Julinha, a ruivinha submissa de cabelos flamejantes e olhos verdes cheios de devoção, sempre sonhou em agradar seu patrão Gabriel. Ele era um gordinho simpático, com barriga proeminente e um sorriso malicioso que a fazia tremer de excitação. Aos 22 anos, ela trabalhava como secretária em sua pequena empresa em Santa Luzia, e sua submissão ia além do horário comercial – era um pacto secreto de obediência total.Naquela noite chuvosa de quinta-feira, Gabriel a chamou para o escritório após o expediente. "Hoje você vai aprender uma lição de verdade, Julinha", disse ele, afundando na poltrona de couro, a calça já desabotoada. Ela se ajoelhou devagar, o coração acelerado, vestindo apenas a saia justa e a blusa branca que ele adorava rasgar. Seus cabelos ruivos caíam como uma cascata sobre os ombros enquanto ela se aproximava do membro grosso e pulsante de Gabriel, que pulsava com expectativa."Abra bem, ruivinha. Garganta profunda, sem hesitar", ordenou ele, segurando sua nuca com mãos firmes. Julinha obedeceu, os lábios macios envolvendo a cabeça inchada, a língua rodopiando devagar para lubrificar. Ela desceu mais, centímetro por centímetro, sentindo a grossura esticar sua boca. Lágrimas brotaram em seus olhos quando o pau atingiu o fundo da garganta, bloqueando o ar. Gabriel gemeu alto, empurrando os quadris para frente, fodendo sua boca com ritmo crescente.Ela engasgou, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios expostos, mas não recuou – era a lição que precisava aprender. "Boa garota submissa... engole tudo", grunhiu ele, segurando-a no lugar enquanto seu corpo tremia. Julinha relaxou a garganta, respirando pelo nariz, permitindo que ele a usasse como um brinquedo. O cheiro almiscarado dele a inebriava, e sua boceta latejava de umidade, traindo o prazer na humilhação.Finalmente, Gabriel explodiu, jatos quentes de porra inundando sua garganta. Ela engoliu vorazmente, tossindo levemente ao se afastar, o rosto vermelho e maquiagem borrada. "Lição aprendida?", perguntou ele, acariciando seus cabelos ruivos. Julinha assentiu, ofegante, um sorriso tímido nos lábios inchados. "Sim, patrão... eu sou sua garganta agora."
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