O cuckold

Maria sempre soube que José gostava de assistir. Não era algo que conversavam abertamente no começo do namoro, mas aos poucos os sinais foram ficando claros: o jeito que ele respirava mais fundo quando algum homem a elogiava na rua, o pau que endurecia só de imaginar outro tocando nela, a obsessão silenciosa por vídeos de casais reais onde o marido apenas olhava.
Quando ela conheceu D2 numa festa da firma, tudo acelerou.
D2 não era sutil. Alto, ombros largos, pele preta lustrosa de suor da pista, sorriso de quem sabe exatamente o estrago que causa. Ele dançou com Maria como se José fosse invisível — e, de certa forma, era mesmo. José ficou encostado na parede, copo na mão, sentindo o coração bater na garganta enquanto via as mãos grandes de D2 descerem devagar pelas costas da esposa, parando na curva da bunda, apertando com propriedade.
Naquela mesma noite, no carro, Maria sussurrou no ouvido do marido, ainda com o cheiro de D2 na pele:
— Ele perguntou se podia me comer na tua frente. Eu disse que ia perguntar pra você.
José só conseguiu gemer. Foi o sim mais mudo e mais alto da vida dele.
Duas semanas depois, o encontro aconteceu no apartamento deles. Luz baixa, cortinas fechadas, uma garrafa de uísque pela metade na mesinha. José sentado na poltrona do canto, calça aberta, pau na mão, mas sem permissão pra gozar ainda — essa era a regra que D2 impôs na chegada, com aquele tom calmo e autoritário que fazia Maria molhar só de ouvir.
D2 não perdeu tempo com preliminares educadas. Beijou Maria como quem reivindica território: língua profunda, mão na nuca, a outra já dentro da calcinha dela. Quando ele a virou de costas e mandou ela se apoiar no encosto do sofá, olhando diretamente pro marido, José sentiu o estômago dar um nó delicioso de humilhação e tesão.
— Olha pro teu macho, Maria — D2 falou, voz grossa enquanto abria o zíper. — Mostra pra ele como você fica quando um pau de verdade te abre.
O primeiro gemido dela quando D2 entrou foi quase um grito abafado. José viu tudo: a expressão de choque e prazer puro no rosto da esposa, a forma como as coxas dela tremiam, o pau preto grosso desaparecendo centímetro a centímetro dentro dela, o saco pesado batendo ritmado contra o clitóris inchado.
D2 fodia com calma cruel. Estocadas lentas e profundas, deixando Maria sentir cada veia, cada pulsação. De vez em quando ele parava todo enterrado, girava o quadril só pra ela sentir a cabeça roçando no fundo, e perguntava coisas que faziam José se contorcer na poltrona:
— Tá gostando de ser arrombada na frente do teu corno, gostosa?
— Fala pra ele quem é o dono dessa buceta agora.
Maria, com a voz entrecortada, obedecia:
— É… é você, D2… você que manda nela agora…
José não aguentava mais. O pau babava na mão, latejando sem alívio. Ele queria gozar, implorava com os olhos, mas D2 só ria baixo e aumentava o ritmo.
Quando D2 segurou os quadris dela com mais força e começou a socar de verdade, o barulho molhado encheu a sala. Maria gritava sem pudor, unhas cravadas no tecido do sofá, pedindo mais, pedindo tudo. José viu o momento exato em que ela gozou forte: corpo inteiro tremendo, olhos revirando, um jato quente escorrendo pelas coxas.
E então D2 rosnou, voz rouca:
— Vou gozar dentro, Maria. Vou te encher toda.
— Por favor… — ela implorou, empinando mais ainda.
—José sentiu o mundo girar. O marido não disse não. Não falou nada. Só ficou olhando, hipnotizado, enquanto D2 dava as últimas estocadas brutas e grunhia alto, pulsando fundo dentro da esposa. Maria gemia como se estivesse sendo marcada a ferro, sentindo o jorro quente enchendo ela até transbordar, escorrendo grosso pelas pernas.
Quando D2 saiu, devagar, um fio grosso de porra escorreu da buceta aberta de Maria e pingou no chão. Ela se virou, pernas bambas, olhou pro marido com um sorriso safado e exausto e falou, quase sussurrando:
— Vem limpar, meu amor… vem provar o que ele deixou em mim.
José caiu de joelhos como se tivesse sido ordenado.Enquanto lambia o que escorria dela, sentindo o gosto forte e salgado de outro homem, Maria acariciava o cabelo dele com carinho.
— Quem sabe agora você finalmente vai ser papai… — ela murmurou, maliciosa.
E naquele momento, entre a humilhação absoluta e o tesão insuportável, José soube que, de alguma forma estranha e torcida, era exatamente isso que ele sempre quis.
Foto 1 do Conto erotico: O cuckold

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico jrpp1995

Nome do conto:
O cuckold

Codigo do conto:
252124

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
14/01/2026

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6

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