Tudo começou numa noite em que aceitei sair com a Jenifer. Eu não queria ir, fui mais por insistência. Tomei banho sem pensar muito, vesti uma calcinha e um vestido qualquer. Minha buceta estava toda peluda — como eu não transava, nunca vi motivo pra depilar.
Na casa dela, Jenifer estava radiante, usando uma roupa minúscula.
— Só tô indo por sua causa — eu disse.
— Relaxa, vai ser rápido — ela respondeu.
A festa ficava longe, num lugar caído, casa abandonada, gente bebendo, usando droga, chão imundo. A música era tão alta que vibrava no peito. Jenifer sumiu no meio da galera. Alguém me estendeu um copo. Eu bebi sem perguntar. Era forte, queimava e esquentava o corpo.
No segundo copo, algo soltou dentro de mim. Comecei a dançar, rir, me misturar. Nem percebi que chamava atenção.
Fui ao banheiro. Porta quebrada, fedor insuportável. Quando empurrei, congelei: uma garota ajoelhada chupava o pau de um cara. Ele gemia, segurava a cabeça dela, e ela engolia com vontade.
— Desculpa… — murmurei, fechando a porta.
Mas a cena ficou presa na minha cabeça. Entrei mesmo assim, fiz xixi olhando de canto, sentindo o calor subir. Meu grelo pulsava, minha buceta molhava sozinha. Eles nem ligaram pra mim.
Saí de lá em chamas. Do lado de fora, um homem se aproximou.
— Bebeu demais?
— Só tomando um ar — respondi, sorrindo.
Conversamos. O beijo veio fácil. Línguas, mãos, respiração quente. Ele apertou minha bunda. Quando levou a mão pra minha buceta, eu afastei rápido.
Não era medo. Era vergonha.
Eu lembrava do mato entre as pernas e não sabia o que dizer.
Ele falou no meu ouvido:
— Tá tão gostoso… deixa rolar, não tenha medo.
— Não é medo… eu não me depilei — respondi baixinho, com as bochechas em chamas.
— Que delícia — murmurou.
Ele riu de leve e enfiou os dedos dentro da minha calcinha, tocando minha buceta peluda. Quando encostou no meu grelo, eu não resisti e gemi, mordendo os lábios.
— Tá uma delícia essa buceta, toda molhada — ele disse.
Sem aviso, segurou meu braço e me puxou para os fundos. Havia uma salinha. Entramos. Eu estava tão excitada que nem pensei no fato de não ter porta, nem que alguém pudesse entrar.
Ele tirou o pau pra fora.
— Chupa meu pau, tô morrendo de tesão.
Eu ajoelhei. Segurei o pau com firmeza, encostei a língua e comecei a chupar. Eu estava entregue aos meus desejos. Engolia e chupava com vontade, sem pensar em mais nada.
— Que delícia… chupa meu pau — ele gemia.
Eu sugava, engolia o máximo que conseguia. Coloquei as bolas na boca e ele gemeu alto.
— Caralho… continua.
Suguei enquanto ele se tocava. Não demorou muito e ele me puxou, me colocando de pé. Levantou meu vestido e arrancou minha calcinha com violência, deixando minha buceta peluda exposta.
Ele me segurou, ergueu minha perna, pronto pra me foder.
— Tem camisinha? — perguntei.
Ele disse que não tinha.
— Então não dá — falei. — Sem chance.
Continue me chupando, ele pediu com um sorriso safado, e eu mais safada ainda atendi o pedido dele.
Eu me ajoelhei novamente e coloquei o pau na minha boca, as veias pulsavam na minha boca, fazendo meu grelo pulsar junto com o pau dele.
Ele segurou minha cabeça e começou a arrombar minha boca, ele batia o pau na minha garganta.
- AGH AGH.
- o som do pau indo fundo na minha garganta.
Ele gemia freneticamente, implorando para eu não parar de chupar o pau dele.
- Não para, chupa meu pau.
- Engole tudo piranha.
Eu estava com a buceta pulsando e babando com cada xingamento dele, cada palavra que ele dizia.
Até que veio a melhor parte, ele agarrou com força meu cabelo e começou a bater punheta.
- Vou gozar, abre a boca.
Eu abri e disse: goza, me dá leitinho.
O pau dele explodiu em gozo, a primeira jatada eu engoli, a segunda bateu no meu queijo e escorreu pelo meu pescoço.
Ele enfiou o pau na minha boca e gemia: Ai que boca deliciosa, chupa tudo e engole.
Eu sorria com o pau na boca e por incrível que pareça eu não fiquei com nojo, eu queria mais.
Eu me levantei, limpei o rosto com minha calcinha e se beijamos, voltei para festa e voltei a beber.
Naquela noite eu beijei mais 5 caras diferentes, e eu estava sedenta para mamar todos. Mas não rolou.
A partir dessa festa, eu virei a Bárbara gulosa por pica.

Bem excitante o seu conto.
Delícia, votado! Continue.
Adorei como vc se iniciou no sexo. Foi bem putinha desde o começo
que delícia, começou muito bem, Bàrbara, nunca é tarde, nunca é demais... beijos voadores em vc inteirinha linda...votei
Adoraria que vc me mijasse.
Delícia de conto meu pau ficou todo molhado aqui, vc deve chupar gostoso.
Vem ser minha putinha por uma noite safadaaaaaaaa
Delícia gostosa amo uma safada
Maravilhoso conto e delicioso depoimento, quase uma declaração de quem a princípio teve a vida difícil e ao mesmo tempo, logo em seguida, descobriu as delicias da própria vida. Você, apesar de ser o primeiro conto, escreve bem demais e é rica em detalhes, o queixa o conto mais gostoso ainda, parabéns. Espero mais relatos deliciosos como esse primeiro viu? votado e aprovado.
Deve mamar gostoso q bundinha gostosa essa em
Conto maravilhoso