Maria Eduarda era o orgulho do Coronel Matias. Pele de porcelana, olhos baixos e uma virtude protegida por muros de convento e orações. Para Eulália, a pureza da filha era um insulto, um lembrete constante da vida seca que ela levara antes de conhecer o peso de Bento.
— Ela precisa ser despertada, Bento — sussurrou Eulália, enquanto o gigante de ébano a possuía contra a parede da despensa. — Ela é tão apertada quanto eu era, mas a carne dela é nova, doce... uma fruta que o pai dela guarda para um nobre qualquer.
Bento parou o movimento por um segundo, os olhos brilhando com a ideia da profanação máxima.
— A Sinhazinha... ela tem medo de negro, Sinhá.
— Pois hoje o medo dela vai se transformar em grito. Traga os outros. Traga o Tião e o Juvenal. Quero que ela entenda que nesta fazenda, quem manda na carne é você.
Eulália atraiu a filha para o celeiro sob o pretexto de mostrar-lhe uma nova ninhada de cavalos. Maria Eduarda, com seu vestido de seda azul claro, parecia um anjo caminhando para o abatedouro. Quando entraram, a porta pesada de madeira foi trancada por fora por Bento.
Lá dentro, três sombras enormes aguardavam. Bento, Tião e Juvenal. Homens de lida, com corpos esculpidos pelo chicote e pelo trabalho bruto, exalando um cheiro de suor e testosterona que impregnou o feno.
— Mãe... o que é isso? — a voz da menina tremeu.
— Isso, minha filha, é a sua liberdade — disse Eulália, sentando-se em um fardo de feno, cruzando as pernas e abrindo um leque. — Bento, comece. Mostre a ela o que o pai dela nunca teve coragem de mostrar à mãe.
Bento avançou como um animal. Com um único puxão, rasgou o vestido caro de Maria Eduarda, deixando-a nua e trêmula sobre a palha. A brancura da menina era ofuscante, mas durou pouco. Bento libertou seu pau colossal de 25cm, aquela rola negra, grossa e latejante que já tinha alargado Eulália, e a forçou contra o rosto da virgem.
— Abra a boca, Sinhazinha — rosnou Bento, segurando-a pelos cabelos. — Sinta o gosto do homem que fode sua mãe.
Enquanto Bento a submetia oralmente, os outros dois se aproximaram. Tião, com mãos que pareciam tenazes, abriu as pernas da menina à força. Juvenal, rindo baixo, começou a massagear a própria virilidade, esperando sua vez.
— Agora, Bento! — ordenou Eulália, sua respiração ficando ofegante ao ver a filha ser subjugada. — Rasgue-a! Não tenha pena!
Bento jogou a menina de bruços sobre o feno e, sem qualquer carinho, posicionou a ponta de sua tora de ébano na entrada estreita e intacta de Maria Eduarda. Com um empurrão seco e violento, ele rompeu o hímen da jovem. O grito que ecoou pelo celeiro foi agudo, dilacerante, mas foi abafado pela mão grossa de Tião.
— Ela é apertada demais, Sinhá! — exclamou Bento, sentindo a resistência da carne virgem que tentava expulsá-lo. — Parece que vou partir essa menina ao meio!
— Pois parta! — gritou Eulália, levantando-se e aproximando-se da cena, tocando o próprio corpo por cima do vestido. — Eu quero ver o sangue da virtude dela manchar esse feno!
Bento começou a estocá-la com fúria. A cada golpe, a peça enorme de Bento entrava mais fundo, esgarçando as paredes delicadas de Maria Eduarda, que chorava convulsivamente sob o peso do escravo. O contraste era brutal: a pele rosada e virginal sendo invadida por aquela força negra e implacável.
Quando Bento sentiu que a menina já estava quase desmaiando de dor "amaciada", ele se retirou, deixando um rastro de sangue e semente nas coxas dela.
— Sua vez, Tião. Juvenal, segure os braços dela — comandou Eulália.
Tião não foi menos cruel. Ele a possuiu com a urgência de quem nunca tocou em seda. Maria Eduarda já não gritava, apenas soluçava, enquanto seu corpo era usado como um receptáculo bruto por aqueles homens que, lá fora, não podiam olhá-la nos olhos.
Eulália assistia a tudo com um sorriso doentio. Ela via a filha ser preenchida, via a inocência ser esmagada por aquelas rolas colossais que entravam e saíam, transformando a "santinha" em uma fêmea arrombada e suada.
No final da noite, Maria Eduarda jazia sobre o feno, o corpo coberto de marcas roxas e banhado pela semente de três homens. Eulália aproximou-se, limpou as lágrimas do rosto da filha com um beijo gélido e sussurrou:
— Bem-vinda à família, minha querida. Agora, nós duas temos o mesmo segredo.


Gostei muito...bjs