Conheci a Carla, num dia de sol escaldante na praia. Menina mais pra adolescente com um corpo escultural. Convidei a para a sombra de minha sombrinha, pois a areia quente Estava queimando a sola de seu lindo pé, ela aceitou com agradecimentos, abriu sua cadeira e passamos a nos conhecer. Falei de mim, explicando lhe por que não gostava de homens, no termino de minha confissão, notei uma lágrima rolando no rostinho de tamanho anjo. Acho que a Carla, pegou confiança em mim logo no primeiro momento e se abriu contando parte de sua vida. Tinha sido molestada por um Tio tarado e de pica tamanho gg. que muito machucou seu cu, deixando um trauma que a acompanhava. Morava com uma conhecida, que também gostava de mulher e que lhe amparou nos momentos de procissão. Carla era uma morena jambo, com uma vasta cabeleira que lhe batia pela cintura, rosto angelical que quem visse não se encantava. Um bum bum, maravilhoso que despertava a vontade dos mais audaciosos. Na saída da praia, convidei Carla para conhecer onde morava e ela ficou encantado, com o meus modos conciliador. Dai, fui convidada para conhecer a sua anfitriã, Dona Ermínia. No Sábado a tardinha lá estava eu na casa da Carla., Dona Ermínia, ficou encantada comigo, pelos meus modos educado e carinhosos de ver as coisas. A coroa além de ser lésbica, ganhava em apresentar meninas novas para clientes femininas. E a Carla, já estava indicada, para uma coroa cheia de grana, só estava dependendo do aval de Dona Ermínia. Mas a amizade entre eu Teca e A Carla, enraizou-se tanto, que no dia, a Carla bateu pé e falou que só iria seu eu fosse com ela. Ermínia quase que teve um troça, mas ligando para a coroa que por aqui dou o nome de Marta, aceitou as condições. E foi que naquele Domingo pela manhã, eu e Carla embarcamos no carrão de luxo que a Marta tinha mandado. Chegamos na cobertura onde a Marta morava. Fiquei encantada com o luxo. Marta, vestida com um penhoar., levou nos para o interior do seu carto, onde eu uma das paredes nos olhando de frente, uma pintura a óleo, com a boceta de fora, dava para ver o tamanho do seu grelo. A pintura parecia que nos seguia com os olhos. Marta, sentou na beirada da cama e nos convidou a ficarmos a vontade, como a presa era a Carla, Marta começou a alisar seus cabelos. Como nunca tive a oportunidade de ver um encontro desses. Prestava a atenção aos mínimos detalhes.. Marta, com seus carinhos, já tinha colocado a Carla sem roupas e alisava seus lindos e apetitosos mamilos. Eu fazia força para que não, mas minha boceta deu sinal que iria molhar. Pois Marta muito esperta, tanto alisou o grelinho da Carla, que ela se arreganhou e a Marta caiu de língua na bocetinha da Carla. Nossa como sofre um expectador, Olhava para tudo aquilo que ocorria na minha frente, esfregava a boceta e mais me dava tesão. Foi quando a marta deu um jeito e passou para cima da Carla. Nossa, foi ai que vi o tamanho de boceta da Marta e o grelo retesado para fora, quase tive um troço. Fiquei com medo da Carla dar um troço e quebrar o barraco. Mas de mulher para mulher, elas se entendem. E a marta sendo calejada nesse tipo de foda, tapou a boca da Carla com um beijo de desentupir pia. Quase que gozo novamente, quando escutei a Carla sussurrar. Vai Marta mete na minha boceta, isso soava aos meus ouvidos como terão. Meche Marta, não para me faz gozar. Marta subia e descia da boceta de minha amiga, com uma precisão absoluta. Se eu olhando já tinha gozado duas vezes e o meu grelo teimava por não abaixar. Imagina minha amiga, quantas vezes não gozou. A coisa rolou por mais de horas, as duas criaturas agarradas, choramingando e gozando a valer. E eu como fariscas de pão caída no tapete., nem poderia reclamar da minha vez. Com a boceta inchada, a Carla se desgrudou da Marta, indo para o banheiro se banhar. Foi que a marta, apontando o dedo para mim, convidou me a se chegar. Encostei os meus lábios em sua orelha, dando lhe um beijo bem molhado de cuspe e sussurrei. _ Primeiro quero chupar o seu grelo. A mulher se ajeitou e vi sem acreditar o tamanho de boceta e no centro o grelo que mais parecia uma pica. Chupei a minha vontade, e sempre que mordiscava com a língua cheia de cuspe, A marta urrava igual uma vaca no cio. E pedia mais por que estava gostoso. E foi que saímos dessa brincadeira, quando a marta pediu me para sentar com o rabo no seu grelo. Nossa que coisa gostosa e ter enfiado no nosso cu, um grelo de mulher. Marta segurava me como se quisesse entrar toda em mim e gozou gostoso dentro na pela. Sentia me como uma favorita por agradar minha feminina. Falei para Marta que aquela era a hora dela gozar na minha boceta como fez com a Carla. E a mulher montou em cima de mim, com a boceta engolindo a minha e eu sentindo o seu grelo penetrar me. Quase desmaio de tanto gozar. Fodemos tanto, que a Marta ficou com o grelo enxado. Mas adorou e mandou um recado para Dona Ermínia, que ligasse para ela, para marcar uma outra ida de nos em sua casa. Com isso, me tornei uma putinha de Dona Ermínia, igualzinho a Carla.. Se ler e ficar com o grelinho duro, deixa comentário. Teca.
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Sensacional, maravilhoso, delicioso esse conto, muito gostoso de ler e muito bem escrito, puro e gostoso tesão desde a primeira linda escrita. Picante, excitante, viciante. O amor entre mulheres é maravilhoso, tem continuação?
Votado e aprovado