Pararam entre dois andares. Ali, entre o concreto frio, canos expostos e um resto de luz vinda da rua, o clima era outro: bruto, proibido… excitante.
Ela encostou-se na parede, os cabelos um pouco bagunçados, o vestido curto subindo a cada movimento. Juliano colou seu corpo ao dela, roçando o quadril, o calor do membro já rijo pressionando contra sua intimidade.
— Você tá maluca, Luana… aqui? — ele sussurrou, excitado.
Ela mordeu o lábio e respondeu com firmeza:
— Cala a boca e me fode logo.
Aquilo fez o sangue de Juliano ferver. Ele virou-a de costas, empinando o quadril em direção ao corrimão da escada. Com uma das mãos, puxou o vestido pra cima, revelando uma calcinha minúscula e rendada.
— Caralho… — ele murmurou, enquanto afastava a peça e passava os dedos pela buceta já molhada.
Ela arqueou as costas, empinando ainda mais.
— Tô pronta pra você, amor… Mete.
Juliano baixou o zíper da calça e, sem cerimônia, encaixou-se nela com força. A penetração foi profunda, direta, fazendo Luana gemer alto, abafando o som na dobra do braço.
O som das estocadas ecoava pelas paredes de concreto. Cada vez que ele batia forte, a mão de Luana se agarrava mais ao corrimão. Ela gemia sem controle, com o risco de alguém ouvir só tornando tudo mais intenso.
— Tá me sentindo? Tá sentindo o quanto eu tô duro pra você? — ele dizia, enfiando com força.
— Sim, porra… Me fode mais! Faz a escada toda ouvir quem é tua vadia…
A ousadia das palavras a fez gozar com força, tremendo nos braços dele. Mas Juliano não parou. Segurou os cabelos dela e continuou metendo até sentir o corpo inteiro estremecer.
Ele gozou fundo, dentro dela, agarrado à sua cintura como se fosse cair.
Ficaram ali por segundos, suados, ofegantes… até ouvirem um barulho distante. Passos. Alguém estava subindo.
— Rápido… — Luana riu, puxando o vestido e ajeitando a calcinha.
— Isso foi porra de loucura.
— E amanhã a gente desce dois andares a mais.

Sua esposa é uma delícia, deixa que eu como ela pra ti