Parte 1
Olá, sou o Junior, 30 anos, e minha esposa Angela, 29 anos.
Vou contar o que aconteceu conosco quando nos mudamos do interior para SP.
Dividi em duas partes pois é um pouco longo
Quando casamos morávamos em um comodo no quintal da casa dos meus pais.
Começo de vida, ganhando pouco, foi o melhor lugar que escolhemos.
Depois de dois anos de casados recebemos uma oferta muito boa para ir para São Paulo.
Meu tio Tonhão, que havia deixado nossa cidade quando enviuvou e tinha um pequeno mercado de bairro, como o negócio estava crescendo ele nos convidou para mudarmos e eu trabalhar com ele pois não confiava em mais ninguém.
Comemoramos muito a mudança que iria acontecer em nossas vidas.
No fundo do mercado havia uma edícula com quarto, cozinha, sala e banheiro, o que era melhor que a atual residência.
Fomos e me adaptei rapidamente no trabalho.
Passados alguns meses estávamos eu e Tio Tonhão, após fechar a loja, no depósito fazendo balanço e reparei que toda hora meu tio passava e ralava em mim, uma hora senti até que seu pau estava duro. Ele foi ao banheiro e na volta veio de pau em riste para perto de mim e falou:
- Veja Junior, desde que enviuvei tive poucas oportunidades de transar e toda hora me vejo neste estado.
Vendo que me fixei no seu pau duro, ele continuou :
- Sabe, você poderia ser bonzinho e pagar uma punhetinha para mim.
- O tio que é isso, sou casado.
- Ora estou vendo como olha com vontade para meu pau, pode pegar que ninguém vai saber.
Poxa o cara que nos ajudou muito e aquele pau bonito,acabei aceitando.
Pegando senti seu calor e comecei a punhetar e parece que ficava cada vez mais duro.
- Que tal uns beijinhos Junior.
Já estava com água na boca, e quem sai na chuva é para se molhar, ajoelhei e comecei a beijar seu pau, descendo até o saco, abocanhei e passei a chupar me entregando e gostando do que fazia.
- Junior quebra meu galho, deixa eu comer seu rabinho, sua bundinha me dá muito tesão. Realmente tenho a bunda lisinha e nádega durinha e redondinha.
- Pô tio isso não, não posso fazer isso.
- Ora vamos lá, pensa que não vi você quando adolescente dando o cu e gemendo para meu filho? Você pedia até para ele enfiar mais.
Pois é meu segredo veio a tona.
Meu primo e eu brincávamos de bater punheta quando começamos a descobrir nossos corpos mudando. Depois de algumas vezes ele falou :
- Junior você bate para mim e eu para você, vai ser mais gostoso.
Dai até chegar nas encoxadas foi um pulo.
O pau dele era bem maior que o meu e eu não conseguia tirar o olho dele até que um dia ele disse
_ Quer chupar um pouquinho, acho que você vai gostar.
Meio tremulo acabei pegando nele e comecei a chupar e gostei do gosto.
Os dias passavam e as chupadas ficavam cada vez melhores, eu gostava muito de sentir o pau dele na minha boca, a quentura e o gosto, sentir ele crescer mais na minha boca, até que um dia ele segurou na minha cabeça e acabou gozando dentro e me fez engolir tudo. Acabei gostando do gosto e quando a gente ficava sozinhos sempre acontecia.
- Junior quer sentir ele no seu cuzinho, tenho certeza que vai gostar..
A primeira vez doeu bastante, o pau dele maior e mais grosso que o meu, mas a partir da segunda já sentia prazer e gozava sempre sem me tocar com o pau dele no meu cu.
Voltando ao presente.
- Tio isso foi há muito tempo, desde que ele foi embora para o norte nunca mais dei para ninguém e seu pau é maior que o dele.
- Vamos lá, se doer eu paro ou também posso contar para a Angela as coisa que vocês faziam e também o que está fazendo.
Apavorei na hora. Minha amada Angela não podia saber disso.
- Ok tio, mas se doer muito você para.
- Então fica de quatro que vou ser bem carinhoso com você. Pode até bater uma punhetinha nesse pauzinho que está bem duro.
É, infelizmente meu pau é pequeno, 13 cms.
Me coloquei de quatro, Tio Tonhão cuspiu na mão e começou a passar no meu rego, cuspia e passava a mão, até que enfiou um dedo bem molhado no meu cu, enfiava e tirava, entrou com um segundo dedo me laceando. A essa altura eu já soltei um gemido.
- Viu como você ainda gosta. Ele disse tirando os dedos, cuspiu no pauzão e encostou no meu buraco.
Quando senti e cabeça me arrepiei todo. Reconheci que eu queria e sentia falta de um pau.
Tio Tonhão começou a forçar e eu sentia me cu se abrindo para ele e numa forçada maior a cabeça me rasgou e entrou.
- Ai tio, devagar está doendo para caralho.
- Abre essa bundinha que hoje vai ser minha, relaxa que é mais fácil.
Levei as mãos para traz abrindo as nádegas e ele foi forçando, forçando até entrar tudo.
- Pára tio, para que está doendo.
- Calma deixa ficar assim um pouco e logo você acostuma.
Realmente depois de um tempinho eu mesmo comecei a mexer o corpo para traz, tio Tonhão me pegou pela cintura e começou a tirar e enfiar, tirar e enfiar.
- Agora está gostoso tio, pode meter vai, mete mais, assim, delícia.
- Fala que vocxê é minha mulherzinha, fala.
- Sou sua mulherzinha tio, adoro esse pau no cu, mete mais, mete que vou gozar.
O tesão começou a mexer comigo e passei a gemer até sentir ele encher meu cu de porra.
- Fala que você é a Angela, fala.
No auge do tesão nem me toquei e falei.
- Vai tio fode sua Angela, fode. Estou....gozando....gozando.. gostoso.
- Isso Angela adoro você pedir para meter mais. É assim que você gosta Angela?
- É titio, goza na Angela, goza.
E senti uma descarga de porra lá no fundo.
Lógico que depois veio o arrependimento de ficar falando o nome da minha Angela, mas fiquei tarado pela pica do tio Tonhão e ele sempre que me comia fazia com que eu falasse que era a Angela, até me fez usar uma vez uma calcinha dela.
Continua na parte 2 final