Eu estava entediado naquela manhã de domingo, sozinho em casa, com a esposa na igreja até as 18h. Zapeei pela TV e caí num pornô quente: uma mulher sendo socada com força, gemendo alto, corpos suados colidindo. Meu pau endureceu na hora, latejando, e pensei: "Tempo livre? Hora de caçar uma foda pra descarregar." Lembrei da Dona Jurema, a velha safada de 70 e poucos, sempre carente e pronta pro pau. Transava com ela casual, fingindo "relação" pra manter o esquema. Mandei mensagens, nada. Liguei no WhatsApp, silêncio. Irritado, mas me toquei: cedo, domingo, talvez na rua ou igreja. Tomei banho imaginando ela, depois liguei pro celular. "Oi, meu querido!", ronronou ela, voz de vovó carinhosa. "Oi, meu amor, saudades. Tá em casa? Sozinha?", perguntei, código pra "quero te foder". "Tô em casa, voltei da rua. Tudo caro, né? Amiga aqui, mas já vai embora", respondeu, convite implícito: "Vem me comer". Voei pra lá, pau duro na calça. Ela tava na sala tricotando, olhos luxuriosos. Sem rodeios: beijei a boca enrugada com fome, língua invadindo, mãos apertando a bunda flácida e macia. Ela gemeu e me levou pro quarto. Sentei na cama, ela ajoelhou: puxou a cueca pro lado e engoliu meu pau inteiro, chupando gulosa. Lambia a cabeça latejante, sugava veias, massageava bolas com dedos experientes, saliva escorrendo. Instinto de puta velha me enlouquecendo. Levantou, deitou de bruços: "Faça o que quiser com sua puta velha, meu macho." Encarei o rabo marcado, mas variando: "Hoje na boceta primeiro." Meti na cabeludinha apertada, ela gemendo: "Ai, ai, ai... Devagar, safado, minha boceta é quase virgem." Tirei, lambi profundo os lábios grossos, chupei o clitóris inchado, provando suco salgado. Meti forte, bombando até ela se molhar toda. Ia sair, ela travou: "Joga leite quente dentro!" Ri internamente – "Engravidar coroa? Milagre!" – mas gozei fundo, jatos inundando, paredes pulsando. Vi porra escorrendo pelas coxas enrugadas, ela ofegante, vulnerável. Banho rápido, pedi café pra fumar cigarro. Ela, submissa, preparou. Tomei, mas a safada desfilou só de blusa, sem calcinha, bunda nua balançando, boceta vermelha à mostra. Pau endureceu; peguei por trás na mesa. "O que é isso? Já gozou, não vai pra sua mulher?", fingiu. "Acha que vou sem foder esse cuzinho? Sou viciado na sua bunda, piranha velha", grunhi, cuspi na rola e enfiei no cu apertado, quente, pegajoso. Em pé, bombando fundo, bolas batendo. Ela no papel de vítima: "Para, sou idosa decente, não gosto de dar o cu!" "Tarado por velhas, me usa como puta!" "Me fode mais, cachorro sem-vergonha!" "Sua mulher não dá rabo, eu pago o pato, né?" Palavras sujas me fizeram gozar forte no cu, porra escorrendo. Sem banho: banheiro, mandei lavar pau na pia, depois chupar pra limpar, boca obediente lambendo. Vesti, saí leve, chegando em casa antes da esposa, segredo sujo no sorriso.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.