Assim que meus olhos se acostumaram com a escuridão, notei alguns caras sentados próximos. Alguns batiam punheta, outros só observavam. Passados alguns minutos, um senhor que estava na cadeira à minha frente, sem dizer nada, esticou o braço para trás e começou a alisar meu pau que já estava duro. Como eu não ofereci resistência, ele se levantou e sentou ao meu lado. Abriu minha bermuda, punhetou meu pau e já caiu de boca. Boca quentinha, chupava com gosto, como quem já está acostumado a mamar a um bom tempo. Eu desci minha bermuda para ele ficar mais à vontade. Assim que liberei o saco, e começou a chupar meus bagos, elogiando dizendo que estavam lisinhos do jeito que ele gostava. Babou bastante meu saco e subiu para minha rôla. Chupava a cabeça, esfregando no céu da boca e ainda deslizava a língua pelo freio. Um puta tesão. Quando eu estava quase gozando, pedi para ele parar. Não queria gozar ainda. Ele se levantou e foi procurar outra rôla para mamar.
Um outro cara, sentado mais à frente, que estava olhando eu ser mamado, se levantou e veio sentar ao meu lado. Um negro alto, parrudo, parecendo motorista de ônibus intermunicipal, com uma camisa branca dobrada no braço, bem justa. Sentou ao meu lado e perguntou: Posso mamar também? Eu acenei com a cabeça que sim. O putão mexeu na bolsa, tirou um halls preto e colocou na boca. Ficou me punhetando de leve no que eu perguntei: Não vai mamar? Ele só disse: calma… Quando ele caiu de boca na minha rôla é que percebei a suas intenções. Estava esperando a bala derreter um pouco.
Caralho, que sensação gostosa. A boca dele quente com o geladinho da bala. E o cara é mestre em mamar. Meu pau não é grande, e ele com aquela bocarra, engolia tudo. Eu sentia meu pau bater na sua garganta. Ele sugava com força, eu sentia a língua dele se esfregando na minha rôla, parecia que estava metendo em buceta. Ele sugava com muita força. Meu pau estava inchado, veiúdo. Ele tirou minha camisa e ficou revezando entre minha rôla e meus peitos.
Passava a língua com vontade nos meus mamilos (adoro isso), onde eu sentia o bigodão esfregando no meu peito. Aquilo estava uma delícia.
Em pé, ao meu lado eu notei dois caras olhando a cena e se punhetando. Meu tesão estava a mil. O cara que estava mais próximo a mim, era alto, tipo 1.80, com um pau médio e bem grosso. Eu então peguei naquele pau meia bomba e comecei a punhetar. Ele foi ficando duro e eu acelerando a punheta. Nunca dei, mas adoro bater uma punheta num pau bonito. E este era muito bonito. Pelos aparados à máquina e aquele pau quente. Eu estava delirando de prazer. O cara em pé foi chegando mais próximo do meu rosto, queria que eu mamasse ele, mas eu recusei. Nunca fiz isso. Ainda mais ali, onde eu não conhecia ninguém. Mas deixei ele esfregar o pau no meu rosto enquanto eu continuava punhetando. Sentia minha cabeça encostada na barriga dele. O cara que estava me mamando, vendo isso, puxou ele pela mão e trouxe para a nossa frente e começou a mamar os dois, revezando numa pica e outra.
Eu fiquei em pé para facilitar. O cara conseguia enfiar os dois paus na boca. E aquela sensação de uma cabeça esfregando na outra, eu não iria resistir muito tempo mais. Eu tirei meu pau da boca dele, e nesse mesmo instante o outro cara gozou, enchendo a boca ele de pôrra que ele engoliu tudo.
Eu saí e fui sentar em outra cadeira para descansar, e em menos de 5 minutos, chegou um carinha e falou ao meu ouvido:
- Adorei ver a pegação de vocês. Será que ainda tem um pouquinho de leite para mim?
Eu disse: Ainda não gozei. Então ele pediu, vamos para a cabine? E já foi me puxando pela mão.
Ele é um cearense mais ou menos da minha altura, com cara de uns 34 anos, lisinho, muito gostosinho.
Quando entramos na cabine, ele tirou toda a roupa e tirou também a minha camisa. E já começou aquela mamada gostosa nos meus mamilos. Fazia aquela linguada de cobra nos mamilos que já estavam durinhos de tesão. Foi descendo até chegar na minha rôla que já estava inchada de tanto ser mamada. Boca quentinha, com mamada suave. Eu pedia para ele caprichar na chupada na cabeça e ele assim fazia. Depois de uns 10 minutos mamando, ele se levantou e começou a esfregar a bundinha no meu pau. Uma bundinha linda, redondinha, lisinha. Ele se insinuava e gemia baixinho. Eu não curto meter, mas naquele momento eu estava com o tesão a mil. Perguntei se ele tinha capa, ele só virou a mão e me entregou. Encapei meu pau, dei uma cuspada naquele cuzinho fechadinho, e esfreguei a cabeça do meu pau no buraquinho. Ele abriu a bunda com as duas mãos e me pediu: Mete gostoso.
Eu não tenho experiência em meter, mas fui empurrando meu pau, e assim que passou a cabeça, comecei com movimentos lentos do quadril, igual eu vejo no xvideos. Ele gemia e pediu para eu meter mais rápido, com força. Foi o que eu fiz. Segurei nos ombros dele e comecei o vai-e-vem rápido, que ouvia aquele flop, flop, batendo nele. Abracei ele com o braço esquerdo, e com a mão direita livre, comecei a punhetar ele. O pau dele duro que nem pedra, ele gemendo, gemendo e pedindo para eu gozar gostoso dentro dele. Aquele cuzinho quentinho dele mordia meu pau. Eu podia sentir meus pentelhos se esfregado na bunda dele. Mais algumas estocadas, e eu gozei gostoso, lá no fundo daquele cuzinho. Ele também gozou. Encheu minha mão de porra, que eu esfreguei no meu peito e num abraço gostoso, passei para o peito dele também. E ficamos abraçados até a porra secar.
Fazia tempos que eu não comia um cuzinho, mas adorei esta experiência. Quando saí da cabine, o motorista que estava me mamando, nos viu e disse que ficou chateado por eu não ter dado leitinho na boca dele. Eu disse que ficava para uma próxima.
Gostei muito da experiência no Canal. Com certeza, vou voltar mais vezes.

Seu pau deve ser bem gostoso
Gozei gostoso lendo o relato. Me lembrou do dia que eu fui na Kratos, kkkk
Que delícia cara. Tô por BH essa semana, doido pra curtir uma putaria com um mineiro hehe
Delícia adorei esse conto?$
Caralho conto top vou tomar coragem e ir conhecer este lugar.