Último amante

Antes de nós mudarmos o último a dividir nossa cama com foi o ex que começou como nosso patrão..
Trabalhava os dois como entregadores em um restaurante, e às vezes, quando eu chegava o nosso chefe estava atrás do balcão encostado bem ao lado da minha namorada conversando, ou almoçando com ela em uma mesa.
Ele elogiava as roupas dela, e a deixava ir de shortinho fazer entrega no shopping ao lado. Enquanto eu entregava de moto nos outros bairros.
Como eu só trabalhava lá no almoço, às vezes, após a última entrega eu ligava o aplicativo e fazia uma ou outra entrega por fora.
A minha namorada foi ficando cada vez mais brincalhona com o Marco, e o shortinho começou a ficar mais socado, ela já não arrumava mais ele quando estava próxima do nosso chefe, do jeito que levantava da mesa ia servir ele:
- Do jeito que você gosta!
Como ela dizia pra ele, a primeira vez que ele elogiou o jeito dela se vestir foi na minha frente,p bem mais discreto, dizendo que aprovava o jeito dela se vestir, e que até compraria mais pra ela daquele se ela quisesse já que ela repetia muito ele ( ela só tinha 4 e esse era justo o legging azul claro naquela pele branquinha).
Logo ela ganhou mais 5 shortinhos no dia em que teve de ir de calça, porque esqueceu de levar a roupa rs.
Apartir daí ela ficava sempre empolgada quando ia trabalhar usando eles, e chegou ao ponto de terminar de limpar o restaurante antes de abrir, abaixando e debruçando sem nem se arrumar mais, e ia servir o chefe ou conversar até abrir. As vezes levava o almoço pra ele em casa, que ficava bem ao lado, quando a mãe dele estava lá.
Claro que logo começou a ir quando ela não estava, e a buscar algo na geladeira pra ajudar ele.
Era um senhor de uns 45 anos, gordo, mas bem humorado. Eu não achava que teria chance.
Quando eu demorava a voltar depois de fechar ela ajudava a limpar ou ficava conversando com a mãe dele, então quando falava que estava no Marco eu pensava isso.
Eu já via os olhares dele quando ela se expunha abaixando ou se debruçando. E cheguei a ver ele pegando em sua cintura pra passar atrás do balcão ou na perna, e por vezes rs, parar atrás dela segurando quando alguém o cumprimentava indo embora, bem tranquilo como se fosse seu namorado. Ela diante disso tudo sorria e disfarçava quando me via, eu tentava intervir chamando ela ou conversando pra tirar ela dessas situações que não pareciam passar de um flerte sem futuro. Mas ela vai não parecia perceber ou se importar e me olhava como se eu fosse um bobo.
Agora, mesmo quando eles estavam sozinhos na casa dele ela me esperava lá, mas saia logo que eu chegava.
Certo dia cheguei pra buscar ela e já tinham fechado, a mão dele já estava na bunda dela enquanto conversavam de perto em frente ao balcão. Ela disse que nem percebeu, que estranhou no começo, em outra vez, mas como parecia um carinho, nem se importava mais.
Fiquei imaginando onde mais ele já tinha passado a mão nela, e já não achava ele tão inofensivo.
As conversas pareciam mais carinhosas, e um dia almoçando os três, ele solta que está precisando dar uma "namorada", olhando pra ela, e ela sorrindo. E reclamando que não tem uma namorada, e que não se importaria de ser interesseira, porque ela sugeriu que ele procura-se no Tinder. Mas ele não gostou de ter que mexer com aplicativo.
Ele já começou a dizer que comida tem que ter amor, que fazia tudo com atenção e carinho, conversa fiada já que ele só estava ali pra ficar em cima dela, já que não trabalhava lá, só ficava atoa.
Logo ele começou a chamar ela de amor, de querida. E mesmo quando eu estava lá, parecia que eles eram um casal, já que eu só trabalhava ou descansava almoçando.
Ele sugeriu que ela abrisse a tarde como lanchonete, e quando eu ia buscar ela eles estavam arrumando as coisas pra abrir, então ao invés de buscar às 15 eu ia às 18, ela adorou a ideia já que ia conseguir comprar seu iPhone, mas como estava no começo e eles não abriam por um imprevisto ou outro ela cobrou, dizendo que queria receber mesmo que ficasse "sentada", já que a culpa não era dela.
A coisa já tava nu nível que ela me contou que ele falou que ia pagar o iPhone dela pra ela "ficar sentadinha" se ela quisesse, enquanto a abraçava e a acalmava. Eu até vi a cena na minha cabeça, com ele pegando na bunda dela. Já vou que ele vivia pegando ou dando tapinha.
Eu não culpo ele, uma novinha de 22 anos, com shortinho partindo tudo, e doce daquele jeito.
Nem ela, já que ele foi esperto de mostrar aos poucos o que podia proporcionar.
Eu já aceitava, já tinha passado a parte da raiva a umas duas semanas, quando os outros empregados chamavam ela de chefe, eu achava que era brincadeira sobre a cozinha, mas logo mudou pra patroa, e até me olhavam no começo. Mas devem ter percebido que eu aceitei as coisas.
Quando transávamos eu imaginava ela com ele, e imitava o que via ele fazendo com ela. E um dia imitei ele falando do iPhone, e pra minha surpresa ela me chamou de Marco, e disse que ia sentar do jeito que eu quisesse rindo e debochando. Eu deitei na cama e ela veio e sentou e me cavalgou com força até eu gozar, e falou:
- Agora eu quero meu iPhone!
Um dia eles não abriram e quando chego ela estava no sofá da casa dele, só vi ela pela avaliação janela, ela levanta olhando pra trás ele vejo ele se levantando. E fechando a boca pressionando os lábios como depois de um beijo.
Eles vieram pro portão com ele atrás, ela parecia um pouco preocupada e ele s exibia, antes de deixar ela sair a segurou por trás bem colada e disse que amanhã ia dar certo. E só soltou ela quando ela concordou, parecendo ceder até ao puxão.
Eu já esperava algo do tipo, mas a via como minha querida namorada de antes e no braço dele a via como uma puta, mas que talvez pela posição dele, estava com razão.
No caminho pra casa eu perguntei se ela beijou ele, nem perguntei do colo, porque ficou nítido. Ela me abraçou e disse que foi como ela queria, e em casa pegou no meu pau como se estivesse comparando ou imaginando algo. Aquilo me fez gozar muito e bem rápido. E ainda tive que ouvir uma provocação de duplo sentido: quer ajuda?
No outro dia deu certo, eles não abriram, mas eu a busquei na casa dele, esperei lá fora com receio, e ela levantou limpando a boca e me chamou, sentei no sofá de frente pra ele e ela sentou do seu lado. E enquanto ele ia falando que não tinha dado certo a lanchonete, ia abraçando ela e ela se aproximava, ficando com a mão na perna dele e sorrindo.
Ali ela já teria dado tudo pro nosso chefe. E me disse que amanhã iam no shopping tirar o iPhone. Me mereceu uma água e fomos pra cozinha, ela na frente, com a poupa da bunda pra fora do lado direito, e um pouco avermelhada, meu chefe na frente se esfregando nela como se fosse namorado.
Na cozinha eu sentei na mesa e vi como um bom corno, meu chefe abraçar minha namorada enquanto ela me servia água, e puxando ela contra seu corpo que só cedia, enquanto me contava que só ia ter que continuar indo e que me avisaria quando era pra buscá-la.
Continuamos usando aliança, mas a roupa era uma lembrança do namoro dos dois, e o celular o pagamento que cobria o que ela tivesse de obedecer como a puta que se tornou.
Hoje moramos em Taubaté e procuramos alguém com esse fogo e cuidado do seu Marco.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico branquinhatah

Nome do conto:
Último amante

Codigo do conto:
251489

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
09/01/2026

Quant.de Votos:
6

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