O pintor dominador tamanho mini

Vou me apresentar aqui, tenho 46 anos, 1,73m, sou moreno claro, cabelos castanhos, pai de família, casado com filhos, cara comum, conversador, gente boa, aquele colega de trabalho ou vizinho mais normal do mundo.

Essa história que vou contar é verídica e foi aqui no meu prédio, no meu andar, pra ser mais exato, aconteceu agora em setembro 2025. Sou profissional liberal e meus horários são, relativamente, um pouco mais livres.

Minha vizinha de longa data estava se mudando naquela semana, e quando cheguei em casa vindo do trabalho, eu saí do elevador e vi que as portas da sala e da cozinha estavam abertas, e eu fui até lá falar com ela, antes de ir pro meu apartamento. Ela estava terminando de retirar as últimas coisas da cozinha do apartamento que era alugado, e eu fui me despedir dela. Conversamos rapidamente na cozinha, pois ela já precisava ir embora. E ela me disse que a proprietária já tinha gente pra alugar e que o pintor já estava pintando o apartamento desde o dia anterior. E eu fosse ver a pintura como ficou boa.

Entrei na sala para ver a pintura, o pintor era simplesmente um tesão. O cara estava de costas pra mim, pintando uma das paredes. e tava só de short e sem camisa, um daqueles shorts de algodão velho e todo sujo, que pintor usa. O short era curto e metade daquelas coxas peludas grossas estavam visíveis. As costas do cara era show. A bunda dele naquele short apertadinho, me tirou o fôlego, e não conseguia tirar meus olhos daquele campo de visão.

Logo depois o cara girou o corpo e ficou de frente pra mim, só que meus olhos ainda estavam fixados na altura da bunda dele, então quando ele girou, fiquei fixado na altura da rola dele. E ele percebeu. Meus amigos, eu fui levantando a cabeça aos poucos e fazendo o SCANNER daquele peitoral, até chegar a cabeça dele e bater olho com olho, dar um sorriso e cumprimentar.

O peitoral cabeludo e os braços peludos dele era o matagal que qualquer um gostaria de se perder. Os mamilos grandes e pontudos, me dão um tesão danado. Descobri depois que se chamava JOÃO (fictício lógico).

João me disse que tinha 1,64m (acho que até menos na verdade), meio parrudinho, quase nada de barriga, pele clara, peludo, gostoso pra caramba, o rosto lindo, peitoral pra frente, braço grosso, cara de macho, jeito de macho, testosterona pura. Ele me contou depois que tinha trabalhado de ajudante de pedreiro, e em uma distribuidora em que carregava e descarregava muita carga pesada de caminhão, por isso o corpo dele era legal. E era legal mesmo, parecia que malhava.

Meu olho bateu com o dele, eu sorri, ele sorriu. Bateu aquela sincronia, aquele tesão que me pareceu mútuo, mas ainda não tinha como saber. Minha ex-vizinha já chegou logo por trás de mim e perguntou se tinha gostado da pintura, e eu soltei elogios ao trabalho dele. E batemos olho no olho mais umas 2 vezes.

Logo eu e ela voltamos pra cozinha, e ela disse que precisava ir embora e não voltaria mais e que era para mandar um beijo para minha esposa.

Era umas 15h ainda, tinha chegado cedo aquele dia. Eu fui pro meu apartamento, tava em transe. Senti que tinha acontecido algo naquele olhar e que podia voltar lá, mas como todo macho, casado, sem pinta nenhuma, e ainda mais dentro do meu prédio e no meu andar, eu tava com um medo danado. Nem tirei a minha roupa de trabalho, me visto bem, de roupa social, camisa social de manga longa, sapato social, todo arrumadinho. Eu fui logo fervendo a água pra passar um café pra mim, como sempre faço quando chego em casa. Aí resolvi nem tirar a roupa. Decidi que ia oferecer um café praquele macho. Enquanto a água fervia, eu fui no banheiro, escovei os dentes, ajeitei o cabelo, ajeitei a roupa, passei perfume. Fui pra cozinha, passei o café rapidinho, coloquei na garrafa, peguei 2 xícaras e fui lá bater na porta do apartamento.

Que medo eu tava, vou te dizer. Medo danado daquele macho ser um daqueles machões metidos a merda e homofóbico. Apertei o "dane-se", respirei fundo e apertei a campainha. Ele abriu a porta, eu sorri e olhei olho no olho pra ele e perguntei:

-Quer café? Acabei de fazer pra gente.

-Opa, doutor, muito obrigado, quero sim. Tava pensando nisso.

Entrei no apartamento, ele trancou a porta, e ficamos nós 2 lá na sala de estar.
E na hora de botar o café na xícara dele, eu falei qualquer coisa que passou na minha cabeça:

-Só não tem leite pra te oferecer, João. Acabou.

- (João) Eu nem gosto de café com leite. O senhor gosta?

- Eu gosto é muito de café com leite. Um leitinho é sempre bom. (Nem sei como eu disse uma coisa ridícula dessas, fiquei até com vergonha) (Falei isso olhando pro short dele).

Ele riu e com a xícara na mão, foi pro corredor do apartamento que era mais escuro e ninguém de fora da janela podia ver, e me chamou.
-Vem cá.

Fui na hora com minha xícara na mão.
-Quer leite? Quer? Gosta de leite?

-Gosto sim.

-Quer leitinho agora? Pois vai tomar um bem quentinho.

Ele puxou aquele short pra baixo, e uma rola cabeluda e suada apareceu, tava meia bomba ainda. Eu me abaixei, e coloquei a minha boca quente de café naquela rola. O cara endoidou com a quentura na boca, mamando a rola dele. Num instante a rola tava durona. Mamei um pouco ali no corredor agachado.
Fomos para o banheiro, eu sentei na privada (era o único lugar da casa que sobrou pra sentar), e ele tirou o short e ficou parado na minha frente.

Era a visão do paraíso, aquele parrudinho peludo gostosão, todo pelado. Eu mamava e o cara viajava na chupada. João pedia para eu beber um gole de café pra boca e a lingua ficarem quentinhas para mamar ele. João gemia, segurava meu queixo, mandava eu mamar rápido, depois devagar, depois só a cabecinha, mandava eu engolir a rola toda e depois voltar pros ovos, e recomeçar tudo de novo. Apesar de ser baixinho, o cara era um mandão da porra. Macho alfa dominador, tamanho miniatura, mas era gostoso pra caramba receber ordens daquele baixinho. Ele me xingava, dava elogios, na medida certa:

- Bati o olho em você e vi que o putinho gosta de rola.
- Vai mamar é muito, leite grosso aqui não falta.
- Gosto assim, macho obediente. Quietinho, mama até eu mandar parar.
- Colocou perfume pra me chupar? Colocou perfume pro teu macho? Eu adoro um puto cheiroso pra mim.
- Adoro fuder doutorzinho, assim todo bonitão. Meus putinhos favoritos.
- Vai tomar o leite todinho, né? Deixar minha rola limpinha. Vai engolir tudo.

E eu gosto de macho mandão que fica dizendo essas coisas. Minha rola também tava estourando de tão dura, mas eu estava ainda todo vestido até agora. E todo suado também.

João mandou eu colocar mais café quente na boca e pra ele gozar, e logo depois encheu minha boca de leite, numas 5 golfadas, que eu não desperdicei nada.
- Tava com vontade de beber leite mesmo. Limpou meu leite todo. Tá com gosto de leite na garganta? Agora toma um gole de café.

- Bora gozar também, bate uma punheta aí, deixa eu chupar teu peito, abre essa camisa.

Fiquei de pé, desabotoei a camisa, todo suado, e soltei o cinto e arriei as calças. Ele puxou a camisa para ver meu peito, e caiu de boca e começou a mamar e dar linguada nos meus mamilos. Eu batendo punheta, gozei em instantes bem no chão.

Caramba, nem tava acreditando no que tinha acabado de acontecer. Tava exausto, e João também. Ele foi tomar banho, e eu colocando a roupa pra ir pra casa. Daí aquele cabra safado me diz bem assim:

- Arruma uma camisinha aí, quero comer esse cú.

- Eu não tenho aqui, tenho que comprar. Só se eu descer e for na farmácia aqui perto e comprar.

- Vai então que eu vou terminar o serviço da sala, daqui meia hora você volta que quero meter nesse teu cuzinho. Quero gozar mais hoje.

Abri a porta do apartamento devagar, com medo que algum vizinho me visse e fui pro meu apartamento, tirei logo a roupa toda suada, tomei banho, troquei de roupa e fui logo lá na farmácia atrás de camisinha. O tempo que deu foi certinho uns 20-30 minutos.

E lá tava eu subindo de novo no elevador pra me submeter as ordens daquele macho comedor. A cabeça ainda tava meio fora do lugar, mas apertei o "dane-se" de novo, o tesão falou mais alto e apertei a campainha com a camisinha no bolso.

João tava todo alegrinho quando abriu a porta.

- Comprou a camisinha? Tô terminando aqui.

- E aí gostou do meu leitinho? Agora eu vou comer esse cuzinho. Vai pro quarto, tira essa roupa e me espera.

E eu fui, claro. Perguntei se podia chegar alguém, e ele me disse que estava com a chave e que ia entregar no dia seguinte na casa da proprietária e que ia não ia vir ver a pintura não, pois já conhecia o serviço dele.

Eu estava preocupado com a hora, mas ainda eram umas 16h e pouca. Eu já tava terminando de tirar a cueca, o cara veio doido por trás e me agarrou. Começou sarrar minha bunda. Mandou eu abaixar um pouco e empinar o rabo pra ele sarrar na portinha do cú. Que delícia! E ela falava muita coisa. O cara conquistava pelas palavras. Até porque pela rola era difícil, a rola dele era linda, perfeita, rosada, cabeluda, exemplar anatomicamente perfeito, mas era pequena, bem pequena. Ele disse ter 1,64m, mas era menos, com certeza. Foi o segundo menor macho que eu arrumei na vida (o menor tinha 1,55m, e era bom de cama pra caramba, depois conto também).

Rola pequena ou não, o que vale é o cara saber fazer. João sabia fazer, compensava na "pegada", e isso o cara tinha.

Eu ali de 4 no meio de um quarto vazio, levando uma chupada de cú maravilhosa, gemia baixinho feito macho, e ele adorava os gemidos. Esqueci foi de tudo.

Ele pegou um creme que tinha e começou a passar no meu cú, começou a me dedar. Um dedo, dois dedos, três dedos, e assim foi (a mão dele era pequena, menos mal). E eu só podia ficar parado, porque aquele filho da puta mandava eu ficar paradinho pra ele e eu obedecia aquele meio metro de homem. Obedecia nem sei o porquê. Aquele macho me hipnotizava com a voz e o jeito dele.

João colocou a camisinha e meteu ali mesmo no meio do quarto. Me dava tapa na bunda, puxava meu cabelo, me xingava, me elogiava, me dava ordens, mandava eu ser um putinho obediente pra ele.

- Putinho do papai faz assim. Levanta bem a bunda pra levar rola.
- Aperta minha rola com o cuzinho, aperta.
- Vai levar é leitinho no cú agora.

E batia na minha bunda, e puxava minha cabeça e tapava minha boca, e socava, socava e disse que ia me encher de leite, e deu uma gozada bem forte na camisinha.

Terminamos ali, eu, pai de família, de 4 com a bunda pro alto e o macho tirando a camisinha cheia da minha bunda no apartamento da minha ex-vizinha.
Nunca pensei que o dia terminaria assim.

Ele disse que no dia seguinte estaria no apartamento, pois eu "atrapalhei" ele terminar o serviço. E pediu pra eu chegar mais cedo de novo pra ele meter de novo no dia seguinte.

João me perguntou que hora eu ia sair pro trabalho. Eu disse que minha esposa saia antes de 7h p levar meu filho pra escola e ir pro trabalho, e eu saia mais tarde, umas 8h.

- Amanhã chego mais cedo então, 7h estarei aqui, quando sua esposa sair, você vem tomar teu leitinho. Traga o café pra mim. Vou deixar a porta aberta e você entra. Não vou nem meter na minha esposa hoje de noite, vou guardar leite pra você.

Foi praticamente uma ordem. E é claro que só fiz sinal com a cabeça concordando, e ri. E vesti a roupa, pedi para ele abrir a porta e ver se tinha alguém no corredor, e fui correndo pra casa, tava preocupado com a hora, pois nessa hora os vizinhos todos começam a chegar em casa. Fui direto tomar outro banho e tirar aquele creme do meu cuzinho que tava doendo, mas na verdade eu não parava de pensar naquele baixinho dominador de merda.

Dia seguinte teve mais foda, mais trepada e foi bem melhor que o primeiro. Vou contar tudo no próximo conto. Obrigado quem leu até aqui.


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Comentários


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casadobicampinas Comentou em 14/01/2026

Que delícia muito bom eu adoro assim e nos casados não podemos perder as oportunidades

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rotta10 Comentou em 14/01/2026

Delícia adorei




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Ficha do conto

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amigoksadolegal

Nome do conto:
O pintor dominador tamanho mini

Codigo do conto:
252072

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
14/01/2026

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8

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