Meu pai, meu tesão 3 Com participação do meu irmão

Continuando essa história com meu pai, estamos felizes e satisfeitos com nossas vidas desse jeito. O que acontece entre quatro paredes ninguém precisa saber, afinal isso seria um escândalo. Mas precisamos parar com a putaria em casa, pois meu irmão mais velho veio ficar com a gente. Ele é cinco anos mais velho que eu e com o físico mais parecido com o nosso pai. Ele se chama Edu, de Eduardo. Tem vinte e cinco anos, eu tenho vinte e nosso pai tem quarenta e dois anos de idade. Nosso pai fez filho muito cedo, com dezessete anos.
Meu irmão Edu brigou com a mulher e saiu de casa. Veio ficar com a gente sem prazo para sair. Tem sido bem difícil fingir rotina com meu pai, toda manhã eu fico louco de tesão quando o vejo só de cueca andando pela cozinha preparando o café. Enfio minha mão naquele volume gostoso, morrendo de vontade de sentir aquele pau no meu cuzinho de novo. Mas meu pai me lembra que meu irmão pode nos pegar a qualquer momento. Então eu fico na vontade mais uma vez.
Já faziam quase um mês que estávamos naquela situação, eu estava subindo pelas paredes já. Em um ato de desespero eu decido agir precipitadamente. Eu culpo meu tesão acumulado e meu irmão gostoso pra caralho que se parece demais com nosso pai. Várias vezes eu o confundo com o nosso pai, e eu não sou o único. Todo mundo já confundiu os dois, é incrível parecem até gêmeos. Meu irmão é uma versão mais jovem do meu pai.
Levanto de madrugada com o pau duro latejando dentro da cueca, vou até o banheiro e tento mijar um pouco, de pau duro fica difícil. Vou para a cozinha beber um pouco d’água, foi quando eu o vejo deitado no sofá. Só de cueca e com um travesseiro cobrindo o rosto, ele parecia querer tampar a claridade dos olhos. De novo eu culpo a semelhança dos dois, eu já sentido muita saudade daquele macho me aproximo do sofá. Estava meio escuro, eu começo a passar a mão pelo seu corpo. Ele ainda está dormindo, vejo seu volume começar a crescer na sua cueca. Aperto seu membro duro e começo a beijar seu peitoral e abdômen. Ele se remexe um pouco mais eu continuo. Se eu soubesse que não era meu pai ali, não sei se teria coragem de ter feito aquilo.
- Eu sinto sua falta – Meu sussurro o faz acordar. Ele não se mexe, fica apenas escutando e sinto seu peito subir e descer respirando pesado. Dou um aperto em seu pau e ele me responde pulsando seu membro. Aproximo meu rosto do seu abdômen e dou beijinhos por toda a extensão. Levo meu nariz a sua cueca e dou uma cheirada bem profunda, puxo um pouco o tecido para baixo e sinto seus pelinhos pubianos fazerem cocegas no meu nariz. Aquele aroma delicioso de pica de macho me atinge em cheio. Seu pau salta para fora duro feito pedra quando eu puxo de uma vez o tecido da cueca. Levo uma lapada de rola na cara quando ele salta para fora. Dou uma risada baixa e já seguro seu pau e quando eu levo seu pau a boca ele solta um gemido baixo e rouco. Dou algumas mamadas quando percebo que seu pau está um pouco diferente. – Pai, por que seu pau parece diferente ... – Eu congelo quando vejo meu irmão ali me encarando. Ele tirou o travesseiro do rosto e me olhava curioso.
Não tenho reação nenhuma.
- Continua mamando. – Edu me pede segurando minha cabeça e empurrando em direção ao seu pau. Meus sentidos estão nublados pelo tesão e eu obedeço. Mamo meu irmão com muita fome, sinto tanta falta de pica que tento engolir seu pau, enfiando fundo na garganta. - Você pensou que eu fosse o papai? Hum... a quanto tempo vocês putos tão fodendo? – Edu me pergunta, eu só consigo gemer com a boca cheia com a rola dele. Ele então me puxa, tirando o pau da minha boca com um estalo. Eu gemo de frustração querendo voltar a mamar. – Calma maninho, tão ansioso pelo meu pau... eu vou te dar o que você quer. Mas a gente vai conversar direito. – Ele me puxa novamente em direção ao seu pau. Volto a chupar como se minha vida dependesse disso. – Eu estava desconfiado já. Quer saber? Isso me deixa com um puta tesão. – Meu irmão diz enquanto movia o quadril e forçando seu pau na minha boca. – Só de imaginar essa boquinha mamando o pau do próprio pai, e agora você ta aqui mamando o meu. Porra maninho, você chupa muito gostoso. – Eu gemo em agradecimento pelo elogio. – Eu vou ganhar esse cuzinho também? – Edu me pergunta.
Eu concordo com um aceno de cabeça. Ele me puxa pra deitar de lado com ele. Eu tiro minha cueca e me posiciono com as costas no peito dele. De ladinho eu empino minha bunda o máximo que posso. Edu mete cuspe nos dedos e esfrega no meu cu, outro cuspe vai direto para o seu pau. Ele mira seu pau no meu cuzinho e começa a entrar devagar.
Ele segura uma perna minha levantada, começa a meter devagar enfiando até o talo. Em pouco tempo ele já está socando com vontade. Ele estava mesmo com fome de sexo, parecia que não metia a muito tempo, a julgar pela forma como ele estava me comendo. Gemia no meu ouvido e não parava de socar a pica no meu cuzinho.
- Você gosta né? – Edu sussurrou no meu ouvido – Gosta da pica do seu irmão? Hum... hein seu puto? Seu cuzinho tá bem macio, o pai te comeu gostoso assim também? – Eu não conseguia responder a nenhuma de suas perguntas, eu só queria rola. – Ah porra, que delicia. Que cuzinho macio. Como você consegue levar rola todo dia e continuar com um cuzinho gostoso assim? Hein seu puto? – Edu soca bem fundo e segura seu pau lá dentro, eu só consigo gemer. – Vocês foderam enquanto eu estava aqui e não me chamaram? – Ele parece querer me punir e me segura bem forte contra seu peito e soca com força seu pau no meu cu.
- Nã-oo, não... não fodemos desde que você chegou. – Eu consigo dizer em meio aos solavancos de suas estocadas. – Por sua culpa, eu to sem o leitinho quente do pai.
- Ah é? Não se preocupe, que de agora em diante você não vai ficar sem o seu leitinho. Eu tenho leite de sobra aqui para te alimentar. Você quer? Posso gozar dentro? – Meu irmão geme no meu ouvido.
- Por favor... eu quero... – Eu mal digo isso e sinto meu irmão se derramar dentro de mim. Ele goza bastante.
Pegamos no sono assim mesmo, abraçados no sofá com o pau dele ainda dentro do meu cu. Em algum momento na madrugada o pau dele amoleceu e escapou de dentro. Quando eu acordei o dia estava amanhecendo, eu já estava na minha cama com meu irmão dormindo ao meu lado. Não me lembro de ter ido pra cama, peguei no sono no sofá. Meu irmão deve ter me carregado até o quarto.
Olho debaixo do lençol e verifico que estamos mesmo pelados, aquilo aconteceu. Não foi um sonho. Meu irmão se remexe, geme e me abraça.
- Volta a dormir – Ele diz de olhos fechados me puxando para cima dele.
- Já é dia – Eu o aviso e tento me levantar, mas ele me segura e me puxa de volta para a cama. Eu caio em cima dele, seu rosto se enfia no meu pescoço e ele solta um gemido rouco. – Edu... – Eu abafo uma risada e o deixo ficar assim por um tempo, depois me levanto. Procuro uma cueca nova, já que a minha anterior está jogada na sala depois de ontem.
Vou para a cozinha e encontro meu pai preparando o café, ele também está só de cueca. Eu o abraço por trás. – Bom dia. – Meu pai se vira para mim e sorri e me abraça. Eu ganho um beijo rápido. – Só isso?
- Seu irmão pode acordar a qualquer momento. – Ele me diz sem saber que meu irmão dorme peladão na minha cama. E que ele descobriu nosso segredo, e que fodemos a madrugada inteira. Decido não contar ainda e ver o que acontece.
Me afasto dele e me apoio na bancada da cozinha. Fico o observando suas costas nuas enquanto ele prepara café. Edu entra na cozinha e nos cumprimenta com um bom dia enquanto se espreguiça. Olho pra trás e agradeço mentalmente por ele estar usando uma cueca também. Uma cueca com um volume enorme mostrando seu pau duro. Meu pai o cumprimenta sem se virar e sinto meu irmão me abraçar por trás. Eu me viro pra ele levantando a sobrancelha perguntando silenciosamente o que ele estava fazendo. Ele apenas sorri e se encosta ainda mais em mim, ele ajeita seu pau bem no meio do rego da minha bunda. Satisfeito ele me abraça e apoia o queixo no meu ombro.
Edu e nosso pai conversam e eu não consigo prestar atenção. Só consigo pensar naquele macho ali atrás me cutucando de pau duro. Minha mente vai direto pra aqueles filmes pornô, onde os caras fodem numa cena parecida com essa. Sempre achei ridículo que ninguém notava um sexo descarado rolando bem ali atrás deles.
Dois podem jogar esse jogo, eu empino minha bunda me oferecendo pra ele. Edu enfia a mão no tecido da minha cueca e a puxa pra baixo, esfrega a barba no meu pescoço e morde minha orelha enquanto sua mão acaricia minha bunda. Quem diria que eu tenho um irmão tão safado.
Ele tira seu pau pra fora e o mira no meu cuzinho e tenta meter, mas não entra e eu sinto um pouco de dor. Tento não fazer careta. Ele passa a mão na língua e a enche de saliva e esfrega no meu cu, e faz o mesmo com o próprio pau. Dessa vez ele escorrega o pau devagar pra dentro, seguro meu gemido enquanto o sinto me preencher todo por dentro.
Seus movimentos são silenciosos, suas estocadas são precisas e certeiras. Empino o máximo que posso na posição em que estou de pé apoiado na bancada. Edu me agarra por trás e ajeita minha cueca um pouco mais para baixo para poder meter melhor. Congelamos no lugar quando nosso pai se vira, ele não consegue ver o que está acontecendo da cintura pra baixo. Mas ainda assim paramos de nos mexer, sinto o pau do meu irmão latejar lá dentro.
Nosso pai não percebe no inicio e eu aqui achando aquelas pessoas dos filmes pornô muito estupidas por não ver o óbvio. Mas ele vê é claro.
- Seus putos tão fodendo na minha frente? – Meu pai diz se inclinando no balcão pra poder olhar melhor. Meu irmão parece levar isso como um elogio, pois começa a meter agora sem vergonha nenhuma.
- Seu cuzinho tá macio da minha porra de ontem. – Edu me diz e meu pai me olha eu apenas sorrio pra ele.
- Em minha defesa, eu achei que ele fosse você deitado no sofá. – Eu respondo em meio aos solavancos das estocadas do meu irmão.
- Relaxa aí meu velho, a gente pode dividir um cuzinho esse tempo todo. E você guardando só pra si mesmo. – Meu irmão diz com um sorriso bem safado.
Meu pai também já estava com o pau duro e deu a volta no balcão da cozinha e tirou o pau pra fora. Me segurou pelo pescoço com carinho e tesão e me beijou gostoso, enquanto meu irmão me comia.
- Deixa eu meter também filho, daqui a pouco eu tenho de ir trabalhar. – Meu pai pediu e meu irmão não queria soltar minha cintura nem um minuto.
- Esse cuzinho é meu, use a boquinha dele. Eu tô quase gozando já, vou deixar meu leite para o seu pau usar como lubrificante. – Edu diz e me puxa pra que eu fique fora da bancada, ainda de pé com a bunda empinada eu me abaixo o melhor que consigo e começo a mamar meu pai. Enquanto meu irmão me come por trás.
Edu começa gozar dentro do meu cu, com gemidos altos e socadas violentas ele me enche de leite. Seu pau escorrega para fora no mesmo momento que nosso pai se posiciona atrás de mim. O pau do meu pai entra no meu cuzinho que faz barulhos de peido, mas era só o leite do meu irmão querendo sair enquanto o pau do pai entrava. À medida que o pau entrava o leite escorria para fora. Foi uma sensação gostosa e excitante pra caralho.
Enquanto meu pai me comia, meu irmão subiu a cueca e assim mesmo sem se limpar ajeitou seu pau na cueca. Sentou numa cadeira enquanto nos assistia.
- Puta que pariu, que delicia essa visão. – Edu disse nos observando.
- É? Você gosta de assistir? – O pai perguntou socando sua rola bem fundo me fazendo gemer.
- Pra caralho! – Edu respondeu.
- Meus filhos são uns putos mesmo, isso é de família. Os genes do tesão ta no nosso sangue. Eu sinto tesão o tempo todo. – Nosso pai diz, o barulho de suas estocadas parecem alguém batendo palmas.
- Isso explica muita coisa – Edu responde. – Meu pau parece ter vida própria, quero trepar o tempo todo.
Eu já estou quase no meu limite, prestes a gozar. Quando sinto meu pai me apertar com força, e empurrar seu quadril ao mesmo tempo em que me puxa na direção dele. Eu já sei que ele está gozando. Eu o conheço bem, seu pau entra lá no fundo e fica lá. Jorrando seu leite, enquanto seus gemidos são música para os meus ouvidos. Eu gozo também, contraindo meu cu e apertando o pau do pai que escorrega para fora ao amolecer. O leite escorre e pinga no chão. Meu pai abre minha bunda e mostra para o meu irmão meu cuzinho pingando porra.
- Olha isso, filho... – Nosso pai diz alisando meu cu com o dedo e empurrando um pouco de porra pra dentro.
- Caralho – Meu irmão se aproxima e da um tapa na minha bunda. Se ajoelha e começa a chupar meu cu cheio de porra. Eu tento me afastar, mas ele me segura – Relaxa, eu quero isso. – Ele diz.
- Tem certeza? – Eu pergunto incerto.
- Sempre tive vontade de fazer isso. – Ele admite.
- Se quiser experimentar meu leite, pode beber direto da fonte. – Nosso pai diz.
Edu puxa nosso pai pela perna e coloca o pau meio amolecido dele na boca, ele ainda estava todo melado de porra. Ele deixa o pau do nosso pai limpinho, que começou a endurecer novamente. – Isso foi... alguma coisa. – O pai diz impressionado e continua – Quer levar ele no cuzinho também? – O pai pergunta.
- Foi mal, pai. Eu não curto dar. Sou comedor ativo. – Edu explica.
- Pena. – O nosso pai diz.
- Melhor para mim. – Eu digo.
Depois disso tudo nos limpamos, tomamos café e fomos trabalhar. Deixando nosso irmão sozinho em casa. Nosso segredo de família estava ficando cada vez melhor.

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Comentários


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damiaogomes Comentou em 09/01/2026

Esse foi o melhor contodaa serie inclusive acho que vc pode prorrogar o final dele agora que tem mais machos para te comer eu sugiro um churasaco no trabalho do seu pai




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Ficha do conto

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Reithur

Nome do conto:
Meu pai, meu tesão 3 Com participação do meu irmão

Codigo do conto:
251534

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
09/01/2026

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