deixou fraco, a rola grossa estava marcando na bermuda, eu não conseguia mais tirar o olho daquele homem tamanho foi meu fascinio, ele veio em minha direção e meu coração começou a acelerar, eu não sabia se olhava para o corpo peludo ou aquela vara marcando a bermuda. - Boa noite! - disse ele passando por mim, sua voz era grave, grossa e para minha fraqueza ele deu uma apertada naquela vara. - Boa noite! - respondi tentando manter a firmeza, mas minha voz já estava falha devido a ausência de saliva em minha boca. Eu precisava seguir aquele homem. Eu o segui até o banheiro, mas ao chegar próximo vi que o banheiro era apenas para clientes, aquilo me deixou maluco, corri na loja, comprei o fardo de cerveja quente ainda e peguei a primeira que vi, depois me resolvia com meus parentes, chegando na fila tinha 5 pessoas na minha frente, eu estava ansioso, queria mandar todo mundo sair minha frente, eu precisava correr para aquele banheiro, cada centimetro do meu corpo tremia. Passado uns 10 minutos minha vez havia chegado, eu paguei a cerveja, peguei o comprovante sai correndo para o carro, guardei a cerveja e fui para o banheiro. Entrei, eu tremia mais ainda, quando cheguei lá ele havia acabado o banho e estava apenas de cueca, sua cueca slip cinza estava muito surrada, mas eu via aquela mala pesada , aquilo me fez tremer muito mais, eu não queria olhar, mas havia um magnetismo grande, forte e impossível de resitir, ele deu uma pegada no pau dando uma abaixada na cueca, vi seus pentelhos pretos, aquele cheiro de homem estava me deixando alucinado, fingi que mijei no mictório, fui pra pia, ele entrou no box um pouco mais a minha direita, observei pelo espelho ele fechando a porta, aquele momento eu podia respirar um pouco mais, mas ainda sim meu coração tremia, acelerado, ele batia forte, qualquer um que colocasse a mão em mim iria sentir, lavei meu rosto e respirei, estava melhorando. Ele começou a abrir a porta lentamente, o box do banheiro era bem espaçado, olhei pelo canto de olho, ele deveria estar atrás da porta, mas então ele apareceu, completamente pelado, sua pica estava muito dura, apontando para o céu, era muito veiuda, seu sacão era pesado, seus pelos eram todos negros. - Vem cá viadinho, vou te dar o que você quer. - disse ele. Eu corri para o box, pouco me importava se me pegassem, eu queria aquele homem. Eu ajoelhei, senti aquela mão grande na minha cabeça, começei a mamar, mamei como nunca havia mamado um homem em toda minha vida, aquele cheiro de macho entrava em meu nariz, eu estava ficando louco, ele me levantou, deu uma cuspida no dedo e passou no meu cuzinho, ele posicionou a pica na entrada do meu cuzinho. - E a... a... a... camisinha? - Gaguejei. - Eu to sem aqui, você tem duas opções, meter comigo no pelo agora ou sair pra pegar capa e ai viadinho a oportunidade pode ir embora. - disse ele com a voz firme. Eu extremeci, eu queria agora, eu comecei a engolir o pau dele e então vozes entraram no banheiro e começaram a conversar. - Xiuu, aguenta calado vadia porque ai eles não vão ouvir, vai ter que engolir caladinho. - A vara dele começou a entrar, tive que me esforçar para não fazer barulho e então ele colocou a cueca que estava usando na minha cara, eu sentia aquele cheiro de macho, meu cu automaticamente abriu e então senti ele completamente dentro. As vozes lá dentro falavam e eu estava lá, com um mastro de uns 19cm enterrado no rabo, e então ele começou a meter, meu cu estava aberto, livre, desejoso que aquela vara nunca deixasse meu rabo, ele metia com mais intensidade, aquela mão no meu rabo e então ele abriu, leitou e eu gozei como nunca havia gozando antes, senti o pulsar daquela vara, ele me colocou para mamar o leite que saiu da sua pica, nisso o pessoal saiu, ele vestiu a bermuda. - Sua cueca aqui. - disse pra ele. - Fica com você putinha, uma lembrança do seu macho. - disse ele. Ele tomou outro banho e antes de sair deu um tapão na minha bunda. Eu fui pro carro, meu rabo estava cheio de leite, cheguei na casa dos meus parentes, cansado, naquela noite eu gozei de novo sentindo aquela cueca, infelizmente nunca mais encontrei aquele macho, uma pena.
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Eu ja tive essa felicidade fiz uma viagem com um amigo caminhoneiro que curtia comer um cuzinho ai alem dele mais 14 caminhoneiros me comeram e de todos eu ganhei uma cueca suja que tenho ate hoje muito embora nao tenha mais cheiro algum mas quando olho lembro das 15 picas que foram vestidas poraquelas cuecas