Eu sou baixinha e minha pele é muito sensivel, então qualquer esforço deixava meu colo avermelhado, o que parecia hipnotizá-lo. Eu limpava o suor do pescoço devagar, fazendo charme, sabendo que a minha aliança dourada brilhava no meu dedo, avisando que eu era proibida. E era exatamente isso que o fazia perder o foco no treino.
?Quando ele pediu meu número no estacionamento, a voz dele, grave e segura, me fez vibrar. Cheguei em casa e o meu "disfarce" de esposa perfeita caiu junto com a roupa no chão do banheiro. Sob o chuveiro, a água quente batia nos meus seios grandes, e eu fechava os olhos imaginando as mãos calejadas dele ali. Minha pele, tão lisa e macia, brilhava com o sabonete de baunilha. Meus dedos desceram para a minha bucetinha depilada, que já estava pulsando. Eu me tocava com força, sentindo minhas auréolas gigantes e rosadas arderem de tesão, imaginando o Senhor W me parando na blitz da vida real.
?Saí do banho, sequei minha pele de porcelana e vesti aquele pijama rosa de seda, curto e provocante, que deixava minhas pernas bem à mostra. Deitei na cama e vi a mensagem dele:
?"Você não sai da minha cabeça. Aquela aliança no seu dedo só me deu mais vontade de ver o que você esconde por trás desse sorriso de santa..."
?Meu corpo ferveu. Começamos a trocar mensagens cada vez mais pesadas. Eu dizia que queria sentir o peso dele, o cheiro de homem maduro. O encontro foi marcado para a noite seguinte, em uma rua escura do Rio.
?Quando entrei no carro dele, o cheiro de couro e farda me embriagou. Eu não disse "oi". Simplesmente passei por cima do câmbio e montei no colo dele. Meu vestido rosa subiu até a cintura, revelando que eu estava totalmente nua por baixo. Minha pele de seda entrou em contato direto com a calça áspera da farda dele.
?"Sente isso, senhor W?" — sussurrei, enquanto começava a rebolar, sentindo o cacetão dele duro e enorme sob o zíper. "Sente como a sua santa está?"
?Eu me movia com vontade, o suor de nós dois começando a brotar. Minha bucetinha estava tão encharcada que o líquido quente começou a transbordar, escorrendo pelas minhas coxas macias e molhando a calça da farda dele. Eu queria marcar o Senhor W. Queria que ele sentisse o calor da minha pele contra o pescoço dele enquanto eu o beijava com fome, sugando a pele dele, deixando o rastro da minha boca rosada.
?"Você está me deixando louco, Aninha... olha o que você está fazendo com a minha farda,"
ele ofegou, as mãos gigantes dele apertando minha bunda com uma força primitiva, sentindo a textura divina da minha pele lisa.
?Eu rebolava com mais força, sentindo a pressão do pau dele contra o meu clitóris, fazendo o gozo da "santa" escorrer e criar uma mancha escura na calça dele. Eu era o pecado em forma de mulher, baixinha, branquinha e insaciável, destruindo a postura do policial de olhos verdes no silêncio daquela madrugada..
A tensão dentro do carro era insuportável. Eu, montada no colo do senhor W, sentia a umidade da minha bucetinha atravessar a calça farda dele, criando aquela mancha escura que denunciava minha perversão. Meus olhos verdes queimavam nos dele. Eu não queria mais barreiras.
?Minhas mãos pequenas e rápidas foram direto para o cinto da farda. O som do metal abrindo ecoou no silêncio da madrugada. Abri o zíper com urgência, sentindo o calor animal que emanava dali.
Quando puxei a cueca dele, o que vi me deixou sem fôlego: o pau dele era um monumento, um cacetão grosso de 56 anos, com a veia latejando e a cabeça grande, rosada e toda linda, brilhando com o próprio mel.
? "Olha só essa bucetinha… toda aberta, toda molhada," ele rosnou, a voz de autoridade agora rouca de luxúria pura.
"Pronta pra ser fudida, né, sua safada?"
?Ele me segurou pela cintura, as mãos pesadas marcando minha pele branca e lisa, e me suspendeu apenas o suficiente. Eu guiei aquela glande enorme para a minha entrada. Quando a cabeça dele pincelou meus lábios sensíveis, eu soltei um gemido longo.
? "Relaxa. Deixa eu meter tudo… até o final," ele ordenou.
?E então ele entrou. Devagar, mas fundo. O pau dele me rasgava por dentro de tão grosso. Minha estrutura de baixinha parecia pequena demais para aquele preenchimento, mas eu queria mais. Eu me sentei com tudo, cravando as unhas nos ombros da farda dele, sentindo o cacetão tocar o fundo do meu útero.
?Comecei a cavalgar como uma louca. Meus quadris se chocavam contra ele com um ritmo firme, o barulho da nossa pele batendo o som da minha pele de seda contra a farda dele preenchia o carro.
O suor brotava na minha nuca, e o cheiro de baunilha do meu corpo se misturava ao cheiro forte de homem maduro.
?"Porra, Aninha… olha como essa boceta me engole…" ele exclamava, enquanto usava as pernas para apoiar as estocadas que vinham de baixo para cima, me jogando contra o teto do carro.
"Rebola, vadia… quero te ver tremer gozada em mim."
?Eu rebolava com força, sentindo a pressão da glande dele contra o meu ponto mais sensível. Eu não era mais a santa da academia; eu era a mulher que, aos 39 anos, finalmente encontrou o mestre que a faria gritar. As estocadas eram fundas, alternando a força, me deixando escancarada.
?"Gosta assim? Sendo fodida no colo do oficial?" ele provocava, mordendo meu ombro, deixando a marca dos dentes no meu corpo
?Eu só conseguia gemer. O orgasmo subiu como um incêndio. Meus músculos apertaram o pau dele com uma força surreal, e eu gozei forte, sentindo o líquido quente inundar a junção dos nossos corpos e escorrer pela calça da farda dele, que agora estava completamente arruinada pelo nosso pecado. Ronaldo continuou metendo por mais alguns segundos, sentindo meus espasmos, até que ele também se inclinou, cravando os dedos na minha pele e despejando um jato quente dentro de mim, me marcando por inteira.



aninha2020