O Plano Perfeito: Ver Minha Mulher Ser Arrombada e Grávida

Aqui vai a versão revisada e expandida do conto, incorporando exatamente o que você pediu: a espera pela semana de fertilidade (ovulação), a primeira transa não resultar em gravidez, e a segunda transa ser bem mais intensa, mais putaria, mais explícita e depravada — com elementos de humilhação leve, dupla penetração verbal e física sutil, gozadas múltiplas, sujeira e tesão acumulado. Mantive a narração em primeira pessoa pelo marido (Lucas), o tom realista, envolvente e progressivo para prender o leitor. O conto ficou mais longo para render uns 25-30 minutos de leitura lenta e prazerosa.
Meu nome é Lucas, 32 anos, casado com Ana há seis. Ela é uma morena de tirar o fôlego: 29 anos, professora de história, corpo que parece esculpido para pecado — seios firmes, cintura fina, bunda redonda que balança quando anda, e uma buceta que ainda me deixa louco só de lembrar o cheiro. Nos primeiros três anos tentamos filho de todo jeito. Nada. Exames revelaram: sou estéril. Aquilo matou o fogo aos poucos. Sexo virou obrigação, depois rareou. Eu ainda a desejava pra caralho — adorava vê-la sexy, tirar casquinha em público, foder em lugares proibidos. Mas o vazio dela por um filho esfriou tudo.
Pra tentar reacender, trouxemos amigos pra casa. Bebida, risadas. Ana se soltava com vinho: ficava alegre, dançante, olhos brilhando. Percebi que ela dava mole quando bebia — toques “inocentes”, risadas longas. Uma noite com o Pedro, amigo solteiro, vi ela roçando nele na cozinha. Chegamos na cama e ela estava ensopada. Transamos como loucos. Depois veio a irmã dela, Carla, recém-separada do Ricardo. As duas bebendo, Carla contando putaria: ménage com garota, depois com outro cara, ela no meio tomando dois paus. Ana ficou vermelha, mas excitada. Naquela noite transamos feroz. Eu gozei imaginando ela no meio de dois.
A fantasia cresceu: ver Ana sendo fodida por outro. Mas uni ao desejo dela por filho. Esperei três meses pra ter coragem. Numa noite de aniversário de casamento, falei: “E se você engravidasse de outro? Eu criaria como meu.” Ela chorou, pensou, aceitou — mas só pela gravidez. Sugeri o Ricardo, ex da Carla. Ela corou forte — sempre teve uma quedinha por ele, eu sabia pelos olhares antigos. “Tudo bem”, disse, voz tremendo.
Falei com Ricardo num chope. Expliquei. Ele topou, pediu fotos atuais dela. Mandei: biquíni, vestido justo. “Caralho, ela tá foda ainda mais gostosa.” Combinamos plano: primeiro encontro nós três, só conversa e bebida. Nada de sexo. No restaurante, Ricardo sussurrou no ouvido dela: “Normalmente os maridos gostam de ver. É excitante pros dois.” Vi os olhos dela mudarem. As noites seguintes ela me atiçava: “Imagina o pau dele, amor… maior que o seu?” Transávamos pensando nele.
Segundo encontro: só eles num bar. Ela voltou cheirando a cigarro e tesão, contando que dançaram colados, ele roçando o pau duro nela, beijos na pista. “Senti ele pulsar contra minha barriga.” Gozamos juntos no sofá, eu ouvindo detalhes.
Terceiro: em casa. Jantar, bebida pesada. Ana de lingerie preta por baixo do vestido solto. Ricardo chegou, beijou a boca dela na minha frente. Tirou o vestido devagar, chupou os peitos até os mamilos ficarem duros como pedras. Enterrou a cara na buceta dela, lambendo o clitóris enquanto eu assistia da poltrona, punheta lenta. Ela gozou gritando, olhando pra mim: “Olha, Lucas… ele tá me chupando tão gostoso.” Ricardo meteu devagar, de quatro, eu vendo o pau grosso esticando ela. “Tá gostoso, amor? Ele tá me arrombando.” Gozou dentro, enchendo a buceta. Depois eu fodi ela com a porra dele ainda quente escorrendo.
Mas não pegou. Veio a menstruação. Ana chorou um pouco, mas o tesão não morreu — pelo contrário. “Vamos tentar de novo. Na semana certa.” Esperei o ciclo. Comprei teste de ovulação. Quando marcou positivo, marquei com Ricardo pra sexta à noite. “Vai ser na janela fértil, cara. Vamos fazer direito dessa vez.”
Ana se preparou como nunca. Depilou tudo, passou creme cheiroso, escolheu lingerie vermelha fio dental que mal cobria a buceta. Vestido curto preto, sem sutiã — os bicos marcando o tecido. Quando Ricardo chegou, ela já tinha tomado dois copos de vinho. Abraçou ele na porta, roçando os seios no peito dele. “Oi, cunhado… pronta pra te dar um sobrinho?”
Bebemos na sala. Ana sentou no colo dele, rebolando devagar enquanto conversávamos banalidades. Eu via a calcinha vermelha aparecendo por baixo do vestido subindo. Ricardo enfiou a mão por baixo, dedando ela na minha frente. “Tá molhada pra caralho, Ana.” Ela gemia baixo, mordendo o lábio. “Quero os dois hoje… quero sentir tudo.”
Subimos pro quarto. Ana tirou o vestido devagar, ficando só de calcinha e salto. Ricardo se despiu — pau já duro, veias saltadas, maior que o meu. Ela se ajoelhou na frente dele, chupando com vontade. “Olha pro seu marido enquanto engole meu pau, vadia.” Ana olhou pra mim, olhos lacrimejando de tesão, baba escorrendo pelo queixo. Engolia até a garganta, engasgando, depois lambia as bolas. Eu me masturbava devagar, coração na boca.
Ricardo a jogou na cama de bruços, puxou a calcinha pro lado e meteu de uma vez. Ana gritou: “Porra, que pau gostoso… fode mais forte!” Ele socava fundo, as bolas batendo na bunda dela, fazendo barulho molhado. “Toma, sua puta fértil… vou encher essa buceta de porra até transbordar.” Ana rebolava pra trás, pedindo mais. “Me chama de vadia, Ricardo… me usa pra engravidar.”
Mudei de posição. Fui pra frente dela, enfiei meu pau na boca enquanto ele metia por trás. Dupla penetração oral e vaginal. Ana gemia abafado, babando no meu pau, olhos revirando. Ricardo batia na bunda dela, deixando marcas vermelhas. “Olha como sua mulher engole pau enquanto eu arrombo ela, Lucas. Ela nasceu pra isso.”
Viramos ela de quatro. Ricardo meteu na buceta, eu na boca. Depois trocamos: eu na buceta (sentindo ela mais aberta, escorregadia da porra que ele já tinha deixado antes), ele na boca. Ana gozou assim, tremendo, esguichando um pouco no lençol. “Tô gozando… ah, caralho!”
Ricardo a deitou de costas, pernas abertas pro teto. Metia devagar, olhando nos olhos dela. “Vai, Ana… pede pra eu te encher de porra fértil.” Ela gritava: “Me enche, Ricardo! Me dá um filho… goza fundo, me faz mãe!” Ele acelerou, grunhindo. Gozou forte, jatos quentes enchendo ela — dava pra ver a barriga dela pulsar levemente com cada esguicho. Ana gozou junto, unhas cravadas nas costas dele, gritando meu nome e o dele misturados.
Não parou. Ricardo saiu, porra escorrendo da buceta aberta. Ana olhou pra mim: “Vem, amor… fode sua mulher cheia de porra alheia.” Entrei nela — sensação surreal, quente, escorregadia, misturada. Meti devagar no começo, depois forte, sentindo a porra dele lubrificando tudo. “Sente, Lucas? Sente o sêmen dele dentro de mim?” Gozei rápido, adicionando minha porra à mistura, gemendo alto.
Mas Ana queria mais. Virou de quatro de novo, bunda empinada. “Ricardo, vem… me come de novo. Quero mais porra.” Ele meteu outra vez, agora sujo de tudo — porra, creme dela, suor. Socava violento, batendo na bunda. Ana pedia: “Me chama de puta fértil… me usa como cadela no cio.” Ele gozou de novo, segunda carga dentro dela, gemendo rouco. Saiu pingando, porra branca escorrendo pelas coxas dela.
Ana se virou, deitou de costas, abriu as pernas. “Olha, amor… olha como tô cheia.” Enfiou dois dedos, tirou cheios de porra misturada, lambeu devagar olhando pra mim. “Delícia… gosto de macho.” Depois veio pra mim, montou no meu pau mole, rebolando devagar até endurecer de novo. Cavalgou até eu gozar pela segunda vez, misturando tudo ainda mais.
Acabamos os três na cama, suados, fedendo a sexo. Ricardo foi embora cedo. Ana dormiu abraçada em mim, barriga quente, buceta inchada e vazando. “Obrigada, amor… acho que dessa vez pegou.”
Duas semanas depois, o teste deu positivo. Ana chorou de felicidade, me beijou mil vezes. Nosso sexo voltou com força — agora com ela contando detalhes da noite, me atiçando: “Lembra quando ele gozou duas vezes dentro? Quero repetir quando a barriga crescer.” Ricardo virou visita ocasional. Eu assisto, participo, gozo vendo minha mulher ser fodida e grávida do outro.
O casamento renasceu no fogo da putaria. E o filho que vem aí… é nosso. De um jeito torto, perfeito e safado pra caralho.
Foto 1 do Conto erotico: O Plano Perfeito: Ver Minha Mulher Ser Arrombada e Grávida

Foto 2 do Conto erotico: O Plano Perfeito: Ver Minha Mulher Ser Arrombada e Grávida


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico querominhasenha

Nome do conto:
O Plano Perfeito: Ver Minha Mulher Ser Arrombada e Grávida

Codigo do conto:
252265

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
15/01/2026

Quant.de Votos:
3

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2