Meu nome é Roberto. Tenho 30 anos, malho bastante e faço dieta pra tentar manter a forma. Tenho 1,90m, 100 kg, muito branco, barbudo, cabelos lisos feitos um topete. Meu físico lembra bem o do ator pornô Andy Onassis. Dizem que pareço lenhador. Sou um homão.
A história que eu vou contar hoje pra você aconteceu ontem. Fui visitar uma amiga minha bem mais velha. Ela é bibliotecária aposentada e a gente troca altas ideias. Moramos na mesma cidade e, quando cheguei à casa dela, descobri que havia visitas. Uma prima dela com o marido e o filho tinham vindo passar as festas de Revéillon com ela. Eles moram em Alagoinhas e vieram curtir a tranquilidade aqui da Chapada.
Ícaro, o filho dessa prima, tem 25 anos. E pense num gato. O moleque curte academia, é tão branco quanto eu e tem um brinquinho na orelha. As pernas são realçadas, ele usa regata e tem uma simpatia surreal. Além do corpo maneiro, o garoto tem duas coisas que me atraíram logo: uma barba raspada deliciosa que deixa aquela sombra azulada no rosto branquinho e uma boca muito carnuda. Sabe quando o cara tem bastante barba e, mesmo raspando, fica o desenho sombreado? Eu amo. Ainda mais se for em garoto muito novo.
Pois bem. Como minha amiga tava atarefada, eu logo comecei a conversar com ele. E o papo foi fluindo. Ele me disse que gostava muito de filmes de terror, e eu disse que tinha vários livros e revistas sobre isso. À certa altura, fomos conversar no quintal, falamos de academia e de projetos profissionais... E ele me disse que pretendia estudar enfermagem ou educação física. Disse que um amigo dele estudava enfermagem e chovia mulher pra ele. Segundo Ícaro, as mulheres pareciam ter fetiche por homem de branco. Rimos juntos e eu perguntei se ele já tinha conhecido a cidade. Ícaro respondeu que não. E eu falei que, se ele quisesse, mais tarde a gente poderia dar um rolê pra ver as garotas.
Sim, eu adoro me fingir de hétero em algumas situações só pra ver o cara ficando mais à vontade.
À noite, fui buscá-lo de carro, saímos e demos umas voltas pela cidade. Como havia pouco movimento na rua e a cidade é bem pequena, chamei ele pra tomar uma borgonha chilena na minha própria casa.
Ele entrou, sentou-se no sofá da sala, e eu falei pra ele ficar à vontade. Levei a bebida pra ele e ficamos jogando conversa fora. À certa altura, fingi que tinha recebido uma notificação e disse que uma mina tava mandando nudes. Peguei umas fotos que eu já tinha salvas e mostrei pra ele. Vi que ele ficou excitado e já botei um canal adulto na TV. A gente assistia e comentava sobre o desempenho das minas. Nós dois estávamos com muito tesão, e eu comecei a me punhetar na frente dele.
Embora ele fosse um gato, eu sabia que ele não tinha tanta experiência com mulher nem com homem. Pelo que eu já tinha conversado com minha amiga, a família dele era muito acomodada, parada, meio que vivia exilada na cidade grande. Não sabia nem se locomover direito na cidade. Ícaro não ia a festas nem vivia saindo. Deduzi, portanto, que ele tivesse pouca habilidade pro sexo. No máximo já devia ter batido umas punhetas vendo putaria no celular.
Ícaro ficou um pouco reticente, mas depois cedeu e começou a se tocar também. Num instante, agarei o pau dele. Não resisti. Cara, a rola dele era muito branquinha, cabeça rosada, toda lisinha. Aliás, ele era todo depilado. O saco enorme, pesado, sem pelos. Puxei o prepúcio e senti aquela piroca crescer ainda mais na minha mão. Devia ter uns 18 centímetros e era linda. Olhei bem nos olhos dele e caí de boca na jeba. Ele começou a se contorcer e, em menos de cinco minutos, disse que ia gozar. Tirei a pica da boca, chupei as bolas, passei a mão pelas coxas lisinhas e brancas e depois voltei a mamar a rola dele. O safado gozou na minha cara.
Chamei ele pro banho e nos pegamos muito debaixo do chuveiro. Sob a água nos beijamos e, finalmente, pude sentir aquela boca carnuda me decifrando. Nos enxugamos e deixei ele em casa. Na mesma semana, ele voltou pra Alagoinhas. Disse que voltará daqui a uns três meses.
O que será que vai rolar na próxima vez?

Votado. Delícia de conto. Esperando o retorno....
E aí, ele voltou???