?Meu nome é Caio tenho 42 anos casado com a Naty 35 uma loirinha 1,62m uns 58 kg. A Naty sempre chamou a atenção principalmente dos homens pelo corpinho juvenil e 58 kg bem distribuídos, tudo natural seios médios e bumbum compatível com o corpo. Logo em nossa lua de mel quando fomos para a praia com muito custo convenci ela a usar um biquini pequeno já que estava toda depiladinha, foi um sucesso total, homens encantados e mulheres com ciúmes, rs. Penso de tanto ver os homens comentando discretamente sobre ela que desenvolvi o desejo de ver a Naty dando prazer a outro homem, só que evidentemente nunca falei isso a ela, bati várias punhetas imaginando outro homem desfrutando do corpinho de menina dela.
?Eu sempre viajo a trabalho e em uma dessas viagens me hospedei em um hotel no Rio de Janeiro onde no criado mudo havia catálogos de acompanhantes tanto masculino como feminino. Me informei com o gerente e ele me disse que vários hotéis oferecem esse tipo de serviço aos hospedes, inclusive muitas mulheres quando viajam sozinhas também solicitam esse tipo de serviços para aliviar o stress da viagem. Nesse momento tive a ideia de quando voltasse ao Rio de Janeiro convidaria a Naty para vir comigo e quem sabe ela não toparia usar um desses serviços.
?Justamente quando pensava nisso ela me ligou, como sempre fazia quando eu viajava sempre ligava a noite para conversarmos e dizer que estava com saudades. Eu estava folhando um daqueles catálogos e ouvindo a voz da Naty logo imaginei ela ali comigo e um daqueles modelos junto conosco. Quando ela desligou eu estava de pau duro e não teve jeito, fiquei quase 1 hora olhando a revista com os caras de pau duro, olhando a foto da Naty no celular e batendo punheta.
?Assim que retornei para casa tratei logo de convidá-la para a próxima viagem, que ela prontamente aceitou. A partir daí isso não saia mais da minha cabeça. Até que enfim viajamos ao Rio de Janeiro, eu lógico, fiz reserva no mesmo hotel e sem titubear pedi ao gerente que deixasse os catálogos no criado mudo que talvez utilizasse os serviços, ele me garantiu a qualidade da agência com quem tinham contato.
?Viajamos na sexta feira logo após o almoço, eu tinha reunião em duas empresas clientes, a Naty me acompanhou. Na segunda empresa um dos sócios nos convidou para jantar ao final da reunião, com certeza seduzido pela beleza da minha esposa, a qual não cansava de elogiar, respeitosamente é claro. Jantamos e ele nos deixou na porta do hotel, já eram nove e vinte da noite quando subimos para o quarto.
?A Naty depois de abrir a mala disse que ia tomar um banho para relaxar, eu falei que iria passar uns e-mails para a empresa e tomaria banho depois. Na verdade, eu não tinha e-mail nenhum para passar o que eu queria mesmo era preparar os catálogos para que ela os visse, e foi justamente o que fiz, deixando discretamente entreaberta a gavetinha do criado mudo para que ela descobrisse os catálogos. Um tempo depois ela saiu do banheiro vestindo uma lingerie branca bem-comportada. Quando uma mulher coloca lingerie comportada é sinal de que ela não está afim de sexo, isso me desanimou um pouco, mas fechei o computador e fui tomar meu banho, deixando uma fresta na porta para poder observar se ela encontraria as revistas. Fiquei fazendo hora no banheiro até que finalmente olhei pela fresta e vi ela folheando o catálogo, foi ação instantânea meu pau endurecer. Dei mais um tempo no banheiro consegui fazer meu pau baixar e vim para o quarto falando um assunto qualquer fingindo não perceber que ela folheava a revista. Momento em que ela me falou: “olha o que eu achei aqui, querido.” Displicentemente falei: Ah, uma revista? Ela então me falou do que se tratava, eu logicamente me fiz de surpreso, dizendo que alguns amigos já haviam me falado que certos hotéis oferecem serviços de acompanhantes aos hospedes, mas eu nunca tinha visto. Ela continuou folheado admirando-se com os modelos, dizendo que talvez as fotos fossem montagens tal a perfeição delas, uma das qualidades da Naty é ser detalhista nas observações. Me sentei ao lado dela para ver, ela me mostrou uma foto de um homem de pele escura, uns 35 a 40 anos, não era negro, mas bem morenão, porte atlético e dono de um cacete de pelo menos 22 cm, grosso e cabeçudo, com um saco grande cujas bolas pareciam fazer peso ali dentro. Me perguntou se eu achava que era real, eu disse que pelo volume do saco o pau devia ser daquele tamanho mesmo, ela mordeu os lábios com aqueles dentinhos brancos dizendo: “pode ser possível mesmo”. Eu falei que só tinha um jeito de termos certeza, que seria contratando os serviços dele para tirarmos a prova. Ela riu e falou: “seu bobo, pare de brincadeira”. Eu disse que não estava brincando que se ela quisesse eu chamaria sim. Aí ela falou: “esqueceu que somos casados?”, eu disse que isso não mudaria em nada e que já que eu não tenho um pau daquele tamanho e por amá-la tanto não a privaria de ver ao vivo um pau daquele tamanho. Ela disse: “está mesmo falando sério?”. Falei que sim. Ela disse e se ele quiser algo a mais, eu expliquei que talvez quisesse mesmo, más poderia ser só uma punhetinha para o pau dele subir e ficar daquele tamanho, ela riu perguntando se eu deixaria ela tocar no pau do modelo, disse que sim e que não via problema algum, ela então falou que tudo bem, mas no máximo uma punhetinha. Então pedi o telefone do modelo e liguei na frente dela, o homem atendeu e disse que em no máximo 30 minutos estaria no hotel.
?Me vesti e desci na portaria para esperar ele, que não demorou a chegar. Realmente trava-se de um homem alto, forte, de uns 100 kg mas não gordo peso compatível com a altura e de boa aparência. Nos sentamos na sala próximo a portaria para conversarmos um pouco em particular, onde falei que essa seria nossa primeira vez com outro homem, e que minha esposa concordou no máximo tocaria uma punheta nele, quando ele me perguntou: “e você amigo o que gostaria de ver, apenas sua esposa batendo punheta no meu pau ou um serviço completo nela?” Respondi que por mim seria serviço completo, mas não iria força nada a ela. Ele me garantiu que jamais força ninguém a nada nos encontros, e que pela experiencia que tem com casais 99% das esposas dizem que só querem ver ou no máximo acariciar o pau dele, mas logo em seguida se soltam e se entregam ao prazer de forma impressionante, e recomendou que se os carinhos forem evoluindo que eu me aproximasse dela e começasse a punhetar, dessa forma ela se sentiria liberada para fazer o que mais tivesse vontade.
?Fiquei superanimado com as dicas dele e falei se ele poderia reservar a noite apenas para ficar conosco, ele me disse que já havia feito isso, uma vez que era nossa primeira vez, as coisas deveriam acontecer com muita calma. Posto isso, subimos ao apartamento.
?Bati na porta a Naty veio nos atender, entramos fiz as apresentações, ele cumprimentou a Naty com dois beijos, senti que ela tinha colocado o perfume preferido, estava bem cheirosa. Aí comentei na frente dele que a ideia seria apenas de ver ele nu para compararmos com a revista e que poderia rolar no máximo uma punhetinha por parte da Naty. Ele disse não haver problemas algum quanto a isso e que só faria o que a gente quisesse nada mais. Com isso vi que a Naty ficou mais tranquila, ele então perguntou se podia tirar a roupa e ficar à vontade, falei que sim, ele tirou a camisa, calça e o sapato, dizendo que a cueca deixa sempre que a esposa tire, como uma forma de quebrar o gelo. Concordamos, ele pegou na mão da Naty e pôs ela sentada na beira da cama e se posicionou na frente dela dizendo: “tire a cueca quando quiser, princesa”. A Naty me olhou, como quem pedindo permissão eu dei sinal para ela ir em frente. Ela levou as mãos na cintura do Marcelo (é o nome dele) e foi puxando a cueca para baixo, liberando o pau dele que ficou pendurado junto com as bolas, ela seguiu baixando a cueca até os pês ai ele ajudou a terminar de tirar, ficando completamente pelado ali no quarto. A Naty olhava para mim, sem saber o que fazer, ele então disse pode tocar nele princesa, foi quando ela levantou a mão e com a ponta dos dedos foi deslizando sobre o pau dele desde a base até a cabeça. Consegui notar uma certa reação do membro ao contato com os dedinhos da Naty, quanto ele disse: “pode segurar ele, princesa”. Ela me olhou novamente e ele pegou na mãozinha dela e a fez segurar no pau, movimentando a mão dela como se estivesse ensinando ela a punhetar. Algum tempo depois o pau foi ganhando rigidez e com aqueles carinhos não demorou muito a cabeça começar a babar. Quando a Naty viu, segurou no pau dele expondo bem a cabeça e com os dedos da mão esquerda espalhou aquela “baba” por toda a cabeça do pau, assim que terminou ele num impulso, que segundo ele foi involuntário, empurrou o corpo para frente fazendo com que a ponta do pau lambuzado encostasse no rosto dela, recuando o corpo imediatamente se desculpando dizendo não ter conseguido conter aquele “impulso involuntário”, ela só deu um sorrisinho e com as costas da mão esquerda enxugou o rosto.
?Ele então perguntou se nós não queríamos ficar mais à vontade tirando nossas roupas também, eu concordei imediatamente, tendo que vista que meu pau estava até doendo de tão duro dentro da calça, num instante fiquei pelado também, e aí fui até a Naty levantei ela da cama e quando fui desamarrar o roupão ela me disse: “querido, tem certeza?”, falei está tudo bem amor e desamarrei o roupão, nesse momento tive outra surpresa: ela havia trocado o conjunto de lingerie branca comportada por um conjuntinho vermelho bem sexy de renda onde vestia uma minúscula tanguinha com cordinhas laterais que mal cobria a bucetinha e atrás apenas um fiapinho de pano que mais enfeitava do que cobria a bunda dela. Tirei o roupão ela me olhou meio com vergonha por ter se trocado enquanto eu fui à portaria, falei que estava linda e dei-lhe um beijo, ouvindo o barulhinho do Marcelo punhetando olhando a bunda da Naty que estava virada para ele.
?Ao terminar o beijo ele se aproximou, tocou nos ombros dela massageando e foi descendo pelos braços, depois tocou na cintura dela e foi subindo as mãos até os seios onde deu uma apertada a fazendo dar uma suspirada fundo. Aí levou as mãos para trás e desabotoou o sutiã e tirou a peça de roupa sem que ela oferecesse resistência. Voltou a alisar as costa e novamente foi descendo as mãos até a cintura subindo novamente até os peitos onde outra vez apertou os dois, desta vez nus, fazendo ela dar um gemidinho gostoso. Aí levou as mãos de novo na cintura dela e foi tentar abaixar a tanguinha, quando ela evitou. Sem forçar ele pediu desculpas e voltou a acariciar lhe os ombros descendo as mãos outra vez pelos braços quando chegou nos pulsos segurou e levantou os braços dela para cima e ficou segurando, entendi que era a minha deixa, ajoelhei na frente dela, beijei as coxas e barriga levei minhas mãos na cintura dela, enrosquei meus polegares nas cordinhas da tanguinha e mesmo ela dizendo não e não fui abaixando a lingerie até os tornozelos, depois levantando um pesinho de cada vez consegui terminar de tirar a última pecinha de roupa que cobria o corpo da Naty. Pronto, agora ela estava peladinha ali conosco.
?O Marcelo a colocou sentadinha na beira da cama e se posicionou novamente na frente dela, desta vez com o pau em pleno vigor apontando para cima, expondo bem aquele saco cujas bolas faziam peso esticando-o para baixo. A Naty levou a mão aparando o saco como quem conferindo o peso das bolas, depois segurou no cacete forçando ele para baixo como uma alavanca, mas quando soltava o pau voltava a pontar para cima. Assim foi dando carinho parecendo querer acalmar o cacetão que tinha a cabeça brilhosa de tão duro que estava. Logo o pau começou a “chorar/babar” na mão dela que sem piedade intensificou os carinhos, quando de novo ele teve aquele “impulso involuntário” empurrando o corpo para frente e desta vez a cabeça da rola tocou direto nos lábios da Naty. Recuou o corpo se desculpando, com a Naty continuando segurando no pau dele. Olhei para os lados em busca de uma toalha para ela enxugar a boca e quando volto a olhar a Naty estava passando a língua nos lábios, sentindo o sabor da baba da rola do Marcelo, aí ele se aproximou e ela ao ver o pau dele quase pingando de tesão tacou-lhe um beijo bem na cabeça. Quase gozei sem me tocar quando vi minha esposa beijando a cabeça do pau do Marcelo. Nesse momento enquanto ele acariciava os cabelos dela me deu sinal para me aproximar dela e punhetar, fiz o que ele mandou, quando ela me viu punhetando abriu a boquinha e começou a chupar a cabeça da rola, quanto mais eu punhetava mais ela tentava engolir o pau, tirava punhetava um pouco de voltava a mamar, me olhando e mostrando o quanto daquela rola conseguia pôr na boca. Quando o Marcelo pediu para ela ir devagar senão o meninão não ia aguentar.
?Aí pegou um travesseiro colocou no chão se ajoelhou entre as perdas dela, e empurrou o corpo para que ela se deitasse na cama, pedindo para ver o corpinho de menina dela. Ela se deitou, mas ficou com as duas mãos tapando a bucetinha, aí foi a minha vez de intervir, subi na cama peguei nos pulsos dela, ela quando percebeu que eu iria expor a bucetinha me disse: “não querido, não”. Eu falei que só ia mostrar a bucetinha dela para o Marcelo bater uma punheta olhando, e mesmo com resistência tirei as mão dela da frente e fiquei segurando os braços enquanto o Marcelo punhetava dizendo que era a bucetinha de casada mais linda que já tinha visto. Quando o cacetão dele foi pingar de tesão ele mirou a gotinha bem em cima da buceta da Naty, pingou e continuou punhetando até pingar de novo, aí se aproximou dela e com a cabeça da rola, começou a espalhar a baba por cima da bucetinha dela. Eu estava prestes a explodir em gozo ao ver o Marcelo pincelado aquela cabeçona brilhosa na buceta da minha mulher. O pau dele parecia um aço de duro com as veias salientes precisando muito de uma buceta para se acalmar.
?Depois de espalhar me disse: “segure firme ela amigo, que vou fazer essa bucetinha de menina gozar feito uma buceta de putinha”. Nesse momento a Naty se estremeceu toda na cama e gozou antes mesmo da penetração. O Marcelo falou: “veja isso amigo, sua esposa está gozando como uma menina, daqui a pouco vai gozar como mulher, você vai ver”. Esperou ela se acalmar um pouco, quando parou de gemer me pedia para soltá-la me chamando de tarado e pervertido. O Marcelo falou: “Não solte amigo, segure firme ela e aprecie a bucetinha de menina da sua esposa se transformando em bucetinha de mulher.” E começou a forçar a entrada da cabeça da rola, minha esposa sentindo a pressão falava: “seus tarados, safados, parem, querido ele está me penetrando, não me solte agora, me segure, não me solte”. Não entendi aquele descontrole dela, mas o Marcelo foi introduzindo lentamente o cacete nela, enfiou toda a cabeça e tirou meu mostrando como estava lambuzada pela buceta da Naty, realmente a cabeça do pau dele estava toda melada e ele distribuída aquela lubrificação pelo corpo do cacete lambuzando ele inteiro, depois voltava a posicionar a cabeça na entrada da bucetinha e aos poucos ia ganhando terreno dentro do corpinho dela, até conseguir colocar quase tudo, fiquei surpreso como aquele pau coube numa bucetinha delicada como a da Naty. E aí foi bombando lentamente no corpinho dela fazendo ela gemer como uma putinha com tesão. Eu permaneci segurando ela firme para ele meter, era lindo ver ele tirando o pau até quase escapar e depois enfiar novamente, gemendo também como um urso a cada tirada e enfiada, balançando o saco para lá e pra cá falando como a bucetinha era gostosa que parecia estar mordendo o cacete dele. Tirava ele todo e me mostrava como saia lambuzadão de dentro dela quase pingando me dizendo: “veja amigo como a bucetinha da sua esposa goza no meu pau, que delicia, se eu morasse perto iria comer ela todo dia na cama de vocês com você segurando para a gente fazer ela gozar como hoje.”
?Quando finalmente anunciou que ia gozar, tirou o pau de dentro dela e começou a punhetar em cima da barriga da Naty, ela levantou a cabeça para ver, logo vieram os primeiros jatos, alcançando os peitos, rosto e cabelos, foram três jatos bem fartos, depois outros mais curtos em cima dos peitos e barriga. Quanto terminou de gozar me mandou soltá-la, soltei e não me aguentei comecei a bater punheta sentido aquela humilhação gostosa de ter que gozar na punheta na frente do homem que acabou de gozar comendo a buceta da minha mulher, gozei muito no chão do quarto.
?Depois que Marcelo me viu gozar foi tomar banho, pequei uma toalha e fui secar a Naty, mas antes ela me perguntou se a amava ainda depois disso, falei que sim ainda mais, ela me pediu para falar baixinho no ouvido dela quando fui me abaixando ela segurou no meu pescoço e me beijou daquele jeito toda lambuzada de esperma, em resumo amigos, acabei também sentindo o gosto de porra do pau do Marcelo, que nessa hora saia do banheiro peladão enxugando o cabelo, pegou uma cerveja se sentou na poltrona enquanto eu e a Naty fomos tomar banho.
?Para a história não ficar cansativa vou finalizando dizendo que naquela noite o Marcelo gozou ainda outras duas vezes, uma foi fodendo a Naty em todas as posições sendo um pouco mais agressivo com as estocadas, já que a bucetinha dela tinha se acostumado um pouco com a rola dele, pegou ela de quatro, de lado, fez ela cavalgar no pau de frente para mim, uma visão incrível ver a bucetinha dela engolindo o pau, não consegui me conter mesmo não querendo atrapalhar parei a punheta e fui beija-la sufocando os gemidos dela com beijos Lembro do momento em que o Marcelo a colocou de joelhos na beirada do sofá, se encaixou atras dela só encostou a cabeça do pau na bucetinha, não enfiou, só ficou com o cabeção ali encostando nela, pegou nos cabelos e puxou forte e com a outra mão deu uns tapinhas na bunda, ela mesmo foi empurrando o corpinho contra o pau dele até enfiar tudo, aí ele a segurou pela cintura e começou a movimentar lentamente a medida que ela ia gemendo mais ele acelerava a metida deixando ela maluca de tesão, quando ela escapava do pau dele caia no sofá se tremendo toda e dedilhando a bucetinha, ele a levantava de novo e metia a rola com vontade, daí a soltava para ela tremer sozinha, foram várias pegadas assim, até que na última quando ela escapou do pau dele, o cacete saiu gozando, enquanto ela se tremia toda no sofá tocando na bucetinha o cacetão do Marcelo ia derramando porra em cima da bunda e das costas dela. E a terceira vez que ele gozou foi sendo punhetado pela Naty que se posicionou entre as pernas dele deitado brincou o quanto quis no pau dele, judiando até de certa forma porque levava ele quase ao gozo e parava soltando o pau que começava a se mexer sozinho, pedindo mais punheta. Depois recomeçava se divertindo com a situação até que finalmente segurou o cacete com uma das mãos e com a outra castigou o pau com carícias e mesmo ele avisando que não estava mais aguentando ela não teve piedade e continuou até fazer ele jorrar para cima esporreando como um vulcão lambuzando a maõzinha dela e aí amigos e amigas a última surpresa da noite, a Naty ficou olhando para o pau gozado, me olhou batendo punheta e foi se abaixando e mamou o pau dele como se estive chupando um sorvetão de chocolate derretendo.
?Já era mais de 3 horas da manhã quando o Marcelo se despediu de nós, foram mais de 4 horas de sacanagem ali no quarto. Vesti a roupa de desci com ele até a portaria, onde acertei os honorários com muita satisfação pelo desempenho dele. Ele me falou como foi importante minha participação na hora que comecei a punhetar, foi ali que ela realmente se soltou, e ele sacou um lance que eu não tinha me tocado, foi quando a Naty me pediu para segurá-la e não a soltar. O Marcelo me falou que isso foi uma forma da cabecinha dela se entregar por completo, como se estivesse sendo obrigada a transar, eximindo-a de qualquer culpa futura, entendem? Parece mesmo ser uma questão psicológica das mulheres casadas, sentirem que os maridos as estão entregando indefesas a outro homem. Ele me contou rapidamente que um casal que atendeu o marido amarrou a esposa, consensualmente é claro, e mandou ele para foder ela amarrada, contou que assim que ficou pelado de pau duro perto da esposa ela gozou aos gritos sem nem mesmo ser tocada, imaginem o tesão dessa mulher ao sentir-se indefesa na frente de um estranho pelado de rola dura e ainda com a cumplicidade do marido.
?Paguei os honorários do Marcelo com muita satisfação pelo desempenho dele. De retorno ao apartamento a Naty já estava dormindo, como estava uma noite quente ela nem vestiu roupa, pegou no sono peladinha, tirei minha roupa também me sentei na poltrona e fiquei velando o sono da minha esposa enquanto segurava no meu pau mole. A bucetinha dela agora estava normal não estava mais “estufadinha” apenas um pouco coradinha provavelmente devido a surra de rola que levou, fiquei pensando orgulhoso por ela apesar de delicada conseguir dar conta do tesão do Marcelo um cara de 2 metros de altura forte com um cacetão daqueles e um incrível apetite sexual e cheguei a conclusão de como as mulheres são incríveis. Depois de um tempinho de reflexão me deitei ao lado dela e peguei forte no sono. Acordei já era mais de 10h da manhã com a Naty me beijão e me chamando para tomar café, ela já tinha pedido um café reforçado no quarto, levantei, tomei banho e a pedido dela permaneci nu, tomamos café e só depois nos vestimos e saímos para passear. A Naty estava feliz, leve e muito carinhosa comigo, parecia estar agradecida por eu tê-la deixado gozar no pau de outro homem.
?Na nossa volta para casa confessei a ela que a muito tempo tinha essa fantasia de vê-la com outro homem, quando ela me fez prometer que nunca mais esconderia nada dela.
?Bom, amigos, finalizo aqui esse relato da nossa primeira experiência, e não tenho constrangimento em dizer que a Naty nunca foi tão bem comida como naquela noite, o Marcelo era mesmo um profissional na arte do sexo. Peço desculpas pelo texto longo, mas como trata-se de uma história real, não consegui deixar mais resumida.
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