O menino que tinha medo de piroca.

Até o dia que fui pega de jeito e passei a gostar da coisa.

E assim se passou esse pedaço de minha história.
Não sou gay e nem veado, mas tem hora que bate a vontade de me vestir de feminino e nessa hora, o cu pisca e vem a vontade intransigente de experimentar da coisa.
Nunca dei a bunda, até acontecer o relato que passo a descrever.
Sou moreno, peitinhos desenvolvidos e uma bunda, vamos dizer, feminina.
Sempre quis, ter um homem em cima de mim, mas o medo, sempre assolou.
E como a coisa atenta para acontecer.
Passava pela calçada de uma grande loja de rações e como era um domingo, a loja estava fechada.
Mas, para empatar o ir e vir, estava estacionado, um grande caminhão, já a essa altura, esperando para descarregar na segunda feira.
Assim que passei, o motorista desceu da boleia e perguntou me, onde tinha um lugar para fazer lanche.
Já que por onde estávamos as lojas estavam todas fechadas.
Eu não sei o jeito que dei com o corpo, já que estava usando um sutiã e deu para o caminhoneiro, ver.
Indiquei como ele chegava a um bar para lanchar e iria seguir adiante, foi quando o homem puxou mais conversa, agora o desajeitado fui eu, pois ao me virar, o homem viu o tamanho de minha bunda, mesmo por debaixo da bermuda apertada que usava.
E por ser burrinha, cai a armadilha mais boba que se pode existir.
O homem, deixou a chave do caminhão cair bem perto dos meus pés e eu esquecendo que usava uma blusa larga e que quando abaixei para pegar o chaveiro, o homem, viu por inteiro meu sutiã.
Quando entreguei a s chaves ele pegou minha mão, deixando me sem fôlego e falou.
_Se o sutiã e bonito, o seus seios devem serem lindos.
Suei frio, por estar descoberta, quando ainda escutei do homem.
_ Te convido a subir na cabine do caminhão, para ver essa maravilhosa calcinha que você esta vestindo.
Nossa quase, fico sem chão em baixo dos pés.
E pensei comigo mesmo.
Uma primeira vez, não se deve desperdiçar.
E o mais e só mostrar a calcinha, descer e ir embora.
Com muito custo, subi na cabine, amando o conforto que era por dentro.
O homem sentou ao volante, apagou as luzes internas Falando que poderia mostrar a calcinha sem medo, falei que estava envergonhada.
Ele, pediu que fosse para cima da cama e fui, ai ele fechou as cortinas, onde tomei coragem e tirei a bermuda, ficando só de sutiã e calcinha.
Pedi ao homem que abrisse só um pedaço da cortina e visse a calcinha, que aproveitei para puxar para cima, entrando dentro da bunda, como que se fosse um fio dental.
O que o homem viu o agradou, pois vi o volume da sua pica entre as pernas.
Ele elogiando se achegou para beirada da cama e passava as mão na minha bunda por cima da calcinha.
Ele fechou ao máximo a cortina, para que não visse que ele já estava nu e que não me assustasse.
Apesar que acho não acreditar no meu medo.
Ato continuo, ele perguntou se podia me beijar.
Coisa que nunca tinha sido por homem.
Falei que sim, só que não sabia que seria na boca e de língua.
O homem subiu para a cama, abraçou me e chupava minha língua com tanta tesão, que quase fico sem fôlego.
Até então, eu era dono da situação, mas quando suas mãos e boca, acharam minhas tetas.
Só a tesão e que mandava.
O cara sabia namorar, enquanto sua língua enrolava na minha, suas mãos passeavam por minha bunda e o seus dedos, experimentavam qual iria entrar no meu cu.
Eu, por conta de entrar num êxtase, viajava.
Quando fui dar por mim e colocar a cabeça em ordem, senti a cabeça da piroca do homem, forçando a passagem para arrombar meu cu.
Falei que não, esperneei, mas tudo que tentasse, não teria sucesso, pois o homem estava agarrado na minha cintura, como que fosse uma perereca.
E quanto mais me mexia, mais o caralho entrava.
E foi quando ficamos juntinho bunda com caralho, foi que o homem deu um tempo.
Aquela situação, era nova para mim, tinha visto muito, mas não sabia que era assim, na vida real.
Sentia o respirar abafado do homem na minha nuca.
Sentia o volume de sua piroca por dentro, o cheiro de pica na boca, mas não sabia o que viria mais.
Doer, só umas pontadas no inicio, pois o cara não tinha pica grande, nem grossa, sorte minha.
Por um momento ficamos parados, só sentindo o bater dos corações.
Mas mais que de repente, senti, os movimentos que o homem fazia, de entrar dentro de mim e sair.
Isso me levou novamente ao caminho do êxtase.
Era os movimentos de vai e vem.
Não sei dizer como aconteceu, mas gozei sem pegar no meu pinto.
Já o amante, se estremeceu, senti sua pica inchar dentro de mim e uma coisa grudenta me encher o rabo.
Vesti minha calcinha para não sujar a cama, coloquei a bermuda, para ficar por dentro com o que para mim foi o primeiro esporro..
Mamei a pica do parceiro, deixando ela limpinha.
Dei lhe o numero do meu celular, para que quando ele voltasse repetir a coisa e fui embora com os pensamentos roendo minha cabeça.
A coisa era tão boa, que gozei com a bunda por conta da tesão.
Gostou.
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Teca

Foto 1 do Conto erotico: O menino que tinha medo de piroca.

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Comentários


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casal-mar Comentou em 08/01/2026

Adorei este contos, és maravilhosa...




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Ficha do conto

Foto Perfil teca
teca

Nome do conto:
O menino que tinha medo de piroca.

Codigo do conto:
251303

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
07/01/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
3