Vou chamá-lo de Fábio (nome fictício). Ele tem 35 anos, solteiro, pardo, cerca de 1,70m, uns 80 kg, barba, cabelo curto e um pau de 17 cm mais pesado e grosso que o meu. A conexão foi imediata, elétrica.
Na primeira segunda-feira de janeiro de 2026, resolvi mandar uma mensagem achando que estava falando com outro contato. Era o Fábio. A conversa fluiu rápido e, sem muita enrolação, marcamos de nos encontrar às 14h30 em frente a um shopping conhecido de Manaus.
Assim que entrei no carro, o clima já mudou. Olhares demorados, mãos curiosas, sorrisos cheios de intenção. Em poucos minutos estávamos nos apalpando, sentindo o tesão crescer. Meu pau já estava duro quando nos beijamos com vontade. Chupei o Fábio enquanto ele dirigia, o corpo dele reagindo a cada movimento, até chegarmos ao motel.
Pedi um banho rápido — eu vinha da rua desde cedo, enquanto ele tinha acabado de sair de casa. Quando voltei do banheiro, encontrei o Fábio completamente nu, deitado na cama, duro e me esperando. A visão foi um convite impossível de recusar.
A pegação foi intensa: beijos quentes, mordidas leves nos mamilos, gemidos contidos. Ele me chupou com vontade, depois foi minha vez de sentir o gosto dele. Logo eu estava metendo, com ele deitado por baixo de mim, entregando o corpo. Em seguida, sentou no meu pau e rebolou com força, sem pressa, curtindo cada segundo.
Depois, foi a minha vez de sentir o pau pesado do Fábio. De quatro, frango beijando, gemendo, até terminar comigo sentando, completamente entregue ao momento.
A putaria durou quase duas horas. Terminamos no banho, corpos colados, água escorrendo, tesão sem freio — muita porra, muita entrega e uma lembrança impossível de apagar.