Certo dia, Bia ligou para Ana chorando, dizendo que tinha terminado o relacionamento, então a Ana mandou ela ir lá pra nossa casa, porque assim elas poderiam conversar melhor, e ela não ficaria sozinha enquanto estava triste. Assim ela fez, e chegou em casa com uma mala pra passar uns dias, até ficar boa e em condições de seguir a vida sozinha de novo. Nos primeiros dias era só choro, e a Ana consolando ela, até que ela começou a falar que precisava sair pra conhecer outros caras, que queria beijar na boca e superar o ex. Ana, muito feliz, apoiou a ideia.
No dia seguinte dessa conversa, a Ana tinha que ir cedo pro escritório da empresa que ela trabalha, então acordamos um pouco mais cedo que o normal pra nossa foda matinal, e durante o banho eu comentei que o dia seria muito difícil, porque não teria ela pra me fazer gozar de tarde.
- Tenho uma ideia - disse minha namorada
- Me conte então, qual?
- Você não toparia fuder com a Bia?
- Ana, como assim? É sua irmã - respondi, porém gostando muito da ideia por dentro, porém com medo de assumir.
- Amor, eu já trouxe várias amigas pra gente comer juntos.. ela é só mais uma, com a diferença que vai ser sem eu. Ela tá carente, tá precisando de um pau bem gostoso dentro dela pra esquecer aquele merda do ex dela, e você seria o cara perfeito pra isso. Pense com carinho enquanto eu me arrumo. - me disse a Ana.
Terminei do banho tentando pensar em um jeito de aceitar aquela proposta, mas sem demonstrar tanto vontade assim. Mas a Ana já foi direta e reta na pergunta de novo, porque ela precisava sair casa. Aceitei, lógico a proposta, e ela me disse que iria falar com a Bia antes, dar a ideia pra ela, e depois me ligava pra avisar a resposta e o que eu tinha que fazer. Assim fizemos, fiquei no quarto trabalhando, até que ela me liga:
- Oi amor, minha irmã ficou relutante no começo, mas eu convenci ela a dar pra você. Como ela é envergonhada, eu falei que você vai chegar lá nela e conduzir tudo, pra ela só aproveitar. Então por favor, faça minha irmãzinha muito feliz essa tarde, faça ela gozar como nunca, e sair dessa foda sem nem lembrar mais do nome daquele babaca.
- Deixa comigo, amor. Vou fuder aquela buceta igual ela nunca foi - respondi.
Desliguei o celular, continuei trabalhando, e no horário de almoço fui beber uma água e procurar minha cunhadinha. Nos esbarramos no corredor, assim que eu sai do quarto e rimos. Ela tava vestindo uma camisola branca, que claramente estava sem sutiã porque o biquinho dos peitos estavam marcando, e na esbarrada deu uma leve levantada que deu pra ver que estava sem calcinha também. Segurei ela na cintura, e olhando nos olhos dela disse:
- Estava indo agora mesmo te procurar
- É? Por que? - ela respondeu fazendo uma cara de safada, bem distante da envergonhada que a Ana tinha falado
- Temos um assunto pra tratar, urgente. E não me olha com essa carinha não, senão eu te agarro aqui mesmo! - eu disse
- Então vamos tratar disso logo, já que é tão urgente. E por que não me agarra logo? Eu to prontinha pra você.. - ela me disse, levantando a camisola e mostrando a bucetinha, raspadinha, e pingando já.
Puxei ela, dei um beijão, que foi correspondido na mesma hora. Tiramos a roupa um dos outro, ficando os dois pelados, mas sem sair daquele beijo molhado, cheio de tesão. Deitei ela na cama, vim beijando e descendo pelo corpo dela, indo pro pescoço, chupando os peitos dela, indo pra barriga, e finalmente chegando naquela buceta, que já estava toda molhada de tanto tesão. Cai de boca nela, chupando o grelo dela, e metendo dois dedos lá dentro, até ela se contorcer de tesão e dar um esguicho,
- Nossa, eu nunca tinha tido um orgasmo desse na minha vida, que delicia. Agora vem que é minha vez - disse ela, me fazendo deitar na cama, e vindo chupar meu pau. Ela chupava direitinho, não como Ana, mas mandava bem. O que mais me deixava com tesão era a visão da boquinha dela no meu pau, babando ele todo, da cabeça ao saco.
Puxei ela pelo cabelo, deitei ela na cama de novo, e falei que ia meter bem gostoso nela. Fui em cima dela, e fiquei pincelando o pau na buceta dela, pra deixar ela implorando pra eu meter, pra ai então eu botar a caminha e comer ela gostoso. Durante essa brincadeira, ela me puxou até ela pra me beijar, e durante o beijo ela enrolou as pernas em volta da minha cintura e me puxou pra ela, fazendo meu pau entrar na buceta dela, e ela urrar de tesão.
- Cunhadinha, eu to sem camisinha!
-Não tem problema, cunhadinho. Quero sentir seu pau todinho dentro de mim. Agora me come bem gostoso, vai!
Segui o pedido dela, e comecei a meter bem forte nela, as vezes dando uma enforcadinha, as vezes dando uns tapinhas na cara. Ela gritava de prazer, pedindo pra meter mais, e eu metia mais chamando ela de puta.
- Fica de quatro pra mim, minha putinha, que agora vamos gozar juntos!
- Me come, vai, safado! - disse ela já de quatro
Voltei a fuder aquela buceta gostosa bem forte, puxando o cabelo, dando tapa na bunda, e ela pedindo mais,
- Isso, come sua cunhadinha putinha vai... esse pau gostoso do caralho
- Geme então pra mim, vai, sua gostosa - eu disse no ouvido dela, enquanto puxava o cabelo dela na minha direção, e metendo forte na buceta dela.
- Continua assim que eu vou gozar de novo, no seu pau.. aaaaaaaaaaaaah - ela gritou, gozando no meu pau e perdendo as forças
- Que delicia de gozada, seu safado. Agora vem que é sua vez, quero tudo na minha boquinha - e ela veio me chupar de novo
Ela começou a me chupar, até que gozei na boca dela, e ela bebeu tudo, depois me chupou de novo pra sugar até a última gota, olhou ora minha cara e sorriu.
- Na próxima, eu quero que você foda meu cuzinho, e quero sentir sua porra dentro de mim.. delicioso. - Disse ela, indo ao banheiro pra tomar um banho, enquanto eu só deitei na cama pensando nessa tarde, e como a Ana iria ficar feliz de saber que a irmãzinha dela estava realizada.
robdash01