Eu te observava dormir, deslubrante. Quando se virou para o outro lado a bunda descoberta, fiquei morrendo de vontade de passar meu pau mole por toda ela. Esfregar meu pau inutil deixando o liquido pegajoso traçar um caminho por toda aquela beleza. Você nem precesaria acordar já que aquele pau inutil não te traria risco de ser penetrada dormindo. Tão patético um marido, que mal ser para faze-la mulher, ou mesmo ser homem. Um lixo patético. Olhando sua bunda e querendo esfregar a porcaria molenga. Seguro ele e minha mão fica cheio do liquido pegajoso, lambo para sentir o gosto já que só sirvo para isso. Um inútil com um pau mais inútil ainda. Na manhã seguinte vou implorar para que me prenda no sinto de castidade e nunca mais me solte. Vou simplesmente ficar do meu lado da cama preso, e passar o resto da vida te vendo dar para os mais diversos tipos de pau na minha frente. Ficar observando, o liquido escorrendo pelo cinto de castidade, te ver gozar das mais diversas formas, mas nunca comigo. Ser um inútil por nunca te fazer se sentir mulher como os machos que te fazem gozar pela buceta, pelo cu, enchem sua boca de porra.
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