Ainda me lembro.
E sem nem esperar, coloco nos cantos do lábio um que de sorriso.
Sou a Teca e e com prazer, que venho vos contar, uma passagem de minha estada.
Vim muito novinha do interior, para a cidade grande, para casa dos Tios.
Ajudar a Tia com os afazeres da casa, já que ela andava adoentada.
Como o apartamento dos Tios não tinha quarto de empregada e a Tia muito carinhosa comigo.
Dormia com eles na cama de casal.
Na primeira noite, o Tio talvez para mostrar quem mandava no terreiro.
Esperou eu dormir, só que estava com um olho aberto e o outro fechado, virada para o meu lado da cama.
Quando o safado montou na Tia por trás, a tia com uma camisola curtinha, expondo o bum bum todo para fora.
Detalhe que depois vim a saber da Tia, que não gostava de dar a bunda para ele, pois tinha o rabo apertado e a pica do Tio sendo grossa.
Machucava muito o seu cu.
Mas naquela hora, ela não poderia fazer muito barulho, para não acordar a sobrinha.
Disso o Tio se aproveitou.
Eu do lado vendo a cena, com a bocetinha já molhada, pelos gritinhos abafados emitido pela Tia praticamente acuada.
O Tio, feito um cachorro no cio, fundia o cu da Tia sem contemplação.
Depois que o Tio gozou e que ela foi para o banheiro se lavar, fiquei pensando que o Tio iria vir para o meu lado.
Pois vi que sua pica apesar de todo o entra e sai do cu da Tia, ainda estava dura.
Com esses acontecimentos consegui a pegar no sono.
No Dia seguinte, quem levantava primeiro para passar o café era eu.
A Tia já estava no banho e o Tio que saia mais tarde para o trabalho, deixava sair pela perna da cueca, uma linda e potente pica.
Se ela molhe já era grande, fiquei com pena da Tia naquela noite.
Que me chamou no banheiro para que ajudasse a passar pomada no seu cu.
Nossa, fiquei com pena da Tia, ao ver do jeito que o Tio deixou, em fim todos os dois foram trabalhar e eu ficando sozinha, fui obrigada a tocar uma siririca.
Pensando na foda dos Tios.
E foi numa noite acinzentada e chuvosa.
A Tia tinha viajado, só voltando no final de semana, por conta de balancete geral nas filiais da firma que trabalhava.
O Tio voltando para casa meio alcoolizada por gostar de abusar do vinho.
Fui obrigada a desamarrar seus sapatos e tirar suas roupas e como não estava se aguentando de pé.
Ajudei ele a se banhar e como não era boba, passei varias vezes o sabonete na sua pica que do nada ficou dura.
Ajudei a por o Tio na cama, só com a parte de cima do pijama, a parte de baixo ele não quis vestir.
Como não demorou para dormir, fiquei tranquila e fui tomar o meu banho.
Como o Tio não quis colocar a parte de baixo do pijama, optei em dormir só de camisola sem as calcinhas.
Já era de madrugada, quando senti o Tio subir nas minhas costas.
O mesmo que fez com a Tia, acordei assustada, mas como logo compreendi o que estava acontecendo.
O TIO PENSANDO QUE EU ERA A TIA.
E como estava sem calcinha, do mesmo jeito que a Tia dormia.
Não esbocei reação e foi que senti o tamanho da cabeçorra da pica do Tio, indo pelo cheiro atrás da entrada de meu cu.
Minha boceta a esta altura já toda molhada, com muito custo consegui arrastar uma almofada para baixo de minha barriga, fazendo como que a bunda mais se arreganhasse e o cu abrisse.
Acho que foi isso minha salvação e também a pica do cabrito branquinho, que lá no interior eu e uma amiga, gostávamos de brincar com ele sendo as cabritas.
Branquinho, não nos aliviava, montava nas nossas costas e metia sua pica no nosso cu com força e tesão.
Senti a cabeça da pica do Tio entrar no anel do meu cu. doeu um pouco, mas logo agasalhei e o tio começou a bombear lubrificando todo o meu cu.
Para que ele gozasse mais rápido, comecei a rebolar na sua pica e o safadinho me encheu o rabo de leite.
Pensei que ele iria ficar satisfeito, que nada, me virou de frente, ai pensei que ele não estava bebo e sabedor do que estava fazendo.
Pois invadiu minha boceta enfiando toda sua pica e chupando meus mamilos que a essa altura estavam para fora da camisola.
Novamente o Tio me encheu de esperma, que podia fazer, aproveitar do momento.
O homem saiu de cima de mim, ai pensei que iriamos dormir, mais o taradinho veio novamente no meu rabo e se atolou todo no meu cu.
Nossa, parecia o cabrito branquinho que nunca cansada de comer o meu cu.
Nessa manhã, o Tio foi tomar café na Rua.
Pois fiquei na cama até tarde.
Quando a Tia voltou, contei tudo que aconteceu a ela, pois não tínhamos segredos uma com a outra.
E foi ai.
Que quando o Tio queria comer o rabo da Tia, ela levantava da cama sem antes fazer sinal para mim que cu não seria o dela e sim o meu.
Fazer o que se gostava de tomar no rabo.
Por Teca.