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Quinta-feira- final do dia (Vinícius)
Depois do banho fui ao encontro de Antônio e Ricardo, o estacionamento estava bem lotado nesse fim de tarde, mas já estava mais que acostumado com o caminhão dos dois, inclusive sempre que o via já me subia um fogo que me deixava fogoso, o pau do garoto bonitinho só me deixou com ainda mais tesão, seu pau entrava macio e gostoso e sua falta de experiência me excitou bastante, mas agora eu queria algo mais intenso e bruto, e claro que eu já sabia onde encontrar.
Ricardo estava no banco do passageiro e quando me viu começou a sorrir, seu sorriso era sacana, parecia lamber os beiços ao me ver andando em sua direção com meus cabelos ainda úmidos, eu também usava uma regata bege folgada mas que marcava bem os meus mamilos que ainda estavam eretos depois da putaria do banheiro, e um shortes de academia bem curtinho para deixar minhas pernas expostas ao calor abafado.
Ao entrar no caminhão fui elogiado por ambos por conta do meu cheiro, eu adorava ficar cheiroso pros meus machos, mas gostava que eles cheirassem a suor e pré-gozo, adoro o cheiro que os homens exalavam quando viajavam dias e dias sem gozar e seus paus emanavam aquele cheiro forte de rola suada, babada e com resto de pré-gozo e mijo.
Antônio parece ansioso e não parava de sorrir, Ricardo também, mas ele ria olhando pro nada meio supenso, parecia estar fantasiando com alguma coisa que o deixava feliz, assim que entrei sua mão não parava de acariciar minhas coxas e aquilo já estava começando a me deixar duro, Ricardo diz que tem uma surpresa para mim e mesmo insistindo para que me contassem eles não cedem, os dois se entre olhavam cúmplices e sorriam confidentes, um sorriso cheio de luxuria e desejo, Ricardo ao volante usa uma das mãos para acomodar melhor sua rola marcada no tecido do shortes, a cabeça inchada destacada perfeitamente, o cara estava a milhão e ver isso fez meu pau endurecer na hora e meu cuzinho começar a piscar, sorte que meu shortes era de tecido leve pois se não iria ser muito incômodo, Ricardo ao meio de nós dois olha de um para outro sorrindo, primeiro desce sua mão esquerda em direção a protuberância de Antônio, os dois se encaram sério e com desejo, a mão grande e peluda dele passa a acariciar todo aquele monte com suavidade mas apertando a longa extensão de vez em quando fazendo o pau de Antônio dar vários espasmos e seu dono soltar gemidos abafados de tesão.
Isso foi novidade para mim, os dois tinham muita intimidade para me foderem juntos, mas não uma intimidade de se tocarem assim, ver isso foi gostoso demais, a maneira que eles se olhavam era de pura luxuria, o peito de Ricardo arfava e seus batimentos cardíacos estavam tão alto que seu peito peludo parecia que iria explodir, ele olha para mim com desejo e passa a me acariciar também, meu pau responde pulsando em sua mão grande, como ele estava com as duas mãos ocupadas seguro em sua cabeça enrolando meus dedos em seu cabelo ralo e o trago até mim, nossos lábios se tocam e depois se abrem e sua língua me invade, nossas salivas se misturam tornando-se uma só, seus lábios são macios e carnudos, ele morde um pouco os meus me deixando louco, sinto seu rosto esquentando e o suor começando a brotar de seus poros, Antônio se desespera ao tentar manter seu foco na estrada e na nossa pegação ao mesmo tempo, sua respiração continua pesada por causa do carinho que Ricardo lhe proporcionava lá embaixo, solta um muxixo ao ter que voltar seu olhar para a estrada quando um carro o ultrapassa buzinando com raiva.
- Preciso chegar logo antes que eu enlouqueça aqui- disse ele acelerando o caminhão, e voltando a ultrapassar o carro esporte vermelho, sinto Ricardo rindo com seus lábios ainda pregados aos meus sem desgrudá-los e passa a invadir minha boca com sua língua novamente me fazendo derreter.
Quinta-feira- final do dia (Antônio)
Meu pau estava quase explodindo dentro da cueca apertada que me arrependi de ter vestido, quase sempre fico sem, mas como precisei sair do caminhão agora pouco e a conversa que estava tendo com Ronaldo me excitava demais, achei preciso para não chamar muita atenção, coloquei até um shortes jeans para conter melhor a ereção o que piorava ainda mais minha situação, meu pau doía de tão duro e já começava a sentir o pré-gozo ensopando os tecidos.
A mão de Ricardo estava me deixando louco louco louco, sua mão grande apalpava quase toda a extensão do meu cacete, me proporcionando prazer centímetro por centímetro, ele masturbava Vinícius por cima do shortes de tectel onde a protuberância e a rodela escurecida e úmida denunciava o seu tesão, minha boca salivava querendo beijar suas bocas, queria sentir a pele macia e lisa de Vinícius ao mesmo tempo que sentia a pele dura e a barba áspera de Ricardo se roçando em meu rosto.
Só não esperava que o local demorasse tanto para chegar, eu jurava que era mais perto, a estrada também não facitava, além de esburacada era apenas de uma mão o que exigia o dobro de atenção, então decidimos parar um pouco com a putaria para deixarmos para gozar quando chegássemos ao local, aliás eu estava doido pra gozar no fundo do cuzinho de Vinícius ou então em sua boquinha macia, adorava ver ele engolindo todo meu leite grosso e lambendo os labios para não desperdiçar nenhuma gota.
A viagem seguiu em silêncio mas a tensão sexual era quase palpável, o cheiro de testosterona invadia a narina de todos fazendo com que nossos corpos se mantivessem arrepiados e nossos paus duros.
Verifiquei o celular e a localização em tempo real que mandei para Ronaldo continuava ativa, ele mandou uma mensagem dizendo apenas "seguindo". Depois de mais ou menos umas duas horas e meia por causa do trânsito chegamos a estrada de pedra, ela era estreita mas eu já tinha a manha para conduzir o caminhão e passarmos sossegados.
Depois de mais alguns minutos finalmente chegamos, a clareira era espetacular, me admirava muito ela não ser mais frequentada, normalmente eram só alguns caminhoneiros e poucos viajantes que conheciam o local, ela era bastante arborizado mas mesmo com tantas árvores os espaços entre elas era mais que suficiente para acomodar vários caminhões, e além disso um pouco mais adiante tinha um lago ótimo para se refrescar.
Como já esperava não havia ninguém naquela hora, descemos do caminhão e mesmo já estando escuro Vinícius parecia deslumbrado com o local, sorria olhando ao redor as sombras das árvores que a lua proporcionava, lá era tão tranquilo que era possível ouvir o barulho do riacho correndo logo a frente e o barulho de insetos e animais selvagens.
Quando reparei notei que Ricardo já havia tirado a roupa e estava apenas de cueca, o volume de seu pênis duro jogado pro lado esquerdo me deixava babando, ele se aproximou de Vinícius o abraçando por trás e encaixando seu pau duro na bundinha dele, o mais novo começou a gemer quando os lábios do mais velho começaram explorar sua clavícula, seu pescoço e suas orelhas, as mãos de Vinícius exploravam a pele dura de Ricardo e o mesmo o virou de frente e começaram a se beijar apaixonadamente.
Aquilo tudo estava me deixando louco, Ricardo tirou toda a roupa de Vinícius o deixando peladinho, seus lábios continuavam a explorar todas as partes sensíveis do garoto enquanto seus dedos se afundavam em seu cuzinho macio, o mais novo, gemia manhoso com os estímulos.
Também tirei minha roupa com avidez, permaneci de cueca mas meu cacete estava tão duro e grosso que quase saltava para fora, aproveitei e retirei um edredom de dentro do caminhão e o estendi ali próximo. Ao me aproximar os olhos brilhantes de Ricardo me encaram, sua boca levemente aberta num gemido silencioso, a boca de Vinícius percorre todo seu pescoço deixando um caminho brilhante de saliva e com uma das mãos acaricia a protuberância descomunal de Ricardo sob a boxer cinza.
Me encaixo atrás de vícios e meu cacete vibra ao se encaixar perfeitamente entre suas bandas macias, o mesmo começa a rebolar estimulando meu pau a ficar ainda mais duro, Ricardo ainda me encara e quase que hipnotizados nossos rostos se encontram, nossas testas se chocam e imediatamente nossos lábios se unem, no começo é estranho, conheço Ricardo a muitos anos e nunca tivemos esse tipo de intimidade, acredito que o mesmo também esta pensando nisso pois seus movimentos também são duvidosos e sem muita coragem, sinto seu cheiro amadeirado misturado ao seu suor salgado e másculo, nossas barbas se rossam e a sensação é indescritível, passamos a nos beijar com mais intensidade e nisso sinto a mão de Vinícius me estimulando a continuar com o beijo, sua outra mão faz o mesmo com a cabeça de Ricardo, nossos lábios agora começam a se chocar com intensidade, minha língua invade sua boca enquanto a dele invade a minha, uma hora sinto Ricardo chupar minha língua como se chupasse uma bala e aquilo quase me fez gozar.
Quando nos separamos estávamos ofegantes e suados, que sensação maravilhosa beijar um outro coroa safado sem inibições ou vergonha.
Vinícius sorri para nós dois, Ricardo não para de me encarar com os labios semi abertos e nisso passamos a nos beijar a três, é meio estranho e desconfortável mas incrivelmente sexy e prazeroso.
Mas já não aguentamos mais, faço Vinícius se ajoelhar e o mais novo entende o recado e passa a massagear nossas rolas por cima do tecido fino das nossas cuecas, eu e Ricardo gememos em uníssono ao sentir as mãos quentes do garoto, e quando o mesmo retira nossos paus para fora e começa a chupa-los ao mesmo tempo, fechamos nossos olhos de puro prazer, Vinicius com a maestria de sempre engolia meu cacete até seus lábios tocarem minha selva peluda e cheirosa, sentia minha rola se alojando em sua garganta onde ele a apertava e me fazia tremer, fazia o mesmo com o outro pênis veiudo e cabeçudo de Ricardo, e era possivel sentir seu corpo tendo os mesmo espamos que o meu, foi difícil segurar o gozo então levantei Vinícius e o direcionei até o edredom que estava estendido no chão, precisa montar naquele rabo gostoso, o coloquei de quatro e abri sua bunda deixando seu cuzinho bem visível para mim, que lindo aquele buraquinho abertinho e pequeno mas que se esticava todo me permitindo enfiar com facilidade meu cacete duraço lá dentro, comecei beijando sua bunda, seu cheiro era incrível, mordia aquele bunda macia e me sentia satisfeito quando deixava minha marca nela, comecei a foder seu cuzinho com a minha língua e o mesmo agora gemia com uma vontade fogosa, abri espaço para Ricardo e nós dois começamos a nos revezar naquele beijo grego maravilhoso, vez ou outra nos beijamos novamente enquanto nossos dedos abria aquele buraquinho macio para prepará-lo para os nossos paus.
Eu fui o primeiro a penetrar Vinícius pois não estava mais me aguentando, meu pau deslizou com facilidade para dentro daquela caverna quentinha e o gemido alto do garoto foi abafado com a invasão do pau grosso de Ricardo em sua boca, nós dois fodiamos o mais o novo com ferocidade e como já prévia gozei fartamente depois de alguns minutos, enchi seu rabinho de leite quente e grosso, mas meu pau nem sinal de que iria amolecer então cedi meu lugar ao Ricardo que com uma unica bombada forte arregaçou o moleque e passou a foder seu cuzinho como se fosse uma boneca inflável, o cara estava alucinado, olhei para seu pau e o mesmo parecia maior do que era antes, o cuzinho vermelho do garoto estava espumando por causa da minha porra que estava lá dentro, meu pau ainda duro dei para Vinícius chupar, ele estava brilhando com bastante gozo, todo melecado, os olhinhos do garoto brilharam de emoção.
- Gosta de limpar um pau que acabou de te arregaçar né putinho? Deixa ele bem limpinho e bem lubrificado então - eu disse segurando a cabeça dele e metendo meu pau de uma só estocada no fundo de sua garganta, o garoto chorava mas seus olhos continuavam brilhando de emoção e tesão.
Assim que larguei a cabeça de Vinícius ouço um barulho de cascalho, e depois uma luz amarela passando por debaixo de meu caminhão, como meus faróis também estavam ligados acho que nem Ricardo nem Vinícius perceberam a chegada do outro, acreditava ser Ronaldo, mas como disse ali era um ponto e poderia ser qualquer outra pessoa, mas não me importe e deixei Vinícius chupar vagarosamente meu pau, ele brincava com a cabeça inchada e sensível da minha rola pois sabia que isso me enlouquecia e eu olhava para ele sorrindo enquanto ele sorria olhando para mim com sua boca preenchida com meu mastro de carne grosso e cheio de veias.
Quando olho para o lado percebo a presença de outra pessoa, um cara alto e magro nos encarava, ele era bem bonito, rosto másculo com uma barba farta meio desgrenhada, pareceria mais jovem se não fosse pela calvície, mas confesso que a calvície o deixava com um aspecto muito mais sensual, ele usava uma camisa de botão listrada quase toda aberta deixando a mostra seu peito bastante cabeludo, chinelos e uma calça de tecido leve, provavelmente sem cueca pois o tecido marcava algo grosso e grande ali na frente que chacoalhava quando o mesmo andava, ele parou e ficou nos obersevando, quando nossos olhos se cruzaram ele sorriu para mim.
- Você é o Ronaldo? - perguntei meio ofegante, nisso Vinícius e Ricardo param por um momento se dando conta do visitante, percebo a inquietação de Vinícius no início mas depois o mesmo se ilumina reconhecendo quem estava a sua frente, já Ricardo voltou a macetar o garoto como se nada tivesse acontecido.
- Sim, você então deve ser o Antônio? - confirmei com a cabeça.
- Você então é o famoso Vinicius? Um prazer te reencontrar de novo garoto, me chamo Ronaldo, prazer!
- O prazer é todo meu de reencontrá-lo - disse Vinícius todo manhoso enquanto gemia na rola de Ricardo, o mesmo já havia gozado uma vez e estava espumando agora seu próprio gozo no buraco do menino.
Ronaldo começou a tirar sua roupa, seu corpo era magro e definido e seus pelos pelos eram fartos e grossos o que lhe dava uma aparência quase animalesca porém o deixava sexy pra caralho e quando tirou a calça percebi o por que de Vinícius ter viciado no cara, sua rola mesmo mole era pesada, um tolete maciço de carne nobre cheio de veias, e além de grande era extremamente grossa, a cabeça parecia um cogumelo brilhante e babão, suas mãos finas de dedos longos e peludos agarrou na cabeça e levou todo o pré-gozo gosmente para toda a extensão de seu pau o fazendo brilhar e endurecer no mesmo instante.
Percebi que não era só eu estarrecido com aquele mastro, Vinicius e Ricardo também estavam paralisados, ambos babando.
- Vamos estourar esse putinho pra que nosso convidado não tenha nenhuma dificuldade - eu disse me deitando no edredom e escorando minhas costas na carroceria do caminhão - Senta aqui garoto, vamos mostrar pro nosso amigo do que você é capaz - Vinícius então veio de frente para mim, posiciou seu cuzão aberto que escorria semem no meu pau e sentou, meu cacete de novo entrou deslizando com facilidade e a pele rugosa de seu cu massageava toda minha rola, seu interior estava fervendo e achei que minha rola derreteria de prazer, o putinho começou a cavalgar e a gemer mais manhoso e fino, se amostrando pro nosso convidado que agora já estava com o rosto distorcido parecendo um leão olhando para uma gazela indefesa, seu pau já estava duraço que parecia que o mesmo havia pegado um pedaço de tronco do chão.
Aquilo estava bom demais, Ricardo olhava com volúpia para Ronaldo mas o mesmo so tinha olhos pro garoto que ronronava sentado em minha rola, tirei Ricardo de seus devaneios o chamando entrar no cuzinho de Vinicius junto comigo, seu sorriso foi de pura depravação e seus olhos brilharam, sabia que depois da sala do vigia ele sonhava com esse momento.
No início foi difícil, Vinicius fazia algumas caretas de dor mas em nenhum momento pediu para parar, Ricardo tentava com delicadeza introduzir sua rola dura dentro do buraco ja preenchido do garoto mas sem muita eficiência, mas depois de alguns segundo ele finalmente achou o espaço certo e aí senti a cabeça de seu pau roçando no meu, Vinicius deitou sua cabeça em meus ombros exausto da introdução, ele suava, ofegava e gemia mas seu sorriso permanecia intacto.
Quando Ricardo finalmente introduziu toda sua extensão passamos a foder o cuzinho arrombado do garoto um de cada vez, o lugar era apertado, a rola dura de Ricardo esmagava a minha e a minha esmagava a dele e a sensação era indescritível, era impossível permanecer por muito tempo pois meu pau parecia que iria derreter a qualquer momento, juntos eu e Ricardo gozamos pela segunda vez, senti o líquido quente melando nossos paus e o líquido gosmento de Vinícius melando minha barriga, Ricardo parecia ter desmaiado com o orgasmo intenso e deitou-se em cima do garoto fazendo nossos corpos se prenderem a um só, quando ele levantou o rosto parecia exausto porém extremamente feliz, dei um selinho nele e o mesmo me respondeu grudando nossos lábios num beijo intenso.
Sexta-feira- madrugada (Ronaldo)
Não esperava que aquela noite me rendesse algo tão maravilhoso, o garoto era um deus grego, mas não fazia ideia que os dois coroas que o acompanhavam na viagem também eram tão gostosos.
Foi difícil resistir a cena do moleque recebendo aquelas duas rolas no cuzinho, eu já estava prestes a gozar pois nunca havia presenciado algo tão lindo em minha vida, aqueles dois homens mais velhos e másculos fodendo com brutalidade aquele garoto sexy e novinho, Vinicius deveria ter no máximo uns 22 anos e já se mostrava ser muito experiente, confesso que até mais do que eu com anos viajando por aí fodendo com qualquer buraco que eu encontrasse.
Mas o momento mais especial foi quando os três tiveram um orgasmo ao mesmo tempo, ambos gozaram fartamente com os rostos retorcidos de tesão, os olhos fechado com força, Antônio e o outro cara fincaram suas rolas com força ao mesmo tempo quando sentiram o gozo vindo e o rapaz revirou seus olhos cravando seus dentes com força no ombro de Antônio que agora desfalecia exausto.
Quando os dois mais velhos se beijaram intensamente aquilo me acendeu ainda mais, também queria beijá-los, com força e intensidade, queria morder seus lábios e fazer nossas barbas se chocarem até criar faísca, mas isso eu deixaria pra mais tarde, pois agora eu precisava me concentrar naquele pedaço macio de carne morena e suculenta, que estava deitado sozinho no edredom sujo me olhando.
Me aproximei do rapaz me ajoelhando atrás dele, seu cuzinho aberto estava inchado e vermelho, e vazava uma quantidade absurda de porra, peguei em suas ancas e levantei levemente seu quadril, meti minha língua áspera e grande naquele cuzinho arrombado e sorvi a maior quantidade de leite que consegui, o gostoso amargo e meio azedo fez meu cérebro delirar, passei a língua ao redor de sey buraco, estava quente, fervendo, e piscava incontrolávelmente pedindo por mais.
- Acredito que está preparado para mais rodada né bebê? - eu disse encarando os olhos amendoados de Vinícius - Acho que consigo meter com facilidade agora - eu disse masturbando meu pau que já estava a ponto de bala.
O garoto me encarava mas depois desceu seu olhar para a minha pica peluda que babava olhando de volta para ele.
- Pode apostar que estou - disse o garoto sacana se desprendendo de minhas mãos ficando de quatro de frente para mim, seus olhos me encaravam e pareciam ler minha mente, ele desceu seu rosto em direção ao meu pau, o encarou satisfeito e depois de alguns segundo sinto seus lábios molhados e macios o engolindo...
slaveboy-