O Troco do Gaúcho O vento minuano soprava firme lá fora, mas o calor de Guillermo — um gaúcho de 38 anos, 1,90m e cabelos cor de mel — era puro nervoso. Recém-separado, o vivente estava no bico da chaleira: morando num JK apertado em frente à faculdade e pagando uma pensão que o deixava mais quebrado que arroz de terceira. Esperando o Uber, ele tava de cara amarrada, remoendo as contas. Uma guria passou e tentou puxar assunto, mas ele nem deu bola. — Bonitinho, mas antipático, hein? — soltou ela, rindo. Guillermo virou pra responder no pulo e o coração quase saiu pela boca. Era uma gordinha de uns 23 anos, pele clarinha, cabelos pretos e um bumbum que, olha... era uma tentação. Mas o que paralisou o gaúcho foi o pezinho. Ela usava uma sandália um pouco apertada que deixava os dedos gordinhos e bem feitos à mostra. Guillermo, que sempre foi louco por um pé bem cuidado e por curvas generosas, sentiu o sangue ferver. — Bah, me perdoa, guria! É que a cabeça tá um trevo — disse ele, já abrindo um sorriso de orelha a orelha. — Tá rindo agora? — Bianca provocou. — Quem tava todo calado e grosso, agora tá querendo me comer com os olhos? — Quero mesmo! — Guillermo riu alto. — E mais: quero ser teu namorado. O namoro virou casamento num estalo. O sexo era uma loucura; Guillermo se perdia naquelas coxas fartas e passava horas massageando e beijando os pés de Bianca, venerando cada curva da sua "gordinha". Mas nem tudo era churrasco e alegria. A sogra, uma velha nariguda, não parava de chamar o cara de "pé-rapado" e "velho" por causa da situação financeira. Guillermo aguentava firme, mas o clima era pesado. Um dia, ao chegar cedo, ouviu a sogra na sala mostrando fotos de caras ricos para Bianca: — Larga esse homem, minha filha! Ele é velho, não tem onde cair morto. Olha esse aqui, engenheiro, novo... Guillermo ia entrar chutando o balde, mas parou ao ouvir a voz firme da patroa: — Pode parar, mãe! Eu amo o meu marido. Ele me faz sentir a mulher mais linda do mundo e eu não troco ele por dinheiro nenhum! O gaúcho sentiu o peito estufar. Entrou, lavou a égua discutindo com a sogra e botou os pontos nos is. Naquela noite, entre quatro paredes, o amor foi mais bruto e apaixonado que nunca. Ele a pegou no colo, admirando aquele corpo que era o seu paraíso, e sussurrou no ouvido dela: — Tu é meu mundo, gordinha. E esse teu "pé-rapado" aqui vai te fazer a mulher mais feliz do Sul. O Jogo Virou Quatro anos se passaram e o jogo virou, vivente! Guillermo agora estava bem de vida, reestruturado, morando numa baita casa com piscina. Bianca já estava formada, uma professora gordinha e linda que era o xodó dele. O sogro, um guarda municipal aposentado e gaúcho facas na bota, era parceria pura e vivia dando grito na mulher: "Cala a boca, velha do diabo!", mas a sogra não dava trégua. Mesmo com o genro montado na grana, ela continuava chamando ele de "velho sortudo" e não saía da piscina deles, sempre com o celular na mão. Certo dia, enquanto o sogro e Bianca cuidavam do fogo no churrasco, Guillermo foi até a cozinha. A sogra estava no sofá, grudada no telefone, nem sentiu a chegada do gaúcho. Ele parou atrás dela e, com aqueles olhos azuis atentos, leu tudo. A velha, de 52 anos, tinha um amante! E o pior: escrevia para o sujeito que não fazia sexo anal nem com o marido e que "nunca tinha dado e nunca ia dar". Era o trunfo que ele precisava. Guillermo deu um bote, pegou o celular da mão dela e começou a fotografar as conversas. A velha começou a gritar, e Bianca veio correndo: — Vocês estão brigando de novo? — Que nada, Bianca! — mentiu Guillermo, rápido como um laço. — O celular da tua mãe deu problema e ela tá braba porque eu não consegui arrumar ainda. No dia seguinte, mandou uma mensagem: "Me encontra na minha casa agora ou o sogro recebe teu álbum de fotos." A velha chegou branca de medo. Guillermo não quis saber de conversa fiada. Empurrou ela no sofá com toda a raiva acumulada de anos de humilhação. — Escuta aqui, sua jararaca! — disse ele, com a voz grossa de quem manda no próprio rancho. — Tu passou anos me chamando de pé-rapado e tentando acabar com meu casamento. Pois agora o jogo mudou. Tu não disse pro teu amante que nunca ia dar o rabo? Pois vai dar pra mim agora. Abaixa essa calça, que eu vou te comer o cu se não quiser que o teu marido saiba de toda a tua sujeira! A sogra, tremendo e sem saída, percebeu que o "velho" que ela tanto criticava agora era o dono do destino dela. Ela se ajeitou de quatro no sofá-cama; não tinha mais escapatória. O bagual se posicionou por trás, passou um gel no pau e já foi avisando: — Isso aqui não é pra te ajudar, é só pra não me machucar. Ele abriu aquele mundaréu de bunda e deu de cara com um "fiofó" rosa, miúdo no meio de tudo aquilo. Começou a enfiar e socar sem dó nenhuma. — Toma, sua jararaca! — rosnava ele, sem pena. A velha só gemia, porque era virgem naquela região. A essa altura, já tava deitada de bruços, com ele cravado nela até o talo. Guillermo, enquanto castigava o rabo da sogra, notou o óbvio: a Bianca era a cópia fiel da mãe. A coroa, aos 52 anos, era uma gordinha de respeito, com tudo em cima e uma pele firme que o deixou louco. Quando ele tirou a guasca, limpou a lida com um lenço umedecido, já precavido. — Tu é um jaguara, Guillermo! Quase me matou, vivente! — disse ela, catando as roupas no chão, com as pernas tremendo mais que vara verde. Mas o gaúcho ainda estava com o sangue fervendo. Ele deu uma mirada na china e enxergou aquela "capô de Fusca" — uma concha de gorda, lisinha, sem nenhum pelo e com os beiços rosados. — Vai aonde? Para quieta aí! Abre as pernas que agora o serviço é na frente. Anda! A sogra arregalou os olhos azuis, mas não deu um pio. Obedeceu como uma guria nova. Quando ele partiu pro ataque, a coisa mudou. A velha, que vivia de nariz empinado, começou a revirar os olhos e gemer alto, pedindo por mais. O corpo dela, gordinho e farto, encaixava perfeitamente no dele. Ali, entre um suspiro e outro, a arrogância da sogra morreu e nasceu uma paixão bandida. — Escuta bem... — disse Guillermo, pegando ela pelo queixo. — Daqui pra frente, essa traseira é minha. Vou usar quando eu bem entender pra tu aprender a respeitar quem manda no rancho. Ela, toda derretida, tentou fazer um dengo: — Mas seja um pouco mais calmo, Guillermo... dói um pouco... — Cala a boca e te acostuma! — cortou ele, curto e grosso. A sogra só baixou a cabeça, entregue ao "pé-rapado" que, no fim das contas, era o único homem capaz de domar aquela fera.
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