Eu ia até a casa dele quase sempre. A reforma ainda em andamento deixava tudo improvisado, incompleto — e estranhamente mais excitante. Poucos móveis, pouco conforto, pouco espaço, apenas uma cadeira e um colchão.
Era mais uma tarde de calor excessivo. O tipo de calor que cola a pele, que acelera a respiração. Ele havia improvisado um ventilador. O ar era pesado. O clima, ainda mais.
Eu vestia um short amarelo bem fresquinho e uma regata coladinha branca, por baixo estava de lingerie de renda bordô maravilhosa, estava toda perfumada, cabelo liso e maquiagem leve. — suficiente para parecer casual, nunca inocente.
Assim que a porta se fechou, os olhares já falavam demais, o silêncio era gritante então ele colocou uma musica de fundo.
Ele imediatamente foi tirando toda sua roupa, ficando completamente pelado e eu tirei apenas minha regata para o provocar, mostrando meus seios tampados pelo sutiã de renda.
Ele então sentou na cadeira e pude ver aquela cena maravilhosa dele já com o pau ereto. Fiquei de joelhos no chão, e comecei a mamar ele, alternava entre chupar seu pau e as bolas, fazia movimentos circulares na cabeça do pau dele com a língua, escutando ele gemer gostoso e me falando palavras de baixo calão, fiquei chupando ele por cerca de uns 15 minutos e ele era forte, não se rendia a gozar.
Em seguida ele mandou eu me levantar e sentar no pau dele. Tirei o restante da minha roupa e fiquei de pé de costas pra ele e ele passou gel lubrificante por todo seu pau e na entrada do meu cu, e de costas eu sentei naquele pau grande e grosso, ele me mandava abrir bem minha bunda para entrar tudo e assim o fiz.
Comecei a cavalgar nele sem parar e olhando pra trás com um sorrisinho malicioso, ele pirava e falava que amava ver minha cara de safada aonde fiquei por mais alguns minutos cavalgando.
Então ele ficou de pé, segurou em meus cabelos e começou a foder minha boca com tanta força que eu chegava a engasgar de tão grande. Em seguida comecei a chupar suas bolas e enquanto ele batia para gozar pra mim até que abri minha boca, coloquei a língua pra fora e ele gozou, enquanto eu olhava pra ele com cara de safada.
Quando finalmente me levantei, o domínio mudou de mão e sabia que aquilo estava longe de terminar.
O colchão no chão parecia proposital. Ele me guiou com palavras baixas, postura segura.
Mandou eu ficar de joelhos e veio por trás para foder meu cuzinho que ja estava piscando de vontade, ele passou lubrificante e começou a meter em mim enquanto me beijava pelas costas , ao mesmo tempo ele tocava uma siririca pra mim, eu gemia de tesão enquanto o beijava até que soltei uma frase para o provocar de propósito - uma frase dita com sorriso lento, carregada de desafio - soltei:
- Está com dó?
Vi o efeito imediato. O olhar mudou. O ritmo também.
Ele mandou eu ficar de quatro, com o rosto colado no colchão e a bunda para cima então ele veio por cima de mim fodendo meu cu bruscamente. Ali, senti tudo com intensidade demais para explicar. Era forte, quase insuportável — e ainda assim, absurdamente bom. Pedi pausa sem convicção, sabendo que não queria de verdade. E ele sabia.
Depois de ele ter me arrombado de vez, ele gozou pela segunda vez, e dessa vez foi dentro do meu cuzinho que ficou cheio de porra.
Levantei, vesti minha roupa com o cu cheio de porra e ele me levou pra casa.
Peço desculpas se o conto ficou muito longo, espero que gostem!
Q tesão!
Delicia de conto, não tem como esquecer o primeiro anal
Hummmmmmm 😋🤤😈😈😈 Que conto delicioso Cada história sua, cada detalhe, fico mais seu fã Bjosss no cantinho da sua boca
Delicia, vc me deixou como vc viu...eu adorei tudo em ti...bjs na bucetinha!!