Acho que todos concordam comigo quando digo que poucas coisas são piores do que uma festa chata. Pois aquela estava sendo uma das piores que eu já tinha ido. A casa onde ela ocorreu era bem ampla e estava cheia, a música era dessas que nem mesmo quem está encharcado de bebida e comprimidinhos consegue dançar, boa parte do ambiente estava fedendo a cigarros de diversos tipos e a uma mistura de perfumes adocicados, os presentes eram extremamente pernósticos e eu não conhecia quase ninguém. Além disso, as conversas eram absurdamente maçantes. A única coisa boa era que havia bastante bebida, principalmente vinho. Assim, não me restava outra alternativa do que beber muito. Ao contrário do que eu sentia, meu namorado estava se divertindo bastante. Conversava animadamente com alguns alunos seus da Universidade e estes pareciam encantados com o que ele dizia. Na verdade, antes de sairmos, ele me avisou que aquela seria uma festa meio chata para mim, mas eu insisti em ir pensando em agradá-lo. É bem verdade que eu estava meio chateada, pois tinha ficado boa parte do final daquela tarde provocando-o e, inutilmente, vendo se rolava uns amassos, mas, depois que, sem querer, quase revelei que tinha vivido algumas aventurazinhas com dois de seus melhores amigos quando ele estava viajando, achava que deveria moderar meu humor. Pois bem, depois que bebi uma boa quantidade de vinho e me sentindo meio sozinha, comecei a dançar ao som das músicas que tocava. Somente depois de um bom tempo dançando é que percebi que era uma das raras mulheres que estava dançando. Somente alguns casais de gays ocupavam o centro daquela ampla sala. Como já estava bem “alta”, era difícil dançar e manter o equilíbrio ao mesmo tempo por isso decidi parar. Comecei a andar pela sala, mas logo percebi que estava bem mais bêbada do que imaginava e pensei que tinha que procurar um lugar em que pudesse descansar. Primeiramente fui na cozinha da casa, mas lá duas meninas muito bonitas estavam trocando uns amassos bem intensos. Quando entrei elas nem notaram minha presença. Além de beijos intensos, uma delas já estava brincando com o grelinho da outra com a mão dentro de sua calcinha enquanto a outro gemia descontrolada quase gozando. Aquela visão era verdadeiramente excitante, senti imediatamente vontade de me juntar a elas, mas senti que, naquele momento, eu só iria atrapalhar e, depois de assistir um pouco aquela cena maravilhosa, saí a procurar outro lugar para mim. Depois de algum tempo andando a esmo pelos corredores da casa, achei finalmente um quarto que estava vazio. Como não achei o interruptor de luz, fui apalpando a semiescuridão até achar uma cama de casal onde me joguei automaticamente. Depois de ficar um bom tempo relembrando a cena maravilhosa que presenciara na cozinha, acabei mergulhando num sono profundo e cheio de sonhos muito loucos. Enquanto estava dormindo naquele quarto escuro, minha mente misturava os sons difusos que vinham da festa, com a cena altamente erótica que vira há alguns minutos cozinha daquela casa e meu próprio desejo insatisfeito criando uma fantasia tão maluca quanto isso tudo que listei. As imagens e sensações que sonhava me deixavam numa excitação incontrolável. Repentinamente todas essas sensações tomaram uma consistência muito maior quando senti uma mão entrando por dentro da minha blusa e agarrando meus peitos. Inicialmente isso se misturou com as fantasias que minha mente criava e meu tesão aumentava mais ainda, mas logo depois, meio acordada, meio ainda dormindo, percebi que se tratava de algo bem diferente. Encostando os lábios no meu rosto, uma voz desconhecida sussurrou: - Fica calma gostosa! Fica calma que tu vai ter o que merece, vou te comer toda! E completou: - Depois de dançar daquele jeito se oferecendo a todos, tem mesmo é que ser comida como uma vagabunda! Me acordei assustada e logo percebi que um homem estava sobre mim e me segurava de tal modo que mal conseguia me mexer. Sua mão segurava meu rosto enquanto seus lábios percorreram meu pescoço e logo após sua língua forçou minha boca me beijando cheio de tesão. Eu não entendia direito, não sabia se resistia aquele assédio ou se deixava aquele clima onírico de antes seguisse adiante com aquele estranho. Até tentei identificar quem era, mas a penumbra reinante dificultava muito, além do mais, não conhecia quase ninguém naquela festa. Descendo até meus peitos, depois de desabotoar minha blusa, ele começou a sugar meus seios. Embora, ainda me chamasse de vadia, de putona, e dissesse que eu não escaparia dele, seus carinhos eram suaves, deliciosos e intensos. No fim não precisou muito para que eu cedesse àquele clima que transbordava de meus sonhos para a realidade e começasse também a acaricia-lo. Quando deixava de lado meus seios e me beijava intensamente eu já correspondia. Nossas línguas se cruzavam nervosas, já com os braços livres eu segurava sua cabeça, deixava meus dedos penetrarem em seus cabelos, minhas unhas a se cravarem no seu couro cabeludo. Percebendo que me dominava, que eu não fugiria dele, desceu ainda mais sua mão e, levantando minha saia, começou a brincar com minha bucetinha sobre a calcinha o que me fez começar a pedir mais ainda para ele me comer: - Come essa putinha, come! Num gesto brusco ele tirou minha calcinha e começou a beijar e lamber minha xotinha. Sua língua áspera percorria minhas coxas, minha bucetinha, forçava a entradinha dela até chegar no meu grelinho. Ele chupava tão bem, o movimento de sua língua era tão forte e gostoso que eu estava enlouquecida. Dizia: - Vem, vem... Me come, me enche com teu leitinho! A excitação dele era tão grande nesse momento que ele nem esperou muito, colocando seu corpo pesado sobre mim, senti sua cabecinha brincando na minha entradinha. Sem muita demora, num movimento forte e brusco, ele me penetrou. Era um pau grande e muito grosso de modo que sua entrada inicialmente doeu muito, mas logo estávamos os dois buscando com tal intensidade o prazer que qualquer dor era insignificante. Envolvi seu corpo com minhas pernas e, cada vez que ele parecia em sair de dentro de mim, eu o puxava mais ainda para mim. Em cada penetração ele chegava tão fundo dentro que consegui sentir perfeitamente quando seu pau explodiu dentro de mim e me inundou com sua porra quente. Nós dois gozávamos de um modo único, eu sentia o prazer em cada centímetro do meu corpo. Só quando ficou impossível continuar, quando eu já não tinha mais forças para nada, e que paramos exaustos. Ele ainda ficou um pouco sobre mim, mas logo saiu. Ele tinha gozado tanto dentro de mim que imediatamente senti seu gozo escorrendo da minha bucetinha. Por algum tempo, enquanto eu ainda sentia os últimos espasmos daquele gozo, ele deitou-se ao meu lado, mas após algum tempo ele levantou-se. Eu sentia a presença dele ainda naquela escuridão quase total, mas me era impossível fazer qualquer coisa. Foi então que ele falou: - Pronto! Agora ela é toda tua! Inicialmente não entendi o sentido do que ele tinha dito. Só quando ouvi uma voz diferente agradecendo é que percebi que eram dois homens que estava comigo. Logo senti duas mãos percorrendo meu corpo, já praticamente nu. Com firmeza ele me segurou pelos quadris e me virou de bruços. - Agora esse cuzinho é todo meu! Já está todo melado mesmo! Eu quis me libertar dele, queria dizer que não é bem assim que tinha que ser, mas antes de qualquer coisa, ele deitou-se sobre mim, afundando meu corpo na cama. Eu mal conseguia respirar. Seu braços envolveram firmemente meus ombros de modo que não tinha como evitar. Enquanto ainda meio que lutava para sair, seu pau começou a roçar meu cuzinho. Pensei em resistir mais, em lutar com todas as minhas forças, mas elas já tinham se ido há muito tempo. Num movimento brusco e sem nenhum aviso, ele me penetrou com força. Sentia como se estivesse rasgando meu cuzinho. Sem demora ele começou a bombar muito até que, depois de vários minutos, gozou muito no meu cuzinho. Depois disso, ele se levantou e disse para o outro: - Que bundinha gostosa! Eu estava mesmo precisando comer uma assim! Sem falar muito mais ele saíram e me deixaram toda largada na cama. Só com muita dificuldade é que eu consegui reunir minhas forças, me levantar, pegar minhas roupas e ir a um banheiro próximo. Estava toda melada, minha buceta ardia e meu cuzinho ainda doía bastante. Me recompus como deu e voltei para a festa. Logo depois, por insistência minha, fomos embora da festa. Meu namorado até queria ficar na minha casa para, segundo ele, terminarmos o que tínhamos começado à tarde, mas eu falei que tinha bebido muito e precisava muito dormir. Naquela noite, dormi muito profundamente, sem nenhum outro sonho.
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