A colega tímida do trabalho ficou taradinha (segundo)
No primeiro conto disse como tinha começado a sair com uma conhecida do trabalho e acabei deixando ela doidinha de tesão no carro, conseguindo até gozar na boca dela. Essa história é verídica, claro que com alguns ajustes, como troca do nome e uma resumida dos encontros que tivemos. Depois da situação do carro, continuamos a sair, mas insisti em manter nossa relação em sigilo com o pessoal do trabalho, para evitar comentários e porque, sinceramente, eu não estava afim de um relacionamento sério. Saíamos frequentemente, mas sempre para algum lugar pequeno perto de sua casa, tanto por ser meio distante como para não encontrar com alguém do trabalho. Por alguns meses eu quase sempre a pegava em casa, tomávamos alguma bebidinha em algum lugar perto de lá e depois íamos para algum motel ou pousadinha na região. Ela era um pouco inexperiente, com poucos relacionamentos prévios, mas buscava me acompanhar na cama e era receptiva a coisas novas. Lembro que tentava até fazer alguma posição que já conhecia, como sentar em mim comigo sentado na cama encostado na parede (e eu até gostava, pois dava para chupar os seios deliciosos dela enquanto estava dentro dela), mas não tinha muita técnica. Eu comandava na cama, ensinei algumas coisas, como chupar com mais jeito, e estimulei ela a fazer coisas que gostava, como meter meu pau no meio dos peitos dela até gozar no pescoço ou mesmo no rosto dela. Dava tesão, principalmente por ela ser mais de 10 anos mais nova que eu e ainda ter o corpo gostoso, mas pelo fato de não podermos ir para a casa dela e ficarmos transando a noite toda, não gerava tanta intimidade. Acabei me afastando depois de um tempo, ainda mais porque senti que ela estava gostando de mim. No trabalho, continuamos normalmente, como se nada tivesse acontecido entre nós. Até que, depois de meses sem nos falarmos, exatamente na noite de ano novo, eu estava numa festa organizada por uma conhecida, a virada do ano já tinha passado e estava pensando em ir para casa, quando ela me ligou. Tinha bebido um pouco, estava em algum lugar com a prima e outras pessoas, e falou que queria me ver. Combinamos de eu pegá-la perto de onde estava, e ela me falou que a prima ia dormir na casa do namorado e que poderíamos ir pra casa dela. Nessa hora já fiquei com vontade e imaginei que a noite ia ser muito boa. Peguei-a de carro e já fomos direto para a casa dela, a danada tava de fogo e morrendo de vontade de me pegar, já foi me beijando com vontade e apalpando meu pau no caminho. Chegando na casa, fomos direto para o quarto em que ela dormia, e já fui arrancando sua roupa. Chupei seus peitos deliciosos longamente (estava com saudade daqueles mamõezinhos..), depois chupei sua pepeca toda molhada por vários minutos e em seguida virei-a ao contrário e fizemos um 69. Ivete ficou louca de tesão e chegou até a falar frases excitantes, dizendo para eu comer ela toda. Ela finalmente conseguiu enfiar meu pau inteiro na sua garganta várias vezes, como eu sempre tinha tentado que ela fizesse. Virei-a de frente e comecei um papai-mamãe vigoroso, deixava o pau sair quase todo e depois enfiava até o fundo, vigorosamente. Ela falava palavras desconexas, gozou ao menos 1x, mas eu continuei metendo sem parar, segurando para não gozar também. Depois de vários minutos, parei, deitei ela de bruços, mas com o corpo de lado, e voltei a meter fundo em sua pepeca. Também segurei seu cabelo e comecei a puxar sua cabeça para trás com ele, mas sem machucar. Ela ficou ainda mais alucinada, totalmente submissa, e gozou com vontade mais uma vez, gemendo alto. Eu já mal conseguia me segurar, mas queria acabar com ela naquela noite e queria um "gran finale". Parei de meter, puxei seu rosto para perto do meu pau e mandei chupar com vontade. Ela começou a chupar do jeito que eu tinha ensinado, um pouco desajeitado por estar tontinha, até que gozei com vontade na sua boca e segurei sua cabeça. Enchi sua boca com todo o meu leite, ela chegou a engasgar um pouco, e falei para engolir. Pela primeira vez ela engoliu, não deixou sobrar nada na boca. Ainda fico com tesão só de lembrar dessa noite e dela com a boca cheia e engolindo a seguir. Dormimos abraçados, no dia seguinte ela se lembrava parcialmente da noite, mas disse que nunca tinha ficado com tanto tesão assim na vida. Continuamos a sair por muito tempo depois disso.
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