Sinceramente, eu não gosto de contos longos, me cansam. Mas essa experiência merece os detalhes.
Aconteceu em 2021, eu tinha 22 anos. Eu faço faculdade em outro estado, e na época eu estava na graduação e, por conta da pandemia, fiquei na casa dos meus pais por uns meses. Por algumas questões que não vêm ao caso, eu tive que voltar para a cidade em que eu faço faculdade. Na época eu tinha acabado de tirar CNH e comprei uma moto, mas eu não tinha experiência e nem coragem de dirigir mais de 350 km de rodovia para levar a moto até a cidade em que eu moro. Então, uma amiga (que também queria trazer a moto dela) e eu fretamos um caminhão baú para trazermos as motos. Para aproveitar a viagem, eu perguntei à empresa se eu poderia vir junto no caminhão, porque eu economizaria a passagem, e disseram que sim.
No dia da viagem, um domingo bem cedinho, vieram dois caras, um rapaz de uns 38-40 anos e um senhor que tinha pelo menos uns 60. Eles amarraram bem as motos no baú do caminhão (um caminhão pequeno e bem novinho). Eu pensei que iríamos os três viajar, mas fomos só eu e o senhor que não lembro o nome, vou chamar de "Agenor" (não era o nome real, mas eu lembro dele e ele tinha cara de Agenor kkkkk). Bom, subimos no caminhão. Eu estava com uma roupa mais confortável para viajar: uma camiseta, um tênis meio velho e um short mais curto, até metade da coxa (eu tenho pernas bem bonitas). Iniciamos a viagem que iria durar entre 4 e 5 horas, e como eu tinha tomado remédio para enjoo, eu acordava e dormia várias vezes.
Passadas umas 2 horas de viagem, já estávamos no outro estado, e uma das vezes que eu acordei, tive a impressão de que ele estava me olhando de um jeito diferente, mas eu relevei. Falamos amenidades, e eu dormi novamente. Passada mais uma meia hora, eu acordei e tive a mesma sensação, relevei novamente e ele puxou assunto. Ficamos um tempão conversando coisas aleatórias, sobre faculdade, sobre o clima, sobre os filhos e os netos deles, etc. Em certo momento, ele entrou num assunto sobre namoro, e eu disse que era solteiro, mas não falei nada sobre ser gay. Pensei: "Esse velho deve ser homofóbico, vai parar o caminhão e me bater". Fiquei muito surpreso quando ele começou a falar que tinha acabado de terminar um relacionamento com um cara (eu: "??????"), que sofreu muito, etc. Fiquei realmente surpreso que ele namorava homem; ele já tinha falado dos filhos, etc. Mas enfim, além dessa surpresa, ele não falou nada demais, relatou que ele amava muito o cara, mas o cara era de outra cidade, então ele foi embora, e eles terminaram.
Passado mais um tempo de conversa, ABSOLUTAMENTE DO NADA, ele começou um papo bem estranho:
— ELE: Eu não deixo meu neto mexer no meu celular.
— EU: Tá certo, criança fica baixando joguinho e trava todo o celular.
— ELE: Nem é por isso, é que tem muito vídeo porno. — E me olhou com uma cara de safadeza.
Eu simplesmente fiquei sem reação. Só naquele momento eu reparei no Agenor. Um homem entre 60 e 65 anos, cabelo branco, sem barba, olhos claros, magro e meio feio, tipo um velho que vai na feira e ninguém nota. O homem não tinha nada de atraente e eu pensava "socorro, o que esse velho quer?", mas, claro, já sabendo onde ele queria chegar, eu não era ingênuo. Enfim, para desconversar, eu só falei:
— EU: Nossa, complicado, tem que tomar cuidado.
— ELE CONTINUOU: Lá tem vídeo de tudo que é jeito, mas eu gosto mais de vídeo de novinho, assim igual a você.
Eu gelei, fiquei nervoso e meio em êxtase, porque sabia o que ele queria. Mas eu sempre fui meio careta, nada de aventura. Eu desconversei e falei de outras coisas e acabei cochilando de novo, e acabei sonhando com a situação, e sonhei com a situação. Quando deu mais uns 20 minutos, eu acordei e estava sentindo meu pau latejar, estava muito duro, e como eu estava de shortinho, estava nítido. Dei uma ajeitada no pau e, quando olho pro lado, ele tá lá, mexendo no pau por cima da roupa e me olhando. O pau dele tava duraço, era um volume considerável Eu fiquei muito nervoso, não sabia o que fazer e fiquei mudo olhando pra frente.
Passados mais uns 10 minutos (que pareciam 1 hora), ele fala:
— ELE: Preciso mijar, vou parar o caminhão no acostamento.
— EU: Ok.
Ele encosta o caminhão, vai por trás e fica do lado do caminhão que eu estava sentado. Quando eu olho no retrovisor, ele lá atrás, bem longe, abre a calça e começa a mijar. Tava meio longe, mas parecia que o pau dele era grande, e eu fiquei de pau duro novamente.
Ele voltou para o caminhão e sentou, com o pau marcando a roupa. Eu estava alucinado, pensando mil coisas; meu subconsciente queria muito ver aquele pau de perto, mas eu me contive, e ele seguiu viagem.
Passados mais uns 20 minutos, um silêncio no caminhão, eu olhando pra frente e só pensava comigo mesmo: "Você é burro, seu maior fetiche é coroa e caminhoneiro, e tem um coroa caminhoneiro aqui te querendo e você está desperdiçando essa chance".
Do nada, num pico de adrenalina, não sei de onde tirei coragem, tremendo muito, eu falei:
— EU: Sabia que eu tenho um sonho de mamar um caminhoneiro enquanto dirige?
Olhei pra ele e ele ficou mudo, muito surpreso, porque eu até ali estava na defensiva. Ele ficou me olhando.
— EU: Vamos fazer uma brincadeira?
— ELE: Como assim?
— EU: Eu vou fechar os olhos e contar até 10. Você pode pegar minha mão e fazer o que quiser. — Eu não sei de onde tirei isso, e nem de onde tirei coragem para falar isso.
Eu olhei para ele, e ele estava muito surpreso. Fechei os olhos e comecei:
– EU: 1, 2, 3, ...
Quando eu estava no 8, eu pensei: "Ele não vai fazer nada". Então sinto ele pegar na minha mão e me guiar até perto dele, e então eu senti aquele pau quente na minha mão. Quando cheguei no 10, abri o olho e pude ver: um pau grande, uns 19 cm, bem retinho e com uma cabeça bem marcada, um saco caído e cheio de pelos brancos (eu fiquei louco, eu amo saco grande e peludo). Ai eu entendi por que ele tinha "demorado", ele tinha abaixado as calças até o joelho.
Eu me inclinei pro lado dele e comecei a bater uma punheta pra ele; o pau dele estava explodindo de duro. Então, sem falar nada, debrucei-me no banco, cheguei bem perto, e eu não sei se é porque ele era velho, mas tinha um cheiro de macho que eu fiquei doido. O pau dele estava babando, dei uma lambida de leve na cabeça da pica (ele soltou um gemido), eu não resisti e coloquei de uma vez aquele pauzão na boca e comecei a mamar (é o que eu faço de melhor) e ele ficou louco, colocou a mão na minha cabeça e se transformou de um senhor com cara de bobo num coroa putão:
— ELE: Isso, mama seu viadinho. Tava fazendo cu doce, mas era isso que você queria, né?! Engole esse pau.
— EU: Uhum. — Eu não estava acreditando que estava mamando um caminhoneiro, meu sonho já estava se realizando.
Comecei a sentir o caminhão diminuir a velocidade até parar. Eu levantei e dei uma olhada; tínhamos parado no acostamento no meio do nada. Cheio de mato em volta, ele falou:
— ELE: Agora vamos ali na boleia, eu quero dar uma olhada nesse rabo.
Eu achando que só ia ficar na mamada, já estava tomado pelo tesão e só fui. Passei pelo meio do banco e sentei na cama que fica atrás do banco e já fui tirando a roupa. Ele veio e começou a tirar a roupa também e me mandou ficar de quatro. Eu fiquei e comecei a sentir as mãos dele passando na minha bunda; de repente, sinto um tapão em um lado da bunda.
— ELE: Eu vou arregaçar esse cuzinho.
— EU (com a voz mais mansa): Vai com cuidado, por favor, eu não dou há muito tempo.
— ELE: Foi você que começou, você pediu pica, vai ter pica.
— ELE: Agora vai ser assim, eu mando e você me obedece. Você vai ser minha putinha e eu o seu macho. Entendeu?
— EU (meio surpreso, mas doido naquele homem): Sim...
Ele me deu outro tapa, mais forte. ELE: Sim, senhor!
— EU: Sim, senhor.
Senti ele abrir minha bunda e veio a linguada, pqp, macho experiente é outra coisa, eu me sentia no céu, ele estava devorando meu cuzinho.
— ELE: Não tenho lubrificante, você vai deixar a pica do seu macho bem babada pra deslizar gostoso nesse cuzinho.
— EU: Sim, senhor!
Ele deitou na cama e me pediu pra ir em cima dele ao contrário Sentei na cara dele e ele já estava com a língua de fora esperando meu cuzinho. Eu abaixei e comecei a engolir aquele pica. Como eu amo pelos, eu lambia os pelos, colocava as duas bolas na boca e chupava, voltava pro pau e mamava muito.
Eu, que já não estava aguentando de tesão, falei:
— EU: Meu macho, me come, por favor.
— ELE: Agora, putinha.
Me virou de bruços, veio por cima, deu umas pinceladas com a cabeça do pau na portinha do meu cuzinho, que estava todo babado, e foi de uma vez, atolou a pica toda no meu cuzinho. No começo eu vi estrela e tentei sair, mas ele me segurou:
— ELE: Não queria pica, viadinho?! Toma, pica!
— ELE: Rebola pra relaxar o cuzinho.
Eu comecei a rebolar e ele começou um vai e vem. Quando eu percebi, já estava relaxado e ele começou a bombar, e eu queria entender de onde que um coroa de mais de 60 anos tinha tanta energia.
Com a pica encaixada no meu cu, ele me colocou de quatro e começou a bombar novamente; meu pau babava muito de tanto tesão. E ele:
— ELE: Que cuzinho mais macio que essa putinha tem.
— EU: Mete forte, meu macho, arromba tua putinha.
— ELE: Seu viadinho, tá amando minha pica, ficou disfarçando e olha aqui, tá de quatro pra mim.
— EU: Eu não consegui resistir, mete gostoso.
— ELE: Você é uma puta obediente, vou deixar você escolher: quer leite no rabo ou na boquinha?
— EU: Goza dentro do meu cuzinho, por favor!!!!
Depois de um tempinho, ele acelerou as estocadas e estava gemendo mais alto.
— ELE: Toma, putinha, leitinho do seu macho.
E eu senti meu cuzinho ficar mais quente e macio e eu gozei sem tocar no meu pau. Ele começou a bater o leitinho dentro do meu cu e começou a espumar; o pau dele ainda estava duraço. Então ele tirou o pau do meu cuzinho e falou:
— ELE: Não quero uma gota de porra no meu pau.
Eu entendi e comecei a lamber aquele leite que já estava todo espumado, enquanto ele estava vendo com os dedos o estrago que fez no meu cuzinho, entraram três dedos com muita facilidade. Eu deixei o pau dele lustrado e fiquei pensando na insanidade do que eu tinha feito, mas estava me sentindo realizado.
Depois disso, nós colocamos a roupa, tomamos uma água e seguimos viagem mudos. Chegamos na cidade e descarregamos as motos. Ele foi embora e nunca mais ouvi falar dele.
paulomenisco