Traindo Meu Marido no Bar

Meu marido e eu estávamos precisando de uma noite diferente, somos de BH, casados há mais de 20 anos, nossa vida juntos é ótima — sexo quase todo dia, carinho constante, uma cumplicidade que me faz sentir a mulher mais sortuda do mundo. Sou tímida, sempre fui, prefiro ficar no canto observando do que ser notada. Mas ele adora me tirar da zona de conforto, e naquela noite ele sugeriu: “Vamos a um bar de rock? Tem uma banda tocando covers dos anos 80 e 90, fica pertinho de casa, a gente vai e volta de boa.” Eu sorri, um pouco nervosa, mas concordei. Coloquei um vestido preto discreto, de manga curta, comprimento até o joelho, nada colado, nada chamativo — exatamente o tipo de roupa que me deixa confortável e invisível.
Saímos de mãos dadas, caminhamos os poucos quarteirões até o bar. O lugar era aconchegante, com luzes vermelhas e azuis piscando, cheiro de cerveja e cigarro no ar, som alto já ecoando da rua. Entramos, e ele logo avistou uma mesa alta perto do palco — perfeita, com visão direta da banda. Sentamos nas banquetas altas, ele pediu uma cerveja gelada e eu uma caipiroska de frutas vermelhas bem gelada, com morango, framboesa e um toque forte de vodca. A banda ainda estava afinando os instrumentos, o baixista testando cordas, o baterista batucando leve. Conversamos sobre o dia, rimos de besteiras, e eu me sentia relaxada ao lado dele, batendo o pé no ritmo da música que começava.
A banda entrou com tudo: um riff pesado de guitarra que fez o chão vibrar. Meu marido se inclinou para mim, gritou no meu ouvido por cima do som: “Tá gostando?” Eu assenti, sorrindo, e dei um beijo rápido nele. Mas então, enquanto eu olhava para o palco, meus olhos desviaram para o balcão. Lá estava ele. Um homem alto, ombros largos, barba por fazer, com certeza acima dos 40. Ele me encarou de volta, ergueu o copo num brinde silencioso e sorriu de um jeito que fez meu estômago dar um nó. Desviei o olhar rápido, corando, focando na banda. Meu marido estava distraído com o show, batendo cabeça no ritmo.
Tentei resistir. Tentei mesmo. Dizia para mim mesma que era ridículo, que eu amava meu marido, que aquilo não fazia sentido. Mas não conseguia evitar: meus olhos voltavam para ele, como se tivessem vontade própria. Cada vez que eu olhava, ele ainda estava lá, me observando, com aquele sorriso confiante. O frio na barriga crescia, uma mistura de medo e excitação que eu nunca tinha sentido tão forte. Meu corpo inteiro formigava, e eu apertava as coxas uma contra a outra sob a mesa, sentindo o gosto doce e ácido da caipiroska ainda na língua.
Depois de um tempo, precisei ir ao banheiro. Levantei, beijei a bochecha dele e disse: “Já volto.” O banheiro ficava no corredor ao lado do balcão — pertinho, a poucos passos da nossa mesa, perto o suficiente para eu não sentir medo. No caminho de volta, parei no balcão para pedir outra caipiroska de frutas vermelhas. Foi quando ele se aproximou, encostando o braço no balcão ao meu lado.
“Boa noite”, disse com voz grave e calma. “Vi você curtindo a banda. Gosta de rock antigo?”
Eu sorri tímida, respondi algo sobre adorar os clássicos dos anos 80. Ele se apresentou como Carlos, pediu outra bebida para si e continuou conversando. Falou da banda, perguntou se eu ia a muitos shows assim, comentou que eu parecia deslocada num lugar barulhento como aquele — “de um jeito bom, elegante demais pra esse caos”. Eu ria nervosa, sentindo o rosto quente, o álcool da caipiroska ajudando a soltar a língua. Ele era direto, mas não agressivo; os olhos fixos nos meus, a barba por fazer dando um ar rústico que me atraía de um jeito perigoso. Conversamos uns minutos bons, o suficiente para eu me sentir lisonjeada, desejada, e o frio na barriga virar um fogo baixo.
Então, sem mais aviso, ele estendeu a mão grande, pegou a minha com firmeza e disse baixo: “Vem comigo.” Não perguntou, não convidou — apenas me puxou. Meu coração disparou tanto que achei que ia explodir. Ele me levou pelo corredor escuro que ficava logo depois do banheiro, um corredor estreito, mal iluminado, com portas de estoque e paredes sujas de pôsteres velhos. Ninguém passava por ali. Era escuro o suficiente para nos esconder, mas ainda perto o bastante para eu saber que, se quisesse, poderia gritar e voltar correndo.
Ele me encostou na parede fria, sem dizer mais nada no início. A barba por fazer roçou meu pescoço quando ele me beijou, urgente, possessivo. Suas mãos grandes desceram pelas minhas costas, apertando minha cintura sob o vestido solto. “Você é tão macia…”, murmurou contra minha boca, a voz rouca e baixa. Eu tremia, culpada, mas excitada além do limite.
Ele me fez ajoelhar devagar, guiando minha cabeça até o volume da calça dele. Desabotoou com calma, e quando o pau saltou para fora, grosso, longo, pulsando, eu hesitei por um segundo — era enorme, muito maior do que eu estava acostumada. “Prova”, ele disse baixo, e eu obedeci, tímida no começo, abrindo a boca e envolvendo a cabeça com os lábios. O gosto salgado me invadiu, e eu comecei a chupar devagar, sentindo ele crescer ainda mais na minha boca. Ele gemeu rouco, uma mão na minha nuca, guiando o ritmo sem forçar. Eu acelerei, sugando mais fundo, a língua rodando na glande, sentindo as veias pulsarem contra meus lábios. “Isso… assim… você é boa nisso”, ele grunhiu, e aquilo me deixou ainda mais molhada.
Depois de alguns minutos, ele me ergueu, me virou de costas e ergueu o vestido até a cintura, abaixando minha calcinha de uma vez. Senti o ar frio e, logo em seguida, a cabeça grossa pressionando minha entrada. Quando empurrou para dentro sem aviso, senti como se estivesse sendo rasgada ao meio. Um gemido alto escapou, dor misturada a um prazer insano. “Devagar…”, pedi baixinho, mas meu corpo traía: minhas costas se arquearam, empurrando contra ele, querendo mais. A sensação de ser esticada daquele jeito, preenchida até o limite, era avassaladora. Eu adorava. Adorava a dor que virava prazer puro, adorava o jeito que ele batia fundo e me fazia sentir completamente possuída.
“Caralho, como você é apertada… e molhada pra cacete”, ele grunhiu, segurando meus quadris com força enquanto metia mais fundo, mais rápido. Uma das mãos dele desceu pela frente do meu corpo, os dedos grossos encontrando meu clitóris inchado e sensível. Ele começou a esfregá-lo em círculos firmes, no mesmo ritmo das estocadas brutas, pressionando com a pressão exata que me deixava louca. Eu mordia o lábio para não gritar, mas o prazer crescia rápido demais — a combinação do pau enorme me preenchendo e dos dedos dele trabalhando meu clitóris era demais. Em poucos instantes o orgasmo explodiu. Meu corpo convulsionou, coxas tremendo, buceta apertando forte ao redor dele enquanto eu gozava intensamente, gemendo abafado contra o braço, as pernas quase cedendo.
Ele continuou por mais alguns minutos, ritmo brutal, gemidos roucos, os dedos ainda pressionando meu clitóris sensível pós-orgasmo, prolongando as ondas de prazer. Então saiu de mim de repente, arrancou a camisinha que nem tinha percebido que ele colocara e gozou quente e farto sobre minha bunda. O sêmen escorreu devagar pelo rego, grosso e pegajoso, passando pelo meu cuzinho sensível, descendo pelas coxas. Senti cada gota quente, o contraste com o ar fresco me dando um último arrepio culpado.
Ajeitei a calcinha e o vestido com pernas bambas. Ele me deu um beijo na nuca e disse: “Você é foda.” Saí dali rápido, coração na garganta.
Voltei para a mesa, sentei ao lado do meu marido como se nada tivesse acontecido. Ele virou o rosto, sorriu carinhoso, e eu me inclinei para dar um beijo demorado nos lábios dele, sentindo o gosto de cerveja misturado ao morango e framboesa da caipiroska e ao meu segredo. Naquele momento, olhando nos olhos dele, percebi que o amava ainda mais — nossa vida era perfeita, segura, cheia de afeto e sexo bom quase todo dia. Mas, no fundo da mente, eu já sabia: queria sentir aquilo de novo. Queria ser rasgada, preenchida, usada daquele jeito selvagem outra vez. A banda tocava alto, e eu apertei a mão dele, sorrindo, enquanto o sêmen de outro homem ainda escorria devagar entre minhas nádegas.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casadasafadabh

Nome do conto:
Traindo Meu Marido no Bar

Codigo do conto:
252176

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/01/2026

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