O motorista se chama Ivan, eu descobri isso em virtude do crachá que ele utiliza. É um homem alto, magro, rosto fino, porém com feições bastante másculas ostenta uma barba e um bigode bem ralos e aparenta ter entre 30 e 35 anos. Como sou muito comunicativo sempre que eu entrava no ônibus o cumprimentava com um caloroso bom dia. Inicialmente ele parecia ignorar e me respondia com a cara fechada, com a voz saindo entre os dentes, porem com o tempo e já acostumado com minha presença diária em local de trabalho ele passou a ser mais cordial e até sorrisos tímidos eu lhe arrancava ao cumprimenta-lo.
Sempre achei ele uma delícia de macho, alguém com quem eu iria para a cama facilmente, mas na minha cabeça não passava de um tesão platônico, afinal eu só o via em seu local de trabalho, cheio de pessoas por perto, e numa posição que não era interessante e nem prudente tirar sua atenção. Bati algumas punhetas pensando em como seria gostoso ser possuído por aquele homem. Mas um belo dia essa situação toda mudou e o que era só platônico ganhou contornos bem realísticos.
Era uma noite de sexta-feira, saí do trabalho, cheguei em casa, tomei um banho e resolvi sair para comer alguma coisa, ver gente, arejar a cabeça e por que não encontrar alguém para garantir a gozada da noite. Resolvi ir para uma ruaaqui na cidade que concentra um grande numero de bares e restaurantes, além de duas casas de show badaladíssimas, rua movimentada cheia de gente interessante e bonita. Entrei em um dos bares, escolhi minha mesa e pedi uma caipirinha, enquanto olhava ao redor percebi em uma mesa mais distante que o motorista estava lá, tomando cerveja, sozinho. O cumprimentei com a cabeça, aguardei meu drink chegar e estava terminando de fazer o pedido da porção que eu ia comer quando recebi um toque nas costas e ao me virar vi aquele homem alto, másculo e tesudo me dando um boa noite com um sorrisão no rosto, bem diferente daqueles sorrisos amarelos que ele me direcionava no ônibus.
- Boa noite meu brother, não sei o seu nome ainda, mas sei que pega o meu ônibus todos os dias!
- Boa noite Ivan, eu ao contrário sei seu nome pelo crachá que você usa. E prazer, meu nome é Alexandre.
Nos cumprimentamos com um aperto de mão, firme, primeira vez que eu tocava nele, quando ele me fez um pedido:
- Cara, ou melhor, Alexandre, posso me sentar aqui contigo? É muito foda beber sozinho. Ou está esperando alguém, se for isso eu não quero atrapalhar.
- Fica tranquilo brother, também estou sozinho e também acho um porre beber sozinho, mas eu bebo pouco vim aqui mesmo pra comer alguma coisa e me distrair um pouco,
- Eu também queria comer alguma coisa, se é que você me entende, mas to meio que solteiro então tá difícil.
- Ah cara, você é boa pinta, não deve ser difícil encontrar alguém que esteja querendo cair em suas mãos. Você que deve estar sendo muito seletivo,
- Nada, eu que sou tímido mesmo, vim de um namoro longo e meio que desaprendi essas paradas de flerte, de conquista, to meio enferrujado. E não sou nem um pouco seletivo, se a pessoa quiser o mesmo que eu e pau dentro.
Rimos bastante, a porção chegou, começamos a comer e ele me questionou:
- Mas e você, o que faz sozinho em um bar numa sexta a noite, ta solteiro, brigou com a mulher ou o quê, parece que o seletivo aqui não sou não hein.
- Cara minha seletividade e quase nula, sou bissexual e por isso o que cair na rede é peixe, na verdade eu sai com a intenção de encontrar alguém pra gozar mesmo, vim na maldade, vim para o crime,
Ele me olhou assustado com minha sinceridade, rimos do que eu havia acabado de falar quando ele soltou essa:
- Então é por isso que você me come com os olhos quando entra no ônibus, não é safado, bem que eu percebi.
- Bom, já que você tocou no assunto, eu realmente te acho um cara interessante e Na verdade eu não te comia com os olhos não, na verdade eu imaginava você me comendo.
Eu disse isso e fiquei meio envergonhado, o rosto ficou vermelho, eu queria sumir naquele momento, mas ele percebendo me tranquilizou.
- Olha cara, prefiro comer uma bucetinha mesmo, mas não dispenso um cuzinho não, e ainda apor cima ouvir você dizendo isso me deixou de pau duro.
Olhei discretamente e percebi realmente o volume se formando, e pelo tamanho parecia ser grande.
- Eita, que o motorista ficou com tesão no passageiro, então se eu to a fim e você também bora matar essa vontade.
Pagamos a conta, ele pediu para segui-lo, me colocou em seu carro e partimos direto para um motel.
Ao entrar no quarto ele já foi me agarrando, sua mão me apertava em tudo quanto é canto, nos beijamos e pude sentir aquela barba rala roçando em meu cavanhaque. Arranquei sua cueca e saltou um pau enorme de uns 19 cm já duro e com aquela babinha lubrificando, que prontamente abocanhei e pague um delicioso boquete para aquele cara.
Mamei por um bom tempo e quando ia me virar para ser possuído por aquele macho ele me segurou e também me deu uma deliciosa mamada, boca quente, nervosa, meio inexperiente, mas muito gostosa. Quase gozei na boca dele, mas consegui segurar.
Ele me virou, lambeu meu cuzinho, praticamente me fudeu com a língua e quando eu estava bem relaxado começou a pincelar o seu cacete em meu buraquinho. Meu cu piscava, pedindo pica, eu já sem aguentar mais de tesão pedi para ele me foder.
Ele colocou a cabecinha, como era grande dou um pouco, eu gemia alto, ele me beijava, me acariciava, me pedia para relaxar e quando percebeu que eu estava entregue estocou de uma vez aqueles 19 cm em meu rabo, vi estrelas, doeu bastante, mas ele ficou sobre mim e fui me acostumando com aquela pica dentro de mim, quando ele viu que meu cuzinho estava bem relaxado começou um vai e vem frenético enquanto falava muita putaria em meu ouvido.
Senti os urros e logo em seguida senti meu cuzinho preenchido pelo leite quente de meu motorista. Ficamos deitados exaustos, suados, mas satisfeitos com a gozada espetacular que recebi no rabo, ele aproveitou e me punhetou até eu jorrar todo o meu leite que espirrou até em sua cara.
Ele me deixou em casa e antes de ir embora me disse que uma hora ia querer me comer dentro do ônibus.
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